Fala aí, galera! Resolvi trazer uns relatos das minhas "aventuras" pra vocês. Como não conseguia decidir por onde começar, resolvi ir lá do início de tudo e ir seguindo a partir dessa história. Vou tentar contar tudo do jeito mais fiel possível ao que rolou, mesmo que já tenha uns bons anos. Os nomes das pessoas envolvidas podem ser trocados ou não.
Tudo começou num sábado de verão, uns 11 ou 12 anos atrás, na costa leste da Espanha (Alicante). Na época, eu era só um estudante idiota, sem nenhuma experiência sexual, e só tinha duas maneiras de aliviar minha frustração: uma era a pornografia na internet... mas morando na mesma casa que meus pais e uma irmã dois anos mais velha que eu (Eva), não é que eu tivesse muita privacidade ou oportunidade. A outra? Esportes feito um louco, sair pra correr de segunda a sábado às nove da manhã. Naquele sábado, as duas formas de alívio iam se encontrar, porque eu tinha o costume de tomar um banho rápido depois de correr. Mas como os domingos eu usava pra descansar, decidi que no último dia de esporte ia dar 110% das minhas energias e chegar em casa destruído, mas em vez de um banho rápido, seria um banho demorado, o que me dava tempo e privacidade.
Antes de sair pra correr, eu dedicava uns minutos aos alongamentos, que fazia no hall da casa, entre a cozinha e a sala de jantar. Naquele dia, saía mais barulho que o normal da cozinha. Era minha mãe preparando o café da manhã, mas ela também começou os preparativos do almoço (coisa que normalmente não fazia ao mesmo tempo). Intrigado, perguntei:
— Mãe? Que barulheira toda é essa que você tá fazendo? — perguntei entrando na cozinha.
— O quê? Ahhh, esqueci de te contar ontem — disse minha mãe segurando uma paellera.
— O quê? Que você perdeu a cabeça e resolveu fazer paella no café da manhã, né? — falei rindo.
— Não... seu bobinho, é que seus tios de Madrid vão passar uns dias aqui e eu tenho que preparar comida pra seis.
— Quais? — Em Madrid tenho cinco pelo lado do pai, e "seus tios de Madrid" não é uma informação muito boa.
— Bem, seu tio, o marinheiro, e a mulher dele. Disseram que chegariam lá pras onze ou meio-dia. Tem tempo de sobra pra você sair pra correr, tomar um banho e arrumar a bagunça que é o seu quarto.
— Ok... ok... já tô indo — saí e fui correr.
Justamente esses tios me visitarem não era algo muito comum. Esse tio, por parte de pai... De pai, não que ele costumasse nos visitar... a gente ficava a mais de 400 km de distância, mas a gente se falava muito por telefone e Skype. E como ele era da marinha, me mandava umas paradas como maquetes de navio, roupa e até um boné de capitão que eu deixava pendurado na parede bem do lado da minha cama. Depois de uma hora e meia, mais ou menos... eu não aguentava mais, tava um zumbi, fiz o último quilômetro praticamente andando e, bem na entrada, um carro com um adesivo que dizia "torpedo de 30cm carregado e pronto pra batalha".
- 30cm? Ha! nem nos seus sonhos... falaram umas onze ou doze horas... é, claro - entrei.
Quando entrei em casa, gritei um "cheguei!!" pra meus tios virem, eu cumprimentar eles e ir logo tomar um banho. E foi isso, apareceu meu tio, um cara de uns trinta e poucos anos, normalzinho, careca, pele bem morena, não muito forte (basicamente o trampo dele era ficar num navio olhando uma tela o dia inteiro e, fora disso, pegar um sol e malhar um pouco no tempo livre). Ele apertou minha mão e falou:
- E aí, garoto... veio de esporte? isso é bom, mas falta um pouco mais de músculo. Mais uns anos e você vem comigo virar um homem de verdade hahaha.
