Erica, Minha Meia-Irmã IX

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Histórias disponíveis:

- Minha prima, Mara. 28 caps 493 pags
- Erica, minha meia-irmã. 9 caps
- Minha tia jovem. 13 caps 182 pags.

Está chegando uma reedição completa, em um único volume, do segundo arco de "Minha prima, Mara", que inclui "Fim de semana na casa do Fer", "Uma semana atípica (pós-fim de semana)", "A última sessão", "Mara e Jonas: O incidente", "Fantasia da Mara: O pacto", "A noite não termina" e "Repercussões".
Será 100% reescrito, com conteúdo e capítulos extras, e narrado como uma única história, com maior profundidade nos personagens e nas cenas.
Também terá capítulos anteriores e posteriores aos 15 de "Repercussões".
Deixem nos comentários suas opiniões.
Tudo estará no meu site, com os detalhes pertinentes, mas ainda nem cheguei na metade de tudo e já estou com 250 páginas!

Para quem não consegue ver os primeiros relatos, deixo o link em que aparece a quinta página de resultados: http://www.poringa.net/buscar/?q=%40hiphop911&p=5

Como podem ver, é preciso adicionar depois do "=" o número 5, que é a página onde estão os primeiros. Deve ser um erro do site.

ADIANTO CAPÍTULO 1 (SEGUNDA EXTENSÃO)

Buenos Aires, pleno verão.
Meu pai vinha morar um tempo com sua outra parceira e a filha dela, num bairro chique da Cidade.
Fazia tempo que ele tinha se separado da minha mãe e formado outra família, em Córdoba.
Não estava distante dele, mas não o via com muita frequência desde que ele tinha se casado de novo.
Aliás, nunca tive a oportunidade de conhecer nem mesmo sua nova filha, ou seja, minha meia-irmã.
Erica, esse é o nome dela, tem a mesma idade que eu. 20 anos.
É incrível que nunca a tenha conhecido, ainda mais quando a mãe dela estava com o meu pai, Carlos, há quase 10 anos.
Nem mesmo nos seguíamos no Instagram ou no Facebook.
Como se ela nunca tivesse se envolvido comigo, nem eu com ela.
Enfim, por questões de trabalho, uma oportunidade Um trabalho muito importante do meu pai, eles estavam vindo pra cá.
Quem sabe por quanto tempo.
A mãe dela, Sandra, eu conhecia e gostava muito dela.
Nas duas ou três vezes que a vi, ela foi muito atenciosa comigo.
Minha mãe, Laura, também tinha refeito a vida, então a relação com meu pai não era nada ruim.
Tanto que ele comentou com minha mãe que sua enteada não estava muito contente de voltar para Buenos Aires.
E é compreensível, já que voltar para sua San Isidro natal, depois de ter formado a vida em outra província, não era algo muito agradável.

Uma tarde, estávamos tomando uns mates com minha mãe. Eu estava curtindo umas férias da faculdade.
MÃE: Bom, Julián, você vai conhecer sua irmã!
EU: Parece que sim, depois de quase 10 anos haha, mas ela não é minha irmã.
MÃE: Não seja chato, meu filho... ela é filha do seu pai.
EU: Política...
MÃE: Por que você está tão relutante?
EU: Não, só estou dizendo... não a conheço, ela também nunca quis me conhecer... por que eu vou ficar emocionado?
MÃE: Coisas da vida. Acontece. Além disso, segundo seu pai, ela é muito legal.
EU: Veremos haha.
MÃE: Ele me manda fotos dela, às vezes. É uma bonequinha.

Era verdade.
De vez em quando, a curiosidade me levava a ver as redes sociais dela.
Não tinha muito, já que não a seguia nem a tinha entre meus amigos, mas dava pra ver que ela era bonita.
Tinha olhos verdes e parecia alta nas fotos.
Tinha cara de ser bem anti.
Daquelas garotas que passam caminhando do seu lado e nem te notam.
Nas imagens que vi, ela tinha cabelo castanho, meio avermelhado.
Usava franjinha.
Enfim, era como minha mãe dizia. Era uma bonequinha.
Mentira se disser que não estava nervoso para conhecê-la.
Imaginava ela com uma personalidade forte. Não sei por quê.
Tanto que, dias depois, quando minha mãe ia recebê-los em casa, acordei com uma dor de estômago.
Tomei banho e me arrumei para a ocasião.

