Acordamos cedo, mesmo tendo ido dormir tarde. O chalé que alugamos na montanha era pequeno, mas muito aconchegante. Ainda fazia muito calor lá dentro, tinha uma lareira incrível, ainda sobravam brasas da noite anterior... Então você foi preparar o café da manhã e eu fui pro galpão lá fora pegar mais lenha. Os vidros estavam bem embaçados. Limpei um da única janela e percebemos que tinha nevado, nevado pra caralho... Que bom, como íamos aproveitar, mas primeiro o café. Saí só com umas botas e quase nada mais. O galpão era perto e um pouco de frio não ia ser tão pesado. Cheguei carregado de lenha e coloquei dois troncos grandes na lareira. Pegaram fogo rápido com as brasas que sobravam. O cheiro de chocolate me fez salivar... e sentamos pra tomar café. Você estava vestida com uns brincos, um roupão de seda e suas meias de dormir... Sentamos um de frente pro outro e começamos o café. O chocolate tava fervendo e eu esperei um pouco. Os churros que compramos na cidade no dia anterior já estavam moles, mas mesmo assim você os comia com uma delicadeza como se fossem os melhores do mundo. Eu não conseguia, mais pelo calor do chocolate do que outra coisa... Tava besta, só observando... Olhava pelo pedaço de vidro que limpei e via os pinheiros cobertos de neve. Um espetáculo do caralho, olhava pra direita e as chamas fazendo outro show... Olhava de frente, e estava você, Lucy, pra isso já não tenho adjetivos, só pensava que o paraíso deve estar bem perto do que eu tava vivendo naquele chalé. Você saboreava o chocolate e os churros, mas percebia que eu tava te olhando e que tava feliz. Esticou sua perna pra me tocar por baixo da mesa e ver se eu tinha congelado quando saí pra pegar lenha... mas viu que não... tava quente, esbocei um sorriso ao sentir sua pele... a lareira tinha esquentado o ambiente em minutos... o crepitar dos troncos e a mistura de cheiros naquele chalé já anunciavam um dia inesquecível... Você roçou em mim com a canela. Sabe que eu gosto do contato com a pele. Me levantei, você se apressou pra comer o último churros, sabia que eu ia te beijar. Mas fui até a cama e peguei um cobertor, que estendi aos pés da lareira... Agora sim fui até você, ainda sentada te beijei na boca e você foi se levantando grudada nos meus lábios, como num passe de mágica o roupão caiu no chão e você ficou só com os brincos. Te abracei com força e te peguei no colo,... Te coloquei no cobertor com muito cuidado, fui até a mesa e peguei minha xícara de chocolate. Já não queimava mais nada.... Derramei ele no seu corpo, era minha vez de tomar café da manhã..... O chocolate caindo meio frio no seu peito fez você arquear o corpo. Sentiu como uma descarga elétrica que percorria suas veias... seu pulso acelerou, seus olhos não se desviavam dos meus que soltavam faíscas. Me deitei do seu lado de lado, sorrindo. Era como se tivesse um bolo na minha frente e não soubesse por onde começar. Você não queria que eu começasse sem antes nos beijarmos, então se levantou um pouco, pegou meu lábio inferior com os seus, esticou com suavidade e logo soltou. Você acariciava meu rosto e seus lábios se abriram pra gente se beijar com gula. A lareira esquentava ainda mais nossos corpos e o chocolate começou a escorrer pelo seu peito e barriga.. Você sentia minha ereção forte na sua coxa, sua bucetinha começava a ficar molhada. Foi difícil me afastar dos seus lábios, mas aquele bolo de chocolate me esperava, já quase chegando no cobertor pelo lado, então comecei por ali... Assim que minha língua roçou seu lado, notei como sua pele toda se arrepiou, continuei devagar saboreando cada centímetro da sua pele. Lambia e beijava sem pressa, aproveitando... Girei sua cintura pra chegar na sua barriga, aí você viu minha pica ereta que tinha se sujado um pouco de chocolate, sua cabeça pulou como uma mola e sua língua como uma flecha da guerreira que existe dentro de você. Lambeu o chocolate, e queria mais... Mas te parei, era minha vez de tomar café da manhã. Continuei pelos seus peitos que já estavam duros ao toque do meu Língua e minhas mordidinhas. Parecia que saíam disparados, minha mão esquerda acariciava suas coxas, até chegar no seu tesouro que já tava todo molhado. Comecei a acariciar com suavidade, chegava no clitóris com o dedo do meio e fazia círculos com uma leve pressão, sem dúvida tava conectado com seus mamilos, porque parecia que uma descarga percorria seu corpo inteiro, quando eu fazia as duas coisas ao mesmo tempo... parei de morder seus mamilos pra ver sua cara, seus olhos soltavam faíscas de prazer. Os meus eu não via, mas com certeza tavam iguais, sorri pra você, e fui buscar a cereja do bolo. Enfiei minha cabeça entre suas pernas e comecei a saborear todos os seus fluidos, lambia de cima pra baixo, mordia seu clitóris, sentia a pressão das suas coxas na minha cabeça, e