Olá, gostosa, obrigado por passar aqui pra ler meus contos. A verdade é que sou bem promíscua com sexo e sempre que tive tempo e oportunidade, pude saciar a vontade de um homem quando ele tava a fim. Isso que vou contar foi um dos tantos aniversários de família onde tive a sorte de rolar algo. Acho que é uma das lembranças que mais curto, porque sempre que me toca antes de dormir, gosto de fazer isso lembrando dos homens que me fizeram sentir mais gostosa. Isso aconteceu há muitos anos, era um dos tantos aniversários do meu pai, e neles, meus tios e primos sempre acabavam todos bêbados depois das partidas de truco sem parar. Lembro que naquele dia tinham passado dois dos meus tios e um casal de vizinhos que tinham comprado a casa da esquina seguinte à minha quadra uns meses antes. Cozinharam tarde e comemos lá pras 22h passadas, e por volta da meia-noite, meus tios já tinham ido embora, cansados de beber, e só tinha sobrado o vizinho da esquina, que tava conversando com meu pai, já que a mulher dele também não tava mais lá. Nisso, meu pai já tava bêbado de tanto beber. A gente tava no quincho, nós três no fundo de casa, e minha mãe e meus irmãos já dormiam. E eu, já com sono, de fofoqueira e entretida no meio deles, fiquei. Tava ouvindo como eles falavam das vizinhas da área, qual era mais gostosa. E meu pai até contava das que ele comia sempre que podia. A verdade é que sentia curiosidade em ouvir e imaginar eles naquelas situações. Com graça e excitação. Eu também tinha tomado um copo de cerveja e tava animada. Num momento, meu pai levantou pra ir ao banheiro lá dentro de casa, e não voltou mais depois de um tempo. Depois desse tempo, meu vizinho Rubén, que hoje tem 46, naquela época acho que ele tinha uns 39 anos, era meio alto, robusto, com cachos bem definidos e cabelo preto, era bonitão de barba bem feita. Ele se aproximou e me serviu um copo de cerveja, já natural. Começou a perguntar se eu já tinha transado com alguma garota. aí ele me diz... "ou você gosta de homens" e solta uma risada. e eu, sinceramente, não sei por que, olhei fixo pro volume dele depois que ele disse isso, e quando me dei conta do que tava fazendo, ele coloca a mão na rola e ri, e me pergunta "você gosta?" A verdade é que fiquei paralisado sem dizer nada. Ele olha pra dentro de casa e a porta tava fechada. E eram umas 2 da manhã, todo mundo já dormia naquela hora. Ele se aproximou de mim no banquinho, pegou minha mão e colocou no jeans dele, tocando a rola. Me mandou levantar e sentar nele, me encostou contra ele e esfregou forte. Eu já tava pegando fogo, meu coração batia mais que podia. Ele perguntou se eu queria ir pro banheiro, o da churrasqueira que tinha um. Sem falar, concordei com a cabeça. Entramos, fechamos a porta, acendemos a luz, e ele desabotoa meu jeans, me olha e me dá um beijo de língua apertando minha bunda, o hálito dele tava tudo cigarro e álcool, verdade seja dita, amei e mais ainda a barba que arranhava. Ele diz "você quer chupar?" e tira a rola pra fora, era morena queimadinha e dura. Peguei e coloquei na boca, tava toda molhada, e quando comecei a bater uma, ela foi endurecendo mais, era tão gostoso sentir aquilo, não acreditava no tamanho, era comprida e cabeçuda, estranha pra mim. Ele me faz engolir tudo, eu me engasgava e ele não soltava, me senti humilhada pelo jeito dele, mas no fundo é o que mais gosto haha. E ele ficava dizendo "você é uma putinha, mmm, olha essa bunda que você tem, deixa eu comer ela". Lembro que eram tipo ordens o que eu fazia, porque quase sem falar eu fazia