No dia seguinte, um dos dois banheiros estava ocupado pela Karina, aquele banheiro ela sempre ocupava, mas espera um pouco quando a jovem figura, bem torneada da Karina saiu com um conjunto preto de renda, tão lindo que aquele corpo ficava… Karina: espero que não te incomode ou atrapalhe eu andar assim pela casa. Carlos: pelo contrário, você alegra meus olhos, Karina. O sorriso dela, tão safado, me pegou, o amigo entre minhas pernas começou a acordar, eu nem tentei acalmar e ela viu. Karina: cabelo curto, né? Carlos: como tem que ser com tanta pólvora. Pode entrar e usar o banheiro, nisso bateram na porta, não abri o banheiro completamente porque já tava pelado pra tomar banho, era a Susana, a mais velha, ela falou se não tinha problema enquanto eu tomava banho ela terminar de se maquiar, disse, ela tava de boxer e um sutiã branco, levava a calça e a blusa pra vestir… Falei vou entrar no chuveiro e você passa… E foi o que ela fez. A Silvia, Angélica e Leydi estavam vestidas, enquanto a Jaqueline nem o pijama tinha tirado. Quando terminei de tomar banho a Susana ainda tava no banheiro, saí com a toalha enrolada, eu já tava a mil vendo aquele bundão… Susana: não saí porque quero falar com você, preciso de dinheiro e não posso te falar que vou te pagar porque não tenho renda agora e se pedir adiantamento vou ficar com a semana incompleta, então traz teu pau e enfia na minha racha, deixo você gozar dentro, tô me cuidando e não tem risco de engravidar… Sem pensar, tirei a toalha e meu pau duro saltou na vista da moça, ela tirou a boxer, pedi pra ela apoiar as mãos na pia, enquanto eu com meu pau bem duro brincava entre os lábios da buceta dela, procurando a cavidade molhada, achei mas ainda tava meio seca, mas não quis lubrificar, por causa do tempo que a gente tinha, senti o caminho áspero mas quando enfiou tudo, ela deu um suspiro. Susana: ai, caralho, você tem ele grande mesmo… Vai fundo então, não vou reclamar. Carlos: você também tem grande, entrou fácil e olha que não lubrificamos. mas vamos passar um tempinho gostoso. Comecei o mete e tira devagar, logo no terceiro mete e tira, a pussy dela pintou de branco meu cacete. Ouvi baterem na porta, era a Jaqueline, imaginei que aquela pussy era a dela. Tampei a boca da Susana e acelerei o ritmo, um mete e tira violento, me abaixei e sussurrei no ouvido dela. Carlos: Toma meu leite, cachorra, vou te dar gostoso, mas quero que saiba que tô de olho no seu cu, deve ser mais apertado que essa peneira de pussy que você me dá… Toma meu leite, putaaaaaaa! 3 descargas foram suficientes pra encher aquela pussy. Carlos: Pronto, vagabunda, aí tem minha descarga, mas se quiser dinheiro, vai ter que dar o cu pra eu despejar. Susana: Preciso de dinheiro, agora mesmo. Dei 200 pila pra ela, e fui me trocar. Saí enrolado na toalha e a Jacque ficou me olhando tímida. Olhei de canto pra ela naquela pijama de princesas, mmmm minha mente começou a viajar, mas me concentrei em outras coisas, não queria pensar naquela pussy possivelmente virgem. Cheguei no escritório e minha surpresa foi ver a Karlita lá, pronta pra trabalhar. Antes que eu falasse qualquer coisa, ela disse que queria começar a trabalhar desde já. Aceitei e dei uns arquivos pra ela organizar e atualizar os que já tinham pasta. Chegou a hora do almoço e falei pra Karlita irmos comer. Ela tinha trazido uma marmita que a mãe dela fez, mas insisti até que fomos. No caminho, a gente ia cantando, eu não conseguia parar de olhar pra aquele par de pernas lindas, com aquele vestido branco ela tava espetacular. Ela me perguntou sobre as primas e a tia, e quis saber se eu achava difícil ter tanta mulher lá em casa… Falei que não, sorrindo, ela continuava perguntando, mas eu sabia pra onde as perguntas dela iam. Karlita, eu não tenho interesse em relações passageiras ou só por sexo, eu quero uma relação mais estável. Gosto de uma garota, mas ela é mais nova que eu e não quero que ela pense que quero me aproveitar…
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