Depois do trio escaldante comLeitee o marido dela18Ela cria coragem e conta ao marido sobre uma fantasia escandalosa. Qual é o desejo dela? Como Krilin vai reagir?
Se são novos, assim como outras fanfics de Dragon Ball, cada uma tem uma protagonista e é dividida em 2 partes, sendo esta a primeira com a 18 como protagonista (embora ela já tivesse aparecido bastante em "Leite Fervido"). No capítulo anterior, com a Cheelai como principal, uma trama paralela começará a unir as histórias e os personagens para desembocar em um grande evento.
Todos os protagonistas têm 18 anos ou mais. A história se passa vários anos após o fim de Dragon Ball Super.
Protagonistas:
Leite e 18











Parte 2: Um desfile de clientes
Uma coisa que Kuririn amava na esposa era que, mesmo depois de anos juntos, durante o sexo ela ainda segurava a expressão de prazer, como se não quisesse admitir o quanto gostava. A 18 mantinha a mesma cara séria e bem corada, como se, por ser androide, não soubesse lidar com a putaria.
- Isso, fode essa buceta androide bem gostoso. - Incentivou a convidada do casal, a Milk, que já tava começando a curtir essas noites de safadeza sem nenhum pudor. Ela tava deitada de bruços, com a cabeça erguida na altura da cintura da 18, olhando o pauzão entrando e saindo.
- Eu não tenho uma...uuugh, vagina androide, maldição… - A loira se irritou, com os peitos descobertos (Krilin tinha levantado a camiseta dela) balançando como frutas agitadas pelo vento.
O terráqueo gostoso dava prazer à androide de pernas abertas sem parar, fazendo a cama (reforçada, claro) ranger a ponto de ter que conter sua força desmedida. Não à toa ele continuava sendo o terráqueo mais poderoso, mesmo estando a universos de distância dos saiyajins. No entanto, o tamanho e a grossura do seu pau eram mais impressionantes que suas habilidades de batalha, era quase um milagre (tendo uma buceta androide ou não) que a 18 recebesse ele inteiro dentro dela.
A prática leva à perfeição, dava pra ver que o casal tinha muita. Enquanto ela era uma expert em aguentar as investidas de um espécime daqueles, o quadril do homem conseguia, num movimento só, tirar o pau exceto alguns centímetros da cabeça, deixando sempre a ponta entre os lábios rosados dela, para no segundo seguinte meter tudo até bater as carnes, provocando um barulhão constante como um solo de bateria.Aaahh… - Gemeu 18 quando, depois de fazê-la esperar alguns segundos, enterrou até o fundo, apertando o útero dela com sua potência.
Milk aproximou o rosto do choque dos sexos e Krilin, finalmente, após vários minutos de ação contínua, parou de castigar aquela buceta para passá-la direto para a boca da esposa do seu melhor amigo, que a recebeu de imediato, cabeceando com devoção para chupar o pau dele.
- Que ela espere a vez dela! Não te falei para tirar! - Reclamou, vendo a amiga metendo na boca a pica que estava lambuzada com seus sucos vaginais sem se importar.Uuuuh, deixa ela, tá dando mais lubrificação. - O careca a desculpou. - E pensar que antes você ficava com nojinho se eu passasse ela assim molhada.Aaah- Tirou da boca pra respirar.
- Tô cansando de esperar.
- Colocando de volta na buceta.
- Anda logo que eu continuo.
- Espera aí!Mmmmmque eu sou a esposa e sempre vou primeiro. — Ela lembrou enquanto Kuririn partia pra cima de novo. Talvez pra provocar ou só pra matar o tempo, Milk beijou Kuririn com uma naturalidade que não teve nos primeiros encontros… as línguas babadas e escorregadias se conectaram por fora num beijo bem de adolescente.
— Sabe? Se quiser acelerar as coisas, tem uma coisa que me ajudaria muito… — E Milk se inclinou pra ele sussurrar algo no ouvido dela.
— O que eu te falei sobre ter segredos na nossa cama?! Ei, para de me ignorar! O que você tá fazen… — Duas bundas enormes calaram a choradeira dele.
Milk sentou entre risadinhas em cima da 18 e, de frente pro careca terráqueo, deu um sorriso safado. Há apenas alguns anos, se dissessem que ela ia trair Goku com o melhor amigo dele, uma vez e outra, e ainda por cima meter experiências lésbicas na jogada, ela não teria acreditado nem nos sonhos mais loucos.
— Finalmente calou a boca, agora você tem o que queria.uuuuhhh- Um gemido escapou quando a amiga, com o rosto enterrado entre as pernas dela, começou a usar a boca de verdade.
- Vem, usa essa bocona nessas aqui. – Pediu ela, apertando os peitos de um jeito tentador.
- Como assim, bocona? – Perguntou antes de Milk prender ele entre os seios.
Krilin percebeu que, diferente das primeiras noites furtivas que tiveram juntos, elas não se seguravam mais. Igual aos níveis de poder que os colegas saiyajins soltavam, Milk e 18 iam cada vez mais longe na cama, decididas a seguir os instintos mais safados como se estivessem lutando pra superar os próprios limites noite após noite.
Só de pensar em tudo que faziam juntas, tipo Milk afogando a esposa sentando na cara dela, além de ter o rosto espremido entre um par de peitões enormes e a buceta da 18 se abrindo contra o pau dele a cada empurrada, Krilin teve um orgasmo violento. A gozada foi tão forte que a 18 sentiu o pau inchar que nem uma mangueira de bombeiro até jorrar a semente e transbordar o útero dela, inundando tudo com aquele leite branco.
- Acabou? É? Minha vez. – Milk se atirou, apressada como nunca. – Gozei umas duas vezes na boca dela, preciso que você meta esse pau quente em mim ou vou morrer.
- Dá pra esperar? – Reclamou a 18. – Olha como fiquei, você vai ter que dar um jeito se quiser o pau do meu marido.
- Nunca ouvi vocês falarem assim… – Ele notou enquanto a loira abria as pernas, mostrando um montão grosso de porra escorrendo de dentro da buceta, e Milk se posicionava com a bunda virada pro teto e a cabeça baixa pra se deliciar com o manjar favorito dela. – Bom, isso é mais do que eu imaginava, se prepara que lá vou eu.Aaaahuuu, ei,uuh, devagar, não tenho uma buceta androide… – Falo quando o careca enfiou seu portento até que seu quadril e as nádegas da mulher se apertaram.
– Que tenho ela como qualquer uma! Agora vou te ensinar – 18 a pegou pelos cabelos (presos num coque cada vez mais frouxo) para levá-la até sua boceta, que lambeu recolhendo a porra com a língua como uma pá, enquanto, pelo empurrão do homem, era pressionada contra a buceta da esposa.
Entre as pernas de 18, os gemidos de Milk abafaram quando Krilin acelerou seu ritmo, pegando-a com mais ímpeto.Aaaah, aaah, ahhh, ahhh, me destrói, aagh, devagar, bruto! — ela reclamou, emergindo com sêmen nos lábios e vermelha de vergonha pela imagem que estava dando.
— Viu que eu tenho uma buceta normal? — se gabou a loira. — E você, mete mais forte, não acredita no que ela diz, ela tá é gostando.
— Quê? Não,Nãooo… aaaahhhh- Milk soluçou quando Krilin tirou o pau lubrificado, deixando só um centímetro dentro pra servir de guia, enfiando de repente até meter no útero da morena que, depois de tremer dos pés à cabeça, soltou um gemido de dor. Na sequência, ela mexeu o quadril de forma circular, como se quisessebater umaantes de voltar à carga.