Quem me recebeu depois foi minha tia Chloé, também na casa dos trinta, acho. Talvez alguns de vocês passem pelo que eu passo com minha tia Chloé... é que, sendo a tia mais gostosa que tenho, eu coloco ela num pedestal tão alto que, não importa o que aconteça ou o que ela faça, sempre a vejo perfeita. Mesmo que ela estivesse do lado de outra mulher mais bonita, eu ia olhar pra minha tia. E naquele momento foi isso que aconteceu. Apareceu Chloé, uma mulher magra mas com umas curvas, e como eu tava olhando pro chão, comecei vendo ela pelos pés. Ela tava usando um All Star Converse daqueles cano alto com umas meias pretas que iam até o joelho, uma calça jeans shorts bem justa e, quando digo shorts... é que eram bem curtos e apertados, e eu só conseguia pensar: será que tem alguma coisa por baixo? O que eu descobriria mais tarde. tarde... e uma camiseta do Jurassic Park que tinha um lado enfiado na calça e o outro pra fora, óculos de grau que ela variava entre uns retangulares pequenos e outros mais quadrados, quase sem maquiagem e uma cabeleira preta ou castanha (não lembro direito a cor, já que ela tinha e ainda tem a mania de mudar a cor do cabelo com frequência) solta, mas também meio presa por um lenço azul, dobrado de um jeito que virava uma tiara. Como eu disse, nada de outro mundo, mas mesmo que eu colocasse uma modelo na minha frente; maquiada perfeitamente, com um vestido justo, um decote de matar e uns saltos altíssimos... sei lá, eu continuaria olhando pra minha tia Chloé.
- Mas é claro, rapaz! Como você tá alto e gostoso, aposto que tem que se livrar das mina aos montes - disse minha tia num tom alto e meio exagerado.
- É sim sim sim... kkk - falei num tom meio sarcástico e desanimado.
Chloé chegou perto de mim, me segurou pelos dois ombros e dei dois beijos, um em cada bochecha, e ela fez o mesmo. Abri um pouco a boca, não lembro o que ia dizer naquele momento, porque na hora que abri, uns lábios bateram na minha língua e no meu lábio inferior... acontece que a Chloé cresceu no sul da França, onde costumam dar 3 beijos pra cumprimentar e... bum! Mente em branco... É, pode ser que um "beijo", se é que dá pra chamar assim, não seja motivo pra fazer festa, mas pra um adolescente sem namorada...
- Nossa, desculpa, desculpa, é o costume, me perdoa - ela soltou meus ombros.
- Não, nada não, fica tranquila, eu... vou subir pra me limpar, tô todo suado.
- É verdade, agora minhas mãos tão suadas só de te segurar - ela deu uma risadinha e foi pra cozinha lavar as mãos.
- Bom, agora distribui você - veio da sala.
Eram meus pais, minha irmã e meu tio jogando cartas, minha tia não jogava, mas ficava vendo. Eu subi pro banheiro de cima. A casa tinha 3 andares: o térreo com sala de estar e jantar, cozinha e um banheiro pequeno que, desde um mês atrás, tava com a água cortada por um vazamento e esperando conserto; o andar seguinte com quartos e 1 banheiro; e por último um sótão que a gente usava como depósito. Entrei no banheiro com um baita volume na calça.
- Porra, não fode... Espero que ela não tenha notado.
Abro a torneira e coloco o tampão da banheira pra encher um pouco, enquanto vou pegar roupa limpa e boto uma música num som portátil pequeno. Fecho a porta e entro... Umas 30 min se passaram, sem fazer nada, só relaxando deitado, submerso, só parte do rosto pra fora pra respirar. A música tava baixa porque minhas orelhas tavam dentro d'água. Não conseguia parar de pensar naquela batida, naquela... O jeito dela se vestir, no corpo dela e principalmente naquele sotaque francês, por mais que ela pronunciasse bem e desse pra entender, não conseguia se livrar dele, assim como da ereção que ela me causou.
- Bom... foda-se, se você não sumir por conta própria, eu vou fazer isso...
Como não tinha nenhum tipo de "entretenimento visual", tive que apelar pra imaginação... fechei os olhos e lembrei de cada curva, cada pinta, a figura dela, aqueles olhos verdes, a música ainda tocava e em pouco tempo boom acompanhado de um *Chloé, Chloé, Chloé, Chloé...* olhei pro relógio... bom, já tá na hora de ir terminando, tirei o tampão, mudei pro modo chuveiro, esponja e sabão pra tomar um banho rápido.
Já seco e vestido, pensei... arrumar o quarto? Na... passo. Desci pra sala deixando toda a roupa jogada pelo banheiro, entrei e vi todo mundo sentado na mesa jogando cartas ou vendo eles jogarem, como era o caso da minha tia Chloé, eu só procurei o sofá e me joguei de bruços gritando: abatido!! e meu tio respondeu: baixas aceitáveis, sem problema!!!. Liguei a TV, virei um pouco de lado e deixei o tempo passar, enquanto entre uma partida e outra ouvia minha mãe junto com minha tia Chloé irem pra cozinha, ensinando ela a fazer paella, ok, ignorei elas e continuei enrolando até a hora do almoço.
