Relato Pai e Filha (Parte IV)

Esta é a continuação do relato que batizei como parte três. E a anterior era a terceira parte porque as duas anteriores foram soterradas pela denúncia absurda de alguém com uma mente estreita demais para este lugar, onde o que importa é falar livremente, trocar experiências, ou simplesmente ver algo que sabemos que, se procurarmos, vamos encontrar. Fica aqui meu repúdio à Polícia da Internet e suas denúncias.
Deixo o link para a parte que antecede o que vou relatar.Relato pai e filha (parte III) - Poringa!Como vocês podem imaginar, quando a Cami começou a se mexer daquele jeito tão sugestivo, resolvi pensar que ela tava dormindo ou, no pior dos casos, que quem tava dormindo era eu. Só pra ver se ela parava com aquela punhetação gostosa ou se aumentava um pouco mais. Conforme contei antes, eu tava olhando pro breu mais escuro da noite, sem energia elétrica e com muita chuva na nossa sofrida zona sul.

Sério, era tão gostoso sentir a raba da Cam colada na minha cintura que, no fundo, eu não queria que parasse. Deixei ela fazer o que queria enquanto tentava disfarçar minha respiração, que já tava começando a ficar cada vez mais difícil de esconder. Aí ela parou de se mexer e ficou na mesma posição que eu. Depois de um ou dois minutos, virou pra mim. Nessa altura, eu já não achava que ela tava cochilando; imaginava ela completamente e irremediavelmente acordada.

Tentando ajeitar o cobertor que a gente nem usava pra se cobrir, ela passou a mão linda dela perto de mim. Tão perto que a palma roçou de leve no meu pau, que já tava quase duro. Depois fez de novo, e dessa vez não foi só um roçar, virou uma pegação no cacete de verdade.

Eu falei:
— Cam, não consegue dormir? (Queria saber se ela tava acordada mesmo)
— Não, pai, não tô com muito sono e não consigo me concentrar pra pegar no sono (de novo, como se fosse um gesto de irritação, ajeitou os lençóis e o cobertor que não cobriam nada e passou a mão no meu pau)
— Amor… cê percebeu que tá me tocando enquanto arruma essa bagunça na cama?
— Sim… te incomoda ou te deixa desconfortável eu fazer isso? Porque vou confessar: hoje te vi quando você ficou sozinho no quarto depois que eu saí, e você tava batendo uma.
— Ahhh… Desculpa, não imaginei que você ia estar por perto pra me ver. Se me visse agora, ia perceber que tô morrendo de vergonha.
— Não seja bobo, adoro te ver assim. Você é um homem feito e é natural ter esses impulsos. Além disso, já vi você e a mamãe várias vezes. fazendo isso quando achavam que eu estaria dormindo.
– Nunca pensei que você nos veria transando com sua mãe.
– E amei o jeito que você metia nela. Sempre tive a fantasia de encontrar alguém que botasse tanta paixão na hora de foder.
– Bom, tenho que te dizer que hoje à tarde também te vi enquanto você estava no seu quarto tentando gozar.
– Sério? É que fiquei muito excitada quando parei de te observar enquanto você se masturbava.
– Não sei se é certo você se sentir assim por ver seu pai, Cam.
– Não vejo nada de errado em ter fantasias com você. Desde que terminei com meu namorado, me fechei pro mundo exterior e só tinha você aqui perto de mim.
Então ela pega minha mão e leva até sua buceta, que estava muito molhada, pelo que pude sentir na hora.
– Cam, isso não está certo.
– Não fala mais nada por esta noite, tá? Me promete que não vai falar mais.
– Tá bom. Se é seu desejo, não falo mais.
– Não, esse não é meu desejo. Mas você já deve saber o que eu desejo. E o que você deseja também.
A mão dela pousa sem nenhuma censura no meu pau e depois começa a enfiar a mão por baixo da minha cueca até pegar no meu pênis, que já estava bem duro. A punheta que ela começou a me dar foi inesquecível, massageou meu pau por um tempo e depois puxou minha mão pra eu começar a fazer o mesmo com ela.
Naquele momento da noite, eu estava perdido dentro de mim mesmo. Não era dono de nada racional que pudesse existir em mim.
Procurei com desespero contido a buceta dela até chegar nela, que, como imaginei, estava muito molhada e quente. Enfiei meus dedos dentro dela e ela começou a gozar como uma louca. Pediu pra eu não parar, que há muito tempo esperava por isso. Enquanto eu a masturbava, Cam tirou toda a roupa e seus peitos ficaram à minha disposição. Coisa que não hesitei em aproveitar. Mordi primeiro de leve e depois um pouco mais forte os mamilos dela. Isso a fazia delirar de prazer e desejo. Tirei a calcinha dela e devagar comecei a descer pela sua corpo, como se estivesse deslizando pelo tobogã mais alto do mundo. Não queria chegar ao destino pra poder aproveitar mais o momento, mas chegar lá era inevitável. Quando cheguei ao púbis dela, beijei como acho que nunca tinham beijado ali. Minha boca não parava de aproveitar aquela pussy tão gostosa. Bebi todos os sucos dela enquanto enfiava, às vezes um, outras vezes dois dedos. Foi assim que, em poucos minutos, o corpo dela começou a se contorcer, avisando do orgasmo que tava chegando. E chegou…!! Comi toda a cum dela, com a fome de quem volta de uma guerra longe de casa.

