Natal na delegacia.

Eram 20h, faltavam 4 horas pro Natal, era a noite de 24 de dezembro de 2002. Meu nome é Eduardo e eu tava viajando com minha mulher Andrea e minha filha de 18 anos, Mônica. A viagem tava sendo um saco e eu já tava de saco cheio tanto da minha filha quanto da minha esposa. A gente passou a viagem toda discutindo, como sempre, porque há anos as brigas entre eu e minha mulher eram rotina. Se eu não separava dela, era porque ainda amava ela.

Minha filha começou a se comportar igual a mãe dela quando fez uns 14 anos. Desde então, e provavelmente por ser mulher, sempre ficava do lado da mãe pra me fazer de vilão da história. Faltava pouco mais de uma hora de viagem pra chegar no destino quando o carro saiu da estrada por causa da neve, e com tanto azar que fui bater num dos poucos árboles que tinha na área.

"Seu idiota, olha a merda que você fez, quase nos matou!"
"Puta merda, pai, como você é desastrado, não serve pra nada."

As críticas da minha esposa e da minha filha eram as de sempre, então pelo menos soube que elas não tinham se machucado. A gente tava isolado, mas pra nossa sorte — ou pelo menos foi o que pensei no começo da noite — um carro da polícia passou por nós com dois agentes uniformizados. Eles nos viram no acostamento e pararam pra ajudar. Viram que o carro não funcionava e, como não dava pra chamar um guincho por causa da tempestade de neve, se ofereceram pra nos levar até a delegacia, onde a gente podia pelo menos passar a noite até a tormenta passar.

Não demorou mais de 20 minutos pra chegar na delegacia. Assim que entrei, fiquei surpreso que o prédio ainda tava de pé. Era um lugar caindo aos pedaços, com umas duas celas e só umas mesas e cadeiras.

"Desculpem a bagunça, mas essa delegacia é muito velha e amanhã vão demolir ela. Por isso tá tudo virado de cabeça pra baixo e só sobramos nós dois e mais três colegas."

Como pude ver, tinha mais três agentes também de uniforme. Sentados junto a uma mesa tomando café, o colega deles explicou a situação e eles pareceram felizes por ter companhia numa noite tão significativa como aquela.

Devo dizer que não gostei nadinha do jeito que alguns deles olharam pra minha esposa e minha filha. As duas estavam de vestido de noite, compridos mas decotados, estavam realmente gostosas. Minha mulher é toda uma senhora, com seus pouco mais de 40 anos, se conserva bem pra idade e, como é viciada em esporte, manteve uma bela silhueta.

Minha filha, com seus 16 anos, já é toda uma mocinha. A cabeleira loira faz um belo contraste com a pele dela e, embora eu nunca tenha reparado nisso, ela tem uns peitos bem grandes pra idade e uma bunda bem empinada.

Nós sentamos junto deles e pude ver, com estranheza, que numa das celas tinha um homem dormindo. Ao ver minha cara de espanto, um dos policiais comentou:

"Quase me esqueci, esse também é nosso colega, mas bebeu mais do que devia e foi tirar um cochilo."

De fato, o homem também usava partes do uniforme de polícia, mas o que mais me surpreendeu foi o tamanho dele. Era um negão enorme, devia ter uns 2 metros, e isso que eu tava vendo ele deitado.

A nevasca continuou e, duas horas depois, lá pelas 23:00, já tava claro que não sairíamos dali a noite toda. Nessa altura, o gigante negro já tinha acordado e nem ele conseguiu abrir a porta da delegacia. A neve tinha tampado a entrada e estávamos presos ali.

"Não tenham medo, é normal nessa região. Amanhã de manhã a neve já vai ter derretido. Teria sido pior ficar ao relento."

Quando perguntei o que tinha pra jantar, os 6 policiais caíram na risada.

"Temos um cardápio bem variado pra escolher, amigo."

"Cala a boca, tá passando vergonha. Não tá vendo como é que tá? Cê acha que esses homens prepararam um jantar pra receber visita?"

