Saindo do curso com meu sogrão

Infelizmente meu marido não pôde ir me buscar naquele dia depois do curso, a gente saía às oito ou às vezes às nove da noite. Falei pra ele não se preocupar, que ia chamar um táxi.

Enquanto o curso rolava, começou a chover sem dar sinal de que ia parar.

Quando o curso terminou, eram oito da noite e eu estava prestes a chamar um táxi, porque não queria me molhar como sempre me vestia. Naquela ocasião, eu tinha usado um vestido branco justo no quadril e solto nas coxas, um pouco curto, meia-calça preta de renda, meu ligueiro, minha tanga. Eu estava vestida como sempre gostei de me vestir pra ir ao escritório ou a um encontro.

De repente, cruzei com meu sogro, que também tinha feito o curso do trabalho, e ele se ofereceu pra me levar, eu e minha colega.

Achei que iam me deixar primeiro e depois minha colega, mas não foi assim, porque a casa dela era mais perto.

A chuva continuava. Passamos pra deixar minha colega na casa dela.

Seguimos pra minha casa e, ó surpresa, quando chegamos, estava chovendo muito mais forte. Na rua, passava um rio enorme. Por mais que meu sogro aproximasse a caminhonete, estava muito alagado.

Ele colocou uma das mãos no meu cabelo, dizendo que eu estava muito sexy e que tava com vontade de transar comigo de novo.

Que naquela ocasião eu estava muito gostosa com aquele vestido branco e o conjunto de meia-calça preta de renda que eu usava, que eu estava muito yummy.

Olhei pra ele e falei que tava complicado fazer aquilo agora porque eu tinha que ir pra casa. Abri a porta, mas a chuva estava no auge. Na tentativa que fiz, minha saia subiu, mostrando a renda da meia e o sutiã do ligueiro.

Ele disse que gostava de como minhas pernas ficavam com aquelas meias e o contraste com minha pele, que tinha vontade de me acariciar, de me beijar.

Respondi que ele não continuasse, que meu marido podia aparecer na janela e perceber que eu estava com ele.

Mas os vidros da caminhonete dele estavam embaçando. disse que ninguém ia nos ver com essa chuva.
Ele se aproximou pra me beijar, virei o rosto pro lado, falei que não. Ele colocou a boca no meu ouvido, num sussurro suave, disse que me desejava, que eu gostava.

Senti quando ele colocou a outra mão no meu vestido, começou a beijar meu pescoço, o lóbulo da minha orelha. Tentei tirar a mão dele do meu vestido, mas não consegui. Eu queria dar pro meu sogro, mas o lugar era arriscado demais.

Com os beijos dele no meu pescoço, sentir os lábios quentes e o roçar da língua na pele do meu pescoço fez minha respiração acelerar sem que eu pudesse evitar.

Entreabri a boca pra falar pra ele parar, tentando segurar um gemido.

A outra mão dele enfiou por baixo do meu vestido, senti ele acariciando suavemente minha perna por cima da meia. Ele sussurrava no meu ouvido que gostava das minhas meias de renda, que eu tinha bom gosto pra usar meias.

Falei pra ele não continuar, numa voz baixa, quase roçando os lábios dele. A boca dele estava no lóbulo da minha orelha, e ele disse que me desejava, que tava muito excitado, que a gente fosse pra outro lugar. Eu falei que não.

A mão dele que tava na minha perna foi subindo mais, até onde terminava a renda das minhas meias e o fecho dos meus ligas.

A mão dele acariciava o liga, minha pele, a renda da meia. Comecei a gemer baixinho e falei pra ele parar.

Senti a mão dele avançando pra minha buceta.

Ele sussurrou no meu ouvido: “abre suas pernas”. Falei que não, num gemido suave que escapei. Ele colocou os lábios nos meus e me beijou.

Abri minha boca pra receber ele, os lábios quentes nos meus, a língua dele entrando na minha boca e brincando com a minha. Sem conseguir evitar, soltei um gemido.

Eu tava muito molhada, excitada com as palavras dele, os beijos no meu pescoço, os sussurros no meu ouvido. Não consegui evitar abrir minhas pernas pra ele acariciar à vontade.