sua mão pegando meu cabelo, ora me mandando parar, ora me mandando continuar... O orgasmo era iminente, enfiava a língua o máximo que podia, tava te fodendo literalmente com a língua. Seu corpo começou a dar espasmos acompanhados de uns puxões no meu cabelo. Mmm, que gostoso, porra! Bebi todo o seu elixir, tudo que pude, seu orgasmo parecia não ter fim... Suas pernas pararam de fazer pressão na minha cabeça e eu consegui tirar ela de lá. Olhei na sua cara, e me joguei pra te beijar... Meu pau, como se tivesse vida própria, foi se introduzindo em você, sem nenhuma resistência, entre beijos, mordidas de lábio e caras de luxúria ficamos unidos. Não me mexia, ainda não queria acabar. Queria que o mundo parasse. Os beijos tinham gosto da sua buceta... A gente se comia a boca com vontade enquanto você sentia meu pau crescendo e endurecendo dentro de você... Eu passava minhas mãos pelo seu corpo e apertava suas nádegas como se quisesse me fundir com você... Gosto de dominar... e você sabe... Você cruzou as pernas pra me prender enquanto beijava meu pescoço, cheguei perto do seu ouvido e você disse "fica por baixo"... te peguei pela cintura e fizemos a cambalhota. Você se levantou e apoiou as mãos no meu peito pra se estabilizar. Foi se arrastando pra baixo enquanto passava a língua em mim... beijando ao mesmo tempo. Minha pele se arrepiou. Você chegou no meu umbigo e continuou descendo até minha rola. Minha respiração começou a acelerar e seu pulso também. Coloquei na sua boca enquanto minha mão segurava a base... Você passava a língua enquanto subia e descia, me ouvia gemer de prazer e isso fazia você me chupar com mais força, apertando seus lábios contra minha rola. Você percebia que eu tava perto de gozar e queria a porra na buceta, então parou, se levantou, colocou uma mão no meu peito e a outra na minha coxa, enfiou tudo e começou a cavalgar com força. Não tirávamos os olhos um do outro. Você rebolava com energia e eu gemia de prazer, agarrado nos seus peitos. Soltei eles pra te segurar pela cintura. Uff, que maravilha ver eles pulando. Apertei forte sua cintura pra chegar no clímax. Você sentiu minhas pernas tremerem e eu esticar os dedos dos pés. Últimas cavalgadas e uma explosão de prazer, enquanto nossos fluidos se esvaziavam, os meus dentro de você... Me levantei, te abracei e nos beijamos até que, aos poucos, tudo voltou ao normal. Continua...
Acordamos cedo, mesmo tendo ido dormir tarde. O chalé que alugamos na montanha era pequeno, mas muito aconchegante. Ainda fazia muito calor lá dentro, tinha uma lareira incrível, ainda sobravam brasas da noite anterior... Então você foi preparar o café da manhã e eu fui pro galpão lá fora pegar mais lenha. Os vidros estavam bem embaçados. Limpei um da única janela e percebemos que tinha nevado, nevado pra caralho... Que bom, como íamos aproveitar, mas primeiro o café. Saí só com umas botas e quase nada mais. O galpão era perto e um pouco de frio não ia ser tão pesado. Cheguei carregado de lenha e coloquei dois troncos grandes na lareira. Pegaram fogo rápido com as brasas que sobravam. O cheiro de chocolate me fez salivar... e sentamos pra tomar café. Você estava vestida com uns brincos, um roupão de seda e suas meias de dormir... Sentamos um de frente pro outro e começamos o café. O chocolate tava fervendo e eu esperei um pouco. Os churros que compramos na cidade no dia anterior já estavam moles, mas mesmo assim você os comia com uma delicadeza como se fossem os melhores do mundo. Eu não conseguia, mais pelo calor do chocolate do que outra coisa... Tava besta, só observando... Olhava pelo pedaço de vidro que limpei e via os pinheiros cobertos de neve. Um espetáculo do caralho, olhava pra direita e as chamas fazendo outro show... Olhava de frente, e estava você, Lucy, pra isso já não tenho adjetivos, só pensava que o paraíso deve estar bem perto do que eu tava vivendo naquele chalé. Você saboreava o chocolate e os churros, mas percebia que eu tava te olhando e que tava feliz. Esticou sua perna pra me tocar por baixo da mesa e ver se eu tinha congelado quando saí pra pegar lenha... mas viu que não... tava quente, esbocei um sorriso ao sentir sua pele... a lareira tinha esquentado o ambiente em minutos... o crepitar dos troncos e a mistura de cheiros naquele chalé já anunciavam um dia inesquecível... Você roçou em mim com a canela. Sabe que eu gosto do contato com a pele. Me levantei, você se apressou pra comer o último churros, sabia que eu ia te beijar. Mas fui até a cama e peguei um cobertor, que estendi aos pés da lareira... Agora sim fui até você, ainda sentada te beijei na boca e você foi se levantando grudada nos meus lábios, como num passe de mágica o roupão caiu no chão e você ficou só com os brincos. Te abracei com força e te peguei no colo,... Te coloquei no cobertor com muito cuidado, fui