Minha mãe me olhava e ria.
Mas eu não queria causar uma má impressão de primeira. Principalmente porque eu sempre fui de andar muito em casa mesmo. Mas como não dava pra segurar minha personalidade, fiquei horas pra me decidir.
Finalmente, botei uma camiseta preta com o desenho de "BACK TO THE FUTURE" e o DeLorean pegando fogo. Embaixo, um jeans.
Que fosse o que Deus quisesse.
Imaginava ela chegando toda arrumada, super vestida.
Mas, né, também não ia me fantasiar de algo que não sou, hehe.
Quando a campainha tocou, senti como se fosse um sino do inferno.
Os nervos que me invadiram eram mais fortes do que aqueles que senti quando perdi a virgindade.
Mas por quê?
Minha mãe foi recebê-los.
Como falei, tinha uma relação muito boa com eles.
Quando ela abriu a porta, entrou uma luz parecida com a da entrada do paraíso.
Nem vi meu pai e a esposa dele.
Vi ela.
Parecia um anjo.
Fiquei parado, estático.
Era alta, com um olhar luciferino.
Muito gata. A verdade é que chamava a atenção de qualquer um.
Até a minha.
Por que eu sentia isso?
MA: Eiii, você não vai cumprimentar? — ela disse.
Eu estava totalmente idiota.
A Erica estava na entrada, com as mãos juntas na frente.
EU: Eh... sim... Oi! — falei, saindo do transe.
Fazia tempo que não via meu pai e quase nem percebi ele.
Que pedaço de otário.
Não conseguia parar de olhar pra ela feito um babaca.
Era minha meia-irmã, Erica.
Mas como uma espécie de ímã, minha atenção não a largava.
Cumprimentei meu pai e a Sandra.
Depois direcionei meu olhar pra ela.
Acho que ela deve ter percebido que eu tava olhando pra ela feito um retardado.
Já que ela me observava de cima a baixo com uma cara estranha.
Cumprimentei-a com um beijo na bochecha.
"Oi" — ela disse.
Saiu um sorriso do fundo da alma quando a cumprimentei.
O que tava acontecendo comigo?
Ela riu só por causa disso.
Deve ter pensado "nossa, mas que babaca esse cara".
EU: Tudo bem??
ERI: Gostei da sua camiseta. — Ela falou e continuou andando, olhando a casa.
Óbvio que fiquei parado lá feito uma estátua.
Pelo menos não tinha cagado na escolha da camiseta.
Nunca tinha ficado tão nervioso assim.
Até minha mãe percebeu.
A atitude dela, meio rebelde, pelo menos de primeira, parecia ser como eu imaginava.
Não me deu muita bola.
Ela tava vestida normal também, tanta preocupação que eu tive.

Um jeans com um vestidinho curto por cima.
Bem vermelho era o cabelo dela. Mais que na foto.
Tinha algumas espinhas no rosto.
Sim, eu a observei bem.
Uma vibe Bella Thorne ou Jennifer Lawrence com a franjinha, mas mais bonita, hehe.
Certamente, eu tinha ficado impactado.

MA: Vai ficar aí parado? – ela falou, tentadora
Eu continuei parado na porta de entrada que nem um otário.
Avancei com eles.
Minha mãe conversava com a Sandra e meu pai comigo.
A Erica ia na frente.
Tinha cara de “o que eu tô fazendo aqui?”.
Mais ou menos me atualizava com ele, mesmo a gente falando por telefone.
Enquanto ouvia, olhava pra ela e pro jeans justo.
Parecia ter pernas muito bonitas.
Eu sabia que tinha que parar de olhar. Mas era automático.
Era filha do meu pai e eu não podia ter esse tipo de pensamento.
Bom, por afinidade, mas filha dele no final das contas.
Num momento, ela falou com minha mãe e por pouco me vê com meus olhos na bunda dela.
Não dá pra ser mais imbecil.
Escapei por um microssegundo.
Mas parecia ter um belo traseiro.
É incrível, continuo falando dela desse jeito.
Deus.

