Continuação dos relatos:http://www.poringa.net/posts/relatos/3920472/El-cornudo-paga-la-renta-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3926512/El-cornudo-paga-la-renta-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3932504/El-cornudo-paga-la-renta-3.htmlPao não era uma das mulheres mais gostosas que já peguei, mas toda essa parada de infidelidade, combinada com uma mulher casada que em muitos aspectos parecia uma adolescente descobrindo o sexo, me deixava a mil. E aquele último orgasmo no quarto dela tinha deixado minhas pernas bambas. Mesmo assim, cansado do jeito que tava, ainda queria continuar metendo. Ficava na dúvida se voltava ou não. Fazer ela provar minha pica pelo cuzinho foi um desafio que também me motivava. Tentei fazer outras coisas. Almocei. Mas toda vez que olhava pra casa, tentava adivinhar pra onde Edgar tinha ido, que horas voltaria. A vontade me fez começar a analisar os prós e contras de ir de novo e o marido chegar. Primeiro, aquele frangote não podia encostar um dedo em mim. Segundo, se ele se ofendesse e parasse de alugar pra mim, sinceramente, não me afetava em nada financeiramente. Visto isso, comecei a considerar o lado da Pao, os problemas que ela poderia ter se fôssemos descobertos. O que descartei quase de cara foi qualquer tipo de violência contra ela; naquela relação, se tinha alguém que podia ser vítima de violência física, era o Edgar. Se eu estivesse errado e Edgar quisesse reagir contra ela na hora, eu estaria lá pra segurar. E depois, passado o impacto da descoberta, tava convencido de que ele, Edgar, sabia que Pao era mulher pra caralho pra ele, então perdoaria convencido disso ou simplesmente porque não tinha outra escolha. Resumindo, nem Pao nem o casamento dela corriam risco se o marido nos descobrisse, além de um mau momento pra ela por um tempinho curto. Considerando tudo isso, decidi ir me aliviar nela de novo. Quando abri a porta, vi o carro do Edgar chegando. xinguei. Embora tivesse concluído que se ele descobrisse os chifres não teria grandes consequências, também não considerei ir tentar comer a esposa com o marido presente. De muito mau humor, me virei e voltei pra minha casa. Tava na dúvida se aproveitava o dia de piscina ou ia. pra tirar a quentura treinando ou tentar achar outra amiga pra desabafar. Tava indo pro meu quarto e quando passei pelo escritório, lembrei das câmeras que tinha deixado na casa dos vizinhos de quando tava desocupada. O tesão e uma certa raiva do Edgar, que chegou bem na hora que eu queria comer a esposa dele, me fizeram ligar o PC, abrir o soft das câmeras e ver o que tava rolando com a minha putinha mais recente e o marido dela. Quando "entrei" pelas câmeras na casa do Edgar e da Pao, ele tava sentado no sofá vendo TV, mas dava pra ver que tava inquieto. Balançava a cabeça pra um lado e pro outro, e depois o movimento já era um giro do corpo inteiro. Percebi que ele tava falando (essas câmeras não têm áudio). Levantou, foi pro quintal, pra cozinha, espiou a sala de jantar e daí subiu as escadas pro andar de cima e foi direto pro quarto. A câmera desse quarto eu coloquei apontando pra janela e só pega uma parte da porta. Mas deu pra ver que ele espiou o quarto e viu a mesma coisa que eu: a mulher dele pelada (depois de ter sido comida) na cama, meio de lado, meio de bruços. Passam uns minutos e vejo ele pelado indo pra cama. Beija ela. Ela responde primeiro com empolgação e depois parece que acalma ele. Acaricia ele e tenta abraçar. Ele insiste, beija o pescoço dela, desce pras tetas. Ela deixa. Ele sobe de novo pra boca dela. Levanta e pega alguma coisa no criado-mudo. Ela se apoia nos cotovelos e olha pro lado. Percebo que ele tá colocando uma camisinha. Volta pra cima dela. Se beijam de novo e ela faz ele descer. Quando ele chega com a boca na buceta, ela se joga de novo na cama e acho que fecha os olhos. Se toca nas tetas. Num momento, com uma das mãos, agarra os lençóis e puxa pra cima dela. Com a outra, pega ele pelos cabelos e segura ele entre as pernas dela, que se levantam e fincam os calcanhares nas costas dele. Dá pra ver que ela tá ofegante e se escancara na cama. Ele sobe e Parece que tá penetrando ela. Ela apoia uma mão — a do lado onde ele enfia a cara entre o ombro e o pescoço — nas costas dele, perto da nuca. Ele mexe a bunda pra cima e pra baixo. Ela fica parada. Se mexe um pouco como se fosse falar algo no ouvido dele e depois guia ele pra se ajoelhar na cama. Pra minha surpresa, porque achei que ia comer ela de quatro, ela fica atrás dele, também de joelhos; abraça ele por trás e leva as mãos pro pau dele. Ficam assim uns minutos, parecem imóveis, mas dá pra notar algum movimento. Ele joga a cabeça pra trás e pouco depois ela tira as mãos de entre as pernas dele com a camisinha em forma de saquinho. Dá um beijo na bochecha dele e ele cai na cama. Ela levanta e vai pro banheiro desse quarto. Ele fica na cama. Eu saio pra lá. Toco a campainha. Passa um tempo e ela me atende. Eu tava entre excitado e puto. Ela, entre assustada e surpresa. Admito que falei com maldade e pra testar ela: "Chegou o corno?". Ela olha por cima do ombro pra escada e responde "Tá lá em cima, não chama ele assim, o que você quer?".
