Este é o capítulo número dois, que me deletaram, eu corrigi e mudei algumas coisas, espero que gostem.Paulina:
Ao acordar de manhã, fiquei meio exaltada porque tava pelada e minha cama estava bagunçada, era sinal claro de que algo tinha rolado.
Lembrando, vi que era eu que tava insistindo pra um homem vir no meu apartamento (kitnet/aluguel).
O resto era miragem ou buraco negro.
Tentei lembrar de tudo que podia, e no final cheguei à conclusão de que tinha dormido com o Dante. Não, isso não pode ser, mas quando levanto o olhar, tudo clareia quando vejo em cima da minha mesinha de maquiagem um maço de notas. Falei comigo mesma que o Dante não podia ser, ele não era um cliente. Levantei e fui ver o dinheiro, e do lado tinha uma cartinha pequena.
"Valeu por tudo, gostosa, amei tudo que a gente fez, espero que se repita, você é muito linda, tô deixando o que é seu e um extra, considera como gorjeta, um beijo.
Dante."
Então foi com o Dante mesmo. Eu tinha uns flashs da noite passada e me via gritando que nem uma louca, como se ele soubesse exatamente como me tocar, me deixava doida. Não pode ser, alguém assim não pode ser tão bom na cama e muito menos me fazer delirar desse jeito. Eu sou escort e tô acostumada com sexo, não entendo.
Olhei o dinheiro de novo, não sabia como lidar com aquilo. Era meio confuso, não sei se ficar feliz pelo pagamento ou me sentir ofendida. Perguntei pra minha amiga de profissão.
Eu: amiga, preciso de você
Amiga: fala, o que foi
Eu: é que ontem tive um dia de merda por causa de um cliente
Amiga: mas tá tudo bem?
Eu: sim, sim, tudo certo
Amiga: e então?
Eu: lembra daquele homem que a gente viu no dia da festa privada?
Amiga: cê tá falando daquele bocó?
Eu: sim, mas não chama ele assim
Amiga: tá, tá
Eu: pois é, depois do meu rolê chato com o cliente, liguei pro bocó, como você diz
Amiga: aí, e daí?
Eu: ele é todo um amor, muito maduro e muito atencioso
Amiga: ??
Eu: dormi com ele e curti pra caralho como nunca Amiga: não acredito em você, não pode ser que ele seja tão bom assim Eu: tenho que acrescentar que também tava de porre. Amiga: ah... isso explica. Mas qual é o problema? Eu: é que ele me deixou dinheiro e não sei como levar isso, se como um elogio ou uma ofensa Amiga: hmm depende, olha, pode ser que você, quando tava de porre, falou que ele tinha que pagar e ele pagou, ou pode ser que ele quis ser gentil. Eu: tem certeza? Amiga: o único jeito de saber é você ir ver ele e ele te explicar. Eu: é isso que vou fazer, muito obrigada 😘 Tinha que ir ver o Dante e ele me explicar por que pagou, e de quebra saber se aquela noite foi tão boa quanto eu lembrava. Sabia que ele era uma boa pessoa e achava ele bonitinho e tal, mas... disso a ser um garanhão ou um expert na cama, não dava pra acreditar. Liguei pra ele dizendo que precisava vê-lo e que me desse o endereço, e quando ele me deu, me mandei pro apartamento dele (kitnet/aluguel). Quando cheguei no lugar, ele me recebe de roupa de academia. (Pra ser sincera, não sabia que ele era tão gostoso) Ele me convidou pra entrar e na sala de estar começamos a conversa. Eu: Dante... tem uma coisa que preciso te falar. 😨 tô ouvindo Eu: primeiro de tudo, tô confusa, não sei o que rolou ontem à noite. 😨 bom. Então, você tava muito pra baixo e a gente foi num buteco dançar e beber. Eu: ok, acho que lembro disso, continua por favor 😨 ok, chegou uma hora que você passou do ponto e tava muito bêbada Eu: que vergonha, pelo amor de Deus 😨 hahaha relaxa, é normal. Eu: sim, sim, cê tem razão, mas continua 😨 é... bom, quando você já tava bêbada, decidi te levar pra casa e no caminho você quase caiu de tão bêbada que tava, então tive que te carregar até sua casa, que por sinal foi um parto chegar. Eu: meu Deus, que vergonha. 