No dia seguinte, o despertador tocou, eram 7:30 da manhã, a gente entrava na escola às 8:45, então ainda dava tempo. Eu e a Romina levantamos, só a Ara ficou deitada vendo pornô e se masturbando. Fui pra sala tomar café, mas não rolou nada. Eu olhava pra Romi e continuava de pau duro, ela tava passando um creme na pele e me pediu uma ajuda e falou:
— Passa só o creme, nada de punheta senão a gente chega atrasada. Rindo.
— Que diferença faz se a gente chegar atrasado?
— Tem razão, mas mesmo assim, vamos chegar na hora.
Passei o creme nas costas dela e no cuzinho enfiei uns dedinhos, mas só isso. Ela vestiu uma fio dental preta e um top esportivo por baixo, uma camiseta apertada e a legging bem justinha que eu adoro, e aí saímos. Fomos de carro, ver ela dirigindo me deixou louco e eu falei:
— Posso chupar sua buceta? Com cara de santo.
— A gente vai chegar atrasada. Se você se comportar, mais tarde deixo você fazer o que quiser. Ela respondeu.
Durante a escola não rolou mais nada, um dia normal. No fim da aula, a gente se encontrou e ela falou pra eu esperar no carro enquanto resolvia algo com a diretora. Cheguei no carro, entrei e sentei na frente, esperei ela chegar mexendo no celular, até que de repente recebo uma mensagem da profe com essa foto dizendo:
— Já terminei de falar com a direção. Vai deixando esse pau duro pra não me fazer esperar, tô muito molhada.
Eu comecei a me tocar e no banco de trás do carro dela encontrei uma calcinha fio dental azul, peguei ela e comecei a me masturbar com aquilo até gozar.
Quando ela chegou, subiu no carro rápido e me perguntou:
— O que você tá fazendo com essa calcinha?
— Você disse pra eu deixar a pica dura, e eu achei isso aqui atrás.
— Que bom, fez bem, vamos voltar pro mato.
Fomos pro mato da outra vez, ela tirou a legging e sentou numa pedra que tinha lá. Ela disse: "vem, abaixa e chupa". Eu beijei ela e comecei a chupar, enfiava um dedo e depois outro, lambia ela e ela gemia. Comecei a notar os fios de fluido escorrendo e vi que ela já tava pronta, então peguei ela pelo cabelo e comecei a meter bem forte enquanto ela gritava: "Isso, assim, filho da puta!"
De vez em quando eu tirava a pica e chupava um pouco a buceta dela, lambia o cu dela. Numa dessas, peguei ela, virei de quatro e meti no cu dela, e falei:
— Gosta assim, puta?
— Sim, arrebenta toda minha raba, meu amor.
De repente, o celular dela tocou. Era a Aracely, que mandou umas fotos no WhatsApp dizendo:
— Mãe, peguei emprestado seu hidratante labial, espero que não se importe; olha a puta que você criou.
Ao ver isso, nos vestimos, sentamos no carro e fomos embora. Eu ficava passando a mão na buceta dela enquanto ela dirigia, e eu molhava meus dedos. Quando chegamos, vimos a Aracely no quarto enfiando o fibron na própria buceta. Eu me ajoelhei e comecei a chupar ela, enquanto a Romina tirava a roupa. Eu lambia a buceta dela enquanto enfiava uns dedos no cu dela. A Romina, depois de tirar tudo, olha nos olhos dela e cospe na boca dela, aí senta na cara dela pra ela chupar. Minha pica começou a endurecer, então, do jeito que tava, puxei minha poronga e falei pra Romi: "Vem, cospe na minha mão". Ela soltou uma cusparada grossa, quente e branca, que usei pra lubrificar o cu da Aracely. Sem pedir, enfiei lá. Ela gemeu, comecei a comer ela com força enquanto ela chupava a Romina.
— Que bem que você chupa, filha de puta. — Falou a Romina.
— Olha a raba que ela tem também. — Completei eu.