- Vão arrumando a mesa que isso já tá pronto!! - gritou minha mãe da cozinha.
- Beleza, já, já - disse alguém seguido de muito barulho ao limpar a mesa.
- E alguém acorda o zumbi do sofá que com certeza tá dormindo.
- Tô acordado - falei.
- Pera... abatido, cê disse? só covarde se faz de morto - disse meu tio entre gargalhadas.
Já no almoço, depois de uns assuntos de conversa, alguns interessantes outros nem tanto, ouvi minha mãe falar.
- O que me espanta é que o envergonhado que temos como filho, não reclame de alguém ter entrado no banheiro enquanto ele tomava banho, já que ele odeia tanto isso.
- O que cê disse? - falei como se estivesse distraído enquanto meu coração acelerava.
- Nada não... sua tia que Entrou no banheiro, não aguentava mais e quando desceu falou pra gente que nem te incomodou nem nada, que você não ligou.
— Bati na porta e falei que não aguentava nem mais um minuto, e ele disse que sim, sem problema, como ele tinha o box fechado não dava pra ver nada e, bom... o volume da música tava meio alto, mas com aquelas músicas tão calmas e relaxantes acho que deu pra ouvir tudo... vocês brincando, a água se mexendo... e, bom, acho que ele me ouviu... falei tudo.
Surgiram outros assuntos, mas eu não entrei porque minha cabeça tava em outro lugar. Tudo? Quando ele ia entrar? Ele me ouviu? Eu não ouvi nada... Literalmente não levantei o olho do prato o resto da comida toda, terminei e levei meus talheres, prato e copo pra cozinha pra não atrapalhar, sentei no sofá e fiquei vendo TV, depois de um tempo.
— Bom, vamos continuar de onde paramos, minas vs caras, tira essas cartas que vamos dar uma surra em vocês, mocinhas — falou minha irmã Eva.
Eu continuei olhando a TV no sofá, de costas pro resto. A sala de estar e a sala de jantar são no mesmo cômodo, a única coisa que separa uma da outra é uma parede baixa de um metro e meio e dois degraus de um lado, deixando a sala de estar mais alta que a de jantar. Mas com o barulho da galera jogando e sendo o mesmo cômodo, ver TV é bem chato.
— Então! O que você tá vendo? — disse Chloé sentando do meu lado de repente.
— Nada, o de sempre, um filme que repetem toda vez que ficam sem ideia, hehe...
— Olha só, agora você tá bem molinho, diferente de antes — disse ela sorrindo pra mim enquanto passava a mão no meu braço.
— Chloé, pega o café — falou minha mãe enquanto passava um copo pra ela. Ela pegou e deixou numa mesinha na nossa frente.
— Uma coisinha, a música de antes no banheiro, você não lembra o nome, né? — perguntou ela me dando tapinhas sem parar na perna.
— Não... mas se quiser, depois passo todas pro computador ou pro celular.
— Ok, então depois — disse ela se encostando mais ainda em mim.
— Cansou? de ver eles jogando, parece, né? - falei com uma risadinha forçada.
-Exato... tô de saco cheio, e a letra? lembra da letra da música? - na mesma hora, enfiou a mão dentro da minha calça, pegou na minha pica, e com a outra mão baixou um pouco minha calça e a cueca, e disse enquanto subia e descia a mão me masturbando.
Olha, é que não paro de pensar e pensar, mas não entendo, onde é que entra a letra de Chloé, Chloé, Chloé, Chloé... nessa melodia - sussurrou pra mim enquanto continuava me masturbando, aumentando o ritmo.
-Mas tia, que porra você tá...? - falei o mais fraco que consegui.
-Sim sim sim... uma coisinha: quando você estiver perto de gozar, aperta minha mão com força e depois solta rápido... ok? pra não deixar tudo uma bagunça, e por favor, não faz barulho - com a mão livre, pegou um lenço, colocou na coxa dela e depois segurou minha mão.
-Ok.