😨 quando chegamos na sua casa, assim que entrou você começou a tirar a roupa e quando tava completamente pelada, eu me aproveitei de você, juro que sinto muito, por isso te deixei dinheiro, assim pelo menos você teria algo bom depois que eu me aproveitei de você. Espero que possa me perdoar. Eu pensava: esse homem não pode ser mais fofo, eu sabia que tinha sido eu que provoquei e incentivei ele a transar comigo, e mesmo assim ele estava se culpando. Eu: sabe de uma coisa, de todos os homens que já passei por essa situação, você é o único que se culpou, e não foi sua culpa, pelo menos não totalmente, você é um verdadeiro cavalheiro, isso eu gosto em você. 😨 muito obrigado, mas... você me perdoa? Eu: sim, só se me tratar como se eu fosse sua namorada por este dia, quero seu carinho hoje, você poderia? D: claro que sim. Esse dia foi maravilhoso, ele cozinhou pra mim (faz muito tempo que ninguém cozinha pra mim de graça), jogamos jogos de tabuleiro, contamos nossas histórias, ele foi muito carinhoso comigo o dia todo, nunca deu em cima de mim nem nada. Mas quando chegou a noite, ele me disse pra ficar pra dormir. 😨 por que você não fica pra dormir? Já é tarde. Eu: não sei se é uma boa ideia. 😨 bobagem, fica, eu durmo no sofá, te prometo. Eu: bom, se é assim, aceito. Aí fiquei no apartamento dele, mas no meio da noite saí do quarto e fui até o sofá e vi ele lá sem camisa e de shorts curto, não aguentei a vontade e montei em cima dele, ele nem se mexeu com a minha presença, então dei uns tapas nele. 😨 que, que que foi? Eu: sabe, Dante, tem uma coisa que eu não te perdoo, sabe o que é? 😨 não, não sei o que pode ser. Eu: bom, pelo que eu lembro, você foi o homem que me deu a melhor transa da minha vida, mas eu tava bêbada e não tenho certeza. 😨 sério que você tá dizendo isso? Eu: sério, então se você não se importa, quero repetir tudo que aconteceu naquela noite, mas agora que eu tô lúcida. Ele jogou a boca na minha e começou a me beijar, eu me afastei porque fiquei meio surpresa, mas rapidamente começamos a nos beijar apaixonadamente, como dois adolescentes com os hormônios à flor da pele. Era um beijo muito quente, os dois estavam muito excitados e nossos corpos pediam muito mais. Ele começou a apalpar minha bunda, amassava ela. como se fosse uma massa, meus peitos ficaram apertados contra o peito dele, nossos lábios e línguas se encontravam naquele beijo quente, a noite fria de outono virou uma noite ardente de verão. A gente parou o beijo pra tirar as camisetas, ele ficou pelado e eu de sutiã preto que deixava transparecer meus biquinhos rosadinhos de adolescente. A gente se olhou por uns segundos e continuou no nosso rolé, nos beijando enquanto as mãos dele percorriam minha cintura, minhas costas, meu pescoço. Minha perna tava no meio das pernas dele, então dava pra sentir o pau dele completamente duro e quente. E a minha buceta, nem te conto, tava molhada e fervendo, pedindo pra ser atendida na hora. Pedi pro Dante sentar pra eu poder subir em cima dele. Quando a gente tava nessa posição, comecei a me esfregar no pau dele, os dois ainda de roupa, mas era muito excitante, enquanto isso ele me beijava e entre um beijo e outro a gente soltava uns gemidinhos. Não passou nem um minuto e meu amigo já tava tirando meu sutiã. Quando meus peitos ficaram de fora e o sutiã no chão, o Dante ficou olhando pra eles, devorando com os olhos. - Uau, Pau, que lindos seus peitos - Cê gostou? Então come, porque hoje eles são todos seus. - Mmmm... hum, que delícia, Pau - Aiii, mmm, sim, aaaa, adoro como você chupa, gato. - Adoro, meu pau também quer provar eles. - Mmm, sim, traz esse pau pra cá, cê tá me fazendo gozar pra caralho, mmm. - Abaixa, Pau, abaixa