Minha mulher soltou um dos comentários desaforados de sempre, seguido pela minha filha:

"Pô, pai, que idiota, que pergunta mais besta. Eu olhava pela janela junto com o negão, e minha mulher e minha filha, depois de me humilharem na frente daqueles homens, foram sentar com o resto dos policiais. Não pude deixar de notar como o negão olhava pra raba delas enquanto se afastavam da gente.
Pouco antes da meia-noite, eu falei:
"Parece que não tem jeito, vamos ter que dormir aqui mesmo."
"Bravo, papai, foi exatamente isso que o agente falou há uma hora."
Minha mulher e o resto dos policiais caíram na risada de novo. Bateu meia-noite e a gente se cumprimentou pelo ano novo, ou pelo menos eu fiz isso. Minha mulher e minha filha estavam ocupadas demais conversando e cumprimentando os policiais, que cagaram pra minha cara.
"Pelo menos a gente tem música, rapaziada."
O negão tirou de um armário um rádio velho e colocou uma fita. Devia ser a única que ele tinha, porque o som já tava meio gasto.
Em vez de dançar comigo, minha mulher resolveu dançar com o Andrés. Ele parecia ser o agente de maior patente na delegacia e quem dava as ordens. Minha filha dançava com o negão, e o tamanho deles se destacava.
Eu fiquei sentado que nem um otário. Não tinha nada pra comer, mas pra beber tinha: pelo menos três garrafas de licor que lá pelas 0:30 já tavam quase vazias. Eu não bebi nada porque não gosto de álcool. Minha mulher continuava dançando com o Andrés sem me dar bola, até que eu vi uma coisa que me deixou puto da vida. Não só aqueles policiais olhavam pra minha mulher e minha filha, como o Andrés tinha resolvido chegar mais perto delas, principalmente da minha mulher, com quem dançava segurando a bunda dela sem ela falar nada.
Eu me aproximei e separei minha mulher do Andrés.
"Qual é, chefe? Só tava dançando com sua mulherzinha."
Minha mulher me xingou e me deu um tapa na cara na frente de todos aqueles homens.
"Você é patético", cuspiu pra mim.
Andrés virou pra mim:
"Não precisa ficar violento, não tem problema, fica na boa."
A parada teria terminado ali, se eu não tivesse visto minha filha Mônica esfregar a bunda no pau do negão como se fosse uma putinha qualquer, enquanto ele passava a mão nela toda. tetas.
"Negro desgraçado, solta minha filha, seu filho da puta maldito", gritei.
Andrés me segurou com força.
"Isso é o fim da linha, não posso deixar você se comportar assim na frente dos meus homens. Ainda por cima, salvamos vocês da tempestade, e é assim que nos paga. Não fazemos nada que suas garotas não queiram. Seja educada conosco, como fomos com vocês."

Insultei ele e chamei eles de porcos. Isso não agradou nada Andrés, que me bateu com o cassetete na cara, me jogando no chão com o golpe. Me arrastou até uma cela e me trancou lá, enquanto nem minha mulher nem minha filha faziam nada. Na verdade, pareciam rir de tudo aquilo.

"No final, olha só o que Andrés teve que fazer porque você não sabe se comportar."
Que apoio eu recebia da minha mulher.

Meus gritos para eles não adiantaram nada. Eles aumentaram a música e continuaram dançando até que a coisa esquentou para limites inimagináveis. Vi minha filha se ajoelhar na frente do negro, abaixar a braguilha dele e meter a mão até tirar uma piroca de tamanho considerável, colocando na boca dela, sob os olhos da mãe, que sorriu diante daquela putaria.

Com 18 anos, minha filha se comportava como uma gostosa. A boca dela estava cheia com o pau daquele cara. Meus gritos eram inúteis. Dava para ver a língua dela percorrendo a cabeça do pau, lambendo com gula. As mãos dela não paravam de acariciar os ovos dele.

O negro a incentivava:
"Assim, minha menina, como se fosse um pirulito. Muito bem."

Outro policial se aproximou dela e tirou o vestido de noite por cima da cabeça. Ela não usava sutiã e mostrou os peitos para todos. Depois, o cara tirou a calcinha fio dental dela, deixando à vista daqueles degenerados uma bucetinha com pelinhos loiros.