- Não importa quantas vezes a gente faça, você sempre tem esses buracos tão apertados. Não receberam toda a atenção que mereciam. – Ele notou, abrindo suas nádegas para admirar o pequeno asterisco virgem dela.
- Para de elogiar esses buracos imundos na minha presença! Ela já tem sorte de eu deixar ela participar, e você ainda fica enchendo o ouvido dela.
- Desculpa, amor. – O careca se conteve diante da raiva da loira, que voltou a segurar a cabeça da amiga para que ela continuasse com o cunnilingus.
- Lembra que, se não fosse por mim, você não teria o luxo de ter um presente desses entrando e saindo entre as suas pernas. – Ela resmungou, observando Milk, corada e chorosa, tentando lamber o clitóris enquanto era fodida sem piedade. O rosto dela ia pra frente e pra trás com o vai e vem do pau, esfregando a buceta toda na cara dela.
- Falta muito? Não aguento mais… é demais pra mim. – Ela disse depois de aguentar umas posições sem ter um segundo de descanso. Agora a cabeça de Milk afundava no colchão entre as próprias tetas, enquanto Krilin a penetrava quase montando nela, apoiando só uma perna e se deixando cair depois de dar pequenos impulsos. De pertinho, ele mantinha a carne dela aberta, assistindo àquela foda monumental, extasiado, sem se importar de levar respingos na cara.
- Para de reclamar, meu marido tá só começando, não é? – Ela deu um olhar feroz pro marido.
- Sim, sim, vou aguentar tudo o que você mandar. – Ele se mostrou submisso. Afinal, tava aproveitando mais do que qualquer um naquela cama.
- Você gosta de me ver sofrer, hein?ahh, ahh, ahh, ah, eu e minhas companhias de alcova, não aprendo mais. - Deslizando uma mão entre as pernas dela pra encontrar o clitóris e esfregar. Sentia a broca do homem esmagando até o útero a cada descida. - Ele vai me partir ao meio com essa...uuuuh aaah, me deixa louca.
- Tá bom, vou deixar mais gostoso pra você. Não se acostuma.
- 18 esticou o cu da Milk com as mãos e enfiou a língua, fazendo ela se arrepiar de prazer. A androide separou a pequena fenda circular dilatada com os dedos até conseguir meter quase a língua toda, provocando uma explosão de prazer.
- Você tem um cu fedorento, vou ter que limpar eu mesma. Sua senhora descuidada.
- Não é verdade, não fala essas coisas.co… ooohhh uuuuhhhpor favor, vou morrer de prazer. — Falei quando ele enfiou a língua de novo no meu cu, cavucando aquele buraco de carne com ela. — Não conhecia esse seu lado tão carinhoso.uuh, continua tão gostoso como sempre… é tão indecente.
- Eu disse pra não se acostumar. Cala a boca antes que eu me arrependa.
- Voltando a lamber a bunda dela bem perto de onde a penetração profunda acontecia.
A noite estava a caminho de ser a melhor do trio desde que começaram suas aventuras secretas e, como merecia, teve um grande final. 18 depois de terminar o anilingus, ele beijou o homem compartilhando seus sabores lascivos e sussurrou para que ele gozasse na boca delas, bocas que ele encheu de rios de sêmen depois que ambas as mulheres esperaram a chuva de porra olhando nos olhos dele e com as línguas para fora. Uma pincelada aqui, outra ali, manchas grossas numa bochecha e outra na língua, e assim o terráqueo mais sortudo do universo 7 decorou ambas as telas vivas dos rostos delas com seu sêmen, enchendo suas bocas com tudo que tinha acumulado desde o começo.
- Semana que vem vocês têm uma noite livre? – Perguntou Milk assim que engoliu tudo que tinha caído na boca, ainda saboreando.Cof, cof— Acho que dá pra arrumar um espacinho se…
— Nem limpou a porra do meu marido da cara e já tá planejando outro encontro? — retrucou a 18, tirando a roupa (a camiseta de manga listrada, a minissaia jeans e as botas caubói que usou nas primeiras lutas contra os guerreiros Z) pra ir tomar banho. Claro que era uma réplica, as originais estavam muito danificadas e não serviam mais no corpo novo dela.
— Onde é que eu tô? Imagina o escândalo se eu chegar em casa cheia de porra? Já enganei o Goku falando que era queijo derretido, mas meu Goten não ia acreditar. Ele já tem idade pra notar essas coisas.
— Tem um pouco no cabelo e aqui… você foi muito descuidada, deixa eu ajudar. — E passou a língua na bochecha dela, catando um fiozinho que tinha passado despercebido. — No queixo também… — Kuririn observou a cena curioso.
— Você também, na testa. — Milk rebateu, sugando a mancha leitosa como se fosse um macarrão. — E na bochecha, no nariz… — catando aqueles pequenos vestígios de esperma com beijos estalados. — E muito nos lábios.
As mulheres se enlaçaram num beijo de língua apaixonado, enquanto o homem, incrédulo, recolhia a roupa jogada da esposa e admirava as duas concentradas no número lésbico, girando abraçadas no colchão como possessas, os cabelos preto e loiro se misturando, escondendo as bocas apaixonadas enquanto começavam a apalpar bundas e peitos. Sentindo o pau reagir de novo, ele subiu na cama e, assim que encontrou um buraco, meteu. Parece que a noite estava longe de acabar.
…
Aquele gesto final de luxúria desenfreada tinha sido uma despedida pra suavizar a decisão dela: não tinha planos de transar com a Milk tão cedo. A 18 queria virar a página das fantasias e realizar uma bem pessoal, onde a amiga não era peça-chave. Mesmo que a Milk não tivesse entendido de cara, quando ela explicou o motivo de querer dar um tempo na fórmula repetida Krilin/Milk/18, a amiga sacou na hora e até disse que podia ajudar.
- Por quê? Te incomodei com alguma coisa? - Se assustou o careca, dividindo a cama com ela depois que tomaram banho e se vestiram pra dormir. A 18 usava um conjunto de lingerie e o Krilin um pijama de botão que diziaKamegrande nas costas. — Quer dizer, não é que eu não queira fazer só com você ou que tenha me... sabe, mal acostumado, você sempre vai ser minha prioridade e se eu topei o ménage foi porque...
— Cala a boca e escuta! — interrompendo a tagarelice dele. — A gente se divertiu pra caralho com a Milk, a gente se esbaldou várias vezes e nunca te cortei, nem preciso falar... não é que eu tenha um problema com você ou com ela, é que agora eu quero algo diferente, algo que guardo há muito tempo dentro de mim. Quero fazer algo novo... algo que tenho na cabeça há anos.
— Algo que você tem na cabeça? Pensei que essa parada de ménage fosse seu grande segredo... — vendo a esposa corar, não de vergonha, mas de desconforto. Dava pra ver que ela tava procurando as palavras certas pra revelar a fantasia dela. — Você manda tão bem nisso, quer dizer, a gente mandava tão bem.
— Tenho algo mais, algo difícil de admitir...Hum..- (Limpa a garganta) - Tenho uma fantasia em especial. Quero me prostituir.
- O quê?! – Ela se surpreendeu - A gente precisa de dinheiro ou algo assim? Poxa, sabia que essa casa custou caro, mas achei que…
- Cala a boca! Você não ouviu que é uma fantasia?! – Ela o interrompeu dando uma cotovelada nas costelas dele. - Não é por dinheiro, idiota, quero ser tratada como uma puta, ter que transar com clientes e ser paga de acordo com meus serviços! É tão difícil de entender? Quero ser uma puta, e uma puta muito boa!