Eu: Vem pra piscina, antes que você coma ele
Ela: Não, hoje não
Eu: Qual é? Não te basta isso? — e segurei meu pau meio duro por cima da calça
Ela: Para, não fica assim.
Ela olhou pra trás de novo. Se aproximou, colocou uma mão no meu ombro pra me abaixar até a altura dela e falar no meu ouvido.
Ela: Para com isso, por causa disso — e pegou no meu pau — não consigo nem transar com meu marido. Toda arrombada você me deixa. Para de...
Eu peguei ela pelos cabelos e quem falou no ouvido fui eu.
Eu: Se quer mais disso que tá na sua mão, vai se acalmando, porque quem dá as ordens aqui sou eu. Vou me acalmar quando arrebentar sua buceta. E sabe de uma? Esse projeto de homem que você tem de marido não merece aproveitar uma mulher como você, acho que nem uma mulher qualquer. Come ele se quiser, mas me tira a vontade de foder uma gostosa que se contenta com tão pouco, que valoriza tão pouco a própria buceta. palavra: buceta.
Na porta da casa, ela ainda com uma mão no meu ombro, eu segurando ela pelos cabelos pra falar no ouvido dela; feito uma estátua.
P: Me solta, seu idiota, cê não percebeu como eu gozo com você? É meu marido, o que cê quer que eu faça?
Soltei ela a tempo porque achei que alguém tava vindo e era ele. Ele viu alguma coisa.
E (Edgar): Tudo bem?
P: Sim, sim, não sei o que aconteceu, torci o tornozelo do nada. Sei lá, como se ao descer correndo a escada e parar rápido na porta, me desestabilizou.
Eu olhava pra ela surpreso. Não esperava tanta rapidez pra mentir com tanta segurança. Ela ficou com uma mão no meu peito, um pouco mais levantada do que eu tava segurando, mas ainda abaixada e segurando o tornozelo. Com a pose e a posição dela, conseguiu que o volume da minha calça não ficasse à vista do marido dela. Tudo isso deu certo, exceto que minha cabeça começou a imaginar e lembrar situações que, em vez de baixar a piroca, tava deixando ela mais dura. Como a situação tava complicando, peguei ela como se tivesse ajudando a andar e usando ela de escudo, ajudei a chegar no sofá onde, depois de sentar ela, sentei eu e cruzei as pernas.
Y: Como tá tanto calor, vim convidar vocês pra piscina de novo. Eu acordei tarde e vou comprar algo pra comer, se quiserem dividir.
E: Huuu, valeu pelo convite, mas acabei de chegar da casa da minha família, onde fui almoçar, e a Pao não tava se sentindo bem, por isso ficou, não sei como ela vai estar pra almoçar.
Teve um cruzamento de olhares que pareceu eterno, então eu interrompi com um "bom, eu tô na piscina, se quiserem ir, o portão tá aberto". Tava quase saindo de uma vez, mas a maldade me venceu e antes de fechar a porta falei com duplo sentido: "Parece que vocês gostam de piscinar, hein... não é, Edgar?" e pisquei o olho "ou senão, espero vocês pra tomar uma cerveja à tarde, eu não tenho nada pra fazer... bá, nunca tenho nada pra fazer, hahaha". E fui embora.