Percorremos a casa como se fosse um museu.
Não era uma mansão, mas era bem grande sim. Além disso, a cada 2 metros paravam
contando coisas da vida e não acabavam mais.
A cara da Erica dizia tudo.
Ela não ia ser mal-educada, mas a cara fechada dela dava pra notar.
Quando olhava pra ela pra incluir na conversa com meu pai, ela olhava pro lado e continuava
na dela.
Isso ia ser difícil.

Me perguntei se ela teria namorado.
Com certeza sim, dado o quão gostosa ela era.
Aliás, era provável que parte da frustração dela de estar em Bs As fosse por causa disso.
Mas eu tava divagando. Não sabia se era verdade mesmo.
Só tentava decifrar ela.

Outro atributo que me chamava muita atenção era a parte da frente.
Soa meio punheteiro, mas era verdade que o corpo dela era um ímã.
Eu me sentia o pior. Tentava consolar minha punhetice me convencendo de que ela não era minha irmã de sangue.
Mas não deixava de ser errado.
Sei lá.
Também não ia ficar me julgando.
Era uma mina que chamava muita atenção, e quem nunca pecou que atire a primeira pedra...
Lá no fundo (temos uma casa grande), ela se aproximou de mim.
Acho que, no fim das contas, ela ia falar comigo.
Juro que vê-la caminhando na minha direção me intimidou.
1,70m ela tinha, com certeza.
Ela me olhou com uma cara de quem tinha cometido um homicídio e disse:
ERI: Você gosta muito do meu jeans, né? — E levantou uma sobrancelha.

A puta da mãe.
Ela percebeu que eu tinha olhado.
E agora, o que eu fazia? Do que eu me disfarçava?
Senti que tudo podia ir pro caralho. Que ela ia me acusar e o constrangimento que ia ser.
ERI: Acha certo ficar olhando a bunda da sua meia-irmã?? — Falou de forma veemente, mas baixinho.
EU: Eh… não… que isso, qual é! — foi o que saiu da minha boca
Fiquei com a temperatura a mil.
Tinha que me livrar de qualquer jeito.
ERI: Que desrespeito, cara!!
EU: Juro que não foi nada a ver…
Já tava entregue.
Ela ficou em silêncio uns 5 segundos, me encarando com cara de incredulidade.
Que jeito de me apresentar pra ela.
Depois, finalmente falou.
ERI: É zoeira, moleque… que carinha que você fez, hein… — Exclamou sorrindo levemente e indo embora
contente com sua maldade.
Era zoeira o que ela tava fazendo?
Que maldita.
Entrei em pânico.
Me caguei de medo.
Já me via saindo de casa, igual o Chaves quando chamaram ele de ladrão.
Que filha da puta.
Como ela me enganou!
Mas bem, isso quer dizer que ela não percebeu quando eu olhei, hehe.
Respirei super aliviado.
Meu Deus.
Caminhei até onde estavam todos. Quando cheguei, Erica me olhou com cara de “que canseira eu te dei” e riu baixinho.
Óbvio que eu também.
Além do mais, no fim das contas, ela tinha gasto um tempo pra fazer uma zoeira comigo.
Até me senti importante por um segundo.
Conversamos todos juntos por um tempo. A Erica não me dava muita bola. De vez em quando ela me olhava e ria do que tinha feito comigo.

Eu tentava puxar conversa, mas ela se fazia de importante. O personagem de rebelde caía perfeitamente nela.

Mas alguém decidiu quebrar aquela barreira de gelo.

MA: Por que vocês não vão até a padaria e compram uns doces, de quebra você mostra um pouco do bairro pra ela?

Erica pulou na hora.

ERI: Também não faz tanto tempo que saí daqui pra não conhecer haha. - Respondeu sincera e educada.

Parecia que não queria de jeito nenhum me acompanhar.

