O segredo da mamãe 7

Sete
Narrado do ponto de vista do Daniel.O resto daquele dia não tive chance de chegar na minha mãe em momento nenhum, já que a maior parte do tempo ela passava com meu pai ou brincando com minha irmãzinha, enquanto meu irmão ficava enfiado no mundinho dele. Como tinha prometido, também não tentei nada na frente da minha família, embora tivesse que admitir que vontade não faltava.

O que me frustrou pra caralho foi que só tive a chance de ficar com ela quando anoiteceu. Já era bem tarde quando meus irmãos foram dormir, seguidos pelo meu pai, que, parecendo exausto, foi direto pra cama. Minha mãe, no entanto, estava na cozinha terminando de lavar umas coisas que a gente usou no jantar, quando, não me aguentando mais, fui atrás dela.

Ao vê-la de costas, me aproximei com todo cuidado e, conseguindo me posicionar atrás dela, apoiei descaradamente meu corpo no dela e, enfiando a cabeça no ombro dela, sussurrei baixinho no ouvido dela – Eu te desejo tanto que tô ficando louco.

Pensando que ela ia fazer algo pra se afastar, esperei a reação dela, mas me surpreendi pra caralho quando ela se recostou no meu corpo e, apoiando a bunda no meu pau que já tava mais do que duro, falou com voz melosa – Eu também, mas pelo bem de todo mundo, a gente tem que se segurar.

Ouvir essa confissão me deixou doido, então, mandando tudo pra puta que pariu, peguei as dobras do vestido de verão que ela tava usando e, enfiando a mão por baixo dele, consegui levantar a saia, deixando a bunda dela empinada pra minha total satisfação.

Desesperado, peguei a calcinha fio dental dela e puxei pra baixo até deixar nos pés dela e, fazendo o mesmo com minha roupa, deixei meu pau brilhante à vista de qualquer um. Depois, sem perder tempo, peguei a cintura dela e, encostando a cabeça do meu pau direto na entrada da buceta dela, enfiei de um jeito que comecei a comê-la com muita desesperação.

Essa foda não teve carinho nenhum, porque naquele Naquele momento, a única coisa que eu queria era me livrar do desejo que sentia por ela e, ao mesmo tempo, marcar o corpo dela pra deixar claro que, de agora em diante, ela era minha propriedade. Então, fodendo como animais, eu investia contra ela enquanto bufava igual a um touro de verdade. Enquanto isso, minha mãe recebia minhas investidas com prazer, soltando vários gemidos que tentava conter. Não sei quantos minutos ficamos acoplados, só sei que quando gozei, fiz questão de encher a buceta dela de porra.

Mais calmo, fui saindo devagar e, assim que tirei meu pau, notei que parte do sêmen que eu tinha dado começava a escorrer da caverna dela. Satisfeito com isso, vi que ela estava bem ofegante e, querendo fazer carinho, me aproximei do pescoço dela e, dando vários beijinhos, sussurrei com desejo: – Vamos fugir amanhã.

Assim que ela se acalmou, virou o pescoço e, me olhando com certa curiosidade, perguntou: – Como a gente vai fazer?

Enquanto pensava, peguei a roupa que tinha jogado no chão e me vesti. De relance, vi minha mãe pegando a calcinha fio dental. Mas, em vez de vesti-la de volta, ela levou a peça até a entreperna e, me surpreendendo, começou a limpar parte dos fluidos que escorriam pelas pernas dela com a própria calcinha.

Ver ela tão sem vergonha na minha frente começou a me excitar de novo, mas, sabendo do perigo que a gente corria se voltasse à ação, me segurei como pude. Depois, engoli o nó que tinha na garganta e, pensando em como faríamos no dia seguinte pra ter um pouco de liberdade, fiquei em silêncio.

Passaram-se vários segundos e eu não encontrava solução pro nosso problema. Pensei que estávamos realmente enrascados. Esse pensamento fez eu colocar uma cara de total decepção, mas isso durou pouco. Porque, do nada, minha mãe soltou no ar: – Acho que tenho uma solução.

Feliz com as palavras dela, peguei ela de volta nos meus braços e, como se fôssemos um casal apaixonado, dei um beijão nela. um beijo na bochecha enquanto dizia:
— Me conta.

Vi que tem trilhas pra fazer caminhada que saem de diferentes lugares da casa — comentei —, então pensei que ir caminhar cedo de manhã não cairia nada mal, o que acha?

Surpreso por ela ter tido essa ideia, soltei na resposta:
— Você é uma gênia, mãe, sabia?

Orgulhosa com minhas palavras, ela se soltou dos meus braços e, virando-se, me disse enquanto me olhava:
— Bem, já que temos solução pro nosso problema, acho que devíamos ir dormir se queremos sair cedo amanhã.

Eu realmente não queria deixá-la ir, mas sabendo que não podia fazer outra coisa, deixei ela passar. No entanto, quando ela estava passando do meu lado, de repente dei um tapinha na bunda dela que a pegou de surpresa.

No começo, pensei que tinha exagerado um pouco e que ela com certeza ficaria brava, mas isso não aconteceu. Pelo contrário. Ela me deu um sorrisinho e, me fazendo entender que tinha gostado, se despediu dizendo:
— Te vejo amanhã cedo.