Um silêncio constrangedor se instalou até que Kuririn (dolorido pela cotovelada) falou baixinho.
- Esse era o seu grande segredo? Se você tivesse me contado desde o primeiro dia, eu teria entendido perfeitamente. Deve ter sido doloroso guardar isso por tanto tempo.
- Cala a boca… idiota. – Ela o repreendeu, toda enternecida com o marido, tolerante e receptivo ao pedido dela. - Só queria que você soubesse pra me ajudar a encontrar, sabe, clientes.
- O que você tem em mente? Não vai sair por aí na estrada procurando eles enquanto balança a bolsa ou algo assim?
- Claro que não! Sou modelo, tenho uma reputação… pelo menos por enquanto. – Ela se defendeu. - Já que você é meu marido, vou deixar você cuidar da busca pelos clientes, definir o preço e lidar com os detalhes, como quando e onde, como um cafetão faria com a puta dele. Não vou me opor a nada, desde que paguem o combinado, é isso que eu tinha em mente. – Ela terminou de falar com um brilho de excitação nos olhos.
- Porra, isso vai ser muito, muito divertido! – Kuririn se empolgou, embarcando na ideia de assumir o papel de cafetão e prostituir a puta mais velha dele. - Não acredito que você demorou tanto pra me pedir isso, sendo uma ideia tão boa, me sinto ofendido. De agora em diante, quero que me conte tudo o que passar pela sua cabeça, ok?
- Ok. – Ela aceitou com um sorriso discreto, o que já era muito para ela. Ela estava sendo muito generosa com o sorriso.
- Tenho uma condição. Preciso estar presente, prometo que vou ser como… invisível e não vou me intrometer no seu trabalho, só por segurança, ok?
- Claro, porque preciso de segurança, lógico.
- Segurança dos clientes.
- Dorme. É tarde. Até amanhã.
Ela se despediu dele bem corada, dando um beijo na boca dele. Totalmente satisfeita com a confissão. O que a 18 achou que seria uma conversa super desconfortável (ainda mais pra ela, que era do tipo de mulher que esconde os sentimentos) virou um puta alívio, como se tivesse tirado um colete de treino de centenas de quilos.
O que a 18 não imaginava era que, mais cedo do que tarde, a carreira dela como puta ia começar com o pé direito. Se soubesse que essas engrenagens iam girar como peças de relógio bem lubrificadas, teria confessado bem antes. Kuririn cuidou dos detalhes e, em poucos dias, ela atendeu o primeiro cliente da nova carreira de puta: era um colega de trabalho policial do Kuririn, recém-divorciado, alto, negro e de corpo firme. Chamavam ele de“A Muralha”já que ela costumava parar criminosos só se jogando na frente da fuga deles e deixando eles a atropelarem. Parecia mentira a quantidade de vezes que ela tinha conseguido essa manobra.
- Lembra, eu falei pra ele que na verdade você se chama Ivonne e é irmã gêmea da minha esposa. Falei que a gente teve um caso e você veio da Capital do Leste porque…
- Já ouvi! E não gostei que você inventou que eu te traí com minha irmã, fiquei parecendo uma idiota! - Reclamou, puta de tanto revisar a história como se aquilo importasse. - Ele não vem fazer interrogatório, vem pelo atendimento e só.
18 terminou de se ajeitar no vestido vermelho brilhante na frente do espelho e desceu pra sala esperar o cliente. A hora da verdade não demorou. Nisso, uma viatura estacionou na sombra de uma árvore à meia-noite e se encontrou com 18 ao abrir a porta, vestindo um vestido vermelho exuberante, colado no corpo e muito decotado, quase até o umbigo, se passando pela suposta irmã gêmea.
- Entra, tava te esperando, grandão.
- Você não tem sotaque do Leste…
- Entra de uma vez. - Respondeu ela, sarcástica como sempre.
Krilin, só por precaução, tinha deixado claro que erauma mulher de poucas palavrasentão ela não precisava se esforçar muito na atuação, e a Muralha sabia muito bem o que queria.
Não era necessário que Krilin estivesse presente (seria estranho pro colega de trabalho), então ele observou tudo da sacada que dava pro sofá da sala. De cima, viu os dois trocarem umas palavras, se apalparem, se beijarem, e por fim, sua esposa se ajoelhou na frente dele (escondida da sua visão pelas costas largas do fardado) e ele só via a cabeleira loira subir, descer e girar por vários minutos enquanto o cara relaxava e curtia o boquete. Dava pra perceber que a esposa tava adorando quando ele a viu usando as mãos pra masturbar ele enquanto chupava as bolas do oficial.
Os músculos por baixo do uniforme ficaram tensos, o punho se fechou na cabeleira loira como fios de ouro, e a mulher subia e descia a cabeça numa velocidade incomum pra qualquer humana, fazendo ele delirar de prazer. O pescoço do homem se arqueou de tesão e ele se apoiou no encosto de um jeito que teve que se esconder pra não ser visto. Graças ao prazer do boquete, ele tava de olhos fechados e nem percebeu que tava sendo vigiado.
A cabeleira loira de 18 não parava de subir e descer que nem personagem de videogame com glitch. Se continuasse naquele ritmo e naquela velocidade, além de fazer ele gozar em poucos minutos, ia fazer ele desconfiar que ela não era uma mulher de verdade.normal".-Aaaahhhcaralho, você vai me chupar até a medula da espinha… você é boa, porra, muito boauuuhh- Reconheceu ao vê-la chupar sem parar o pau preto dele.Glups, slurp, glup, surrp, slurrp, smuch, smuch…— E outros sons irreproduzíveis saíam da boca da esposa dele enquanto os olhos dela se cravavam fixos no cliente.
— Gostaria que você usasse esses peitos lindos. — Sugeriu ele, depois de vê-los balançando sob o vestido por minutos. — Eles são muito parecidos com os da sua irmã por algum motivo, não conta pro Kuririn, hein, mas ele é um filho da puta sortudo, sempre vejo a esposa dele em revistas de moda e lingerie. Caralho, nunca pensei que uma mulher tão gostosa tivesse uma irmã gêmea, e ainda por cima puta!
— Uma punheta com meus peitos vai te custar uns 200 Zenis extras, e cala a boca um pouco, não me faz perder tempo.
— Tá bom, faz isso…uuhhhhIsso aí, que peitão gostoso. — Gemeu revirando os olhos quando a nova prostituta envolveu o tronco dele entre os seios e os balançou pra cima e pra baixo, chacoalhando como bexigas d'água, deixando escorrer de vez em quando uns fios de saliva lubrificante. — Você manja de todos os truques, uuuh, é fantástica.
— Goza logo de uma vez, você não é meu único cliente da noite. — Mentiu depois de vários minutos de ação contínua com os lábios e os peitos. O homem topou e, puxando ela pelos cabelos, finalizou a transação ejaculando uma porrada de esperma na boca da androide.
— Uau, você engoliu? Não pensei que puta fizesse isso, achei que só...
— São 750 Zenis. Paga logo, a não ser que queira outro serviço.
— Porra, sou policial, não milionário. Vou te pagar a... Ei! 500 pela mamada, 200 por usar os peitos, e de onde saíram os outros 50?
— Engolir custa extra. — 18 abriu a boca mostrando ela limpinha. — São 750 Zenis.
