Isso aconteceu há três anos num hospital que não vou dar nome porque ainda trabalho lá. Uma noite eu estava de plantão, trabalho como segurança, e uma médica me chamou pra abrir o consultório porque tinha esquecido o computador. Acessei como a gente sempre faz. A médica, uma mulher de uns 45 anos, loira, alta e de peitão enorme, veio vestida com um vestido curto e bem decotado. Foi inevitável não olhar pra ela. Quando chegamos no consultório, abro a porta e deixo ela passar. Quando ela passa, encosta a bunda na minha pica e sorri. Entra e diz: "Pode entrar."
Eu: "Senhora, achou o que procurava, doutora?"
Ela: "Ainda não, mas vi uma coisa que gostei."
Eu: "Com sua licença, vou fechar a porta, doutora."
Ela: "Pode fechar, que vou te examinar."
Fechei a porta, desliguei meu rádio pra ninguém me chamar, e a gente se pegou na maca. Ela chupou minha pica como ninguém nunca tinha chupado antes.
Ela: "Doutor, não goza na minha boca, quero aproveitar essa pica."
Eu: "Fica tranquila que vou te comer um bom tempo."
Naquele momento, entrei na buceta dela. Bem apertada pra idade dela, mas muito molhada.
Eu: "Que corno que é seu marido?"
Ela: "Ele me deixou muito esquecida e não tem a pica que você tem."
Eu: "Bom, agora você vai me dizer 33."
Virei ela de costas, meti um dedo naquele culo lindo, depois dois, e uma cuspida pra lubrificar. Fiz um pouco de força, e quando a cabeça passou, o tronco deslizou até o fundo. Ela soltou um gritinho e depois aproveitou.
Ela: "Ai, sim, arromba meu culo que meu marido nunca fez isso."
Eu: "Bom, sempre tem alguém pra arrombar seu culo."
Enchi o culo dela de porra, tirei a pica e ela chupou até me deixar seco, enquanto dava pra ver entre as pernas dela escorrendo porra. Antes de ir embora, ela pegou na minha pica e disse: "Isso tem que repetir." E assim, há três anos, uma vez por semana, ela esquece o computador.
Eu: "Senhora, achou o que procurava, doutora?"
Ela: "Ainda não, mas vi uma coisa que gostei."
Eu: "Com sua licença, vou fechar a porta, doutora."
Ela: "Pode fechar, que vou te examinar."
Fechei a porta, desliguei meu rádio pra ninguém me chamar, e a gente se pegou na maca. Ela chupou minha pica como ninguém nunca tinha chupado antes.
Ela: "Doutor, não goza na minha boca, quero aproveitar essa pica."
Eu: "Fica tranquila que vou te comer um bom tempo."
Naquele momento, entrei na buceta dela. Bem apertada pra idade dela, mas muito molhada.
Eu: "Que corno que é seu marido?"
Ela: "Ele me deixou muito esquecida e não tem a pica que você tem."
Eu: "Bom, agora você vai me dizer 33."
Virei ela de costas, meti um dedo naquele culo lindo, depois dois, e uma cuspida pra lubrificar. Fiz um pouco de força, e quando a cabeça passou, o tronco deslizou até o fundo. Ela soltou um gritinho e depois aproveitou.
Ela: "Ai, sim, arromba meu culo que meu marido nunca fez isso."
Eu: "Bom, sempre tem alguém pra arrombar seu culo."
Enchi o culo dela de porra, tirei a pica e ela chupou até me deixar seco, enquanto dava pra ver entre as pernas dela escorrendo porra. Antes de ir embora, ela pegou na minha pica e disse: "Isso tem que repetir." E assim, há três anos, uma vez por semana, ela esquece o computador.
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