— Deixa eu ver? Deixa eu chupar ela.
Trocamos de lado. A Romina veio pra trás lamber a buceta e chupar o cu dela, enquanto eu enfiava a pica na garganta dela. A maquiagem borrada e as lágrimas dela me deixavam mais excitado, ela gostava.
— Me bate. — Dizia a Ara.
Bati na cara dela, e ela, com um sorrisinho, continuou chupando. A Romina enfiava a língua e vários dedos no cu dela. Coloquei ela de quatro numa cadeira e mesa que tinha lá e comi ela. Eu beijava a Romina e dávamos tapas na bunda da filha dela por ser puta, até que de repente ela começou a fazer barulhos cada vez mais altos. A Romina ia beijar ela pra calar a boca, mas ela não parava, então peguei a calcinha fio dental azul, enrolei e enfiei na boca dela.
— Ah, sim, filho da puta, me come assim.
Ficamos assim uns minutos, até que cansei, peguei a Romina e falei: "Agora é sua vez, puta". Agarrei ela, coloquei de quatro e comecei a comer ela. A Aracely se levantou e, com o cu aberto, começou a beijar a mãe dela.
— Que pedaço de puta que você é, mãe. — Disse a Aracely pra Romina.
— Sou uma puta igual a você. vocês. Entre risadas e gemidos, ela respondeu.
Romina, num momento, começou a respirar mais forte e a gente percebeu que ela ia gozar, então a Aracely se colocou debaixo dela pra levar o gozo na cara.
— Isso, assim, vou gozar. — Disse a Romina.
Eu comecei a esfregar o clitóris dela e ela gozou a jatos, molhamos a cama toda, a Aracely ficou com a cara molhada e a maquiagem toda borrada. Quando vi aquilo, comecei a meter mais forte e ela começou a gritar, as pernas tremiam, ela não aguentava, mas eu também não aguentava a vontade de gozar. A bunda dela era apertada e quente, então gozei inteiro dentro do cu dela. Foi a primeira vez que gozei tanto, era bem grosso e enchi o cu dela de porra, mas rapidinho, quando tirei meu pau do cu dela, vejo a Aracely engolindo tudo, deixando limpinho. Enfiei uns dedos no cu dela e, quando tirei, enfiei na boca da Romina e falei:
— Gostou assim, profe?
— Você é o melhor aluno que já tive.
Depois disso, fui pro chuveiro me limpar enquanto a Romi descansava e a Aracely andava pela casa. Nisso, enquanto tô lavando o cabelo, ouço alguém entrar no banheiro e fechar a porta. Era a Aracely.
— Tudo bem?
— A mamãe tá dormindo e acho que não tivemos tempo de nos conhecer a sós.
Ela se ajoelhou no chão molhado e começou a ensaboar meu pau pra ele ficar duro, e começou a chupar meu pau, fazia garganta profunda e cuspia ele. Depois, se levantou e começou a me beijar. Eu me abaixei e comecei a chupar todos os peitos dela enquanto enfiava dedinhos na pussy dela. Ela me disse:
— É rapidinho, não se empolga.
Eu esfregava o clitóris dela rápido e as pernas começavam a tremer muito. Ela tava muito molhada, fazia muito barulho quando eu enfiava os dedos, mas meu objetivo era fazer ela gozar, então me ajoelhei e comecei a chupar ela, enfiava uns dedos no cu dela enquanto com a outra mão segurava os peitos. Cada vez mais perto dela gozar, até que... um momento, sinto ela me puxar forte pelo cabelo, fica dura e grita "SIII" e sinto ela gozar na minha boca, muito quente e gostoso, as pernas fraquejaram e quando acabou eu levantei e dei um beijo nela, ela me abraçou e a gente terminou de tomar banho enquanto a Romina tava dormindo cheia de porra.
O dia seguiu normal, fiquei mais umas horas com a Aracely e depois fui pra minha casa.
Tô deixando umas fotos da Ara pra vocês terem uma ideia do que eu como.