Realmente, naquele dia fez calor e eles foram mais tarde pra minha casa. Como eu não os Esperava que tinha chamado uns amigos e amigas da academia, então foi juntando muita gente no lugar, o que acabou num churrasco. Tudo isso me impediu de comer a Pao ou minha outra amiga com benefícios que eu tinha chamado pra isso. Mas não ia me resignar a terminar a noite sem tirar a porra acumulada. Eu e Pao trocamos uns olhares, uns sinais e sorrisos. Pelo visto a puta tava igual a mim, já que num momento em que fui na adega pegar um vinho, vi ela que tinha me seguido se fazendo de desentendida. Chamei ela. Olhou pra todo lado e entrou. Empurrei a porta e encurralei ela contra uma daquelas mesas estreitas e altas, que tava lá pra degustação de vinhos. Uns copos caíram no chão e quebraram na hora que a gente começou a se beijar. Ela tava de biquíni coberto com um pareô (aqueles lenços compridos que as mulheres colocam na cintura por cima do maiô). Eu tirei os peitos dela e ela o pau. Ela quis se ajoelhar pra chupar, mas eu já tava mais que tarado, então levantei o lenço dela e afastei a parte de baixo do biquíni com um dedo. Não parava de me surpreender como aquela mulher se molhava. Esfreguei a cabeça do pau na buceta dela e ela parecia querer estuprar minha boca com a língua. Levantei ela no colo, as havaianas dela caíram no chão e ela guiou o pau pra buceta dela, que engoliu até as bolas sem problema nenhum. O único sinal que cheguei no fundo foram as unhas dela nas minhas costas e os dentes no meu pescoço, no trapézio direito. "Que saudade que eu tava de você, papai", ela sussurrou no meu ouvido. Comecei a bombar e aos poucos os gemidos abafados dela entre os lábios e meu ombro foram se descontrolando até virarem exalações barulhentas, e o único segredo era as coisas que ela falava no meu ouvido, totalmente desenfreada. Girei um pouco pra fazer ela apoiar uma das pernas na mesa, assim liberei um pouco o braço daquele lado, estiquei mais um pouco pra segurar ela pelas nádegas. Avancei mais. com essa mão, lubrifiquei um dedo com o que saía da buceta enfiada dela e depois levei até o cu dela. Ela mordeu minha orelha e perguntou "cê gosta da minha bunda pequenininha, papi?" e eu respondi "gosto de como você curte quando eu abro seu cu". Enfiei a primeira falange do meu dedo indicador e ela empurrou, arqueou as costas, jogando a bacia contra meu corpo, fazendo meu pau bater dentro dela de novo, o que num reflexo fez ela recuar com a bacia e sozinha engolir mais uma falange do meu dedo com o cu. Ela tremeu e ficou parada de olhos fechados. Abriu devagar e falou "eu gosto, só com você eu gosto. Não sei o que você faz comigo, mas as coisas que eu não gosto com você eu gosto" e empurrou a bunda pra trás e o dedo inteiro se alojou no cu dela. De novo no ódio me xingou "como eu te odeio, filho da puta, fico o dia inteiro molhada por sua culpa". Eu não falava nada porque o prazer de ter ela tão puta me dominava. Tava adorando. Comecei a mexer eu, fazendo pau e dedo se moverem dentro dela. Num momento ela começou a me bater nas costas, ou melhor, a dar tapas, e ainda completou "me enche de novo, quero toda sua porra". Nessa hora exata, a porta que eu não tinha fechado direito foi empurrada. Soltei a perna da Pao que ainda segurava por baixo do joelho, fazendo todo o peso dela ficar pendurado no meu pau dentro da buceta e meu dedo no cu, e segurei a porta antes que abrisse de vez. Espiei com a Pao pendurada no meu pau e quem vejo? Edgar! "Viu a Pao?" - ele perguntou. Pra ele ir embora, falei uma meia verdade "já vou, Edgar, tô macetando uma mina, já saio". Vi ele olhar pro chão e descobri que as havaianas da Pao estavam lá. Não me alonguei em explicações e fechei a porta. Pao me olhava apavorada. Paralisada. Então empurrei com um segundo dedo no cu dela. "Ai não, para, para, vou gozar" mas já tinha a ponta de dois dedos no cu dela. O cu. "E o que eu faço com minha porra?" perguntei enquanto tirava os dedos. "Meu marido tá me procurando" ela disse de olhos fechados. "Já procurou aqui, sabe que tô me enfiando uma puta" e empurrei meus dedos que entraram quase por completo quando levantei o corpo dela no ar de novo e ela jogava a cabeça pra trás. "Te odeio, filho da