— É... valeu a pena. Volto com mais grana na próxima vez, até que fiquei feliz de ter me divorciado daquela foxy, agora vou ter mais dinheiro pra isso, o de hoje foi só um...
— Tchau! — Levantando ele do sofá pelo membro murcho como se fosse uma coleira e levando até a porta. Lá de cima da sacada interna, Kuririn se inclinou levantando o polegar.
Esse começo promissor incendiou a carreira dela como pólvora. Kuririn nem precisou espalhar um boato ou colocar um anúncio no ramo 59 (o dos anúncios sexuais). A cada poucos dias, à meia-noite, um fardado estacionava a viatura debaixo das sombras da árvore pra receber o que apelidaram dea melhor boquete do mundo".Claro que talvez a culpa era do careca, só 500 Zenis pelo sexo oral era um preço acessível demais, até alguns repetirem um par de vezes na mesma noite, deixando o pescoço da 18, ou melhor, Ivonne, na miséria. Também não recusavam pagar 50 a mais pra ver ela engolir a porra, ver uma mulher gostosa saborear o próprio sêmen por tão pouco dinheiro era a melhor oferta do mundo.
A Muralha, o primeiro cliente também foi o mais fiel, voltando pra esposa do Krilin mais duas vezes já sem se contentar com uma chupada. O negão foi pra tudo e nas vezes seguintes desembolsou 750 Zenis por cada foda, metendo a piroca preta e suculenta até o fundo da loira por vários minutos, decidido a aproveitar aquela buceta delicada e dilatada o máximo possível toda noite. O casal tinha que ajustar alguns detalhes como o limite de tempo, ter aquela piroca preta enfiada por mais de meia hora foi demais até pra ela.
- De onde esse negão tirou tanto dinheiro? Ele disse que não era milionário, mas ultimamente tem grana pra vir me ver direto. - Reclamou a 18 meio dolorida depois de se despedir do cliente, tomar banho e deitar com o marido na cama, que nem se incomodava mais em vigiar a esposa.
- Você não vai querer saber. Acho que ele deve estar pedindo propina ou algo assim. Posso falar pra ele que você volta pro Leste ou que não quer repetir clientes mais de duas vezes por mês.
- Não... melhor deixar. - Ela se compadeceu pensando que era esse tipo de cliente que queria. Melhor aumentar os preços, eles tão loucos me fazendo engolir a porra deles e eu tô cansada.
- Essa história de cobrar 50 por isso foi ideia sua com o primeiro cliente. - Krilin a repreendeu enquanto contava o dinheiro ganho numa noite na cama. Ele começava a pegar gosto pelo dinheiro quase tanto quanto a esposa.
- Aumenta! - Ela ordenou. - Diz que o preço anterior era só pro primeiro mês ou uma besteira assim. Ah, e se conseguir mais clientes fora do seu círculo de trabalho, eu agradeço, me Tão me usando mais do que as próprias placas deles.
- Vou ver o que posso fazer.
O cenário não melhorou muito pra 18 nas semanas seguintes. Por causa do Maron em casa, 18 ofereceu seus serviços indo ela mesma até as patrulhas (tomando cuidado especial pra não ser vista pela filha nem por ninguém) estacionadas na sombra, uma por uma, onde pacientes e tensos uniformados relaxavam o esqueleto (e as tensões de um trabalho perigoso) com o corpo fogoso da androide, cada vez mais solta no papel de puta.
Numa noite, ela deu 6 gozadas, 4 boquetes e um anal com 4 clientes diferentes, juntando uma grana nada desprezível de 8400 Zenis. Um dos policiais que ela conhecia como Moses tinha levado o filho pra estrear, então ficou dentro daquela viatura fazendo o banco ranger por umas hora.
- Gostou, Moses Jr.? - Perguntou ela depois de pegar o dinheiro de um pai satisfeito.
O moleque não respondia, tava com os olhos abertos olhando pro nada e um sorriso babão. Ela tinha deixado ele catatônico de tanto sentar, finalmente tinha um cliente que não era policial e espremeu o suco de pica até deixar ele seco.
- Ele se chama Jones, vai ficar bem, esse foi um aniversário que ele não vai esquecer, né? - O garoto não respondeu. - Tá, melhor eu levar ele pro hospital.
- Não esquece de vestir a calça dele, ficou jogada por aí, em dois pedaços. - Disse 18 com carinho antes de vê-lo sumir a toda velocidade, encerrando a noite mais prolífica da carreira dela como puta.
A tabela de preços atualizada na época era a seguinte:Oral: 600
Tetas: 300
Beijo grego: 500
Suruba: 800
Anal: 1200
Gozada na cara: 50 extra
Gozada na boca: 150 extra- Essas viaturas são desconfortáveis e quentes, me senti uma puta bem desvalorizada fazendo aquilo espremida no banco de trás. Embora admita que o vidro gradeado é bem excitante e eu adoro me agarrar nele igual uma presa louca.
- Comentou como de costume, no quarto. Já estava virando rotina essa coisa de transar à meia-noite com colegas do marido e depois contar os lucros.
- Lembra quando eu comecei no trabalho e a gente deu um bom uso nas algemas? Que tempos.
- Como vai a busca por novos clientes? – Insistiu como sempre que via viaturas estacionarem na calçada da frente. Tinha medo que a fantasia da vida dela ficasse repetitiva e chata se sempre aparecesse o mesmo tipo de cliente, policiais brutos, tensos, suados e loucos por um desforço intenso.
- Falando nisso… tô tentando convencer uns clientes novos. Vai ser surpresa. – Aumentou o mistério.
- Quem? – Se interessou, tentando arrancar informação. Empresários? Homens de negócios? Algum velho rico?
- Se eu contar, deixa de ser surpresa. – Resistiu em revelar, sem saber direito como ele ia reagir. Ver a reação dele ao ver...a nova freguesiaSem dúvida, era algo digno de se ver.
O mistério durou mais uns dois dias. Por precaução, o encontro não rolou na casa dela nem num carro, mas sim num motel. Kuririn cuidou de tudo; o novo cliente já esperava lá dentro. Depois de deixá-la e indicar o quarto certo, a Androide 18 abriu a porta, toda excitada com tanto mistério.
Continua...

Valeu por ler! Sim, pensei em manter surpresa, mas curti a ideia e o 18 vai continuar atendendo clientes por pelo menos mais um capítulo 😉 Se vocês gostaram, não esqueçam de comentar e dar nota, assim sei se tão afim desse tipo de história e me animam a meter bronca!
Fanfics de DB anteriores:
A Tradição Saiyajin 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Pervertidos 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.htmlFilhos Pervertidos 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3370590/FanFiction-Dragon-Ball-Hijos-Pervertidos-Parte-2.htmlLeite Fervido 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3409972/FanFiction-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida.htmlLeite Fervido 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3423967/Fanfic-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida-Parte-2-con-imagenes.htmlOs Segredos da Família Briefs 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3465031/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs.htmlOs Segredos da Família Briefs 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3511475/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs-2.htmlAulas de Anatomia com a Cheelai 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3769472/Fanfic-de-Dragon-Ball-Lecciones-de-anatomia-con-Cheelai.htmlLições de Anatomia com a Cheelai 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3781535/Leeciones-de-Anatomia-con-Cheelai-Parte-2.htmlA Fantasia dos 18 1http://www.poringa.net/posts/relatos/3859416/La-fantasia-de-18.html
Se são novos, assim como outras fanfics de Dragon Ball, cada uma tem uma protagonista e é dividida em 2 partes, sendo esta a primeira com a 18 como protagonista (embora ela já tivesse aparecido bastante em "Leite Fervido"). No capítulo anterior, com a Cheelai como principal, uma trama paralela começará a unir as histórias e os personagens para desembocar em um grande evento.