Já no meu quarto, me deitei na cama e, pensando em tudo que tinha acontecido naquele dia, tentei dormir. Mas não consegui por causa da ansiedade que me tomava. Naquela noite, quase não consegui fechar os olhos.

Tinha cochilado várias vezes, mas não consegui dormir direito. Então, sem perceber, amanheceu e minha ansiedade só aumentou quando, do nada, alguém bateu na minha porta.

Sabendo quem era, me levantei com uma pressa danada e, abrindo a porta desesperado, me deparei com minha mãe que, diferente de mim, estava mais fresca que uma alface.

Ela estava só com um short jeans, um tênis esportivo e uma regata curta que mostrava boa parte da barriga firme dela. Então, encantado, só consegui ouvir ela me dizer:
— Você ainda não tá pronto?O segredo da mamãe 7Como um autômato, balancei a cabeça negativamente, enquanto ela, desesperada, acrescentava: – Para de me olhar e se apressa, que ainda ninguém acordou.

Seguindo a ordem rapidamente, vesti uma camiseta, um short e um tênis. Pronto, a segui enquanto notava como ela rebolava a cada passo que dava. No entanto, quando estava prestes a beliscar aquela bunda perfeita, do nada uma voz perguntou: – Pra onde vocês vão?

Kevin, meu irmão, apareceu de repente com um copo d'água na mão, enquanto minha mãe, completamente nervosa, não soube o que responder. Tentando parecer o mais normal possível, respondi na hora: – Vimos umas trilhas por aí e decidimos dar uma longa caminhada. Minha mãe, louca com minhas palavras, me lançou um olhar de matar, mas ignorando, perguntei: – Quer vir?

Kevin nos olhou por alguns segundos e, decidindo não ir, soltou ao passar: – Não, valeu.

Dizendo isso, voltou pro quarto e, enquanto minha mãe suspirava com certo alívio, me disse com raiva: – Você é louco.

– Tava calculado – me desculpei, completando – O Kevin é bem preguiçoso pra esportes, então deduzi que se eu convidasse, o mais certo era ele não vir.

Surpresa, minha mãe não falou mais nada e, colocando-se a caminho, disse: – Vamos antes que alguém mais acorde.

Segundos depois, já estávamos lá fora e, pegando a primeira trilha que vimos, nos enfiamos por ali, sentindo meu coração bater forte enquanto avançávamos. Não conseguia tirar os olhos do corpo gostoso da minha mãe.

Não sei quanto tempo andamos, só sei que, não aguentando mais, me joguei sobre ela e, pegando sua mão, puxei até conseguir enfiá-la num espaço entre várias árvores, que nos dava bastante privacidade.

Já ali, comecei a beijá-la sem controle e só parei de empurrá-la quando o corpo dela bateu contra um tronco grosso de uma das árvores. Louco de tesão, meti minhas mãos por baixo da camiseta dela e fui direto pra suas... peitos, tentei pegá-los com o sutiã fino ainda nela.
Isso arrancou um suspiro dela, o que me deixou ainda mais excitado, então continuei, peguei a camiseta dela e tirei por cima da cabeça. Deixei ela só de sutiã.
Ela parecia incrivelmente sensual, mas eu queria mais do que sexo naquele momento. Queria dominar ela por completo, então, com um tom autoritário, falei – chupa meu pau.
Surpresa, ela me perguntou – o quê?
Quero que você me chupe e não vou continuar até você fazer o que eu mandei – eu sabia que estava jogando com ela, estava ciente de que se minha mãe não gostasse daquele jogo, mandaria tudo pro inferno e voltaríamos pra casa, como se nada do que estava rolando tivesse acontecido.
Mas, insolentemente, minha jogada pareceu funcionar, já que sem tirar os olhos de mim, minha mãe se abaixou e, ajoelhando na minha frente, com cuidado pegou minha bermuda e primeiro baixou essa peça. Deixou no ar minha ereção, que estava presa na minha cueca.
Parecia mesmo uma barraca de circo de tão dura que estava, e tentando aliviar o desconforto, quis ajustar minha ereção visível. Mas minha mãe me impediu, começou a acariciar meu pau por cima do tecido da cueca e, arrancando um gemido meu com os movimentos dela, colou meu pau no rosto dela e, esfregando ele na bochecha dela, disse – tá tão quente, que queima minha cara.
Desesperado, queria que ela continuasse e, pra minha felicidade, ela continuou, já que pegou a cintura da minha cueca e baixou. Conseguiu liberar meu membro, que naquela altura estava no auge, dando uns pulinhos.
Sem eu falar nada, ela enfiou uma parte na boca e, enquanto começava a chupar com maestria, eu aos poucos pegava a cabeça dela por trás e tentava marcar o ritmo que eu queria naquela mamada. Fechava os olhos enquanto me deixava levar pela emoção, de vez em quando conseguia abri-los e via a cabeça da minha mãe subindo e descendo com uma desesperação genuína.
Completamente excitado, deixei ela me dar prazer com a A boca dela, até o ponto que não aguentava mais. Gozei inevitavelmente dentro dela, soltando três jatos que saíram disparados direto pra garganta dela. Isso fez com que ela tivesse que engolir a porra toda, pra não se afogar com ela.

