Era uma colega de trabalho que fazia auditoria de vendas num grupo de vendedores da empresa. Eu cuidava do atendimento ao público e da parte administrativa, e de vez em quando rolavam problemas porque as vendas não iam bem. Isso fazia a gente ter uns embates e discussões, e acabou gerando uma rejeição forte da minha parte por ela, apesar das qualidades físicas dela (bunda boa, peitão, boca e rosto lindos, verdade, toda gostosa). Depois de um tempo, aquele grupo de vendas se desfez e ela foi transferida pro meu setor. Claro que não fiquei feliz, mas percebi nela muita determinação e vontade de estar no lugar que foi designado. Como ela se dedicava com muita boa energia, isso fez eu mudar de ideia e ela virou uma das pessoas da minha confiança. Às vezes a gente almoçava junto com o resto da equipe e ela se dava bem com todo mundo.
Um dia, por razões desconhecidas, fui demitido da empresa, e ela foi a única que entrou em contato comigo. Com isso, acabou sendo a única que ficou nos meus contatos. Desde o começo, nunca percebi nenhum tipo de contato ou aproximação sexual com ela. Na verdade, ela estava num namoro sério e nunca tinha saído com ninguém da empresa, apesar de todo mundo dar em cima dela.
Passaram-se 3 anos e um dia encontrei ela no centro. A gente se cumprimentou com muita animação e ela me contou que já não trabalhava mais na empresa, que estava fazendo outras coisas, morando com o namorado e que estava muito bem. Batemos um papo e cada um seguiu seu caminho. No dia seguinte, recebi um WhatsApp dela dizendo que tinha gostado de me ver, e assim a gente continuou conversando de vez em quando pelo WhatsApp.
Um dia ela me contou que estava mal com o namorado porque ele não dava muita atenção pra ela. Aí me veio a ideia de falar: "Arranja outro que te dê o que ele não te dá." Ela riu e respondeu: "Adoraria, mas não pode ser qualquer um, tem que ser alguém que eu conheça e confie." Na hora eu falei: "Bom, você já me conhece e... confia em mim?" Ela respondeu: "Absolutamente." Isso fez meus pensamentos dispararem a mil por hora. e a convidei ela pra sair e ela me disse o seguinte, que me deixou chocado: "é verdade que você tem um pauzão?" perguntei "de onde você tirou isso?" ela disse "a Nora (outra colega) me contou" e eu falei "de onde a Nora tirou isso se eu nunca tive nada com ela?" a conversa parou por aí e eu só falei que isso tinha que ser comprovado (embora eu seja bem dotado, também não é pra tanto). A questão é que eu convidei ela pra gente se encontrar em algum lugar e ela disse "tem que ser num lugar onde ninguém nos veja, pra não correr riscos" e cheguei à conclusão de que o melhor lugar era no apartamento de um amigo meu, propus e ela aceitou. Quando chegou o dia, eu já estava esperando, ela tocou a campainha e eu desci pra buscá-la. Quando subimos no elevador, ela passou a mão no meu pau por cima da calça e dizia "finalmente vou ter ele dentro de mim, você não sabe como me dava tesão quando a gente trabalhava junto". Fiquei surpreso com o que ela disse porque eu nem tinha percebido, e falei isso pra ela. Ela respondeu "nunca reparou como eu deixava meus peitos à mostra quando estava perto de você?" Isso eu tinha notado, mas não pensei que era pra eu olhar haha. Chegamos no apartamento, eu já estava duro, entramos e ela me jogou num sofá, meteu a mão na minha braguilha, tirou meu pau pra fora e meteu na boca na hora, começou a chupar e dizia "isso sim é um pau, não igual ao pirocão do meu namorado". Continuou chupando com vontade, engolia tudo e se engasgava, mas tava