Mudava o ritmo e me encarava, eu olhava pra ela, mas ela sussurrava que não, pra eu ficar reto e olhando pra tv de frente, porque se quem tivesse atrás olhasse pra gente, não veriam ela, já que a gente era mais alto e ela tava meio deitada, além de ser mais baixinha, não veriam, mas se eu ficasse reto... se me vissem olhando direto pra baixo e pra esquerda, onde ela tava, seria estranho... Depois de um tempo, apertei a mão dela com força, ela mexeu a mão, pensei que talvez tivesse apertado demais e soltei (esqueci que tinha que soltar, mas mesmo assim fiz) rápido, ela colocou a mão na minha cara tapando minha boca, parou de me olhar, abriu a boca e enfiou a ponta da minha pica dentro, apertou forte com os lábios enquanto continuava me masturbando, quando senti a língua dela roçar, gozei tudo. Pulso a mil por hora, a cara? vermelha de tentar não fazer barulho, ainda ouvindo uma puta bagunça atrás de mim, nem ousava respirar. Depois de uns segundos de calma, Chloé levantou a cabeça vendo que não ia sair mais, me olhou por um tempão, sorriu, abriu a boca mostrando ela cheia de porra, fechou e, com um sorriso... engoliu.
- Tinha que saboreá-la - disse ela, toda contente.
-Mas... e o lenço? - perguntei sussurrando, procurando o lenço que não encontrei, mas que estava jogado no chão de quando ela se jogou.
-Sim, claro, pra limpar quando terminasse, né? Ué, espera, ainda não limpei tudo - ela lambeu meu pau bem devagar, pegou o lenço e passou em mim, depois limpou os lábios e perguntou se tava tudo bem... quando viu que eu concordava com a cabeça, pegou o café, virou de uma vez e se levantou.
-Muito tasty o café! Mas depois desse banquete, tenho que ir ao banheiro.
-Pega papel higiênico no armário, que eu usei tudo antes e esqueci de repor - disse minha irmã Eva.
Depois de um tempo, Chloé desce, fica atrás do sofá, se apoiando no muro de metro e meio pra ganhar altura e sussurra no meu ouvido:
-Ainda bem que sua irmã lembrou de falar do papel, porque fui ao banheiro só pra me masturbar e se não tivesse papel... teria descido com a calcinha escorrendo, haha, claro que quando eu tirei já tava meio molhada, ops, ji ji - ela se virou e continuou vendo eles jogarem cartas.
O resto da tarde não foi muito relevante, continuaram jogando... eu fiquei jogando no DS, falaram de assuntos sem importância pra mim, do que faríamos nos dias seguintes, dava pra ver movimento de entrar e sair, já que prepararam o jantar no jardim (algo na churrasqueira). No jantar, ao contrário da tarde toda, eu estava presente... perfeito pra minha tia Chloé usar esses momentos pra tirar informação.
-Ok, com sua irmã já tô mais ou menos por dentro... ela tá solteira, blá blá blá, agora é sua vez, vamos ver: alto, corpo bonito de fazer esporte e bronzeado, também do esporte... pode ser que precise de um bom corte de cabelo ou roupa melhor, com certeza de terno você ficaria arrasador, no geral você é bonitinho... Me diz, já tem namorada? Ou tem que ir tirando elas de cima? - antes que eu pudesse responder, minha irmã sentada Ao lado, Chloé soltou uma gargalhada.
— Namorada, cê disse? Ja! O Virgem com uma namorada? Vamos continuar com as piadas — disse minha irmã entre risadas.
— Fecha a boca, vai.
— Sério? Desculpa… melhor mudar de assunto — disse Chloé meio envergonhada.
Passaram-se as horas e os viciados em jogo continuavam na deles, algo normal em quase todos os meus tios, claro que eu fazia o mesmo só que com videogames. Depois de um tempo, Chloé olha pro relógio e menciona que são onze e meia, que tá com sono. O problema é que a única coisa que tinha as dimensões de uma cama de casal, que seria onde meus tios dormiriam, é o sofá da sala, e eles planejavam continuar jogando até as 3, então ninguém dormiria direito. No meu quarto tinha outro sofá-cama um pouco menor, e meus pais sugeriram que, já que eu também ia dormir logo, a Chloé podia dormir no sofá-cama do meu quarto, meu tio no da sala às 3 e o resto nas camas. A única coisa que precisávamos fazer era mover uma escrivaninha pra abrir o sofá e pronto. Chloé pegou uma mochila com roupa (pijama), subiu e começou a se ouvir barulho de móveis sendo arrastados.
Sinto te deixar pendurado nessa parte, mas dá pra dizer que o primeiro dia passou batido até meia-noite, e aí a segunda parte dessa história começaria no dia 2. Desculpa se o enredo até agora não é muito "hot", mas como dá pra ver, vai melhorar com o tempo. Espero que esteja tudo bem narrado e que eu não tenha cometido erros; se tiver, me avisem (dos erros a gente aprende, mas se eu não vejo... não rola). Tô aberto a sugestões pra melhorar, espero que tenham curtido e em breve começo a próxima parte, valeu.
