Hoje vou trazer algo diferente, pessoal. Héctor e Luis trabalham no campo, cultivam as terras que vêm passando de geração em geração. São vizinhos, vale mencionar que, embora sejam vizinhos, suas casas ficam distantes uma da outra. Héctor é casado com Lucila, Luis é casado com Maria. São amigas desde a infância, hoje em dia comadres. Na primeira segunda-feira do verão daquele ano, Lucila fazia os serviços domésticos de muito mau humor. Nisso, chega Maria e pergunta o que houve. L — Esse idiota do Héctor já faz uma semana que não me toca. M — O que ele está perdendo, dizia Maria, pois ambas mantinham um corpo de qualquer mulher de academia, mesmo tendo filhos. Seus desejos mais profundos eram ser desejadas, gostavam de ser olhadas, e por isso ambas mantinham um corpo lindo. Lucila, 34 anos, media 1,70, pernas grossas e quadris ainda mais largos, cintura fina e uns peitos redondos, meio caídos por causa das gestações, mas grandes, cabelo liso e loiro, uma pele tão branca que quando ela andava na direção do sol parecia um anjo, um anjo de prazer e desejo. Maria tinha uma compleição parecida com a da Lucila, mas ela era um pouco mais alta, 1,78. Pernas bem torneadas e grossas, um rabo bem firme, abdômen trincado e umas tetas também maiores que as da Lucila, pele morena clara e um cabelo ondulado mais preto que carvão, com uma boca que fazia você tremer. Então Lucila disse para Maria: L — Já estou de saco cheio, hoje não vou esperar por ele, hoje vou me satisfazer. M — Como você vai fazer isso? Será que vai se animar e provar um dos trabalhadores do seu marido? L — Ainda não sei, mas preciso fazer isso. Com certeza ele tá comendo outra. M — Que tal a gente fazer o seguinte: eu vou te ajudar a investigar se seu marido está com outra, e você faz o mesmo por mim. O plano parecia bom, ambas se ajudariam. Mas internamente, cada uma tinha um plano: foder o compadre de qualquer jeito. M — Enquanto isso, vou pensar em algo para te ajudar. Então Maria se aproximou da comadre e, pegando-a pelo ombro, puxou ela para perto do corpo e deu um puta beijo nela. Essa cena... onde essas mulheres se entregam não era a primeira vez que acontecia e só podia terminar de um jeito. As duas iam enfiar a mão inteira na buceta da comadre. Isso porque elas apostavam que Héctor e Luis tinham paus de cavalo, e o prazer e a dor que eles causavam era ainda maior que uma mão. Enquanto as duas feras se contorciam de prazer, Héctor e Luis no campo trabalhavam debaixo do sol.
L— Óia, Héctor, nunca te perguntaste se a minha comadre estaria com outro homem?
H— Já pensei, mas tu sabe que é difícil achar algo maior que isso.
Tocou a virilha, mas o volume chegava até o meio da coxa e parecia mais grosso que a pá que eles carregavam.
L— Sei, mas uma mulher que não é atendida vai buscar essa atenção em outro lugar.
H— Tu que diz. Trabalhamos no mesmo lugar e temos o mesmo turno. Eu podia pensar o mesmo da minha comadre.
L— Mas do que tu tá falando? Ela nunca faria uma coisa dessas, não ia achar em outro lugar algo assim.
Realmente parecia um cavalo, um pouco menos comprido à primeira vista, mas mostrava poder com aquela grossura.
H— Então tu quer dizer que se eu propor algo pra comadre, ela não vai aceitar?
L— Claro que não, ela só é pra mim.
H— Tu acabou de dizer: uma mulher desatendida...
L— Então vamos fazer o seguinte: vemos quem consegue convencer a comadre primeiro.
H— Fechado.
Ao chegar aquela tarde, os dois maridos foram pras suas respectivas casas, onde os esperavam umas leoas decididas a tudo. Foi Héctor o primeiro a recusar a esposa. Ela, sem se incomodar, disse que iria ao estábulo buscar leite fresco. Ele, no entanto, ficou tomando umas cervejas na sala, quando de repente ouviu uns passos no alpendre. Era a vizinha Maria, que vinha com um vestido de verão que chegava acima dos joelhos, um decote de enlouquecer e, melhor ainda, sem nada por baixo — dava pra saber pelos bicos duros dos peitos. O cabelo preto carvão brilhava com a pouca luz da televisão e exalava um perfume ardente de rosas e jasmins.