até a mesa e peguei minha xícara de chocolate. Já não queimava mais nada.... Derramei ele no seu corpo, era minha vez de tomar café da manhã..... O chocolate caindo meio frio no seu peito fez você arquear o corpo. Sentiu como uma descarga elétrica que percorria suas veias... seu pulso acelerou, seus olhos não se desviavam dos meus que soltavam faíscas. Me deitei do seu lado de lado, sorrindo. Era como se tivesse um bolo na minha frente e não soubesse por onde começar. Você não queria que eu começasse sem antes nos beijarmos, então se levantou um pouco, pegou meu lábio inferior com os seus, esticou com suavidade e logo soltou. Você acariciava meu rosto e seus lábios se abriram pra gente se beijar com gula. A lareira esquentava ainda mais nossos corpos e o chocolate começou a escorrer pelo seu peito e barriga.. Você sentia minha ereção forte na sua coxa, sua bucetinha começava a ficar molhada. Foi difícil me afastar dos seus lábios, mas aquele bolo de chocolate me esperava, já quase chegando no cobertor pelo lado, então comecei por ali... Assim que minha língua roçou seu lado, notei como sua pele toda se arrepiou, continuei devagar saboreando cada centímetro da sua pele. Lambia e beijava sem pressa, aproveitando... Girei sua cintura pra chegar na sua barriga, aí você viu minha pica ereta que tinha se sujado um pouco de chocolate, sua cabeça pulou como uma mola e sua língua como uma flecha da guerreira que existe dentro de você. Lambeu o chocolate, e queria mais... Mas te parei, era minha vez de tomar café da manhã. Continuei pelos seus peitos que já estavam duros ao toque do meu Língua e minhas mordidinhas. Parecia que saíam disparados, minha mão esquerda acariciava suas coxas, até chegar no seu tesouro que já tava todo molhado. Comecei a acariciar com suavidade, chegava no clitóris com o dedo do meio e fazia círculos com uma leve pressão, sem dúvida tava conectado com seus mamilos, porque parecia que uma descarga percorria seu corpo inteiro, quando eu fazia as duas coisas ao mesmo tempo... parei de morder seus mamilos pra ver sua cara, seus olhos soltavam faíscas de prazer. Os meus eu não via, mas com certeza tavam iguais, sorri pra você, e fui buscar a cereja do bolo. Enfiei minha cabeça entre suas pernas e comecei a saborear todos os seus fluidos, lambia de cima pra baixo, mordia seu clitóris, sentia a pressão das suas coxas na minha cabeça, e sua mão pegando meu cabelo, ora me mandando parar, ora me mandando continuar... O orgasmo era iminente, enfiava a língua o máximo que podia, tava te fodendo literalmente com a língua. Seu corpo começou a dar espasmos acompanhados de uns puxões no meu cabelo. Mmm, que gostoso, porra! Bebi todo o seu elixir, tudo que pude, seu orgasmo parecia não ter fim... Suas pernas pararam de fazer pressão na minha cabeça e eu consegui tirar ela de lá. Olhei na sua cara, e me joguei pra te beijar... Meu pau, como se tivesse vida própria, foi se introduzindo em você, sem nenhuma resistência, entre beijos, mordidas de lábio e caras de luxúria ficamos unidos. Não me mexia, ainda não queria acabar. Queria que o mundo parasse. Os beijos tinham gosto da sua buceta... A gente se comia a boca com vontade enquanto você sentia meu pau crescendo e endurecendo dentro de você... Eu passava minhas mãos pelo seu corpo e apertava suas nádegas como se quisesse me fundir com você... Gosto de dominar... e você sabe... Você cruzou as pernas pra me prender enquanto beijava meu pescoço, cheguei perto do seu ouvido e você disse "fica por baixo"... te peguei pela cintura e fizemos a cambalhota. Você se levantou e apoiou as mãos no meu peito pra se estabilizar. Foi se arrastando pra baixo enquanto passava a língua em mim... beijando ao mesmo tempo. Minha pele se arrepiou. Você chegou no meu umbigo e continuou descendo até minha rola. Minha respiração começou a acelerar e seu pulso também. Coloquei na sua boca enquanto minha mão segurava a base... Você passava a língua enquanto subia e descia, me ouvia gemer de prazer e isso fazia você me chupar com mais força, apertando seus lábios contra minha rola. Você percebia que eu tava perto de gozar e queria a porra na buceta, então parou, se levantou, colocou uma mão no meu peito e a outra na minha coxa, enfiou tudo e começou a cavalgar com força. Não tirávamos os olhos um do outro. Você rebolava com energia e eu gemia de prazer, agarrado nos seus peitos. Soltei eles pra te segurar pela cintura. Uff, que maravilha ver eles pulando. Apertei forte sua cintura pra chegar no clímax. Você sentiu minhas pernas tremerem e eu esticar os dedos dos pés. Últimas cavalgadas e uma explosão de prazer, enquanto nossos fluidos se esvaziavam, os meus dentro de você... Me levantei, te abracei e nos beijamos até que, aos poucos, tudo voltou ao normal. Continua...
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