Foi aí que a Sandra interveio.

SAN: Vai, filha... de quebra você conhece um pouco mais o Julián.

Ela virou e fez cara de "é necessário mesmo?"

Meu pai fez um gesto pra ela ir.

Nunca tinha me sentido tão rejeitado na vida.

Mas finalmente, ela cedeu.

ERI: Tá bom... - Limitou-se a dizer.

Eu, bem desconfortável com a situação, levantei e comecei a caminhar.

Ela, com cara de certo aborrecimento, ou pelo menos parecia, veio atrás de mim.

Não estava nervoso, mas sim um pouco desconfortável.

Como se estivesse obrigada a me dar moral.

Ao cruzar a porta da frente, comentei:

YO: Não precisa vir se não quiser. Eu vou comprar.

Claramente deixei claro que tinha captado perfeitamente o aborrecimento dela com a situação.

ERI: Outra coisa melhor pra fazer também não tenho... vamos! - Expressou. E começou a caminhar em direção à rua.

Bom, obrigado!, pensei ironicamente.

Não sabia se falava com ela ou não.

Pensei em tentar só uma vez. Também não ia ficar aguentando as indiretas dela.

YO: Tá chateada de voltar de Córdoba, né?

Ela me olhou meio de lado.

ERI: Um pouco, mas o que dá pra fazer...

Íamos caminhando. Ela um pouco à minha frente.

YO: Eu estaria igual, tendo toda sua vida num lugar...

ERI: É, bom, quem tá com fome? - Me disse mostrando que não tava interessada em falar sobre esse assunto.

Fiquei em silêncio.

Puta que pariu, era complicado seguir o fio da meada assim.

Além do mais, eu me irrito rápido, então preferi calar a boca e aguentar o desconforto. momento. Acho que ela percebeu. E decidiu, finalmente, ceder um pouco na atitude. ERI: E aí, você tem namorada ou algo assim? – Perguntou sem filtro. Primeiro me surpreendeu ela querer conversar. E segundo, essa pergunta. EU: Não, e você? ERI: Não, não tenho namorada, hehe. Pelo menos ela soltava uma piada. EU: Haha... e namorado? ERI: Tá te interessando? – Disse com aquele jeito de levantar uma sobrancelha. EU: É só uma pergunta... – Respondi sério, olhando pra frente. Se ela ia ter essa atitude de desinteresse comigo, então eu ia fazer o mesmo. Não ia deixar que me afetasse. ERI: Não... – Limitou-se a dizer. EU: E por aqui você tem amigos? ERI: Cê é do FBI? Haha EU: Bom, se quiser eu falo de futebol, sei lá... – Falei com certa irritação. ERI: Você é foguento... gostei... – Disse com satisfação. Sim, tenho amigas que não vejo há mil anos... Chegamos na padaria. Entrei pra comprar e ela ficou na porta com o celular. Parece que ela não gostava muito de socializar e, menos ainda, sendo a novata. Era uma pessoa difícil de lidar. Ia me custar muito. E agora que íamos ser vizinhos no bairro, eu ia ter que me acostumar. Depois de comprar, no caminho de volta, ela quase não falou comigo. Fazia tempo que eu não sentia aquela desconforto com alguém. De certa forma, era compreensível. Ela não me conhecia e não tinha por que falar da vida dela. Só esperava que isso mudasse. Já que eu queria me dar bem com ela. O resto da tarde passou mais ou menos normal. De vez em quando ela dirigia a palavra pra mim e eu respondia na boa. Talvez, aos poucos, ela começasse a se soltar mais. Embora sempre mantivesse aquela espécie de distância. Talvez fizesse por obrigação, já que dava pra notar o enorme respeito que ela sentia pelo meu velho. E era lógico, ele tinha adotado ela como filha. Durante o jantar, às vezes, eu sentia que meu olhar escapava pra ela. Não sei o que, de todos os seus atributos, tanto pessoais quanto físicos, me pareciam tão interessantes. Mas ela tinha algo. Claramente. Para No começo, ela tinha uma beleza natural que funcionava como uma espécie de ímã.
Muito atraente.
Além disso, se tinha uma coisa que eu gostava nas mulheres, era quando usavam franjinha.
Mas, o que eu tô falando disso?
Não devia ser assim.
Antes de ir embora, Erica falou comigo uma última vez.
Me olhando meio de cima a baixo.
ERI: Ei, tem alguma academia por aqui perto?
YO: Tem, por essa rua, a três quadras tem uma... não sabia que você malhava (embora parecesse)
ERI: É, você vai lá, né?
YO: Como você sabe? kkk
Ela me olhou como se não quisesse responder.
Fez um gesto meio estranho que eu interpretei como se fosse óbvio que eu frequentava academia. Mas que ela não queria dizer.
E a verdade é que eu tava bem em forma.
"Bom, a gente se vê...", ela disse sem lembrar meu nome.
YO: Julián... – completei pra ela
Ela sorriu de lado e se virou pra sair com a mãe e meu velho.
Aquele jeito que ela olhou, de alguma forma, me fez corar.
Senti assim.
Não pareceu aquele olhar que você dá pra um primo ou um irmão.
Tinha outro tipo de intenção, mesmo que só eu tenha notado.
Como se fosse um primeiro e pequeno sinal de cumplicidade comigo.
Não sei por que, mas aquele sorriso ficaria gravado na minha mente.
Tanto, que eu não pararia de pensar nela.
E a última vez que lembrava de me sentir assim, foi quando eu queria que uma mina me desse bola.
Muito estranho.
Será que eu podia ter esse sentimento?
Acho que não. Mas era assim.
Ou talvez eu esteja exagerando e talvez seja só impressão, já que uma nova irmã é algo atípico pra mim.