"Que bucetinha mais linda, gata."
O policial enfiou a língua na boceta da minha filha, e ela aproveitou para chupar com mais vontade o pau do negro, que enchia a boca dela por completo.

Minha esposa assistia à cena encantada, vendo a filha se transformar numa putinha qualquer.

Chamei eles de filhos da puta, e minha... Minha esposa me insultou de novo.
"Que otário você é, meu marido, nem trancado aí você consegue parar de estragar a festa"

Eu chorava de impotência quando vi que todos os homens se pelaram e o que tava chupando a buceta da minha filha começou a foder ela, minha mulher incentivava
"Isso mesmo, meu anjo, se mexe que nem uma leoa, minha menina"

Um por um foram se colocando entre as pernas da minha filha e fodiam ela à vontade até chegar a vez do negão cuja rola minha filha tava mamando até aquele momento, achei que ia rasgar ela quando vi aquele trabuco preto enorme sumir dentro da bucetinha apertada da minha filha.

Enquanto isso, minha mulher chegou perto da cela, eu perguntei como ela podia deixar fazerem aquilo com a filha dela.

"Não me faz rir, por acaso você já se preocupou com ela alguma vez? Você sempre esteve ocupado trabalhando, não precisamos de você pra nada, já é hora de nos divertirmos."
"Você é patético, além disso, isso é culpa sua, se você não fosse tão sem jeito a gente não tinha batido o carro, estamos mais protegidas com o Andrés do que com você"

A puta ainda me jogava na cara que eu tava ocupado com meu trabalho, se eu trabalhava que nem um burro era por elas, pra elas poderem comprar aqueles vestidos caros, os perfumes e as joias.

Minha mulher voltou pro grupo e beijou o Andrés na boca enquanto as mãos dele apertavam a bunda dela, depois desceram pra boceta dela e uns dedos estranhos sumiram lá dentro enquanto a Pilar abria as pernas num claro convite pro Andrés pelar ela, o que ele fez na hora, deixando minha linda esposa pelada na delegacia.

O Andrés ficou me encarando enquanto beijava minha mulher, ela percebeu e disse
"Deixa ele aí trancado, pelo menos que curta o espetáculo, o grande otário"

Minha mulher soltou um suspiro de prazer quando o Andrés se ajoelhou na frente dela e enfiou a língua na buceta dela.

Minha filha Mônica tava com o pau de um enfiado na boca até a metade, enquanto por trás o negão perfurava a buceta dela centímetro por centímetro.
Depois trocaram de posição e a Mônica montava nele. desesperadamente em cima da pica do tio que tava embaixo, e por trás outro se encarregava de meter no cu dela com força, a putinha da minha filha tava se divertindo pra caralho enquanto continuava chupando uma pica e masturbando outras duas.

Não reparei na minha mulher até ouvir os gritos dela:
"Aaahhhh! como você me fode gostoso, não para não"
Ela tava de cócoras em cima do Andres, subindo e descendo sem parar na pica dele, fazendo questão de enfiar até o fundo da buceta dela, depois minha mulher chupou a pica dele na minha cara, chupou e mamou até o Andres gozar na boca dela.

Nessa hora, os outros já tinham terminado com a minha filha Mônica, o Andres chegou perto dela e minha filha se ajoelhou entre as pernas dele, o Andres, segurando a cabeça dela, começou a esfregar os ovos dele na cara toda dela. Depois enfiou a pica até o fundo da boca dela e começou a foder a boca dela.

"Olha, amor", – gritou minha mulher
Ela tava bem perto de mim, esfregando a pica enorme do preto na cara dela, enquanto lambia, passando a língua por toda ela.
"Que te fodamraposa, gritei pra ela
"isso é problema meu, não se apresse" respondeu o negão

Minha esposa se colocou em cima dele, de frente pra mim e inclinada pra trás, apoiando as mãos no chão, de um jeito que não tive escolha a não ser observar como ele ia começar a foder ela.
O negão segurou o próprio pau com uma mão e encostou na entrada da buceta, abrindo os lábios dela. Ela desceu a bunda e a grossa cabeça desapareceu dentro da boceta dela.