puta, como te odeiooooo". As tetas dela pediam pra chupar, mas quando tentei não alcancei. Ela percebeu e, largando uma das mãos, levantou uma teta pra chegar na minha boca. Chupei um pouco o mamilo, mas não resisti e mordi. O cu dela se contraiu em volta dos meus dedos. Ela soltou a teta e segurou minha cabeça com os dois braços, pressionando a testa dela na minha. Uns espasmos na buceta precederam um monte de fluidos que senti escorrendo pelo tronco do meu pau e passando pelas minhas bolas, detonando meu orgasmo que somou caudal nessa enxurrada. Com a cara dela colada na minha, sentia o ar saindo trêmulo da boca dela. Fui baixando ela devagar, e ela se apoiou na mesa. "Cuidado com os cacos" avisei enquanto passava as sandálias dela. Muito devagar, ela arrumava a roupa e calçava os pés. "Saio eu primeiro, me dá um ou dois minutos que acho seu marido e distraio ele pra você chegar depois". Enquanto falava isso, ela terminou de ajeitar a roupa e passou a mão entre as pernas. Olhei pra ela. "Porra, tô escorrendo, não posso sair assim". Sorri. "Vou fazer você parir um moreninho" falei. Ela fingiu que me dava um tapa. "Essa é a última que goza dentro.. hoje já foi arriscado demais". Sem dar importância, olhei pela porta entreaberta e vi o Edgar rondando. "Vocês não se cuidam de outro jeito?" perguntei sem olhar pra ela. "Ele se cuida" respondeu, se apoiando no meu ombro tentando espiar. Olhei pra ela por cima do ombro "tá bom, melhor que ele se cuide e agora comigo você se cuida" e fui, peguei o Edgar pelo braço e levei pro jardim. Ele olhava pra trás. Toda hora. Notei uma certa desconfiança nele, o que em vez de me dar pena, me deixou mais ousado. "Você não sabe a gostosa que eu tô comendo, ela diz que não gosta de dar o cu, mas comigo já aprendeu a gostar de ser comida, tenho que arrebentar a buceta dela de uma vez por todas". Vi como os olhos dele brilharam e quase pude sentir que o suor que apareceu de repente na testa dele era frio. Ele engoliu seco e depois perguntou "Qual é?" - "Dizem o pecado, não o pecador" respondi e pisquei um olho. A Pao apareceu na hora e o marido imediatamente olhou pros pés dela. Vi que os dois ficaram meio sem graça, então depois de um tempo voltei, peguei o Edgar pelo braço e falei "te vi interessado quando falei da gostosa que quero arrebentar o cu, entre nós, como homens, a Pao dá?"
E: Hee, é minha mulher! Como você vai me perguntar isso?!
Y: Fala sério, parece que você tá morrendo de vontade de contar, quer que eu conte?
Ele hesitou um pouco
E: Sim, me intriga, mas você não me diz quem é, se eu te contar algo, você sabe que tô falando da Pao
Procurei onde estava minha "amiga com benefícios" e falei que era ela. Uma parte não era mentira, mas minha amiga não tinha problema nenhum em dar o cu, era uma orgulhosa de cu arrombado.
Ele hesitou um pouco e falou como se tivesse vergonha, mas com uma submissão natural
E: Tentamos algumas vezes, mas ela diz que dói, que incomoda, no fim eu não quero que ela faça nada que não queira, por isso me chamou a atenção você dizer que alguma gosta, eu achava que faziam por nós
Y: Quantos anos você tem, Edgar?! Nunca esteve com uma gostosa que goza com o cu?
Minha pergunta deixou ele desconfortável. Ele olhou pra todo lado.
Y: Você já chupou o cu dela alguma vez?
Ele continuava sem responder.
Y: Olha, me parece que a Pao bebeu bastante. Leva ela pra casa e trata como rainha. Deita ela, beija, faz um oral nela, tô falando isso porque percebo que você é muito formal, eu diria pra você chupar a buceta, meter muita língua e ir descendo. Arromba a raba com a língua. Se sentir que ela abre, que ela relaxe, vira ela, coloca de bruços e se dedica a comer a bunda dela. Penetra com a língua por enquanto, o máximo que conseguir. Ajuda ela com as tuas mãos na pussy. Se conseguir fazer ela gozar assim, já vai ter dado um grande passo. Vai, que só de te contar já me deu vontade de novo, vou buscar minha amiga. Dei um tapinha meio empurrão no ombro dele. Quando tava me afastando, precisei dar uma estocada.
E: Essa Pao é gostosa, imagina na cama.
Me dava um prazer especial a cara que ele fazia, meio de cachorro abandonado mas também dava pra ver que tava excitado. Fui agora sim comer minha amiga.
