Olá, talvez você já tenha lido meus contos anteriores e, se não, recomendo que leia. Vai notar que tenho uma queda por mulheres mais velhas que eu. Hoje vou contar uma história de uns dias atrás: conheci uma mulher de uns 40 anos ou mais, que é vizinha de onde um amigo mora atualmente. Por questões de trabalho, ando morando numa parte de Ecatepec, perto do DF. Geralmente, a gente sempre chega em casa numa caminhonete que nos identifica como engenheiros. Então, num desses dias, uma vizinha se aproximou por causa de um problema na elétrica dela. Ela tem cerca de 1,60m, é moreninha, tem um corpo bonito, magra, com um belo par de pernas e uns peitos bem proporcionados pra ela. Quando a conheci, nem reparei nela direito, só achei que era mais uma pessoa. Depois de descobrir qual era o problema (bem simples), começamos a conversar numa boa. Falei que podia ajudar com o que precisasse, até com os eletrodomésticos dela. Não passou disso, trocamos números e fui embora. Todas as manhãs, antes de sair, eu varria a rua dela e a cumprimentava. De vez em quando, a gente respondia os status um do outro no WhatsApp. Assim foi passando o tempo, até que a gente começou a conversar mais e mais. Numa ocasião, a geladeira dela quebrou. Depois de um reparo rápido, sentamos pra bater um papo, um café e um lanche, e a conversa se estendeu por horas. Lá pelas 7, um dos filhos dela dormiu na sala e a menina via TV. Quando fui me despedir dela, com um beijo, cheguei bem perto da comissura dos lábios dela. Isso foi na primeira porta da casa, sabe, a que dá pra sala. Não foi aquele beijo de 1 segundo, foi daqueles breves mas atrevidos. A gente sorriu, e eu falei: "Assim não vou embora, não". Rimos, e voltamos a brincar, agora na porta da rua, por dentro. Eu disse: "Bom, então, vou me despedir de novo". E dessa vez, enquanto beijava, juntei mais meus lábios aos dela e segurei ela. Cintura, ô! Quase me beijou! , te roubaria um, mas aí você não confiaria mais no meu trampo: respondi! Você sabe, são umas frases bestas, mas na hora funcionam, é, sei que você é honesto, melhor te dar se você pedir:: Depois é tarde, antes que se arrependa. Sério!? : ela falou num tom cúmplice: bom, mas vem pra dentro, Entramos na casa dela de novo e na cozinha, mal viramos a esquina e começamos a nos beijar, um beijo normal, sentia os lábios dela, e ela segurava meu rosto. Comecei a me aproximar mais, me inclinando pra baixo e segurando ela pela cintura, ficamos assim por um bom tempo, porque eu amo beijos, e curto muito o momento, nunca me apresso, sentia os lábios dela, carnudos, e a textura ou talvez o clima fazia com que eu os provasse como se fosse uma boa bebida envelhecida, logo senti de novo aquela fome por alguém mais velha, e comecei a beijá-la com mais paixão, ela percebeu, porque a respiração dela mudou, e uns gemidos leves saíam da garganta dela, ficamos assim mais tempo, ela me apertava e eu de vez em quando apertava a bunda dela e sentia as costas dela, instintivamente, parei de beijar e virei ela, senti o perfume dela nos ombros e apertei ela contra mim, pra sentir o duro do meu pau entre os jeans dela e os meus, acariciei com paixão os peitos dela e na frente da buceta dela, que deixa eu me gabar, tava quente, pros meus dedos foi como provar chocolate quente numa noite fria, apertei ela e enquanto massageava um pouco na frente do zíper da calça dela, senti que ela apertou mais forte minha cabeça e meu cabelo, e soltou um gemido abafado, as pernas dela fraquejando um pouco. Que beijos! Ela disse com o pouco ar que tinha, me acariciou por cima da calça, não pode me deixar assim, mas não pus as crianças pra dormir. Vou te ajudar um pouco, nessa parte da história tenho que confessar meu gosto e minha fome por sexo oral, mas não receber, dar, faz com que sem pensar eu a coloquei na mesa da cozinha dela, e comecei a desabotoar a calça dela, ela me Olhava entre assustada e excitada. Tirei os botões dela e a deitei no chão. Ela usava uma roupa íntima esportiva, azul-celeste, que contrastava com a pele dela. Percebi que, ao abaixar a calça, as pernas dela tremiam e, entre elas, o azul-celeste virava azul-rei, de tão molhada que estava. Então, sentando ela, limpei as gotinhas que molhavam a roupa dela. Senti meus dedos entrarem no elástico da calcinha e a puxei para baixo, sentindo as pernas e a bunda dela frias. Quando abaixei a roupa, ela grudou na buceta dela, que gotejava como se fosse mel. Comecei a beijar os lábios dela, bem na entrada, e ao enfiar um pouco a língua, a buceta dela deu um pequeno estalo enquanto abria os lábios vaginais. Não me pergunte o que ela disse ou fez, porque o gosto dela, sem dúvida, era dos melhores — um gosto adquirido, que levei uns 3 ou 5 segundos para saborear e curtir.
Ficamos assim por alguns minutos. Ela me presenteava com as brincadeiras dela, e eu, com prazer. Quando sentia que ela gozava cada vez mais, com mais sucos na minha língua, era a glória para mim. Tenho que te dizer que isso não foi o fim da noite, mas essa é história para depois. A única coisa que sei é que voltei a sentir fome por uma bucetinha molhada gostosa. Então, se você é leitora e está em Ecatepec, me manda uma mensagem que tô com fome :p Ainda não consegui postar minhas histórias com a coroa da Cidade do México, mas atualmente tô por aqui e não tenho tanto tempo nem inspiração, mas prometo terminá-las.
Ficamos assim por alguns minutos. Ela me presenteava com as brincadeiras dela, e eu, com prazer. Quando sentia que ela gozava cada vez mais, com mais sucos na minha língua, era a glória para mim. Tenho que te dizer que isso não foi o fim da noite, mas essa é história para depois. A única coisa que sei é que voltei a sentir fome por uma bucetinha molhada gostosa. Então, se você é leitora e está em Ecatepec, me manda uma mensagem que tô com fome :p Ainda não consegui postar minhas histórias com a coroa da Cidade do México, mas atualmente tô por aqui e não tenho tanto tempo nem inspiração, mas prometo terminá-las.
5 comentários - Conhecendo uma coroa em Ecatepec :v