Naquela mesma noite, já quase de madrugada, tava de bobeira no face.
Fiquei tentado a fuçar o perfil dela, mas com certeza ia aparecer pra ela nas sugestões, e isso é muito dedo-duro. E decidi não fazer.
Por que ela me gerava tanta curiosidade?
Apareceu uma notificação.
Olhei no sininho e não tinha nada.
Alguém que comentou algo e apagou arrependido, pensei.
Mas não era isso.
Era uma solicitação de amizade.
Tinha algumas pendentes, mas que surpresa foi quando vi que a que tinha entrado era da
"Erica Herrera".
Sim, essa Erica.
Fiquei tipo, what?

Era só um pedido de amizade numa rede social. Não era um pedido de compromisso. Mas, mesmo assim,
me pegou de surpresa.
E pra melhor.
Pensei em aceitar na hora, mas não queria parecer um desesperado. Então decidi aguardar.
Depois de um tempo, enquanto via vídeos de chineses fazendo casinhas com barro, chegou uma mensagem
na minha caixa de entrada.
"Tô te vendo online, gato... tá se fazendo de difícil pra aceitar???" Vou cancelar, hein...
Quase caí da cama.
Que mina ousada!
E eu nem tinha percebido isso, que ela podia me ver.
Respondi na hora, me fazendo de bobo.
"Kkkk perdão!! Não tinha visto"
Imediatamente parei o que tava fazendo e fui aceitar.
Não queria dar motivo pra uma briga besta, já que a gente tinha acabado de se conhecer.
"Confirmar".
Fiz isso.
Agora sim, já aparecia todo o conteúdo dela online.
EU: Prontooo kkkk
ERI: Ainda bem... já ia cancelar
EU: Hahaha
ERI: Queria te perguntar uma coisa
Hmmm.
EU: Sim, fala.
O que ela poderia me dizer? E nessa hora?
Tava ficando curioso.
ERI: Como é essa academia que você vai? É boa?
Aaah. Era isso.
Já tava me achando estranho.
EU: Aah... sim, é grande, boas máquinas, espaçosa... por quê?
ERI: O que você achou que era?
Sempre tão afiada nas expressões.
EU: Nada, nada hehe
ERI: Ok... e vai muita gente??
EU: Mais ou menos... não enche, não kkkk
ERI: Hmmm não sei... sei lá... bom, obrigada!
EU: Imagina!
ERI: Beijos
Assim seca ela se despediu.
Sem mais.
Me despedi e segui na minha, já ia ser rotineiro isso. Por isso decidi não dar muita
importância.
O que me deixou curioso mesmo, foi ver o perfil dela.
Então fui dar uma olhada.
Como esperava, ela tinha milhares de fotos.
Uma foto me prendeu.
Ela estava na praia de biquíni.
Fiquei corado ao ver.
Tanto que depois de ver, decidi não continuar olhando.
Ela estava com o que parecia uma amiga.
Com um conjunto cor de turquesa.
Um corpo divino. Fiquei muito impressionado, sério.
Ela estava com o cabelo assim como agora, comprido e com franja.
Mas o que mais me perturbava, de alguma forma, eram os peitos dela.
Era errado eu ficar olhando. Eu sabia. Mas não conseguia parar de olhar.
Ela tinha bastante peito. Era isso ou um push-up.
Embora eu estivesse mais inclinado para a primeira opção. Ou desejando que fosse, né.