Senti o corpo dela relaxando devagar e a respiração se acalmando. Na penumbra daquela madrugada, consegui me encher do cheiro do cabelo dela, que me parecia algo perfeito. Ela se virou pra mim e aproximou a boca da minha, e nos fundimos num delírio de línguas se encontrando como se fossem aqueles perdidos que se acham sem querer depois de muito tempo.

— Agora você vai me sentir como sempre quis te fazer sentir — ela disse.
— Tem certeza, Cam?
— Muita certeza.

E ela deslizou devagar pelo meu torso nu, parou em cada estação que quis parar. Primeiro, beijou meus mamilos, e entre risadas por como eu me mexia, ela os mordia. Enquanto fazia isso, a mão direita dela acariciava meu pau, da base até a cabeça, com muita habilidade. Ela se distraiu um tempo com meu umbigo, enquanto enfiava as mãos debaixo do meu corpo e apertava com força minhas nádegas. Era muito gostoso sentir as unhas dela cravadas na minha bunda. Desceu um pouco mais, e o roçar do queixo dela no meu pau me fez tremer pelo que viria. Parou de me tocar com as mãos e só com a boca continuou o trajeto até onde sabia que ia chegar.

Os beijos dela já pertenciam à cabeça do meu pau. A língua começou a fazer carinho no meu glande e, devagar, ela enfiou na boca cada centímetro do meu membro. A chupada de pau que ela me deu acabou me deixando louco, ela fazia aquilo com tanta Uma habilidade incrível. Não imaginava que ela ia fazer tão gostoso. Ficou um tempão chupando até eu dizer que estava gozando e que queria meter nela.
Ela não deixou na hora porque pediu que na noite que ela mais esperava, eu começasse com uma gozada dentro da boca dela e que queria me fazer gozar desse jeito. Então relaxei e deixei meus sentidos explodirem. De vez em quando, quando a Cam sentia que meu pau ficava mais e mais duro, percebia que eu ia gozar e parava de chupar para prolongar o momento.
— Vai gozar na minha boquinha? Tô esperando há muito tempo. Quero tudo pra mim. Me diz que vai fazer o que eu pedir essa noite.
— Uffff… Sim… Essa noite me peça o que quiser, amor.
E assim ela continuava juntando um mar de porra que lutava para escapar da prisão cavernosa e testicular.
Não aguentei mais e ela não parou. Senti a febre tomar conta de mim e explodi numa explosão termonuclear de gozo dentro da boca da Cam. Primeiro foi um jato rápido que se espalhou até a garganta dela, e depois dois ou três e até quatro investidas de porra quente que ela recebia e engolia com gula.
Ela não parou de subir e descer no meu pau com a boca em nenhum momento. Quando terminei, extraiu até a última molécula de esperma. Meu pau estava tão duro quanto antes de gozar, então ela não parou de chupar. Me deu um dos melhores boquetes que lembro em muito tempo.
Ela deslizou o corpo sobre o meu, passando os peitos por toda a minha humanidade. Nos beijamos muito quando chegou até mim, e provei de novo, depois de um longo tempo, o gosto da minha própria porra. O que veio depois fica para a próxima parte desse relato…
Espero comentários. Não vou postar as duas primeiras partes de novo porque não escrevi num documento separado. Fiz direto na página, e reescrever tudo de novo me dá uma puta masturbação…

2 comentários - Relato Pai e Filha (Parte IV)

Leí la tercer parte la segunda y primera no pude encontrarla muy lindos tu relato y me gustan y el que te denuncio que salga de poringa este es un lugar libre y puedes hacer o escribir libremente