Todos os protagonistas têm 18 anos ou mais. A história se passa vários anos após o fim de Dragon Ball Super.
Protagonistas:
Leite e 18











Parte 2: Um desfile de clientes
Uma coisa que Kuririn amava na esposa era que, mesmo depois de anos juntos, durante o sexo ela ainda segurava a expressão de prazer, como se não quisesse admitir o quanto gostava. A 18 mantinha a mesma cara séria e bem corada, como se, por ser androide, não soubesse lidar com a putaria.
- Isso, fode essa buceta androide bem gostoso. - Incentivou a convidada do casal, a Milk, que já tava começando a curtir essas noites de safadeza sem nenhum pudor. Ela tava deitada de bruços, com a cabeça erguida na altura da cintura da 18, olhando o pauzão entrando e saindo.
- Eu não tenho uma...uuugh, vagina androide, maldição… - A loira se irritou, com os peitos descobertos (Krilin tinha levantado a camiseta dela) balançando como frutas agitadas pelo vento.
O terráqueo gostoso dava prazer à androide de pernas abertas sem parar, fazendo a cama (reforçada, claro) ranger a ponto de ter que conter sua força desmedida. Não à toa ele continuava sendo o terráqueo mais poderoso, mesmo estando a universos de distância dos saiyajins. No entanto, o tamanho e a grossura do seu pau eram mais impressionantes que suas habilidades de batalha, era quase um milagre (tendo uma buceta androide ou não) que a 18 recebesse ele inteiro dentro dela.
A prática leva à perfeição, dava pra ver que o casal tinha muita. Enquanto ela era uma expert em aguentar as investidas de um espécime daqueles, o quadril do homem conseguia, num movimento só, tirar o pau exceto alguns centímetros da cabeça, deixando sempre a ponta entre os lábios rosados dela, para no segundo seguinte meter tudo até bater as carnes, provocando um barulhão constante como um solo de bateria.Aaahh… - Gemeu 18 quando, depois de fazê-la esperar alguns segundos, enterrou até o fundo, apertando o útero dela com sua potência.
Milk aproximou o rosto do choque dos sexos e Krilin, finalmente, após vários minutos de ação contínua, parou de castigar aquela buceta para passá-la direto para a boca da esposa do seu melhor amigo, que a recebeu de imediato, cabeceando com devoção para chupar o pau dele.
- Que ela espere a vez dela! Não te falei para tirar! - Reclamou, vendo a amiga metendo na boca a pica que estava lambuzada com seus sucos vaginais sem se importar.Uuuuh, deixa ela, tá dando mais lubrificação. - O careca a desculpou. - E pensar que antes você ficava com nojinho se eu passasse ela assim molhada.Aaah- Tirou da boca pra respirar.
- Tô cansando de esperar.
- Colocando de volta na buceta.
- Anda logo que eu continuo.
- Espera aí!Mmmmmque eu sou a esposa e sempre vou primeiro. — Ela lembrou enquanto Kuririn partia pra cima de novo. Talvez pra provocar ou só pra matar o tempo, Milk beijou Kuririn com uma naturalidade que não teve nos primeiros encontros… as línguas babadas e escorregadias se conectaram por fora num beijo bem de adolescente.
— Sabe? Se quiser acelerar as coisas, tem uma coisa que me ajudaria muito… — E Milk se inclinou pra ele sussurrar algo no ouvido dela.
— O que eu te falei sobre ter segredos na nossa cama?! Ei, para de me ignorar! O que você tá fazen… — Duas bundas enormes calaram a choradeira dele.
Milk sentou entre risadinhas em cima da 18 e, de frente pro careca terráqueo, deu um sorriso safado. Há apenas alguns anos, se dissessem que ela ia trair Goku com o melhor amigo dele, uma vez e outra, e ainda por cima meter experiências lésbicas na jogada, ela não teria acreditado nem nos sonhos mais loucos.
— Finalmente calou a boca, agora você tem o que queria.uuuuhhh- Um gemido escapou quando a amiga, com o rosto enterrado entre as pernas dela, começou a usar a boca de verdade.
- Vem, usa essa bocona nessas aqui. – Pediu ela, apertando os peitos de um jeito tentador.
- Como assim, bocona? – Perguntou antes de Milk prender ele entre os seios.
Krilin percebeu que, diferente das primeiras noites furtivas que tiveram juntos, elas não se seguravam mais. Igual aos níveis de poder que os colegas saiyajins soltavam, Milk e 18 iam cada vez mais longe na cama, decididas a seguir os instintos mais safados como se estivessem lutando pra superar os próprios limites noite após noite.
Só de pensar em tudo que faziam juntas, tipo Milk afogando a esposa sentando na cara dela, além de ter o rosto espremido entre um par de peitões enormes e a buceta da 18 se abrindo contra o pau dele a cada empurrada, Krilin teve um orgasmo violento. A gozada foi tão forte que a 18 sentiu o pau inchar que nem uma mangueira de bombeiro até jorrar a semente e transbordar o útero dela, inundando tudo com aquele leite branco.
- Acabou? É? Minha vez. – Milk se atirou, apressada como nunca. – Gozei umas duas vezes na boca dela, preciso que você meta esse pau quente em mim ou vou morrer.
- Dá pra esperar? – Reclamou a 18. – Olha como fiquei, você vai ter que dar um jeito se quiser o pau do meu marido.
- Nunca ouvi vocês falarem assim… – Ele notou enquanto a loira abria as pernas, mostrando um montão grosso de porra escorrendo de dentro da buceta, e Milk se posicionava com a bunda virada pro teto e a cabeça baixa pra se deliciar com o manjar favorito dela. – Bom, isso é mais do que eu imaginava, se prepara que lá vou eu.Aaaahuuu, ei,uuh, devagar, não tenho uma buceta androide… – Falo quando o careca enfiou seu portento até que seu quadril e as nádegas da mulher se apertaram.
– Que tenho ela como qualquer uma! Agora vou te ensinar – 18 a pegou pelos cabelos (presos num coque cada vez mais frouxo) para levá-la até sua boceta, que lambeu recolhendo a porra com a língua como uma pá, enquanto, pelo empurrão do homem, era pressionada contra a buceta da esposa.
Entre as pernas de 18, os gemidos de Milk abafaram quando Krilin acelerou seu ritmo, pegando-a com mais ímpeto.Aaaah, aaah, ahhh, ahhh, me destrói, aagh, devagar, bruto! — ela reclamou, emergindo com sêmen nos lábios e vermelha de vergonha pela imagem que estava dando.
— Viu que eu tenho uma buceta normal? — se gabou a loira. — E você, mete mais forte, não acredita no que ela diz, ela tá é gostando.
— Quê? Não,Nãooo… aaaahhhh- Milk soluçou quando Krilin tirou o pau lubrificado, deixando só um centímetro dentro pra servir de guia, enfiando de repente até meter no útero da morena que, depois de tremer dos pés à cabeça, soltou um gemido de dor. Na sequência, ela mexeu o quadril de forma circular, como se quisessebater umaantes de voltar à carga.
- Não importa quantas vezes a gente faça, você sempre tem esses buracos tão apertados. Não receberam toda a atenção que mereciam. – Ele notou, abrindo suas nádegas para admirar o pequeno asterisco virgem dela.