Se eu não conseguia tirar da cabeça o sorriso lindo dela, agora os peitos dela, menos ainda.
E, além disso, me sentia culpado por causa disso.
Sentia meu pau ficando duro e eu não tinha controle.
Como tinha acontecido isso?
Deus ia me castigar com certeza.
E eu merecia.
Mas o que eu fazia agora?
Normalmente, quando fico excitado, eu bateria uma com certeza.
Posso admitir, fazia isso regularmente.
O problema é que a ereção que eu estava tendo era por causa da minha meia-irmã. E isso soava terrível.
Desliguei tudo e tentei pensar em outra coisa.
Fiquei rolando na cama, mas não conseguia me concentrar em mais nada.
Que punheteiro!, pensei. Só por uns peitos eu estava assim.
Mas era um pouco mais que isso.
Não eram só os peitos dela, ela também era muito gata.
No fundo, era o tipo de mulher que eu sempre olhava mais.
Com todas as características. Alta, com bunda, peitos, cabelo ruivo e olhos claros.
Parecia de propósito.
Quanto mais eu pensava nisso, pior ficava.
Eu estava com o pau duríssimo.
Deixei ele um pouco pra fora da cueca. Talvez assim passasse um pouco.
Não era tão comprido, sei lá. Mas era grosso.
Lembro que uma vez uma mina me disse que eu tinha um pau "bem bonito" haha.
É. Ela usou essas palavras.
Mas, enfim, naquele dia foi difícil me concentrar em outra coisa pra conseguir dormir.
Consegui finalmente, sem bater uma.

Nos dias seguintes não tive notícias da Erica.
Ela não falou comigo de novo nem nada do tipo.
Vi meu pai duas vezes quase de passagem, mas dela, nada.
A gente morava a duas quadras de distância, mas nem na rua eu tinha esbarrado com ela.
Minha mãe também me perguntava se eu falava com ela. Ela tinha esperança de que a gente se desse bem.
Pensei em escrever pra ela e convidar pra dar uma volta por aí, pra mostrar o bairro e sei lá.
Tinha vários lugares maneiros que ela podia curtir.
Mas como falar sem parecer um chato?
Olhei os contatos do face e ela tava online.
Fiquei pensando como mandar "Oi, quer dar uma volta pelo bairro? Pra conhecer", "Oi,
tá afim de sair por aí?"
Nenhuma me convencia.
Até que me veio uma boa.
EU: Oi!
Só precisava que ela respondesse e pronto.
E depois de dois minutos, foi assim.
ELA: Oi, tudo bem??

4 comentários - Erica, Minha Meia-Irmã IX

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Porque no usas Patreon? Ahí tendrás un ingreso mensual y das beneficios a suscriptores.
queres cobrar por semejante basura infantil?
Veo una alma cobijada por un resentimiento ruin sin razón
Tenes que seguir con esta historia y con la de mi mejor amiga, tu manera de relatar es increible, no solo es erotismo y sexo sino que te atrapa un monton y a diferencia de muchos relatos de la plataforma tiene una historia muy detallada detras. +10 siempr