Tive que ver como lentamente aquele picaço penetrava no fundo da minhamulherdilatando a buceta dela no caminho dela.
"Porra, que grande, vai me arrebentar, mostra pro meu marido o que é uma boa pica, enfia até os ovos"

O preto obedeceu minha mulher e investiu enfiando a pica até o fundo, só os ovos dele ficaram pra fora da buceta da minha esposa.
Ela se deixou foder na minha frente, gritando que nem uma possessa cada vez que o preto enfiava a pica até dentro, a puta não parava de me olhar enquanto o policial preto a penetrava.

O preto gozou na buceta da minha esposa, deve ter enchido as entranhas dela de porra porque quando tirou a pica a buceta dela escorria sêmen, a puta recolhia com os dedos.
"Não posso desperdiçar nada querido, com sorte esse preto campeão me deixa grávida"

Não deram tempo pra ela se recuperar, porque três homens a penetraram de novo, um deles decidiu meter no cu dela enquanto o companheiro comia a buceta e o outro ocupava a boca da minha esposa, eu nunca deixei ela dar o cu mas com aqueles policiais não colocou nenhum problema.

"Olha céu, olha como me metem no cu, adoro, olha como esses agentes simpáticos cuidam da sua mulher e da sua filha como você nunca soube"

"Devagar cavalheiros, aproveitem minha buceta"

Minha filha Mônica se abraçava no preto e apalpava as bolas dele enquanto continuava melada do sêmen que os policiais tinham gozado nela antes, lá fora ainda nevava e já eram mais de 5 da manhã, tavam horas fodendo elas.

Os outros 3 que comiam minha esposa não demoraram a gozar, fizeram na cara dela, deixando ela toda suja, enquanto se lambia não parava de me olhar, puta vagabunda.
"Olha querido, que gostoso o sêmen desses senhores, adoro"

Voltei a xingar com raiva todos os policiais, filhos da puta, porcos.

Filho da puta é você, respondeu André.
"cuck agora vai ver"

Pegaram minha filha e minha mulher e colocaram na frente da cela, as duas se agarraram nas grades e André meteu na minha mulher no no cu de uma vez enquanto o preto fazia o mesmo com a minha filha.
As duas não faziam nada, só gemiam e me olhavam enquanto se deixavam comer pelo cu, os peitos da minha mulher batiam contra as grades e eu via perfeitamente como elas balançavam pra frente e pra trás com as estocadas do Andrés.

"Chupa bem gostoso, amor, pra entrar melhor no cu da sua filha"
O preto saiu do cu da minha filha e esfregou o pau na cara da mulher, que começou a chupar com vontade enquanto segurava com as duas mãos e o Andrés continuava bombando no cu dela.
Ela foi engolindo o pau preto até quase se engasgar, ele fodia a boca dela, adorando sentir ao longo do pau a carícia suave dos lábios carnudos da minha mulher.

Depois que ficou bem babado, ele meteu de novo no cu da minha filha, todos foram passando pela retaguarda da minha mulher e da minha filha enquanto elas continuavam agarradas nas grades recebendo uma atrás da outra as estocadas daqueles policiais nas bundinhas delas.

Eram 8 da manhã e tinha parado de nevar, os policiais deixaram minha Andrea e Mônica limparem os paus deles com restos de porra, como as duas vadias chupavam, com uma gula incrível, imprópria principalmente pra alguém da idade da minha filha.
Depois eles se vestiram todos e me tiraram da cela.
"Bom, senhor, adoramos foder sua mulher e sua filha, foi uma das melhores entradas de ano da nossa vida, comer o cu da sua mulher foi um verdadeiro prazer"

Eu sentia uma raiva do caralho, mas eles estavam armados e eram seis, não dava pra fazer nada. Quando íamos embora, apareceram mais dois carros da polícia, era o reforço do grupo anterior. Em umas duas horas chegariam as máquinas pra demolir a delegacia. Pensei em denunciar aqueles filhos da puta, mas o que eu ia dizer? Que minha mulher e minha filha eram umas putas? Que se deixaram comer por seis caras na minha frente? Isso só ia me humilhar mais.

Minha mulher e minha filha decidiram voltar pra casa com os policiais.
"Com eles a gente vai ficar mas protegidas e ainda dá tempo pra uma foda rápida"

Fonte: Sexo sem tabus.

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