- Para de elogiar esses buracos imundos na minha presença! Ela já tem sorte de eu deixar ela participar, e você ainda fica enchendo o ouvido dela.
- Desculpa, amor. – O careca se conteve diante da raiva da loira, que voltou a segurar a cabeça da amiga para que ela continuasse com o cunnilingus.
- Lembra que, se não fosse por mim, você não teria o luxo de ter um presente desses entrando e saindo entre as suas pernas. – Ela resmungou, observando Milk, corada e chorosa, tentando lamber o clitóris enquanto era fodida sem piedade. O rosto dela ia pra frente e pra trás com o vai e vem do pau, esfregando a buceta toda na cara dela.
- Falta muito? Não aguento mais… é demais pra mim. – Ela disse depois de aguentar umas posições sem ter um segundo de descanso. Agora a cabeça de Milk afundava no colchão entre as próprias tetas, enquanto Krilin a penetrava quase montando nela, apoiando só uma perna e se deixando cair depois de dar pequenos impulsos. De pertinho, ele mantinha a carne dela aberta, assistindo àquela foda monumental, extasiado, sem se importar de levar respingos na cara.
- Para de reclamar, meu marido tá só começando, não é? – Ela deu um olhar feroz pro marido.
- Sim, sim, vou aguentar tudo o que você mandar. – Ele se mostrou submisso. Afinal, tava aproveitando mais do que qualquer um naquela cama.
- Você gosta de me ver sofrer, hein?ahh, ahh, ahh, ah, eu e minhas companhias de alcova, não aprendo mais. - Deslizando uma mão entre as pernas dela pra encontrar o clitóris e esfregar. Sentia a broca do homem esmagando até o útero a cada descida. - Ele vai me partir ao meio com essa...uuuuh aaah, me deixa louca.
- Tá bom, vou deixar mais gostoso pra você. Não se acostuma.
- 18 esticou o cu da Milk com as mãos e enfiou a língua, fazendo ela se arrepiar de prazer. A androide separou a pequena fenda circular dilatada com os dedos até conseguir meter quase a língua toda, provocando uma explosão de prazer.
- Você tem um cu fedorento, vou ter que limpar eu mesma. Sua senhora descuidada.
- Não é verdade, não fala essas coisas.co… ooohhh uuuuhhhpor favor, vou morrer de prazer. — Falei quando ele enfiou a língua de novo no meu cu, cavucando aquele buraco de carne com ela. — Não conhecia esse seu lado tão carinhoso.uuh, continua tão gostoso como sempre… é tão indecente.
- Eu disse pra não se acostumar. Cala a boca antes que eu me arrependa.
- Voltando a lamber a bunda dela bem perto de onde a penetração profunda acontecia.
A noite estava a caminho de ser a melhor do trio desde que começaram suas aventuras secretas e, como merecia, teve um grande final. 18 depois de terminar o anilingus, ele beijou o homem compartilhando seus sabores lascivos e sussurrou para que ele gozasse na boca delas, bocas que ele encheu de rios de sêmen depois que ambas as mulheres esperaram a chuva de porra olhando nos olhos dele e com as línguas para fora. Uma pincelada aqui, outra ali, manchas grossas numa bochecha e outra na língua, e assim o terráqueo mais sortudo do universo 7 decorou ambas as telas vivas dos rostos delas com seu sêmen, enchendo suas bocas com tudo que tinha acumulado desde o começo.
- Semana que vem vocês têm uma noite livre? – Perguntou Milk assim que engoliu tudo que tinha caído na boca, ainda saboreando.Cof, cof— Acho que dá pra arrumar um espacinho se…
— Nem limpou a porra do meu marido da cara e já tá planejando outro encontro? — retrucou a 18, tirando a roupa (a camiseta de manga listrada, a minissaia jeans e as botas caubói que usou nas primeiras lutas contra os guerreiros Z) pra ir tomar banho. Claro que era uma réplica, as originais estavam muito danificadas e não serviam mais no corpo novo dela.
— Onde é que eu tô? Imagina o escândalo se eu chegar em casa cheia de porra? Já enganei o Goku falando que era queijo derretido, mas meu Goten não ia acreditar. Ele já tem idade pra notar essas coisas.
— Tem um pouco no cabelo e aqui… você foi muito descuidada, deixa eu ajudar. — E passou a língua na bochecha dela, catando um fiozinho que tinha passado despercebido. — No queixo também… — Kuririn observou a cena curioso.
— Você também, na testa. — Milk rebateu, sugando a mancha leitosa como se fosse um macarrão. — E na bochecha, no nariz… — catando aqueles pequenos vestígios de esperma com beijos estalados. — E muito nos lábios.
As mulheres se enlaçaram num beijo de língua apaixonado, enquanto o homem, incrédulo, recolhia a roupa jogada da esposa e admirava as duas concentradas no número lésbico, girando abraçadas no colchão como possessas, os cabelos preto e loiro se misturando, escondendo as bocas apaixonadas enquanto começavam a apalpar bundas e peitos. Sentindo o pau reagir de novo, ele subiu na cama e, assim que encontrou um buraco, meteu. Parece que a noite estava longe de acabar.
…
Aquele gesto final de luxúria desenfreada tinha sido uma despedida pra suavizar a decisão dela: não tinha planos de transar com a Milk tão cedo. A 18 queria virar a página das fantasias e realizar uma bem pessoal, onde a amiga não era peça-chave. Mesmo que a Milk não tivesse entendido de cara, quando ela explicou o motivo de querer dar um tempo na fórmula repetida Krilin/Milk/18, a amiga sacou na hora e até disse que podia ajudar.
- Por quê? Te incomodei com alguma coisa? - Se assustou o careca, dividindo a cama com ela depois que tomaram banho e se vestiram pra dormir. A 18 usava um conjunto de lingerie e o Krilin um pijama de botão que diziaKamegrande nas costas. — Quer dizer, não é que eu não queira fazer só com você ou que tenha me... sabe, mal acostumado, você sempre vai ser minha prioridade e se eu topei o ménage foi porque...
— Cala a boca e escuta! — interrompendo a tagarelice dele. — A gente se divertiu pra caralho com a Milk, a gente se esbaldou várias vezes e nunca te cortei, nem preciso falar... não é que eu tenha um problema com você ou com ela, é que agora eu quero algo diferente, algo que guardo há muito tempo dentro de mim. Quero fazer algo novo... algo que tenho na cabeça há anos.
— Algo que você tem na cabeça? Pensei que essa parada de ménage fosse seu grande segredo... — vendo a esposa corar, não de vergonha, mas de desconforto. Dava pra ver que ela tava procurando as palavras certas pra revelar a fantasia dela. — Você manda tão bem nisso, quer dizer, a gente mandava tão bem.
— Tenho algo mais, algo difícil de admitir...Hum..- (Limpa a garganta) - Tenho uma fantasia em especial. Quero me prostituir.
- O quê?! – Ela se surpreendeu - A gente precisa de dinheiro ou algo assim? Poxa, sabia que essa casa custou caro, mas achei que…
- Cala a boca! Você não ouviu que é uma fantasia?! – Ela o interrompeu dando uma cotovelada nas costelas dele. - Não é por dinheiro, idiota, quero ser tratada como uma puta, ter que transar com clientes e ser paga de acordo com meus serviços! É tão difícil de entender? Quero ser uma puta, e uma puta muito boa!
Um silêncio constrangedor se instalou até que Kuririn (dolorido pela cotovelada) falou baixinho.