P.S.: Desculpa pelo tamanho, tô tentando encadear os desejos do cuck que me pediu os relatos.
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http://www.poringa.net/posts/relatos/3932504/El-cornudo-paga-la-renta-3.htmlPao não era uma das mulheres mais gostosas que já peguei, mas toda essa parada de infidelidade, combinada com uma mulher casada que em muitos aspectos parecia uma adolescente descobrindo o sexo, me deixava a mil. E aquele último orgasmo no quarto dela tinha deixado minhas pernas bambas. Mesmo assim, cansado do jeito que tava, ainda queria continuar metendo. Ficava na dúvida se voltava ou não. Fazer ela provar minha pica pelo cuzinho foi um desafio que também me motivava. Tentei fazer outras coisas. Almocei. Mas toda vez que olhava pra casa, tentava adivinhar pra onde Edgar tinha ido, que horas voltaria. A vontade me fez começar a analisar os prós e contras de ir de novo e o marido chegar. Primeiro, aquele frangote não podia encostar um dedo em mim. Segundo, se ele se ofendesse e parasse de alugar pra mim, sinceramente, não me afetava em nada financeiramente. Visto isso, comecei a considerar o lado da Pao, os problemas que ela poderia ter se fôssemos descobertos. O que descartei quase de cara foi qualquer tipo de violência contra ela; naquela relação, se tinha alguém que podia ser vítima de violência física, era o Edgar. Se eu estivesse errado e Edgar quisesse reagir contra ela na hora, eu estaria lá pra segurar. E depois, passado o impacto da descoberta, tava convencido de que ele, Edgar, sabia que Pao era mulher pra caralho pra ele, então perdoaria convencido disso ou simplesmente porque não tinha outra escolha. Resumindo, nem Pao nem o casamento dela corriam risco se o marido nos descobrisse, além de um mau momento pra ela por um tempinho curto. Considerando tudo isso, decidi ir me aliviar nela de novo. Quando abri a porta, vi o carro do Edgar chegando. xinguei. Embora tivesse concluído que se ele descobrisse os chifres não teria grandes consequências, também não considerei ir tentar comer a esposa com o marido presente. De muito mau humor, me virei e voltei pra minha casa. Tava na dúvida se aproveitava o dia de piscina ou ia. pra tirar a quentura treinando ou tentar achar outra amiga pra desabafar. Tava indo pro meu quarto e quando passei pelo escritório, lembrei das câmeras que tinha deixado na casa dos vizinhos de quando tava desocupada. O tesão e uma certa raiva do Edgar, que chegou bem na hora que eu queria comer a esposa dele, me fizeram ligar o PC, abrir o soft das câmeras e ver o que tava rolando com a minha putinha mais recente e o marido dela. Quando "entrei" pelas câmeras na casa do Edgar e da Pao, ele tava sentado no sofá vendo TV, mas dava pra ver que tava inquieto. Balançava a cabeça pra um lado e pro outro, e depois o movimento já era um giro do corpo inteiro. Percebi que ele tava falando (essas câmeras não têm áudio). Levantou, foi pro quintal, pra cozinha, espiou a sala de jantar e daí subiu as escadas pro andar de cima e foi direto pro quarto. A câmera desse quarto eu coloquei apontando pra janela e só pega uma parte da porta. Mas deu pra ver que ele espiou o quarto e viu a mesma coisa que eu: a mulher dele pelada (depois de ter sido comida) na cama, meio de lado, meio de bruços. Passam uns minutos e vejo ele pelado indo pra cama. Beija ela. Ela responde primeiro com empolgação e depois parece que acalma ele. Acaricia ele e tenta abraçar. Ele insiste, beija o pescoço dela, desce pras tetas. Ela deixa. Ele sobe de novo pra boca dela. Levanta e pega alguma coisa no criado-mudo. Ela se apoia nos cotovelos e olha pro lado. Percebo que ele tá colocando uma camisinha. Volta pra cima dela. Se beijam de novo e ela faz ele descer. Quando ele chega com a boca na buceta, ela se joga de novo na cama e acho que fecha os olhos. Se toca nas tetas. Num momento, com uma das mãos, agarra os lençóis e puxa pra cima dela. Com a outra, pega ele pelos cabelos e segura ele entre as pernas dela, que se levantam e fincam os calcanhares nas costas dele. Dá pra ver que ela tá ofegante e se escancara na cama. Ele sobe e Parece que tá penetrando ela. Ela apoia uma mão — a do lado onde ele enfia a cara entre o ombro e o pescoço — nas costas dele, perto da nuca. Ele mexe a bunda pra cima e pra baixo. Ela fica parada. Se mexe um pouco como se fosse falar algo no ouvido dele e depois guia ele pra se ajoelhar na cama. Pra minha surpresa, porque achei que ia comer ela de quatro, ela fica atrás dele, também de joelhos; abraça ele por trás e leva as mãos pro pau dele. Ficam assim uns minutos, parecem imóveis, mas dá pra notar algum movimento. Ele joga a cabeça pra trás e pouco depois ela tira as mãos de entre as pernas dele com a camisinha em forma de saquinho. Dá um beijo na bochecha dele e ele cai na cama. Ela levanta e vai pro banheiro desse quarto. Ele fica na cama. Eu saio pra lá. Toco a campainha. Passa um tempo e ela me atende. Eu tava entre excitado e puto. Ela, entre assustada e surpresa. Admito que falei com maldade e pra testar ela: "Chegou o corno?". Ela olha por cima do ombro pra escada e responde "Tá lá em cima, não chama ele assim, o que você quer?".
