Mi novia y el maestro

Olá, essa é minha primeira postagem, e quero contar como tem sido minha vida com minha atual namorada, que está me traindo há 7 anos sem saber que eu já descobri. Por algum motivo, gosto de ver minha mina dando pra outros, mas no começo eu sentia ciúmes. Ela é magrinha, tem uns peitos pequenos, mas bem redondinhos e firmes, e a bunda também pequena, mas bem desenhada. Ela é meio loira, olhos castanhos claros, tem 1,60m de altura.

Tudo começou em 2013, ela tinha 15 anos e eu 18. Eu tava terminando o ensino médio e ela tava no 9º ano. A gente se conheceu pelas amigas dela. Leticia (nome da minha namorada) era tímida e sensível, mas hoje sei que é uma putinha e só fingia comigo o tempo todo. Bom, eu gostei dela e chamei ela pra sair. Eu todo feio e ela toda princesa. Na saída da escola, umas 18h45, fomos pra um parque. A gente conversou um tempão, depois acompanhei ela até a casa dela. Antes de chegar, tentei beijar ela num lugar escuro e ela deixou. Aí desci a mão pela cintura dela e tentei pegar na bunda, ela ficou brava, me chamou de tarado e foi embora.

No dia seguinte, procurei ela no recreio e pedi desculpas pelo que fiz na noite anterior. Ela me perdoou numa boa, e eu pedi ela em namoro. Ela aceitou. Combinamos de nos ver depois da aula. Na hora da saída, esperei e ela nunca apareceu. No dia seguinte, perguntei:

EU: Linda, ontem te esperei e você não veio. O que houve?
LETICIA: Saí com uma amiga mais cedo porque não tava me sentindo bem.
EU: Desculpa, amor. Hoje juro que a gente vai se ver.

Nesse dia a gente se viu, e sempre foi assim. Mas depois de uma semana, aconteceu de novo. E na outra semana, de novo. Ela sempre me deixava esperando às quintas-feiras. Eu já nem perguntava mais, porque sabia que alguma coisa tava rolando. Aí resolvi investigar. Chegou quinta-feira, uma hora antes da saída, me comportei mal na sala, a professora me mandou pra direção. Pra não ser expulso, falei que ia ficar fazendo limpeza nos pátios. Pensativos, aceitaram. Eu estava varrendo perto da sala da minha namorada, mas não tinha ninguém. Aí perguntei pro auxiliar e ele disse que estavam lá atrás fazendo educação física. Então fui pra lá limpar os corredores sem que ela me notasse (onde faziam educação física era na curva da escola, e a plataforma era cheia de árvores ao redor, com um depósito pra guardar o material de educação física do lado da plataforma).

Aí, mais confuso do que nunca naquele instante, mas de repente percebi uma coisa: enquanto todo mundo estava nos colchonetes, de quatro fazendo flexões, o professor parou atrás da minha namorada e falava: "Letícia, abre mais as pernas, flexiona mais a cintura". Ele estava claramente olhando pra bunda da minha namorada, já que ela estava vestindo um shortinho pequeno e, mais ainda, ela levantava ele demais, deixando ver as nadeguinhas separadas pela tanga que ela usava. Naquele momento, fiquei puto.

Depois de um tempo, bateu o horário e já era saída. Fui deixar as coisas de limpeza e vi os amigos e amigas dela chegando na sala e indo embora. Corri e perguntei pra melhor amiga dela:

EU: Ana, desculpa, cadê a Leti?
ANA: Ficou com o professor ajudando a juntar as coisas.
EU: Ok, valeu, tchau.

Fui correndo sem que o auxiliar me visse, porque senão ele me expulsava da escola. Me escondi nos galhos e árvores da plataforma e não vi nada de estranho. A Leti ajudava o professor a passar os colchonetes e os cones pro depósito. Aliás, o depósito era pequeno, um quartinho com uma porta de madeira já bem gasta. Bom, continuando: depois que terminaram de juntar tudo, não saíram do depósito, e eu vi o professor fechar a porta. Meu coração paralisou e passou o pior pela minha cabeça. Não acreditei. Então fui me aproximando sem fazer barulho. Quando cheguei na parede, ouvi uma conversa em sussurros:

PROFESSOR: Mas que raba gostosa você tem, princesa.
LETÍCIA: Gostou?
PROFESSOR: Claro, me deixaria apalpar?
LETÍCIA: Claro, espero que ninguém ouça.
PROFESSOR: Relaxa, todo mundo vai embora, só vai ficar o auxiliar, mas não... Vem pra cá. Naquele momento, lembrei daquela noite em que tentei tocar a bundinha gostosa dela, e ela não deixou, mas esse cara ia aprender. Meu sangue gelou, mas eu queria ver. Então cheguei perto da porta e comecei a olhar por baixo. Não acreditei, meu coração disparou a mil. Vi o professor segurando minha namorada de costas, com o rosto virado pra parede, já com o short abaixado, e ele acariciando aquelas nádegas lindas e brancas. PROFESSOR: Agora sim, putinha, vamos começar. Não vou negar, deu vontade de entrar e encher de porrada aquele velho. Esqueci de falar que o professor tinha uns 38 anos no mínimo, era alto, forte e com umas mãos enormes. Bom, decidi ficar e continuar olhando. Ele se agachou e ficou de frente pro rabo da minha namorada, que só tinha a calcinha fio dental rosinha enfiada entre as nádegas. Ele puxou pra baixo e tirou. Enfiou a cara no cu da Leti e começou a passar a língua. Ela só gemia baixinho. Assim foram uns 10 minutos até ele se levantar e sussurrar no ouvido dela: PROFESSOR: Agora sim, putinha, sem fazer barulho que vamos começar. LETICIA: Sim, mas devagar. Você é muito grande. Ele baixou a calça e eu vi o pau dele, uns 23 cm e grosso. Fiquei chocado, porque o meu tem só uns 10 cm. PROFESSOR: Olha como você me deixa, putinha. Abre essas pernas que vou arrebentar essa bucetinha. LETICIA: Do jeito que o senhor quiser. Mas que putinha que ela era, e pra mim era um anjo. Bom, vi o professor pegar o pauzão dele e enfiar no cuzinho da minha namorada, fazendo ela gritar. O pau era tão grande que só a cabeça entrava. Aí mudaram de posição, baixaram um colchonete. Ele deitou de costas e ela montou em cima, sem perceber que eu tava olhando. Na minha frente, tinha um close total de como minha namorada pegava o pauzão dele e guiava pra dentro da buceta dela. PROFESSOR: Ah, putinha, olha como você me deixa. Abre bem as pernas, gostosa, e enfia rápido. LETICIA: Tô tentando, mas é grande demais. De repente, a safada... terminei enfiando quase metade, e começou a meter pra cima e pra baixo enquanto ele pegava as tetinhas dela e apertava, ela só gemia e de repente acho que ele não aguentou no ritmo que tavam, pegou a cintura dela e de uma só vez enfiou tudo, de baixo da porta vi como as bolas grandes e vermelhas dele batiam na bunda da minha namorada, e ela deu um grito como de prazer e dor, e meu pau reagiu e ficou duro.

MESTRE: que buraquinho gostoso você tem, foxy, tão apertadinho do jeito que eu gosto, mesmo depois de te comer nas outras semanas.
LETÍCIA: Sou só sua, me come gostoso, meu amor.

aí percebi que essa puta tinha mentido pra mim e tava dando pro professor de física toda semana.

MESTRE: você gosta do meu pau, putinha?
LETÍCIA: adoro, enfia mais.
MESTRE: me pede, puta, me pede!
LETÍCIA: aaaahhh! enfia o pau! enfia o pau na sua putinha.
MESTRE: assim que eu gosto, puta.

e naquele instante o desgraçado abraçou ela e de um golpe virou ela, ficando por cima, minha namorada automaticamente cruzou as pernas na cintura do mestre e ele meio que abriu as pernas, me deixando ver de novo como o pauzão dele enchia o cuzinho da minha Leti, consegui notar como o pau dele puxava a pele de dentro da buceta da minha namorada, era excitante e com toda aquela visão gozei na calça, me molhando todo, continuei olhando e ele empalava ela com aquele pauzão, num vai e vem muito rápido, ela só gemia baixinho mas dava pra ver que queria gritar, e de repente—

MESTRE: vou gozar, puta, aaaaa já não aguento
LETÍCIA: não tira, goza dentro, por favor
MESTRE: porraaaa gozei, uff que delícia você é, puta
LETÍCIA: ...... (ofegante)

vi esse grandão cair em cima da minha namorada pequenininha e depois de uns 3 minutos tirou o pau todo mole, e rapidamente foi se limpar, minha namorada ficou deitada me dando a visão que eu queria, e vi saindo um monte de líquido daquele cara da buceta dela, e o cuzinho dela tava bem esticado e vermelho. MESTRE: temos que ir, vagabunda.
LETÍCIA: sim, eu sei.

Naquele momento, tive que sair antes que percebessem que eu estava lá. O auxiliar já estava indo embora e, quando me olhou, disse:

AUXILIAR: o que você está fazendo aqui, jovem?
EU: tive que ajudar o professor de física com umas coisas.
AUXILIAR: entendo, mas vamos indo, jovem.
EU: e o professor fica?
AUXILIAR: ele tem a chave, então não tem problema.

Saí com o auxiliar e meu coração continuava muito, muito agitado, assustado e preocupado, mas eu gostei daquela experiência. Naquela noite não dormi; me masturbei pensando em como o mestre penetrava minha namorada sem piedade e enchia a buceta dela de porra.

Até hoje ela continua mentindo pra mim, mas eu a vigio sem que ela perceba. Vou contar pra vocês as outras coisas que ela me fez — umas bem loucas e outras muito, muito perversas.

2 comentários - Mi novia y el maestro

Es real o solo producto de tu imaginación!??? Porque si es real... con esos 10cm anda acostumbrándote a ser el putito cornudo! Saludos! Buen post!
zelmex +1
muy bueno bro, a espera de la continuación