Segunda parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3946586/2-Mi-tia-francesa-Chloe-II.html
Tudo começou num sábado de verão, uns 11 ou 12 anos atrás, na costa leste da Espanha (Alicante). Na época, eu era só um estudante idiota, sem nenhuma experiência sexual, e só tinha duas maneiras de aliviar minha frustração: uma era a pornografia na internet... mas morando na mesma casa que meus pais e uma irmã dois anos mais velha que eu (Eva), não é que eu tivesse muita privacidade ou oportunidade. A outra? Esportes feito um louco, sair pra correr de segunda a sábado às nove da manhã. Naquele sábado, as duas formas de alívio iam se encontrar, porque eu tinha o costume de tomar um banho rápido depois de correr. Mas como os domingos eu usava pra descansar, decidi que no último dia de esporte ia dar 110% das minhas energias e chegar em casa destruído, mas em vez de um banho rápido, seria um banho demorado, o que me dava tempo e privacidade.Antes de sair pra correr, eu dedicava uns minutos aos alongamentos, que fazia no hall da casa, entre a cozinha e a sala de jantar. Naquele dia, saía mais barulho que o normal da cozinha. Era minha mãe preparando o café da manhã, mas ela também começou os preparativos do almoço (coisa que normalmente não fazia ao mesmo tempo). Intrigado, perguntei:
— Mãe? Que barulheira toda é essa que você tá fazendo? — perguntei entrando na cozinha.
— O quê? Ahhh, esqueci de te contar ontem — disse minha mãe segurando uma paellera.
— O quê? Que você perdeu a cabeça e resolveu fazer paella no café da manhã, né? — falei rindo.
— Não... seu bobinho, é que seus tios de Madrid vão passar uns dias aqui e eu tenho que preparar comida pra seis.
— Quais? — Em Madrid tenho cinco pelo lado do pai, e "seus tios de Madrid" não é uma informação muito boa.
— Bem, seu tio, o marinheiro, e a mulher dele. Disseram que chegariam lá pras onze ou meio-dia. Tem tempo de sobra pra você sair pra correr, tomar um banho e arrumar a bagunça que é o seu quarto.
— Ok... ok... já tô indo — saí e fui correr.
Justamente esses tios me visitarem não era algo muito comum. Esse tio, por parte de pai... De pai, não que ele costumasse nos visitar... a gente ficava a mais de 400 km de distância, mas a gente se falava muito por telefone e Skype. E como ele era da marinha, me mandava umas paradas como maquetes de navio, roupa e até um boné de capitão que eu deixava pendurado na parede bem do lado da minha cama. Depois de uma hora e meia, mais ou menos... eu não aguentava mais, tava um zumbi, fiz o último quilômetro praticamente andando e, bem na entrada, um carro com um adesivo que dizia "torpedo de 30cm carregado e pronto pra batalha".
- 30cm? Ha! nem nos seus sonhos... falaram umas onze ou doze horas... é, claro - entrei.
Quando entrei em casa, gritei um "cheguei!!" pra meus tios virem, eu cumprimentar eles e ir logo tomar um banho. E foi isso, apareceu meu tio, um cara de uns trinta e poucos anos, normalzinho, careca, pele bem morena, não muito forte (basicamente o trampo dele era ficar num navio olhando uma tela o dia inteiro e, fora disso, pegar um sol e malhar um pouco no tempo livre). Ele apertou minha mão e falou:
- E aí, garoto... veio de esporte? isso é bom, mas falta um pouco mais de músculo. Mais uns anos e você vem comigo virar um homem de verdade hahaha.
Quem me recebeu depois foi minha tia Chloé, também na casa dos trinta, acho. Talvez alguns de vocês passem pelo que eu passo com minha tia Chloé... é que, sendo a tia mais gostosa que tenho, eu coloco ela num pedestal tão alto que, não importa o que aconteça ou o que ela faça, sempre a vejo perfeita. Mesmo que ela estivesse do lado de outra mulher mais bonita, eu ia olhar pra minha tia. E naquele momento foi isso que aconteceu. Apareceu Chloé, uma mulher magra mas com umas curvas, e como eu tava olhando pro chão, comecei vendo ela pelos pés. Ela tava usando um All Star Converse daqueles cano alto com umas meias pretas que iam até o joelho, uma calça jeans shorts bem justa e, quando digo shorts... é que eram bem curtos e apertados, e eu só conseguia pensar: será que tem alguma coisa por baixo? O que eu descobriria mais tarde. tarde... e uma camiseta do Jurassic Park que tinha um lado enfiado na calça e o outro pra fora, óculos de grau que ela variava entre uns retangulares pequenos e outros mais quadrados, quase sem maquiagem e uma cabeleira preta ou castanha (não lembro direito a cor, já que ela tinha e ainda tem a mania de mudar a cor do cabelo com frequência) solta, mas também meio presa por um lenço azul, dobrado de um jeito que virava uma tiara. Como eu disse, nada de outro mundo, mas mesmo que eu colocasse uma modelo na minha frente; maquiada perfeitamente, com um vestido justo, um decote de matar e uns saltos altíssimos... sei lá, eu continuaria olhando pra minha tia Chloé.