Enquanto isso, mesmo depois de gozar, eu ainda mantinha uma certa ereção que, pra minha sorte, não tinha baixado. Assim que saí do êxtase em que estava mergulhado, vi minha mãe se levantando e não parava de sorrir. E enquanto fazia isso, levava as mãos nas costas, só pra que segundos depois eu visse o sutiã dela voar e cair direto na terra onde a gente tava se falando.

Já com os peitos de fora, ela brincou um pouco com eles pra minha total alegria. Primeiro fez os mamilos se chocarem, e depois, sem nenhum pudor, amassou eles pra me mostrar o par de tesão que eu com certeza ia devorar. Então, sem fazer ela esperar mais, me juntei a ela e, pegando as mamas dela, devorei elas enquanto as amassava com total prazer.

Nessa altura, os mamilos dela estavam tão duros que arranhavam a palma das minhas mãos. E eu, não perdendo a oportunidade, peguei neles e estiquei com certa força. Consegui fazer ela soltar uns gritos de puro prazer.

Ela tava realmente perdida no tesão, e eu notei isso mais ainda quando me abaixei, dessa vez eu, e puxei o short jeans que ela usava. Levei uma surpresa gostosa ao ver que a calcinha fio dental dela tava mais que molhada de tão excitada que ela tava. Murmurando uma prece baixinho, peguei a calcinha fina dela e, me livrando da penúltima peça que ela vestia, deixei à mostra a buceta dela, que tava toda melada pelos próprios sucos vaginais.

Me deliciando com tamanho tesão, foi inevitável não provar o fruto proibido dela. Aproximei meu rosto da conchinha dela e comecei a chupar ela de um jeito que minha mãe, sem se segurar, soltava gemidos que ecoavam por todo lado. Enquanto isso, ela usava as mãos pra empurrar minha cabeça com mais força contra a buceta dela. entreperna e assim poder lamber mais perfeitamente a sua pussy.
Eu estava ficando sem ar, mas não me importava, já que seria um verdadeiro prazer morrer daquele jeito. No entanto, quando pensei que ia me afogar de vez, minha mãe me soltou e, enquanto eu caía de bunda no chão, vi ela ofegando enquanto me dizia, entrecortada: – sou sua, e pode fazer comigo o que quiser.
Essas palavras me emocionaram tanto que, sem perder tempo, me levantei e, dando um beijinho nela, consegui que ela apoiasse as mãos na árvore que estava atrás dela, arqueando a cintura, me esperando ansiosa, pois ela levou uma das mãos até a entreperna e, começando a se masturbar, me presenteou com uma imagem que aumentou minha temperatura.maduraMas não deixando ele brincar muito com a minha racha, fiz ele colocar a mão de novo na árvore e, segurando a cintura dele, apontei meu pau pra sua buceta, que já queria me receber com tesão, tão aberta que não tive dificuldade pra penetrar.
Caralho – murmurei assim que senti a caverna quente dela, enquanto ela, tão excitada quanto eu, soltava um gemido forte que, pra nossa sorte, não ecoava muito longe. Já encaixados, foi inevitável não mexer meus quadris de forma frenética e, graças a ter gozado minutos antes, fiquei vários minutos metendo nela até que, sem aguentar mais, senti ela gozar primeiro. Depois eu segui, de um jeito que deixei a buceta dela cheia do meu leite.
Inevitavelmente, caí sobre ela e, enquanto recuperava o fôlego, senti as costas dela molhadas de suor escorrendo – eu também devia estar bem suado. Então, me afastando, dei um último beijo nas costas dela enquanto perguntava – quer voltar já?
Minha mãe se levantou, se virou e, me olhando com certa cumplicidade, disse, pra minha total surpresa – acho que temos mais alguns minutos.
Acabamos transando mais umas duas vezes. Minha terceira gozada, que foi menos abundante que as duas primeiras, joguei entre os peitos dela depois que me masturbei com eles. Já a última, que era quase nada, joguei direto na bunda dela.Quando terminamos, parecia que eu realmente tinha caminhado vários quilômetros de tão cansado que tava, mas mesmo assim eu tava tão feliz que a gente voltou sorrindo e de mãos dadas. Sabendo que algo novonascia, mas qual seria um segredo que só ela e eu compartilhávamos

4 comentários - O segredo da mamãe 7

" rayaban las Palmas de mis manos",He visto pezones duros,pero en esta lo doy por ganador,jaja!!!!Terrible descripción.Gracias por compartirlo,van 10 y saludos desde puerto Madryn !!!!!
Muy buena. Historia me ha gustado mucho. Sabes estaba buscado una historia algo así parecida a la tuya que me ha encantado. Que no pude parar de leerla. Asta el último capítulo quedándome con ganas. De seguir leyendo un 20 amigo gracias
kramalo +3
muy bueno..! leí la zaga hasta acá. Como hizo el pendejo mas chico para culearse a su madre.... si lo hizo. sigue...?