Desculpa a demora, tava muito ocupado e como prometi, trouxe umas fotos. Se gostaram, dá aquela nota e trago a quinta parte, dessa vez sem tanta espera.
— Passa só o creme, nada de punheta senão a gente chega atrasada. Rindo.
— Que diferença faz se a gente chegar atrasado?
— Tem razão, mas mesmo assim, vamos chegar na hora.
Passei o creme nas costas dela e no cuzinho enfiei uns dedinhos, mas só isso. Ela vestiu uma fio dental preta e um top esportivo por baixo, uma camiseta apertada e a legging bem justinha que eu adoro, e aí saímos. Fomos de carro, ver ela dirigindo me deixou louco e eu falei:
— Posso chupar sua buceta? Com cara de santo.
— A gente vai chegar atrasada. Se você se comportar, mais tarde deixo você fazer o que quiser. Ela respondeu.
Durante a escola não rolou mais nada, um dia normal. No fim da aula, a gente se encontrou e ela falou pra eu esperar no carro enquanto resolvia algo com a diretora. Cheguei no carro, entrei e sentei na frente, esperei ela chegar mexendo no celular, até que de repente recebo uma mensagem da profe com essa foto dizendo:
— Já terminei de falar com a direção. Vai deixando esse pau duro pra não me fazer esperar, tô muito molhada.
Eu comecei a me tocar e no banco de trás do carro dela encontrei uma calcinha fio dental azul, peguei ela e comecei a me masturbar com aquilo até gozar.Quando ela chegou, subiu no carro rápido e me perguntou:
— O que você tá fazendo com essa calcinha?
— Você disse pra eu deixar a pica dura, e eu achei isso aqui atrás.
— Que bom, fez bem, vamos voltar pro mato.
Fomos pro mato da outra vez, ela tirou a legging e sentou numa pedra que tinha lá. Ela disse: "vem, abaixa e chupa". Eu beijei ela e comecei a chupar, enfiava um dedo e depois outro, lambia ela e ela gemia. Comecei a notar os fios de fluido escorrendo e vi que ela já tava pronta, então peguei ela pelo cabelo e comecei a meter bem forte enquanto ela gritava: "Isso, assim, filho da puta!"
De vez em quando eu tirava a pica e chupava um pouco a buceta dela, lambia o cu dela. Numa dessas, peguei ela, virei de quatro e meti no cu dela, e falei:
— Gosta assim, puta?
— Sim, arrebenta toda minha raba, meu amor.
De repente, o celular dela tocou. Era a Aracely, que mandou umas fotos no WhatsApp dizendo:
— Mãe, peguei emprestado seu hidratante labial, espero que não se importe; olha a puta que você criou.

Ao ver isso, nos vestimos, sentamos no carro e fomos embora. Eu ficava passando a mão na buceta dela enquanto ela dirigia, e eu molhava meus dedos. Quando chegamos, vimos a Aracely no quarto enfiando o fibron na própria buceta. Eu me ajoelhei e comecei a chupar ela, enquanto a Romina tirava a roupa. Eu lambia a buceta dela enquanto enfiava uns dedos no cu dela. A Romina, depois de tirar tudo, olha nos olhos dela e cospe na boca dela, aí senta na cara dela pra ela chupar. Minha pica começou a endurecer, então, do jeito que tava, puxei minha poronga e falei pra Romi: "Vem, cospe na minha mão". Ela soltou uma cusparada grossa, quente e branca, que usei pra lubrificar o cu da Aracely. Sem pedir, enfiei lá. Ela gemeu, comecei a comer ela com força enquanto ela chupava a Romina.— Que bem que você chupa, filha de puta. — Falou a Romina.
— Olha a raba que ela tem também. — Completei eu.
— Deixa eu ver? Deixa eu chupar ela.
Trocamos de lado. A Romina veio pra trás lamber a buceta e chupar o cu dela, enquanto eu enfiava a pica na garganta dela. A maquiagem borrada e as lágrimas dela me deixavam mais excitado, ela gostava.