- Mas é claro, rapaz! Como você tá alto e gostoso, aposto que tem que se livrar das mina aos montes - disse minha tia num tom alto e meio exagerado.- É sim sim sim... kkk - falei num tom meio sarcástico e desanimado.
Chloé chegou perto de mim, me segurou pelos dois ombros e dei dois beijos, um em cada bochecha, e ela fez o mesmo. Abri um pouco a boca, não lembro o que ia dizer naquele momento, porque na hora que abri, uns lábios bateram na minha língua e no meu lábio inferior... acontece que a Chloé cresceu no sul da França, onde costumam dar 3 beijos pra cumprimentar e... bum! Mente em branco... É, pode ser que um "beijo", se é que dá pra chamar assim, não seja motivo pra fazer festa, mas pra um adolescente sem namorada...
- Nossa, desculpa, desculpa, é o costume, me perdoa - ela soltou meus ombros.
- Não, nada não, fica tranquila, eu... vou subir pra me limpar, tô todo suado.
- É verdade, agora minhas mãos tão suadas só de te segurar - ela deu uma risadinha e foi pra cozinha lavar as mãos.
- Bom, agora distribui você - veio da sala.
Eram meus pais, minha irmã e meu tio jogando cartas, minha tia não jogava, mas ficava vendo. Eu subi pro banheiro de cima. A casa tinha 3 andares: o térreo com sala de estar e jantar, cozinha e um banheiro pequeno que, desde um mês atrás, tava com a água cortada por um vazamento e esperando conserto; o andar seguinte com quartos e 1 banheiro; e por último um sótão que a gente usava como depósito. Entrei no banheiro com um baita volume na calça.
- Porra, não fode... Espero que ela não tenha notado.
Abro a torneira e coloco o tampão da banheira pra encher um pouco, enquanto vou pegar roupa limpa e boto uma música num som portátil pequeno. Fecho a porta e entro... Umas 30 min se passaram, sem fazer nada, só relaxando deitado, submerso, só parte do rosto pra fora pra respirar. A música tava baixa porque minhas orelhas tavam dentro d'água. Não conseguia parar de pensar naquela batida, naquela... O jeito dela se vestir, no corpo dela e principalmente naquele sotaque francês, por mais que ela pronunciasse bem e desse pra entender, não conseguia se livrar dele, assim como da ereção que ela me causou.
- Bom... foda-se, se você não sumir por conta própria, eu vou fazer isso...
Como não tinha nenhum tipo de "entretenimento visual", tive que apelar pra imaginação... fechei os olhos e lembrei de cada curva, cada pinta, a figura dela, aqueles olhos verdes, a música ainda tocava e em pouco tempo boom acompanhado de um *Chloé, Chloé, Chloé, Chloé...* olhei pro relógio... bom, já tá na hora de ir terminando, tirei o tampão, mudei pro modo chuveiro, esponja e sabão pra tomar um banho rápido.
Já seco e vestido, pensei... arrumar o quarto? Na... passo. Desci pra sala deixando toda a roupa jogada pelo banheiro, entrei e vi todo mundo sentado na mesa jogando cartas ou vendo eles jogarem, como era o caso da minha tia Chloé, eu só procurei o sofá e me joguei de bruços gritando: abatido!! e meu tio respondeu: baixas aceitáveis, sem problema!!!. Liguei a TV, virei um pouco de lado e deixei o tempo passar, enquanto entre uma partida e outra ouvia minha mãe junto com minha tia Chloé irem pra cozinha, ensinando ela a fazer paella, ok, ignorei elas e continuei enrolando até a hora do almoço.
- Vão arrumando a mesa que isso já tá pronto!! - gritou minha mãe da cozinha.
- Beleza, já, já - disse alguém seguido de muito barulho ao limpar a mesa.
