Boa tarde, galera! Trouxe minha última experiência com ménage, e olha, foi a melhor de todas. Vamos lá: Era 2006, e a cidade tava cheia de ciber cafés, onde eu tinha viciado – mas não em ver site besta nem nada, e sim em entrar nos chats. Num sábado à noite, voltando da casa de um amigo, caminhando pra casa, passei pelo ciber que eu sempre ia. Tava aberto e, como não tinha nada pra fazer, entrei pra ver o que conseguia. Entrei na sala do UOL (sempre ia naquela), na de sexo e idades – agora não lembro qual sala era –, mas comecei a papear e puxei conversa com uma mulher chamada Carolina. A gente conversou e não lembro como surgiu o assunto, mas ela me perguntou sobre ménage e se eu topava fazer um com ela e o marido. Aceitei na hora, trocamos os celulares e marcamos pra sexta-feira seguinte, à noite. O ruim é que era em José C. Paz e eu moro na capital federal, mas não liguei – tinha o trem perto que me deixava na estação. Nos dias antes, ficamos trocando mensagens, já que não existia WhatsApp, haha. Chega o grande dia e eu parto pra festa. Desço da estação, compro camisinhas e vejo o casal. Caro era quase da minha altura, 1,67, gordinha, olhos verdes lindos, peitos pequenos e bonitos, e uma rabeta gostosa. Ao chegar na casa, o marido sai por um tempo e nos deixa a sós. Então começamos a preliminar: beijo a boca dela com tudo, enquanto ela começa a acariciar minha pica. Encho ela de beijos no pescoço, deixando uns chupões gostosos. Ela abaixa meu zíper, tira minha pica pra fora e começa a chupar. Falo: "Espera, vou colocar a camisinha", e ela responde: "Isso é pra foder, vou chupar assim mesmo, adoro". E ela chupava de um jeito incrível. Gozo na boca dela, e ela cospe nos próprios peitos. Tira minha calça e minha cueca, e com a cueca limpa toda a porra – isso me deixou com mais tesão ainda. "Agora é sua vez, quero sentir sua linguinha", ela diz, e se deita na cama, abrindo as pernas. Só pra constar, ela tava vestida com uma saia, blusa e lingerie branca. Começo a... Chupando a buceta dela que tava toda depiladinha, passa um tempo e aparece o marido, ele tira a roupa, deve ter sido uns 20 minutos só nós. Ele senta na cama e fala: "finalmente tô com dois safados". Aí nós começamos a apalpar ela, tiro minha camiseta e fico pelado, ela pega no pau de nós dois e começa a bater uma pra gente enquanto a gente amassa os peitos dela juntos e começa a chupar os dois ao mesmo tempo. Mordíamos, lambíamos e brincávamos com nossas línguas nos biquinhos rosados e gostosos dela enquanto eu enfiava os dedos na buceta dela. Nisso, ela começa a chupar o pau do marido e fica de quatro, eu começo a chupar a buceta dela e dar uns beijos pretos, o pau dela tá durasso e eu começo a meter. Vejo que ela tira o pau da boca e começa a gemer uns minutos, depois continua chupando. Paro de meter, tiro a camisinha e gozo toda na bunda dela, e na mesma hora o marido goza na boca dela. Vejo que ela engole tudo. Descansamos um pouco e a Caro começa a me chupar e fala pro marido: "amor, agora sua vez", e começa a meter nele como um louco. Vejo ela gemer e volta a me chupar. Ela para e pergunta: "gurias, vou ficar no meio de vocês dois?" Aí o marido deita, ela sobe em cima e grita: "sanduichinho!" E eu começo a enfiar no cu dela. No começo é difícil e dói um pouco, mas depois com a tesão passa e eu começo a meter devagar, com o marido metendo na buceta dela. Uma experiência que eu nunca tinha vivido. Sinto que vou gozar e gozo no cu dela, e o marido goza uns minutos depois e dá um gemido de prazer que ecoa pela casa toda. Terminamos, fico com eles até amanhecer, tomando café e conversando. Quando vou embora, ela chupa meu pau pela última vez e eu chupo a buceta dela e meto enquanto o marido bate uma nos vendo. Nos vestimos, eles me acompanham até o ponto, e essa foi a experiência sexual mais intensa e o melhor menage. Ia se repetir, mas justo começavam as aulas, eu estudava de noite, e não deu pra repetir. Continuei em contato por um tempo, mas depois soube que o... O marido obrigava ela a fazer ménage que ela não queria, e eles se separaram. Até hoje não sei mais nada dela, fim da história, galera.
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