— Me bate. — Dizia a Ara.
Bati na cara dela, e ela, com um sorrisinho, continuou chupando. A Romina enfiava a língua e vários dedos no cu dela. Coloquei ela de quatro numa cadeira e mesa que tinha lá e comi ela. Eu beijava a Romina e dávamos tapas na bunda da filha dela por ser puta, até que de repente ela começou a fazer barulhos cada vez mais altos. A Romina ia beijar ela pra calar a boca, mas ela não parava, então peguei a calcinha fio dental azul, enrolei e enfiei na boca dela.
— Ah, sim, filho da puta, me come assim.
Ficamos assim uns minutos, até que cansei, peguei a Romina e falei: "Agora é sua vez, puta". Agarrei ela, coloquei de quatro e comecei a comer ela. A Aracely se levantou e, com o cu aberto, começou a beijar a mãe dela.
— Que pedaço de puta que você é, mãe. — Disse a Aracely pra Romina.
— Sou uma puta igual a você. vocês. Entre risadas e gemidos, ela respondeu.
Romina, num momento, começou a respirar mais forte e a gente percebeu que ela ia gozar, então a Aracely se colocou debaixo dela pra levar o gozo na cara.
— Isso, assim, vou gozar. — Disse a Romina.
Eu comecei a esfregar o clitóris dela e ela gozou a jatos, molhamos a cama toda, a Aracely ficou com a cara molhada e a maquiagem toda borrada. Quando vi aquilo, comecei a meter mais forte e ela começou a gritar, as pernas tremiam, ela não aguentava, mas eu também não aguentava a vontade de gozar. A bunda dela era apertada e quente, então gozei inteiro dentro do cu dela. Foi a primeira vez que gozei tanto, era bem grosso e enchi o cu dela de porra, mas rapidinho, quando tirei meu pau do cu dela, vejo a Aracely engolindo tudo, deixando limpinho. Enfiei uns dedos no cu dela e, quando tirei, enfiei na boca da Romina e falei:
— Gostou assim, profe?
— Você é o melhor aluno que já tive.
Depois disso, fui pro chuveiro me limpar enquanto a Romi descansava e a Aracely andava pela casa. Nisso, enquanto tô lavando o cabelo, ouço alguém entrar no banheiro e fechar a porta. Era a Aracely.
— Tudo bem?
— A mamãe tá dormindo e acho que não tivemos tempo de nos conhecer a sós.
Ela se ajoelhou no chão molhado e começou a ensaboar meu pau pra ele ficar duro, e começou a chupar meu pau, fazia garganta profunda e cuspia ele. Depois, se levantou e começou a me beijar. Eu me abaixei e comecei a chupar todos os peitos dela enquanto enfiava dedinhos na pussy dela. Ela me disse:
— É rapidinho, não se empolga.
Eu esfregava o clitóris dela rápido e as pernas começavam a tremer muito. Ela tava muito molhada, fazia muito barulho quando eu enfiava os dedos, mas meu objetivo era fazer ela gozar, então me ajoelhei e comecei a chupar ela, enfiava uns dedos no cu dela enquanto com a outra mão segurava os peitos. Cada vez mais perto dela gozar, até que... um momento, sinto ela me puxar forte pelo cabelo, fica dura e grita "SIII" e sinto ela gozar na minha boca, muito quente e gostoso, as pernas fraquejaram e quando acabou eu levantei e dei um beijo nela, ela me abraçou e a gente terminou de tomar banho enquanto a Romina tava dormindo cheia de porra.
O dia seguiu normal, fiquei mais umas horas com a Aracely e depois fui pra minha casa.
Tô deixando umas fotos da Ara pra vocês terem uma ideia do que eu como.


Desculpa a demora, tava muito ocupado e como prometi, trouxe umas fotos. Se gostaram, dá aquela nota e trago a quinta parte, dessa vez sem tanta espera.
6 comentários - Minha professora e a filha dela