- E alguém acorda o zumbi do sofá que com certeza tá dormindo.
- Tô acordado - falei.
- Pera... abatido, cê disse? só covarde se faz de morto - disse meu tio entre gargalhadas.
Já no almoço, depois de uns assuntos de conversa, alguns interessantes outros nem tanto, ouvi minha mãe falar.
- O que me espanta é que o envergonhado que temos como filho, não reclame de alguém ter entrado no banheiro enquanto ele tomava banho, já que ele odeia tanto isso.
- O que cê disse? - falei como se estivesse distraído enquanto meu coração acelerava.
- Nada não... sua tia que Entrou no banheiro, não aguentava mais e quando desceu falou pra gente que nem te incomodou nem nada, que você não ligou.
— Bati na porta e falei que não aguentava nem mais um minuto, e ele disse que sim, sem problema, como ele tinha o box fechado não dava pra ver nada e, bom... o volume da música tava meio alto, mas com aquelas músicas tão calmas e relaxantes acho que deu pra ouvir tudo... vocês brincando, a água se mexendo... e, bom, acho que ele me ouviu... falei tudo.
Surgiram outros assuntos, mas eu não entrei porque minha cabeça tava em outro lugar. Tudo? Quando ele ia entrar? Ele me ouviu? Eu não ouvi nada... Literalmente não levantei o olho do prato o resto da comida toda, terminei e levei meus talheres, prato e copo pra cozinha pra não atrapalhar, sentei no sofá e fiquei vendo TV, depois de um tempo.
— Bom, vamos continuar de onde paramos, minas vs caras, tira essas cartas que vamos dar uma surra em vocês, mocinhas — falou minha irmã Eva.
Eu continuei olhando a TV no sofá, de costas pro resto. A sala de estar e a sala de jantar são no mesmo cômodo, a única coisa que separa uma da outra é uma parede baixa de um metro e meio e dois degraus de um lado, deixando a sala de estar mais alta que a de jantar. Mas com o barulho da galera jogando e sendo o mesmo cômodo, ver TV é bem chato.
— Então! O que você tá vendo? — disse Chloé sentando do meu lado de repente.
— Nada, o de sempre, um filme que repetem toda vez que ficam sem ideia, hehe...
— Olha só, agora você tá bem molinho, diferente de antes — disse ela sorrindo pra mim enquanto passava a mão no meu braço.
— Chloé, pega o café — falou minha mãe enquanto passava um copo pra ela. Ela pegou e deixou numa mesinha na nossa frente.
— Uma coisinha, a música de antes no banheiro, você não lembra o nome, né? — perguntou ela me dando tapinhas sem parar na perna.
— Não... mas se quiser, depois passo todas pro computador ou pro celular.
— Ok, então depois — disse ela se encostando mais ainda em mim.
— Cansou? de ver eles jogando, parece, né? - falei com uma risadinha forçada.
-Exato... tô de saco cheio, e a letra? lembra da letra da música? - na mesma hora, enfiou a mão dentro da minha calça, pegou na minha pica, e com a outra mão baixou um pouco minha calça e a cueca, e disse enquanto subia e descia a mão me masturbando.
Olha, é que não paro de pensar e pensar, mas não entendo, onde é que entra a letra de Chloé, Chloé, Chloé, Chloé... nessa melodia - sussurrou pra mim enquanto continuava me masturbando, aumentando o ritmo.
-Mas tia, que porra você tá...? - falei o mais fraco que consegui.
-Sim sim sim... uma coisinha: quando você estiver perto de gozar, aperta minha mão com força e depois solta rápido... ok? pra não deixar tudo uma bagunça, e por favor, não faz barulho - com a mão livre, pegou um lenço, colocou na coxa dela e depois segurou minha mão.
-Ok.
Mudava o ritmo e me encarava, eu olhava pra ela, mas ela sussurrava que não, pra eu ficar reto e olhando pra tv de frente, porque se quem tivesse atrás olhasse pra gente, não veriam ela, já que a gente era mais alto e ela tava meio deitada, além de ser mais baixinha, não veriam, mas se eu ficasse reto... se me vissem olhando direto pra baixo e pra esquerda, onde ela tava, seria estranho... Depois de um tempo, apertei a mão dela com força, ela mexeu a mão, pensei que talvez tivesse apertado demais e soltei (esqueci que tinha que soltar, mas mesmo assim fiz) rápido, ela colocou a mão na minha cara tapando minha boca, parou de me olhar, abriu a boca e enfiou a ponta da minha pica dentro, apertou forte com os lábios enquanto continuava me masturbando, quando senti a língua dela roçar, gozei tudo. Pulso a mil por hora, a cara? vermelha de tentar não fazer barulho, ainda ouvindo uma puta bagunça atrás de mim, nem ousava respirar. Depois de uns segundos de calma, Chloé levantou a cabeça vendo que não ia sair mais, me olhou por um tempão, sorriu, abriu a boca mostrando ela cheia de porra, fechou e, com um sorriso... engoliu.