H— Maria, o que cê faz aqui? Digo, boa noite... e a minha... Compadre M-, ele disse que tava cansado e queria um pouco de porra fresquinha. Naquela hora, o Héctor não lembrava que a mulher dele tava no estábulo só com um roupão transparente. Talvez fosse a cerveja do pack que ele tinha tomado, ou a impressão que aquela mulherão causava. O fato é que ele não ligou. Isso porque a Maria sentou do lado dele e, meio choramingando, falou: "M-, Héctor, você conhece meu marido, me diz: ele me trai?" "H- Não, claro que não, ele te ama. Por que você diz isso?" "M- Ele não me toca mais, não me procura, sou um nojo." "H- Não fala isso, você tá com um corpaço, se olha. Qualquer um que te visse ia querer te encher de filho, hahaha." "M- Se não fosse pelo volume que se formou na sua calça, eu ia dizer que você tá falando da boca pra fora." "H- Desculpa, mas é impossível não reagir assim com uma beleza dessas." A Maria puxou as alças do vestido pra baixo, e lá estavam aqueles peitões lindos, grandes, pra passar a mão inteira e não conseguir cobrir. Aquela pele morena que terminava numa auréola de chocolate e naquele mamilo escuro lindo. A cara da comadre esperando ser possuída. E a pica do Héctor marcada na calça, a poucos centímetros de encostar no joelho dela, era a cena mais quente que você pode imaginar. Claro, isso sem contar o que tava rolando no estábulo. Me diz se essa história tá agradando, isso me motiva a continuar escrevendo.
L— Óia, Héctor, nunca te perguntaste se a minha comadre estaria com outro homem?
H— Já pensei, mas tu sabe que é difícil achar algo maior que isso.
Tocou a virilha, mas o volume chegava até o meio da coxa e parecia mais grosso que a pá que eles carregavam.
L— Sei, mas uma mulher que não é atendida vai buscar essa atenção em outro lugar.
H— Tu que diz. Trabalhamos no mesmo lugar e temos o mesmo turno. Eu podia pensar o mesmo da minha comadre.
L— Mas do que tu tá falando? Ela nunca faria uma coisa dessas, não ia achar em outro lugar algo assim.
Realmente parecia um cavalo, um pouco menos comprido à primeira vista, mas mostrava poder com aquela grossura.
H— Então tu quer dizer que se eu propor algo pra comadre, ela não vai aceitar?
L— Claro que não, ela só é pra mim.
H— Tu acabou de dizer: uma mulher desatendida...
L— Então vamos fazer o seguinte: vemos quem consegue convencer a comadre primeiro.
H— Fechado.
Ao chegar aquela tarde, os dois maridos foram pras suas respectivas casas, onde os esperavam umas leoas decididas a tudo. Foi Héctor o primeiro a recusar a esposa. Ela, sem se incomodar, disse que iria ao estábulo buscar leite fresco. Ele, no entanto, ficou tomando umas cervejas na sala, quando de repente ouviu uns passos no alpendre. Era a vizinha Maria, que vinha com um vestido de verão que chegava acima dos joelhos, um decote de enlouquecer e, melhor ainda, sem nada por baixo — dava pra saber pelos bicos duros dos peitos. O cabelo preto carvão brilhava com a pouca luz da televisão e exalava um perfume ardente de rosas e jasmins.
H— Maria, o que cê faz aqui? Digo, boa noite... e a minha... Compadre M-, ele disse que tava cansado e queria um pouco de porra fresquinha. Naquela hora, o Héctor não lembrava que a mulher dele tava no estábulo só com um roupão transparente. Talvez fosse a cerveja do pack que ele tinha tomado, ou a impressão que aquela mulherão causava. O fato é que ele não ligou. Isso porque a Maria sentou do lado dele e, meio choramingando, falou: "M-, Héctor, você conhece meu marido, me diz: ele me trai?" "H- Não, claro que não, ele te ama. Por que você diz isso?" "M- Ele não me toca mais, não me procura, sou um nojo." "H- Não fala isso, você tá com um corpaço, se olha. Qualquer um que te visse ia querer te encher de filho, hahaha." "M- Se não fosse pelo volume que se formou na sua calça, eu ia dizer que você tá falando da boca pra fora." "H- Desculpa, mas é impossível não reagir assim com uma beleza dessas." A Maria puxou as alças do vestido pra baixo, e lá estavam aqueles peitões lindos, grandes, pra passar a mão inteira e não conseguir cobrir. Aquela pele morena que terminava numa auréola de chocolate e naquele mamilo escuro lindo. A cara da comadre esperando ser possuída. E a pica do Héctor marcada na calça, a poucos centímetros de encostar no joelho dela, era a cena mais quente que você pode imaginar. Claro, isso sem contar o que tava rolando no estábulo. Me diz se essa história tá agradando, isso me motiva a continuar escrevendo.
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