Eu: Vem pra piscina, antes que você coma ele
Ela: Não, hoje não
Eu: Qual é? Não te basta isso? — e segurei meu pau meio duro por cima da calça
Ela: Para, não fica assim.
Ela olhou pra trás de novo. Se aproximou, colocou uma mão no meu ombro pra me abaixar até a altura dela e falar no meu ouvido.
Ela: Para com isso, por causa disso — e pegou no meu pau — não consigo nem transar com meu marido. Toda arrombada você me deixa. Para de...
Eu peguei ela pelos cabelos e quem falou no ouvido fui eu.
Eu: Se quer mais disso que tá na sua mão, vai se acalmando, porque quem dá as ordens aqui sou eu. Vou me acalmar quando arrebentar sua buceta. E sabe de uma? Esse projeto de homem que você tem de marido não merece aproveitar uma mulher como você, acho que nem uma mulher qualquer. Come ele se quiser, mas me tira a vontade de foder uma gostosa que se contenta com tão pouco, que valoriza tão pouco a própria buceta. palavra: buceta.
Na porta da casa, ela ainda com uma mão no meu ombro, eu segurando ela pelos cabelos pra falar no ouvido dela; feito uma estátua.
P: Me solta, seu idiota, cê não percebeu como eu gozo com você? É meu marido, o que cê quer que eu faça?
Soltei ela a tempo porque achei que alguém tava vindo e era ele. Ele viu alguma coisa.
E (Edgar): Tudo bem?
P: Sim, sim, não sei o que aconteceu, torci o tornozelo do nada. Sei lá, como se ao descer correndo a escada e parar rápido na porta, me desestabilizou.
Eu olhava pra ela surpreso. Não esperava tanta rapidez pra mentir com tanta segurança. Ela ficou com uma mão no meu peito, um pouco mais levantada do que eu tava segurando, mas ainda abaixada e segurando o tornozelo. Com a pose e a posição dela, conseguiu que o volume da minha calça não ficasse à vista do marido dela. Tudo isso deu certo, exceto que minha cabeça começou a imaginar e lembrar situações que, em vez de baixar a piroca, tava deixando ela mais dura. Como a situação tava complicando, peguei ela como se tivesse ajudando a andar e usando ela de escudo, ajudei a chegar no sofá onde, depois de sentar ela, sentei eu e cruzei as pernas.
Y: Como tá tanto calor, vim convidar vocês pra piscina de novo. Eu acordei tarde e vou comprar algo pra comer, se quiserem dividir.
E: Huuu, valeu pelo convite, mas acabei de chegar da casa da minha família, onde fui almoçar, e a Pao não tava se sentindo bem, por isso ficou, não sei como ela vai estar pra almoçar.
Teve um cruzamento de olhares que pareceu eterno, então eu interrompi com um "bom, eu tô na piscina, se quiserem ir, o portão tá aberto". Tava quase saindo de uma vez, mas a maldade me venceu e antes de fechar a porta falei com duplo sentido: "Parece que vocês gostam de piscinar, hein... não é, Edgar?" e pisquei o olho "ou senão, espero vocês pra tomar uma cerveja à tarde, eu não tenho nada pra fazer... bá, nunca tenho nada pra fazer, hahaha". E fui embora.