- Tinha que saboreá-la - disse ela, toda contente.
-Mas... e o lenço? - perguntei sussurrando, procurando o lenço que não encontrei, mas que estava jogado no chão de quando ela se jogou.
-Sim, claro, pra limpar quando terminasse, né? Ué, espera, ainda não limpei tudo - ela lambeu meu pau bem devagar, pegou o lenço e passou em mim, depois limpou os lábios e perguntou se tava tudo bem... quando viu que eu concordava com a cabeça, pegou o café, virou de uma vez e se levantou.
-Muito tasty o café! Mas depois desse banquete, tenho que ir ao banheiro.
-Pega papel higiênico no armário, que eu usei tudo antes e esqueci de repor - disse minha irmã Eva.
Depois de um tempo, Chloé desce, fica atrás do sofá, se apoiando no muro de metro e meio pra ganhar altura e sussurra no meu ouvido:
-Ainda bem que sua irmã lembrou de falar do papel, porque fui ao banheiro só pra me masturbar e se não tivesse papel... teria descido com a calcinha escorrendo, haha, claro que quando eu tirei já tava meio molhada, ops, ji ji - ela se virou e continuou vendo eles jogarem cartas.
O resto da tarde não foi muito relevante, continuaram jogando... eu fiquei jogando no DS, falaram de assuntos sem importância pra mim, do que faríamos nos dias seguintes, dava pra ver movimento de entrar e sair, já que prepararam o jantar no jardim (algo na churrasqueira). No jantar, ao contrário da tarde toda, eu estava presente... perfeito pra minha tia Chloé usar esses momentos pra tirar informação.
-Ok, com sua irmã já tô mais ou menos por dentro... ela tá solteira, blá blá blá, agora é sua vez, vamos ver: alto, corpo bonito de fazer esporte e bronzeado, também do esporte... pode ser que precise de um bom corte de cabelo ou roupa melhor, com certeza de terno você ficaria arrasador, no geral você é bonitinho... Me diz, já tem namorada? Ou tem que ir tirando elas de cima? - antes que eu pudesse responder, minha irmã sentada Ao lado, Chloé soltou uma gargalhada.
— Namorada, cê disse? Ja! O Virgem com uma namorada? Vamos continuar com as piadas — disse minha irmã entre risadas.
— Fecha a boca, vai.
— Sério? Desculpa… melhor mudar de assunto — disse Chloé meio envergonhada.
Passaram-se as horas e os viciados em jogo continuavam na deles, algo normal em quase todos os meus tios, claro que eu fazia o mesmo só que com videogames. Depois de um tempo, Chloé olha pro relógio e menciona que são onze e meia, que tá com sono. O problema é que a única coisa que tinha as dimensões de uma cama de casal, que seria onde meus tios dormiriam, é o sofá da sala, e eles planejavam continuar jogando até as 3, então ninguém dormiria direito. No meu quarto tinha outro sofá-cama um pouco menor, e meus pais sugeriram que, já que eu também ia dormir logo, a Chloé podia dormir no sofá-cama do meu quarto, meu tio no da sala às 3 e o resto nas camas. A única coisa que precisávamos fazer era mover uma escrivaninha pra abrir o sofá e pronto. Chloé pegou uma mochila com roupa (pijama), subiu e começou a se ouvir barulho de móveis sendo arrastados.

Sinto te deixar pendurado nessa parte, mas dá pra dizer que o primeiro dia passou batido até meia-noite, e aí a segunda parte dessa história começaria no dia 2. Desculpa se o enredo até agora não é muito "hot", mas como dá pra ver, vai melhorar com o tempo. Espero que esteja tudo bem narrado e que eu não tenha cometido erros; se tiver, me avisem (dos erros a gente aprende, mas se eu não vejo... não rola). Tô aberto a sugestões pra melhorar, espero que tenham curtido e em breve começo a próxima parte, valeu.
Segunda parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3946586/2-Mi-tia-francesa-Chloe-II.html
3 comentários - Minha tia francesa (Chloé) I