e bate uma punheta com os peitos. Não demorou nem 15 segundos pra eu sair de cima dele, me ajoelhar no chão e ficar esperando, ansiosa pra ele abrir a calça e tirar aquele pau que eu tanto queria. Finalmente ele fez isso, era bem venoso e duro, tava encharcado de líquido pré-seminal, era um pau lindo e pronto pra ser chupado como se fosse um sorvete de água delicioso. Aproximei meus peitos daquele pênis ereto, cuspi nele e comecei a dar prazer, a masturbá-lo usando meus melhores atributos, a cara do Dante só mostrava puro prazer e eu também tava aproveitando ao máximo, adoro usar minhas tetas na hora do sexo. Meus peitos subiam e desciam ao longo da pica dele, tava fazendo a melhor punheta da vida dele e ainda aproveitava pra esticar minha língua e tocar a cabeça da pica dele, que tinha um gosto delicioso. — Tá me matando, Pau, chupa ela um pouquinho, gostosa — disse o Dante entre gemidos. — Vou comer ela toda, cara. Deixei minhas tetas quietas e era hora de usar minha boca, fui brincando aos poucos, lambia a cabeça e batia uma com a mão direita, depois subia e descia minha linguinha pelo tronco dele e quando chegava lá em cima tentava engolir ela inteira, mesmo que ainda falte experiência pra meter tudo na boca. A pica dele tava cheia de saliva, eu chupava e chupava, tava louca, enquanto fazia meu serviço meti a mão na minha calcinha, que parecia um oceano, comecei a masturbar minha buceta pra aproveitar ainda mais a situação. — Fica de pé, Pau, levanta e tira o shortinho — obedeci a ordem dele, levantei e abaixei o short até o chão. — Tá bom assim, Dante? — perguntei com voz de puta. — Sim, gostosa, agora fica de pé e vira de costas — de novo obedeci a ordem dele. — Agora eu vou te comer toda — ele disse e começou a beijar minha raba. — Humm, que beijos gostosos que você me dá. — Tá gostando, linda? Agora vou te dar uns melhores — e mal falou isso, abaixou minha calcinha. — Ah, é? Vamos ver se são melho... aaaa sim, filho da puta, que gostoso, humm. Dante tinha aberto minha raba com as mãos e enterrado a cara nela, tava lambendo minha buceta como se não houvesse amanhã, a língua dele subia e descia, naquela hora eu me sentia no céu e cada vez que a língua passava pela minha raba sentia um relâmpago que percorria meu corpo todo e fazia tremer minhas perninhas. — Tá gostando, Pau? — Aaaaa sim, sim, humm, chupa, chupa assim. — Que gostoso. Buceta que tu tem. – Mmm, come ela toda, sim sim sim, aaaa não para, Dante. – Olha como tuas pernas tão tremendo, que puta que tu é. – Adoro, gatinho, mmm, que gostoso como tu chupa, aaaaaaaa. – Uai, sim, Pau, vou me cansar de te foder, gostosa. Vem, fica de quatro no sofá e continua me chupando.
Na sequência, fiquei de quatro no sofá, aproximei minha boca do pau dele e continuei chupando como antes, aproveitando devagar aquele pau molhado e quente. Enquanto isso, Dante aproveitou pra me masturbar e dar tapas na minha bunda, ele também tava se divertindo pra caralho. – Coloca um dedo na minha bunda – pedi com minha melhor voz de puta. – Que puta que tu é, lá vai, hein. – Aaaa, que gostoso, Dante, continua, mmm, mmm, amo teu pau. – Tua bunda tá bem fechadinha, Pau, quer que eu abra ela? – Mmm, hoje não, Dante, mas já já você vai arrebentar meu cu, ok? – Beleza, princesa, mas agora vou foder essa sua buceta bem gostosa, ah não, merda, não tenho camisinha. – Me fode, Dante, vai, que minha buceta não aguenta mais! – Lá vai, gata... pronto, vem, senta no meu pau, puta gostosa. – Vamos ver como tá esse pau... mmmmm, ayyy, sim, cara, que pau bom! – falei quase gritando. – Mmmm, aaa, shh, shh, que sua mãe vai ouvir... mmm, me fode, Pau. – Ayy, sim, sim, siiiim. – Deus, puta, tua buceta tá muito quente, mmmm.