Realmente, naquele dia fez calor e eles foram mais tarde pra minha casa. Como eu não os Esperava que tinha chamado uns amigos e amigas da academia, então foi juntando muita gente no lugar, o que acabou num churrasco. Tudo isso me impediu de comer a Pao ou minha outra amiga com benefícios que eu tinha chamado pra isso. Mas não ia me resignar a terminar a noite sem tirar a porra acumulada. Eu e Pao trocamos uns olhares, uns sinais e sorrisos. Pelo visto a puta tava igual a mim, já que num momento em que fui na adega pegar um vinho, vi ela que tinha me seguido se fazendo de desentendida. Chamei ela. Olhou pra todo lado e entrou. Empurrei a porta e encurralei ela contra uma daquelas mesas estreitas e altas, que tava lá pra degustação de vinhos. Uns copos caíram no chão e quebraram na hora que a gente começou a se beijar. Ela tava de biquíni coberto com um pareô (aqueles lenços compridos que as mulheres colocam na cintura por cima do maiô). Eu tirei os peitos dela e ela o pau. Ela quis se ajoelhar pra chupar, mas eu já tava mais que tarado, então levantei o lenço dela e afastei a parte de baixo do biquíni com um dedo. Não parava de me surpreender como aquela mulher se molhava. Esfreguei a cabeça do pau na buceta dela e ela parecia querer estuprar minha boca com a língua. Levantei ela no colo, as havaianas dela caíram no chão e ela guiou o pau pra buceta dela, que engoliu até as bolas sem problema nenhum. O único sinal que cheguei no fundo foram as unhas dela nas minhas costas e os dentes no meu pescoço, no trapézio direito. "Que saudade que eu tava de você, papai", ela sussurrou no meu ouvido. Comecei a bombar e aos poucos os gemidos abafados dela entre os lábios e meu ombro foram se descontrolando até virarem exalações barulhentas, e o único segredo era as coisas que ela falava no meu ouvido, totalmente desenfreada. Girei um pouco pra fazer ela apoiar uma das pernas na mesa, assim liberei um pouco o braço daquele lado, estiquei mais um pouco pra segurar ela pelas nádegas. Avancei mais. com essa mão, lubrifiquei um dedo com o que saía da buceta enfiada dela e depois levei até o cu dela. Ela mordeu minha orelha e perguntou "cê gosta da minha bunda pequenininha, papi?" e eu respondi "gosto de como você curte quando eu abro seu cu". Enfiei a primeira falange do meu dedo indicador e ela empurrou, arqueou as costas, jogando a bacia contra meu corpo, fazendo meu pau bater dentro dela de novo, o que num reflexo fez ela recuar com a bacia e sozinha engolir mais uma falange do meu dedo com o cu. Ela tremeu e ficou parada de olhos fechados. Abriu devagar e falou "eu gosto, só com você eu gosto. Não sei o que você faz comigo, mas as coisas que eu não gosto com você eu gosto" e empurrou a bunda pra trás e o dedo inteiro se alojou no cu dela. De novo no ódio me xingou "como eu te odeio, filho da puta, fico o dia inteiro molhada por sua culpa". Eu não falava nada porque o prazer de ter ela tão puta me dominava. Tava adorando. Comecei a mexer eu, fazendo pau e dedo se moverem dentro dela. Num momento ela começou a me bater nas costas, ou melhor, a dar tapas, e ainda completou "me enche de novo, quero toda sua porra". Nessa hora exata, a porta que eu não tinha fechado direito foi empurrada. Soltei a perna da Pao que ainda segurava por baixo do joelho, fazendo todo o peso dela ficar pendurado no meu pau dentro da buceta e meu dedo no cu, e segurei a porta antes que abrisse de vez. Espiei com a Pao pendurada no meu pau e quem vejo? Edgar! "Viu a Pao?" - ele perguntou. Pra ele ir embora, falei uma meia verdade "já vou, Edgar, tô macetando uma mina, já saio". Vi ele olhar pro chão e descobri que as havaianas da Pao estavam lá. Não me alonguei em explicações e fechei a porta. Pao me olhava apavorada. Paralisada. Então empurrei com um segundo dedo no cu dela. "Ai não, para, para, vou gozar" mas já tinha a ponta de dois dedos no cu dela. O cu. "E o que eu faço com minha porra?" perguntei enquanto tirava os dedos. "Meu marido tá me procurando" ela disse de olhos fechados. "Já procurou aqui, sabe que tô me enfiando uma puta" e empurrei meus dedos que entraram quase por completo quando levantei o corpo dela no ar de novo e ela jogava a cabeça pra trás. "Te odeio, filho da puta, como te odeiooooo". As tetas dela pediam pra chupar, mas quando tentei