Ok Karlita, vou fazer porque você tá me dando sua palavra… Ela sorriu e me agradeceu… Na sexta seguinte, cheguei na casa e a dona Karla tava lá. Falei que tava com a resolução e que a gente já tinha 50% de avanço, e que se ela me desse os 17 mil, ela disse: "sim, doutor, deixa eu avisar meu marido ou o senhor prefere esperar? Ele chega em 2 horas…" "Tá bom, mas me avisa, por favor, que tô aqui…" Liguei pra ele e, quando desliguei, o rosto dela desabou… Não combinava com a calça justa que ela tava usando, que mostrava aquelas nalgas enormes… Perguntei: "Dona Karla, aconteceu algo?" Karla: "Não, doutor, é que ele chega em 2 horas." Eu: "Por que essa cara de abatida?" Karla: "É que a gente não tem os 17. Meu marido pegou 2 mil pra pagar a mensalidade da nossa filha, e ia repor na semana que vem. Não quero que o senhor pense que a gente tá abusando da sua boa vontade." Eu: "Dona Karla, olha, não quero ser mau caráter, mas não esperava esse tipo de coisa… Me diga o que a gente pode fazer. É questão de mais uns 7 dias e o problema da senhora tá resolvido, mas como eu vou garantir que vão me pagar pelo trabalho?" Karla: "Juro que a gente vai pagar, dessa vez foi por necessidade." Eu: "Necessidade? Eu também tenho necessidade! Olha, vou falar na lata… Minha maior necessidade é que eu tenho um foguete entre as pernas… Tá cheio de porra e quero que alguém me ajude… Se a senhora me ajudar, dou um prazo; senão, pego os documentos e desfaço tudo." Karla: "Doutor, eu não posso fazer isso, pensa em outra coisa." Eu: "Ajoelha e chupa minha pica como uma puta… Você não tem opção nem barganha… Quero gozar na sua boca, sua mamasota deliciosa…" Karla: "Meu marido tá chegando." Eu: "Se não quiser que ele nos pegue, se apressa." Karla: "Tá bom…" Ela se ajoelhou na frente da minha pica, tirei ela do esconderijo e comecei a acariciar. Ela abriu a boca e engoliu ela devagar. A boca dela tinha um gosto divino, molhada, minha pica entrava e saía fácil. Ela começou a lamber minhas bolas e subia até a ponta com a língua magistral dela, começou o vai e vem no ritmo dela… Cada vez mais minha… O pau estava delicioso, peguei na cabeça dela e acelerei os movimentos… Assim, vagabunda, adoro como você chupa, puta gostosa. Karla: mmmm, glupe, glupe, aaaahh, doutor, você é um nojento. Eu: cala a boca e chupa. Comecei a meter forte na boca dela… Enfiando e tirando fundo, líquidos misturados escorriam da boca dela e molhavam a blusa, assim, garota, assim que eu gosto… Dócil e submissa… Toma, enfia meu pau com tanta raiva que eu sentia ele chegando na garganta dela… Com a mão, segurava a cabeça dela para que não tentasse se afastar… Ela soltava o pau com vontade de vomitar… Mas não deixei ela em paz, continuei metendo até soltar seis jatos na boca dela… Para minha surpresa, ela engoliu todo o esperma que dei, olhei para ela espantado e, quando passou o último espermatozoide, ela me perguntou: eu tinha que comer? Eu: você é uma vagabunda, sabe o que faz. Karla: não me trata assim, por favor. Vou trocar de blusa. Naquele instante, mil opções vieram à minha mente de como finalmente comer aquela senhora, então entrei sem permissão e pude ver que ela estava no quarto dela, vi aqueles pezinhos rosados daqueles peitões… Entrei e falei: desculpa, senhora, mas estou com vontade de comer sua bunda, quero te foder. Karla: você é louco? Já te dei um boquete, filho da puta, me deixa em paz, não vou ser sua puta… Carlos: podemos chegar a um acordo com o resto do dinheiro em troca de você deixar eu te comer. Karla: que hora ruim para fazer negócios com você. Me aproximei e beijei ela sem avisar, peguei ela pela cintura, apertei as nádegas dela com as mãos e ela soltou um gemidinho. Carlos: essa puta já está excitada, né? Karla: você é um idiota. Carlos: vamos ver como está essa buceta. Desabotoei a calça dela e vi a renda da calcinha, abri caminho com dois dedos e pronto, lá estava ela molhada, pronta para ser penetrada. Carlos: então, vagabunda, deita na sua cama, sem roupa, vou te foder até pelas orelhas, sua safada, essa buceta não pode ficar assim. Karla: mas se apressa, meu velho já vai chegar…
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