tudo que ele pedia. Como se eu já fosse uma putinha haha. Me viro e abaixo a calça, ele agarra minhas nádegas e, de pé, chupa minha bucetinha com toda vontade, enfia a língua e mete um e dois dedos. A verdade é que era algo inexplicável, a adrenalina de fazer na minha casa. E ele que tinha aberto a porta de novo pra ver de vez em quando se ninguém se aproximava. Ele me manda me apoiar de pé no vaso sanitário. Me diz, se doer, para, você me avisa. E começa a cutucar minha buceta. No começo, ele esticava minha pele porque tava seca, já que eu não tinha passado saliva nenhuma. Custava um pouco, mas eu, já com prática de enfiar coisas, haja, sabia que relaxando a buceta ia entrar sem problema. Mas quando eu relaxei, ele empurrou e entrou, e eu levantei de repente, porque doeu pra caralho. Ele pega e começa a beijar minha boca, vendo que eu tinha sentido muita dor com o pau dele. Ri e me pede desculpa, diz: "Vamos tentar de novo, se você quiser". E claro que eu disse que sim, tive que chupar ele de novo porque tinha broxado do susto. Como eu tava com a boca cheia de saliva com pré-gozo, molhei minha buceta com minha própria saliva e encarei o cu de novo, toda puta mesmo. E foi incrível, entrou sozinho. Uff, verdade, sentia falta dessa sensação de algo dentro. Ele começou a bombar, de pé contra a parede, eu me inclinava e fazia ele bater bem no fundo. Sentia o fundo da minha buceta com a cabeça dele, e ele girava por dentro, eu não conseguia parar de cavalgar. Num momento, ele tira e me vira, me beija a boca, enfiando a língua bem fundo e tirando, lambendo minha cara toda. Minha cara escorria de saliva, eu era uma puta mesmo, me sentia toda uma menina. Ele pega e diz: "Vem, vamos lá fora." E eu: "Não, você tá louco." E ele: "Vai, vem." Eu pensava: "Mano, vou morrer." Mas a verdade é que eu não tinha mais controle naquela hora. Eu vesti a calça e saí, porque ele me puxava. Paramos num canto do quiosque, numa parte escura ao ar livre, dava até pra ver a rua da frente de lá. Eu tremendo de adrenalina e excitação, com medo de alguém de dentro nos ver. E ele dizia: "Abaixa a calça, já acabou, vai, bebê." Eu abaixei até o joelho e, de novo, contra a parede, contente. Tava com a buceta toda molhada, quase não precisei fazer força pra meter agora. Ele começou a meter e meter e beijar meu pescoço. Eu não parava de olhar a rua pra ninguém passar. E ele começou a meter mais forte na minha cintura, e eu jogava minha buceta pra trás... atrás e, na maior excitação, gozei. Deixei ela empurrada até o fundo e ela começou a se sacudir, eu mantinha a bunda firme pra trás e só sentia ela me montando, gozando. Ela me olhou e me beijou toda com a língua, e me perguntou: "você gostou?". E eu: "sim", toda feliz. Ele respondeu: "Bom, vamos deixar isso em silêncio, e quando você quiser que eu te coma, é só me falar." Eu, super feliz, na verdade fiquei com medo naquele dia de alguém me ver em casa, mas fui dormir com as pernas tremendo de prazer. No dia seguinte, não apareci em lugar nenhum em casa de vergonha de alguém ter me visto. Mesmo assim, naquele dia, acordei e me toquei a bunda minúscula, me dobrando de prazer, só de saber que dormi com o gozo dele dentro de mim. Só consegui ter outro encontro com ele depois. E também foi num encontro de família, já que ele se ofereceu pra me levar até em casa de carro, porque era noite, e me comeu dentro do carro. Mas isso é outra história. Espero que você tenha gostado, deixa uns pontinhos aí pra eu continuar contando mais encontros.
1 comentários - No aniversário do meu pai (gay)