não alcancei. Ela percebeu e, largando uma das mãos, levantou uma teta pra chegar na minha boca. Chupei um pouco o mamilo, mas não resisti e mordi. O cu dela se contraiu em volta dos meus dedos. Ela soltou a teta e segurou minha cabeça com os dois braços, pressionando a testa dela na minha. Uns espasmos na buceta precederam um monte de fluidos que senti escorrendo pelo tronco do meu pau e passando pelas minhas bolas, detonando meu orgasmo que somou caudal nessa enxurrada. Com a cara dela colada na minha, sentia o ar saindo trêmulo da boca dela. Fui baixando ela devagar, e ela se apoiou na mesa. "Cuidado com os cacos" avisei enquanto passava as sandálias dela. Muito devagar, ela arrumava a roupa e calçava os pés. "Saio eu primeiro, me dá um ou dois minutos que acho seu marido e distraio ele pra você chegar depois". Enquanto falava isso, ela terminou de ajeitar a roupa e passou a mão entre as pernas. Olhei pra ela. "Porra, tô escorrendo, não posso sair assim". Sorri. "Vou fazer você parir um moreninho" falei. Ela fingiu que me dava um tapa. "Essa é a última que goza dentro.. hoje já foi arriscado demais". Sem dar importância, olhei pela porta entreaberta e vi o Edgar rondando. "Vocês não se cuidam de outro jeito?" perguntei sem olhar pra ela. "Ele se cuida" respondeu, se apoiando no meu ombro tentando espiar. Olhei pra ela por cima do ombro "tá bom, melhor que ele se cuide e agora comigo você se cuida" e fui, peguei o Edgar pelo braço e levei pro jardim. Ele olhava pra trás. Toda hora. Notei uma certa desconfiança nele, o que em vez de me dar pena, me deixou mais ousado. "Você não sabe a gostosa que eu tô comendo, ela diz que não gosta de dar o cu, mas comigo já aprendeu a gostar de ser comida, tenho que arrebentar a buceta dela de uma vez por todas". Vi como os olhos dele brilharam e quase pude sentir que o suor que apareceu de repente na testa dele era frio. Ele engoliu seco e depois perguntou "Qual é?" - "Dizem o pecado, não o pecador" respondi e pisquei um olho. A Pao apareceu na hora e o marido imediatamente olhou pros pés dela. Vi que os dois ficaram meio sem graça, então depois de um tempo voltei, peguei o Edgar pelo braço e falei "te vi interessado quando falei da gostosa que quero arrebentar o cu, entre nós, como homens, a Pao dá?"
E: Hee, é minha mulher! Como você vai me perguntar isso?!
Y: Fala sério, parece que você tá morrendo de vontade de contar, quer que eu conte?
Ele hesitou um pouco
E: Sim, me intriga, mas você não me diz quem é, se eu te contar algo, você sabe que tô falando da Pao
Procurei onde estava minha "amiga com benefícios" e falei que era ela. Uma parte não era mentira, mas minha amiga não tinha problema nenhum em dar o cu, era uma orgulhosa de cu arrombado.
Ele hesitou um pouco e falou como se tivesse vergonha, mas com uma submissão natural
E: Tentamos algumas vezes, mas ela diz que dói, que incomoda, no fim eu não quero que ela faça nada que não queira, por isso me chamou a atenção você dizer que alguma gosta, eu achava que faziam por nós
Y: Quantos anos você tem, Edgar?! Nunca esteve com uma gostosa que goza com o cu?
Minha pergunta deixou ele desconfortável. Ele olhou pra todo lado.
Y: Você já chupou o cu dela alguma vez?
Ele continuava sem responder.
Y: Olha, me parece que a Pao bebeu bastante. Leva ela pra casa e trata como rainha. Deita ela, beija, faz um oral nela, tô falando isso porque percebo que você é muito formal, eu diria pra você chupar a buceta, meter muita língua e ir descendo. Arromba a raba com a língua. Se sentir que ela abre, que ela relaxe, vira ela, coloca de bruços e se dedica a comer a bunda dela. Penetra com a língua por enquanto, o máximo que conseguir. Ajuda ela com as tuas mãos na pussy. Se conseguir fazer ela gozar assim, já vai ter dado um grande passo. Vai, que só de te contar já me deu vontade de novo, vou buscar minha amiga. Dei um tapinha meio empurrão no ombro dele. Quando tava me afastando, precisei dar uma estocada.
E: Essa Pao é gostosa, imagina na cama.
Me dava um prazer especial a cara que ele fazia, meio de cachorro abandonado mas também dava pra ver que tava excitado. Fui agora sim comer minha amiga.
P.S.: Desculpa pelo tamanho, tô tentando encadear os desejos do cuck que me pediu os relatos.
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