adorando. Fez eu gozar na boca dela e engoliu toda a porra. Depois se aproximou e a gente começou a se beijar desesperadamente enquanto eu apertava os peitos dela, tirei eles pra fora e comecei a morder os bicos, ela gemia e pedia mais. Depois comecei a tirar toda a roupa dela e deixar ela pelada, e a gente continuava se comendo de beijo. Joguei ela no sofá agora e comecei a chupar a buceta dela, eu chupava desesperado e ela gritava de prazer, também comecei a meter os dedos na buceta dela até que subi, coloquei as pernas dela nos meus ombros e penetrei ela. Com força, do jeito que ela queria, eu bombava forte e ela gritava de prazer, gemia desesperada e me dizia: "assim me come, filho da puta, assim que eu gosto, bem forte". E eu respondia: "que pedaço de puta que você é". E ela retrucava: "sim, sou bem puta mesmo". Depois de gozar, nós dois ficamos largados no sofá, nos beijando e conversando sobre quanto tempo a gente tinha trabalhado junto e eu não tinha percebido nada. Ela me disse: "assim que entrei no trabalho e te vi, percebi que ia rolar alguma coisa, já me aqueci na hora, e quando a gente brigava, mais me esquentava". A gente continuava se beijando e se pegando de novo, meus dedos foram pro cu dela, ela me olhou e, sorrindo, disse: "você gosta da minha bunda?" E eu falei: "amo essa bunda que você tem". Ela respondeu: "e o que faria com ela? Olha que precisa de uma boa fodida, hein". Coloquei ela de quatro no sofá e comecei a chupar e a dilatar o cu dela até abrir, e devagarinho fui enfiando no rabo. Ela não dizia nada, só um gemidinho baixo, e depois comecei a me mexer e a comer a bunda dela cada vez mais forte, e ela gritava de prazer. Fiquei bombando uns quinze minutos, depois tirei e, no mesmo sofá, me sentei e ela montou em mim, assim eu penetrei de novo. Enquanto nos beijávamos, a gente se movia com delicadeza, como se não quisesse gozar nunca, mas não deu certo: gozamos juntos e abraçados. A gente continuou conversando um pouco, ela no sofá e eu no chão largado, e ela disse: "nunca imaginei que você ia me foder assim". E completei: "te amo, quero que me coma todas as vezes que quiser". Levantei pra dar um beijo nela, e ao beijá-la, ela pegou no meu pau e, olhando pra ele, disse: "se não é tão grande quanto eu pensava, também não é pequeno, mas do jeito que me fez gozar, não tenho dúvidas". E se ajeitou e enfiou na boca. Em segundos, tava duro de novo. Depois, pegou os peitos dela, colocou no meio e fez uma bela masturbação. Gozei nos peitos dela, ela esfregava e levava o gozo na boca, dizendo: "que gostoso é o seu gozo". Depois disso, a gente tomou banho junto sem. não fazer nada, só rindo e curtindo nossos corpos, pensando em repetir aquele encontro logo, coisa que a gente faz há 3 anos até hoje.
Um dia, por razões desconhecidas, fui demitido da empresa, e ela foi a única que entrou em contato comigo. Com isso, acabou sendo a única que ficou nos meus contatos. Desde o começo, nunca percebi nenhum tipo de contato ou aproximação sexual com ela. Na verdade, ela estava num namoro sério e nunca tinha saído com ninguém da empresa, apesar de todo mundo dar em cima dela.
Passaram-se 3 anos e um dia encontrei ela no centro. A gente se cumprimentou com muita animação e ela me contou que já não trabalhava mais na empresa, que estava fazendo outras coisas, morando com o namorado e que estava muito bem. Batemos um papo e cada um seguiu seu caminho. No dia seguinte, recebi um WhatsApp dela dizendo que tinha gostado de me ver, e assim a gente continuou conversando de vez em quando pelo WhatsApp.
