Depois do nosso reencontro com a Viky, a paixão e os sentimentos que estavam enterrados reacenderam. Foram dias muito felizes. Como quando você começa um relacionamento, mas com a diferença de que já conhecíamos nossos prazeres mais sombrios. Isso tornava tudo mais bonito e excitante. Conversávamos de manhã, tarde e noite, sem importar se nossos parceiros estavam ao lado. Tudo estava indo para um lado mais perverso e morbido. Sempre gostando de jogar no limite. Para falar a verdade, nesses dias que trocamos mensagens com a Viky na minha casa, transei todos os dias, precisava descarregar tanto tesão acumulado. Gosto de dominar a situação sempre. Aproveitei e subjuguei minha mulher várias vezes. Lembro que numa sexta-feira conversamos o dia todo com a Viky, ela me encheu de fotos e áudios eróticos. Meu pau só de acariciar já estava explodindo. À noite, minha mulher chegou... Levei ela direto para o sofá, coloquei música, apaguei as luzes e enquanto tomávamos uns drinks, iluminados apenas pela luz da lua, começamos a nos beijar (eu não aguentava mais, era um vulcão em erupção). Pedi que ela pintasse a boca com o batom vermelho mais feroz que tivesse. Ela, surpresa, aceitou todas as minhas ordens. Fiquei de pé, agarrei seu cabelo com força e a fiz lamber e morder meus mamilos, aquela dor e cócegas deixaram meu pau ainda mais duro. Ajoelhei ela e começou a chupar, devagar, bem devagar, aproveitando cada centímetro do meu tronco. No escuro, eu fechava os olhos e via a Viky me dizendo... "Você gosta, papai?" "Sou sua putinha" "Adoro seu pau" "Me dá o leite". Não aguentei mais e enchi a boca dela de porra... Por obrigação, tinha que retribuir o favor, desci até sua buceta e comecei a comê-la com meus dedos. Uma vez bem encharcada, coloquei ela de bruços e a penetrei com raiva, tapando seus olhos, agarrada pelo cabelo. Meti pensando em outra e com muita vontade. Gozei. Tomamos mais um pouco e dormimos. No dia seguinte, fiquei sozinho. Mandei mensagem para a Viky. "Filha da puta. Ontem à noite comi minha mulher e você não saía da minha mente" Viky - Que coincidência... Comigo Aconteceu o mesmo comigo em casa. Quero te ver. Sinto falta do seu pau, Leo. Ninguém fode como você. Leito- Adoro saber disso... Comigo é a mesma coisa. Segunda-feira, se der, a gente se vê. Viky- Beleza. Segunda-feira passa em casa como se fosse um táxi e a gente vai... Pareceu uma eternidade. Mas finalmente chegou a segunda. Depilei tudo, tudinho mesmo. Sabia que essa vadia adora brincar por todo o corpo. Então fui preparado para curtir. Como sempre. Passei na casa dela às duas da tarde. Buzinei e ela saiu... Com uma saia jeans curtíssima e uma camisa branca, justinha no corpo, sem abotoar os botões de cima, deixando quase todos os peitos à mostra. Imediatamente meu pau ficou duro. Sorrimos um pro outro e dissemos: e agora? Pra onde vamos? Sempre tem um lugar... Calma, Leito. Sempre seguro. Fomos a um shopping e ficamos no estacionamento. Tomando umas latas, "fumando", ficamos bem loucos e pouco nos importava se nos vissem. Ela desabotoou minha calça e começou... Ela é uma especialista em chupar pica, tem os timings, as formas certas pra cada momento. Eu levei minha mão até a bunda dela e tentei enfiar meu dedo no cu enquanto ela me chupava. Ela começou a gemer. O ânus dela é o calcanhar de Aquiles. Começou a babar meu pau e a morder enquanto seu dedo brincava no meu cu. Puro prazer pro Leito. Abriu completamente a camisa e jogou toda a porra nos peitos dela. Viky- Porco. Você não muda nunca. É isso que eu adoro. Sinto muita sua falta, seu filho da puta. Ela tava com tesão de amor. Pra mim, por sorte, só interessava o prazer. Sorri e continuamos. Fiz cama no banco do motorista, sem tirar a saia dela, sentei ela em cima de mim. Cara a cara. Comecei a chupar aquelas tetas lindas enquanto ela cavalgava e xingava de tanto prazer. Adoro quando me xingam. Me deixa muito excitado. Leito- Assim, sua vadia. Me fode, puta. De quem é esse pau? Viky- É meu, filho da puta. Adoro. Me fode. Apertei forte as nádegas dela. Dei palmadas. Abri bem as nádegas. Ela continuou cavalgando. Desesperada, de olhos fechados, com a buceta toda me dando pra ganhar meu coração... Gozamos juntos.
Leito - A gente tá louco, boluda.
Viky - Tá. É verdade mesmo. Mas você me pode. Seu pau me pode... Quero que a gente tente mais uma vez... Ou essa é a última vez que a gente se vê.
Leito - Não dá. Já perdeu nosso trem. Os tempos mudam. Infelizmente...
Nos despedimos com um beijo, o beijo mais quente que senti. Nunca mais nos vimos nem falamos. Meu pau ainda sente sua falta, gata...
Relato real. COMENTEM. Deixem pontos. SEGUAM que tem mais histórias pra contar... Valeu por ler.
Leito - A gente tá louco, boluda.
Viky - Tá. É verdade mesmo. Mas você me pode. Seu pau me pode... Quero que a gente tente mais uma vez... Ou essa é a última vez que a gente se vê.
Leito - Não dá. Já perdeu nosso trem. Os tempos mudam. Infelizmente...
Nos despedimos com um beijo, o beijo mais quente que senti. Nunca mais nos vimos nem falamos. Meu pau ainda sente sua falta, gata...
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3 comentários - Reencuentro y despedida...