- Esse era o seu grande segredo? Se você tivesse me contado desde o primeiro dia, eu teria entendido perfeitamente. Deve ter sido doloroso guardar isso por tanto tempo.
- Cala a boca… idiota. – Ela o repreendeu, toda enternecida com o marido, tolerante e receptivo ao pedido dela. - Só queria que você soubesse pra me ajudar a encontrar, sabe, clientes.
- O que você tem em mente? Não vai sair por aí na estrada procurando eles enquanto balança a bolsa ou algo assim?
- Claro que não! Sou modelo, tenho uma reputação… pelo menos por enquanto. – Ela se defendeu. - Já que você é meu marido, vou deixar você cuidar da busca pelos clientes, definir o preço e lidar com os detalhes, como quando e onde, como um cafetão faria com a puta dele. Não vou me opor a nada, desde que paguem o combinado, é isso que eu tinha em mente. – Ela terminou de falar com um brilho de excitação nos olhos.
- Porra, isso vai ser muito, muito divertido! – Kuririn se empolgou, embarcando na ideia de assumir o papel de cafetão e prostituir a puta mais velha dele. - Não acredito que você demorou tanto pra me pedir isso, sendo uma ideia tão boa, me sinto ofendido. De agora em diante, quero que me conte tudo o que passar pela sua cabeça, ok?
- Ok. – Ela aceitou com um sorriso discreto, o que já era muito para ela. Ela estava sendo muito generosa com o sorriso.
- Tenho uma condição. Preciso estar presente, prometo que vou ser como… invisível e não vou me intrometer no seu trabalho, só por segurança, ok?
- Claro, porque preciso de segurança, lógico.
- Segurança dos clientes.
- Dorme. É tarde. Até amanhã.
Ela se despediu dele bem corada, dando um beijo na boca dele. Totalmente satisfeita com a confissão. O que a 18 achou que seria uma conversa super desconfortável (ainda mais pra ela, que era do tipo de mulher que esconde os sentimentos) virou um puta alívio, como se tivesse tirado um colete de treino de centenas de quilos.
O que a 18 não imaginava era que, mais cedo do que tarde, a carreira dela como puta ia começar com o pé direito. Se soubesse que essas engrenagens iam girar como peças de relógio bem lubrificadas, teria confessado bem antes. Kuririn cuidou dos detalhes e, em poucos dias, ela atendeu o primeiro cliente da nova carreira de puta: era um colega de trabalho policial do Kuririn, recém-divorciado, alto, negro e de corpo firme. Chamavam ele de“A Muralha”já que ela costumava parar criminosos só se jogando na frente da fuga deles e deixando eles a atropelarem. Parecia mentira a quantidade de vezes que ela tinha conseguido essa manobra.
- Lembra, eu falei pra ele que na verdade você se chama Ivonne e é irmã gêmea da minha esposa. Falei que a gente teve um caso e você veio da Capital do Leste porque…
- Já ouvi! E não gostei que você inventou que eu te traí com minha irmã, fiquei parecendo uma idiota! - Reclamou, puta de tanto revisar a história como se aquilo importasse. - Ele não vem fazer interrogatório, vem pelo atendimento e só.
18 terminou de se ajeitar no vestido vermelho brilhante na frente do espelho e desceu pra sala esperar o cliente. A hora da verdade não demorou. Nisso, uma viatura estacionou na sombra de uma árvore à meia-noite e se encontrou com 18 ao abrir a porta, vestindo um vestido vermelho exuberante, colado no corpo e muito decotado, quase até o umbigo, se passando pela suposta irmã gêmea.
- Entra, tava te esperando, grandão.
- Você não tem sotaque do Leste…
- Entra de uma vez. - Respondeu ela, sarcástica como sempre.
Krilin, só por precaução, tinha deixado claro que erauma mulher de poucas palavrasentão ela não precisava se esforçar muito na atuação, e a Muralha sabia muito bem o que queria.
Não era necessário que Krilin estivesse presente (seria estranho pro colega de trabalho), então ele observou tudo da sacada que dava pro sofá da sala. De cima, viu os dois trocarem umas palavras, se apalparem, se beijarem, e por fim, sua esposa se ajoelhou na frente dele (escondida da sua visão pelas costas largas do fardado) e ele só via a cabeleira loira subir, descer e girar por vários minutos enquanto o cara relaxava e curtia o boquete. Dava pra perceber que a esposa tava adorando quando ele a viu usando as mãos pra masturbar ele enquanto chupava as bolas do oficial.
Os músculos por baixo do uniforme ficaram tensos, o punho se fechou na cabeleira loira como fios de ouro, e a mulher subia e descia a cabeça numa velocidade incomum pra qualquer humana, fazendo ele delirar de prazer. O pescoço do homem se arqueou de tesão e ele se apoiou no encosto de um jeito que teve que se esconder pra não ser visto. Graças ao prazer do boquete, ele tava de olhos fechados e nem percebeu que tava sendo vigiado.
A cabeleira loira de 18 não parava de subir e descer que nem personagem de videogame com glitch. Se continuasse naquele ritmo e naquela velocidade, além de fazer ele gozar em poucos minutos, ia fazer ele desconfiar que ela não era uma mulher de verdade.normal".-Aaaahhhcaralho, você vai me chupar até a medula da espinha… você é boa, porra, muito boauuuhh- Reconheceu ao vê-la chupar sem parar o pau preto dele.Glups, slurp, glup, surrp, slurrp, smuch, smuch…— E outros sons irreproduzíveis saíam da boca da esposa dele enquanto os olhos dela se cravavam fixos no cliente.
— Gostaria que você usasse esses peitos lindos. — Sugeriu ele, depois de vê-los balançando sob o vestido por minutos. — Eles são muito parecidos com os da sua irmã por algum motivo, não conta pro Kuririn, hein, mas ele é um filho da puta sortudo, sempre vejo a esposa dele em revistas de moda e lingerie. Caralho, nunca pensei que uma mulher tão gostosa tivesse uma irmã gêmea, e ainda por cima puta!
— Uma punheta com meus peitos vai te custar uns 200 Zenis extras, e cala a boca um pouco, não me faz perder tempo.
— Tá bom, faz isso…uuhhhhIsso aí, que peitão gostoso. — Gemeu revirando os olhos quando a nova prostituta envolveu o tronco dele entre os seios e os balançou pra cima e pra baixo, chacoalhando como bexigas d'água, deixando escorrer de vez em quando uns fios de saliva lubrificante. — Você manja de todos os truques, uuuh, é fantástica.
— Goza logo de uma vez, você não é meu único cliente da noite. — Mentiu depois de vários minutos de ação contínua com os lábios e os peitos. O homem topou e, puxando ela pelos cabelos, finalizou a transação ejaculando uma porrada de esperma na boca da androide.
— Uau, você engoliu? Não pensei que puta fizesse isso, achei que só...
— São 750 Zenis. Paga logo, a não ser que queira outro serviço.
— Porra, sou policial, não milionário. Vou te pagar a... Ei! 500 pela mamada, 200 por usar os peitos, e de onde saíram os outros 50?
— Engolir custa extra. — 18 abriu a boca mostrando ela limpinha. — São 750 Zenis.
— É... valeu a pena. Volto com mais grana na próxima vez, até que fiquei feliz de ter me divorciado daquela foxy, agora vou ter mais dinheiro pra isso, o de hoje foi só um...
— Tchau! — Levantando ele do sofá pelo membro murcho como se fosse uma coleira e levando até a porta. Lá de cima da sacada interna, Kuririn se inclinou levantando o polegar.