Um dia ela me contou que estava mal com o namorado porque ele não dava muita atenção pra ela. Aí me veio a ideia de falar: "Arranja outro que te dê o que ele não te dá." Ela riu e respondeu: "Adoraria, mas não pode ser qualquer um, tem que ser alguém que eu conheça e confie." Na hora eu falei: "Bom, você já me conhece e... confia em mim?" Ela respondeu: "Absolutamente." Isso fez meus pensamentos dispararem a mil por hora. e a convidei ela pra sair e ela me disse o seguinte, que me deixou chocado: "é verdade que você tem um pauzão?" perguntei "de onde você tirou isso?" ela disse "a Nora (outra colega) me contou" e eu falei "de onde a Nora tirou isso se eu nunca tive nada com ela?" a conversa parou por aí e eu só falei que isso tinha que ser comprovado (embora eu seja bem dotado, também não é pra tanto). A questão é que eu convidei ela pra gente se encontrar em algum lugar e ela disse "tem que ser num lugar onde ninguém nos veja, pra não correr riscos" e cheguei à conclusão de que o melhor lugar era no apartamento de um amigo meu, propus e ela aceitou. Quando chegou o dia, eu já estava esperando, ela tocou a campainha e eu desci pra buscá-la. Quando subimos no elevador, ela passou a mão no meu pau por cima da calça e dizia "finalmente vou ter ele dentro de mim, você não sabe como me dava tesão quando a gente trabalhava junto". Fiquei surpreso com o que ela disse porque eu nem tinha percebido, e falei isso pra ela. Ela respondeu "nunca reparou como eu deixava meus peitos à mostra quando estava perto de você?" Isso eu tinha notado, mas não pensei que era pra eu olhar haha. Chegamos no apartamento, eu já estava duro, entramos e ela me jogou num sofá, meteu a mão na minha braguilha, tirou meu pau pra fora e meteu na boca na hora, começou a chupar e dizia "isso sim é um pau, não igual ao pirocão do meu namorado". Continuou chupando com vontade, engolia tudo e se engasgava, mas tava adorando. Fez eu gozar na boca dela e engoliu toda a porra. Depois se aproximou e a gente começou a se beijar desesperadamente enquanto eu apertava os peitos dela, tirei eles pra fora e comecei a morder os bicos, ela gemia e pedia mais. Depois comecei a tirar toda a roupa dela e deixar ela pelada, e a gente continuava se comendo de beijo. Joguei ela no sofá agora e comecei a chupar a buceta dela, eu chupava desesperado e ela gritava de prazer, também comecei a meter os dedos na buceta dela até que subi, coloquei as pernas dela nos meus ombros e penetrei ela. Com força, do jeito que ela queria, eu bombava forte e ela gritava de prazer, gemia desesperada e me dizia: "assim me come, filho da puta, assim que eu gosto, bem forte". E eu respondia: "que pedaço de puta que você é". E ela retrucava: "sim, sou bem puta mesmo". Depois de gozar, nós dois ficamos largados no sofá, nos beijando e conversando sobre quanto tempo a gente tinha trabalhado junto e eu não tinha percebido nada. Ela me disse: "assim que entrei no trabalho e te vi, percebi que ia rolar alguma coisa, já me aqueci na hora, e quando a gente brigava, mais me esquentava". A gente continuava se beijando e se pegando de novo, meus dedos foram pro cu dela, ela me olhou e, sorrindo, disse: "você gosta da minha bunda?" E eu falei: "amo essa bunda que você tem". Ela respondeu: "e o que faria com ela? Olha que precisa de uma boa fodida, hein". Coloquei ela de quatro no sofá e comecei a chupar e a dilatar o cu dela até abrir, e devagarinho fui enfiando no rabo. Ela não dizia nada, só um gemidinho baixo, e depois comecei a me mexer e a comer a bunda dela cada vez mais forte, e ela gritava de prazer. Fiquei bombando uns quinze minutos, depois tirei e, no mesmo sofá, me sentei e ela montou em mim, assim eu penetrei de novo. Enquanto nos beijávamos, a gente se movia com delicadeza, como se não quisesse gozar nunca, mas não deu certo: gozamos juntos e abraçados. A gente continuou conversando um pouco, ela no sofá e eu no chão largado, e ela disse: "nunca imaginei que você ia me foder assim". E completei: "te amo, quero que me coma todas as vezes que quiser". Levantei pra dar um beijo nela, e ao beijá-la, ela pegou no meu pau e, olhando pra ele, disse: "se não é tão grande quanto eu pensava, também não é pequeno, mas do jeito que me fez gozar, não tenho dúvidas". E se ajeitou e enfiou na boca. Em segundos, tava duro de novo. Depois, pegou os peitos dela, colocou no meio e fez uma bela masturbação. Gozei nos peitos dela, ela esfregava e levava o gozo na boca, dizendo: "que gostoso é o seu gozo". Depois disso, a gente tomou banho junto sem. não fazer nada, só rindo e curtindo nossos corpos, pensando em repetir aquele encontro logo, coisa que a gente faz há 3 anos até hoje.
2 comentários - Meu marido fantasia assim