Eu tava em cima dele, cavalgando e delirando de prazer, o pau dele entrava na minha buceta e saía pra entrar de novo, naquele momento não dava pra pensar nas minhas desgraças, só dava pra pensar nos centímetros de pau que tavam dentro de mim. Minha buceta tava recebendo todo o amor que precisava, enquanto Dante aproveitava pra lamber meus peitos.
A sala se enchia de gemidos, mas gemidos baixinhos, não queríamos acordar os outros moradores e estragar esse momento lindo que a gente tava vivendo. Nunca pensei que ia acabar fodendo com esse cara, pelo menos não sem estar bêbada como antes, mas ali tava pulando igual uma puta no pau dele, com os olhinhos semi-cerrados e a boca aberta, aproveitando cada vez que o pau dele entrava todinho na minha buceta.
– Mmm, fica de quatro, Pau, vai, gata.
– De novo obedeci e fiquei de quatro no sofá.
– Me come, Dante, me come todinha, vai.
– Aaaa, que buceta gostosa que tu tem. Tá gostando como meu pau entra?
– Uiiii, que gostoso como entra, aaaa, sim, gato.
– Mmm, na próxima te levo pra um hotel, Pau, quero ouvir você gritar igual uma puta.
– Aii, sim, vamos pra onde você quiser, vai, me dá mais forte, aaa a aaa aaa, sim, sim, sim.
– Toma, puta de merda, toma.
Dante metia igual um louco na minha buceta, o pau dele entrava até o fundo e saía. O som da pélvis dele batendo na minha bunda "plaf plaf plaf plaf" era um som lindo. Eu tava totalmente fora de mim, aproveitando como nunca, tava completamente entregue pro meu melhor amigo.
– Levanta essa bundinha pra mim, Pau, que quero chupar um pouco.
– Mmmm, tá bom assim?
– Sim, amor, que rabo gostoso que tu tem.
😨 como você gosta, puta
Eu: o que você me faz, mmmmm
😨 você gosta?
Eu: você me deixa louca... ah ah ah ah
ai AI Dante, filho da puta
Eu: como você faz bem, mas quero você de volta na minha buceta, mmmmMMMMmmmmmm
😨 aqui vou eu, meu amor
Eu: não acreditei que ah AH ah AH AH ia sentir você de novo, isso é magnífico, mmmmm
Eu: mmmmMMMMMMMmmmmm
Eu: continua, mmmm, continua, mmmmmMMMMmmm
Eu: não para, ah AH AH AH, siiiiiim
Eu: siiiiiiiiii AH AH sim, Dante
Eu: que gostoso que tá seu pau, mmm
Eu: continua, mmmMMMMMmmmmm, não ah ah ah para, ah AH
😨 uf uf UFFFFFF que delíciaaaaaaaaa
Eu: eu vou gozar, vou gozar, ah ah ah
😨 eu também, Pau
Eu: ah AH ah goza comigo
Eu: eu goooooozoooooo
😨 euuuuu ah ah ah também ah AH AH AH MMMMMMMMMMmmmmmMMMMMM
Já recuperado do que rolou
😨 que gostoso que foi isso, não esperava
Eu: sabe, acho que te amo
😨 o que você tá dizendo?
Eu: você é o único homem que se preocupa comigo, e isso me encanta e me excita.
D: hahahahaha
Eu: aliás, também te odeio
😨 como? Por quê?
Eu: que ator pornô você é, hein, e mesmo assim foi embora de manhã kkkk 😨 kkkkkk Valeu por isso.
No dia seguinte, o Dante tinha que trampar e eu, claro, não podia ficar lá, mesmo ele tendo dito que se eu quisesse podia ficar. Mas decidi voltar pra minha casa, pra pensar. Acho que tô me apaixonando por esse homem.
Continua...
Como vocês estão? Espero que bem. Cumpri com o prometido, mesmo que tenha sido um pouco tarde, mas cumpri. Já sabem, dá aquele love na história pra eu continuar. Tô indo, tchau.
1 comentários - Dama de Companhia cap 2