Esse começo promissor incendiou a carreira dela como pólvora. Kuririn nem precisou espalhar um boato ou colocar um anúncio no ramo 59 (o dos anúncios sexuais). A cada poucos dias, à meia-noite, um fardado estacionava a viatura debaixo das sombras da árvore pra receber o que apelidaram dea melhor boquete do mundo".Claro que talvez a culpa era do careca, só 500 Zenis pelo sexo oral era um preço acessível demais, até alguns repetirem um par de vezes na mesma noite, deixando o pescoço da 18, ou melhor, Ivonne, na miséria. Também não recusavam pagar 50 a mais pra ver ela engolir a porra, ver uma mulher gostosa saborear o próprio sêmen por tão pouco dinheiro era a melhor oferta do mundo.
A Muralha, o primeiro cliente também foi o mais fiel, voltando pra esposa do Krilin mais duas vezes já sem se contentar com uma chupada. O negão foi pra tudo e nas vezes seguintes desembolsou 750 Zenis por cada foda, metendo a piroca preta e suculenta até o fundo da loira por vários minutos, decidido a aproveitar aquela buceta delicada e dilatada o máximo possível toda noite. O casal tinha que ajustar alguns detalhes como o limite de tempo, ter aquela piroca preta enfiada por mais de meia hora foi demais até pra ela.
- De onde esse negão tirou tanto dinheiro? Ele disse que não era milionário, mas ultimamente tem grana pra vir me ver direto. - Reclamou a 18 meio dolorida depois de se despedir do cliente, tomar banho e deitar com o marido na cama, que nem se incomodava mais em vigiar a esposa.
- Você não vai querer saber. Acho que ele deve estar pedindo propina ou algo assim. Posso falar pra ele que você volta pro Leste ou que não quer repetir clientes mais de duas vezes por mês.
- Não... melhor deixar. - Ela se compadeceu pensando que era esse tipo de cliente que queria. Melhor aumentar os preços, eles tão loucos me fazendo engolir a porra deles e eu tô cansada.
- Essa história de cobrar 50 por isso foi ideia sua com o primeiro cliente. - Krilin a repreendeu enquanto contava o dinheiro ganho numa noite na cama. Ele começava a pegar gosto pelo dinheiro quase tanto quanto a esposa.
- Aumenta! - Ela ordenou. - Diz que o preço anterior era só pro primeiro mês ou uma besteira assim. Ah, e se conseguir mais clientes fora do seu círculo de trabalho, eu agradeço, me Tão me usando mais do que as próprias placas deles.
- Vou ver o que posso fazer.
O cenário não melhorou muito pra 18 nas semanas seguintes. Por causa do Maron em casa, 18 ofereceu seus serviços indo ela mesma até as patrulhas (tomando cuidado especial pra não ser vista pela filha nem por ninguém) estacionadas na sombra, uma por uma, onde pacientes e tensos uniformados relaxavam o esqueleto (e as tensões de um trabalho perigoso) com o corpo fogoso da androide, cada vez mais solta no papel de puta.
Numa noite, ela deu 6 gozadas, 4 boquetes e um anal com 4 clientes diferentes, juntando uma grana nada desprezível de 8400 Zenis. Um dos policiais que ela conhecia como Moses tinha levado o filho pra estrear, então ficou dentro daquela viatura fazendo o banco ranger por umas hora.
- Gostou, Moses Jr.? - Perguntou ela depois de pegar o dinheiro de um pai satisfeito.
O moleque não respondia, tava com os olhos abertos olhando pro nada e um sorriso babão. Ela tinha deixado ele catatônico de tanto sentar, finalmente tinha um cliente que não era policial e espremeu o suco de pica até deixar ele seco.
- Ele se chama Jones, vai ficar bem, esse foi um aniversário que ele não vai esquecer, né? - O garoto não respondeu. - Tá, melhor eu levar ele pro hospital.
- Não esquece de vestir a calça dele, ficou jogada por aí, em dois pedaços. - Disse 18 com carinho antes de vê-lo sumir a toda velocidade, encerrando a noite mais prolífica da carreira dela como puta.
A tabela de preços atualizada na época era a seguinte:Oral: 600
Tetas: 300
Beijo grego: 500
Suruba: 800
Anal: 1200
Gozada na cara: 50 extra
Gozada na boca: 150 extra- Essas viaturas são desconfortáveis e quentes, me senti uma puta bem desvalorizada fazendo aquilo espremida no banco de trás. Embora admita que o vidro gradeado é bem excitante e eu adoro me agarrar nele igual uma presa louca.
- Comentou como de costume, no quarto. Já estava virando rotina essa coisa de transar à meia-noite com colegas do marido e depois contar os lucros.
- Lembra quando eu comecei no trabalho e a gente deu um bom uso nas algemas? Que tempos.
- Como vai a busca por novos clientes? – Insistiu como sempre que via viaturas estacionarem na calçada da frente. Tinha medo que a fantasia da vida dela ficasse repetitiva e chata se sempre aparecesse o mesmo tipo de cliente, policiais brutos, tensos, suados e loucos por um desforço intenso.
- Falando nisso… tô tentando convencer uns clientes novos. Vai ser surpresa. – Aumentou o mistério.
- Quem? – Se interessou, tentando arrancar informação. Empresários? Homens de negócios? Algum velho rico?
- Se eu contar, deixa de ser surpresa. – Resistiu em revelar, sem saber direito como ele ia reagir. Ver a reação dele ao ver...a nova freguesiaSem dúvida, era algo digno de se ver.
O mistério durou mais uns dois dias. Por precaução, o encontro não rolou na casa dela nem num carro, mas sim num motel. Kuririn cuidou de tudo; o novo cliente já esperava lá dentro. Depois de deixá-la e indicar o quarto certo, a Androide 18 abriu a porta, toda excitada com tanto mistério.
Continua...

Valeu por ler! Sim, pensei em manter surpresa, mas curti a ideia e o 18 vai continuar atendendo clientes por pelo menos mais um capítulo 😉 Se vocês gostaram, não esqueçam de comentar e dar nota, assim sei se tão afim desse tipo de história e me animam a meter bronca!
Fanfics de DB anteriores:
A Tradição Saiyajin 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3357411/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin.htmlA Tradição Saiyajin 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3361531/Fanfiction-de-Dragon-Ball-La-tradicion-saiyajin-Parte-2.htmlFilhos Pervertidos 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3365942/Fanfiction-Dragon-Ball-Hijos-pervertidos.htmlFilhos Pervertidos 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3370590/FanFiction-Dragon-Ball-Hijos-Pervertidos-Parte-2.htmlLeite Fervido 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3409972/FanFiction-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida.htmlLeite Fervido 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3423967/Fanfic-de-Dragon-Ball-Milk-Hervida-Parte-2-con-imagenes.htmlOs Segredos da Família Briefs 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3465031/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs.htmlOs Segredos da Família Briefs 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3511475/Fanfic-de-Dragon-Ball-Los-Secretos-de-la-Familia-Briefs-2.htmlAulas de Anatomia com a Cheelai 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/3769472/Fanfic-de-Dragon-Ball-Lecciones-de-anatomia-con-Cheelai.htmlLições de Anatomia com a Cheelai 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3781535/Leeciones-de-Anatomia-con-Cheelai-Parte-2.htmlA Fantasia dos 18 1http://www.poringa.net/posts/relatos/3859416/La-fantasia-de-18.html
3 comentários - A fantasia de 18. Parte 2