Ele enfiou a mão no meio das minhas coxas e tocou minha buceta, que tava muito molhada, meus fluidos na minha calcinha fio dental, nas minhas coxas, na renda dos meus ligas e da minhas meias.
Comecei a gemer e a mexer minha cintura por causa das carícias que ele me dava. Não conseguia evitar gemer, mexer minha cintura, ele sussurrou no meu ouvido: "que gostosa, e muito molhada".

Ele me disse pra acariciar o pau dele, pra sentir como ele tava quente de tesão.

Virei de costas pra ele parar de me acariciar, mas ele não parou. Fiquei de quatro no banco, ele levantou a saia do meu vestido até minha cintura, deixando minha bunda à disposição dele.

Ouvi ele abaixar o zíper da calça e se deitar sobre minhas costas. Senti a cabeça do pau dele molhada no meio da minha bunda.

Não consegui evitar rebolar e apertar minha bunda quando o pau dele tava no meio dela. Ele me segurou pela cintura, assim empinada de quatro, apoiei meu rosto no banco e levantei minha bunda.

Ele passava a cabeça do pau no meio da minha bunda e na entrada da minha buceta e do meu cu, afastou minha calcinha fio dental.

Várias vezes ele fez a mesma coisa, eu mexia minha cintura e apertava minha bunda pra apertar o pau dele sem ele meter.

Eu tava mais que quente, desejosa. Falei que não aguentava mais, que ele me comesse, por favor. Que me fizesse dele.

Ele não tentou me comer, mesmo passando a cabeça do pau na entrada da minha buceta.

Passei uma das minhas mãos no meio das minhas coxas, peguei o pau dele. Senti ele quente, molhado, muito duro, era bem diferente do pau do meu marido.

Passei meus dedos pela cabeça do pau dele, que tava escorrendo os sucos dele, passei na cabeça dele, acariciei. Abri mais minhas pernas pra colocar a cabeça do pau na entrada da minha buceta, que já queria ele dentro de mim.

Ele me segurava pela cintura, as mãos dele na minha cintura, que eu mexia pra ele meter o pau na minha buceta. Falei: "Me come, por favor, preciso de você, não aguento mais, quero ser sua".

Eu tava desesperada pra ele me comer. Segurei o pau dele com minha mão na entrada da minha buceta, empurrei minha bunda pra trás e finalmente a cabeça do pau dele entrou. pau dentro de mim
Gemi ao sentir a cabeça da pau dele abrindo minha buceta, mexia minha cintura pra trás pra ele enfiar mais a pau dele.

Senti meu sogro empurrar a cintura dele pra frente e segurar minha cintura com força pra meter mais a pau dele.

Eu gemia e dizia “sou sua, sua, assim me come, mete tudo em mim”.

Fechei minhas pernas e apertei minhas nádegas, mexendo minha cintura pra trás até sentir a pau dele entrar bem fundo em mim.

Dava pra ouvir, apesar da chuva, o som do choque das minhas nádegas com a cintura dele, a entrada e saída da pau dele, enquanto minhas unhas acariciavam os colhões dele cheios de porra, sentia a pau dele saindo molhada de mim.

Ele sussurrava no meu ouvido “que delícia, você tá bem apertadinha”, eu gemia e oferecia meus lábios pra ele me beijar, prova da minha entrega total à pau dele, aos lábios dele, à boca dele.

Falei pra ele tirar quando fosse gozar, que queria toda a porra nos meus peitos. A pau dele entrava e saía, me fazendo ter meu primeiro orgasmo.

De quatro no banco da frente da caminhonete dele, os vidros totalmente embaçados, me mexendo e gemendo com a pau dele toda dentro de mim.

Tava toda suada do calor dos nossos corpos, da entrega, ele mandou eu virar e dar os peitos pra porra dele, me ajoelhei.

Senti a pau dele ficar dura, toda a porra dele jorrando nos meus peitos, sentir aquela porra quente caindo me deixava muito puta, molhando meus bicos duros. Me abaixei mais e chupei o leite dele com minha boca, engolindo tudo. Adoro transar com meu sogro, ele sabe tratar uma mulher.Saindo do curso com meu sogrão

7 comentários - Saindo do curso com meu sogrão

que lindo seria cogerte por todos lados rubia...te mereces chas chas en la colita...por morbosa🤤🤤🍼🍼😈😈
mostra esas tetas divinas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! quiero chat con vos!!!!
oskil01 +1
Excelente relato de una yegua caliente van puntos