Falaê, porinh@s, beleza? Antes de começar, quero confessar que é a primeira vez que escrevo um relato. É um bagulho pesado que carrego comigo e faz tempo que preciso botar pra fora. Pode parecer estranho, mas não me sinto à vontade pra falar com ninguém sobre isso. Desde já, e acho que nem precisava falar, é uma história real que tem mais de um capítulo. Já aviso que os nomes são falsos por questão de privacidade.
Acho que o ponto mais certo é começar contando como é composta a família com quem eu moro na minha casa, e acho que é necessário descrevê-los. De um lado está minha mãe Estefânia, uma mulher de boa aparência, que nunca olhei com olhos de tarado, simplesmente minha mãe, a qual sempre respeitei. Ela tem 1,68m, o peso deve girar em torno de 60kg, e 51 anos. Depois tem meu pai Augusto, um cara meio largado, que deixa a barba e o cabelo crescer, mas ainda assim com os cuidados básicos necessários. Sempre bem vestido, tem 1,83m e pesa 100kg, com 54 anos. Agora sim, a seguir estamos nós, os mais novos. De um lado temos a Selena, a mais velha e protagonista dessa história. Ela tem 1,70m, pesa 58kg e tem 28 anos. Loira puxando pro caramelo, um corpo sempre bem cuidado, muito feminina no uso de joias e perfumes. No meio está meu irmão Ciro, de 27 anos, com uma constituição atlética de 1,84m e, assim como minha irmã, muito cuidadoso com a aparência. E por último, mas não menos importante: eu. Me apresento, meu nome é Damião. Tenho 22 anos, meço 1,90m, pois é, nem eu sei por que sou tão alto. Atualmente me deixei levar e cheguei aos 110kg, a pandemia foi um golpe duro, uns 10kg a mais.
INFÂNCIA:
Como toda história, isso tem seu ponto inicial, seu desenvolvimento e seu final. Tudo começou quando éramos crianças, eu tinha 6 anos, Selena 14 e Ciro 13. Eles, já adolescentes, sabiam da existência do pornô, e eu, como um moleque curioso, querendo aprender e seguir os mais velhos pra todo lado, descobri bem cedo o que era aquilo. Como éramos uma família de baixa renda na época, a gente tomava banho junto quase todo dia. Por causa dessa parada de pornografia, fiquei muito interessado no corpo das mulheres. Sinceramente, eu era muito MÃOZUDO. E não lembro exatamente quando, mas a gente começou a se tocar no chuveiro. Esse foi o grande começo dessa experiência tão gostosa que, até hoje, me faz inevitavelmente bater uma pensando nela.
Os momentos começaram a aumentar e dava pra sentir o tesão na Selena. A gente sempre brincava: de professora, de massagista ou só de namorados. E fomos acumulando experiências. Nisso, os banhos juntos rolaram até eu ter uns 7 anos, porque já começavam a me ensinar sobre o corpo humano e meus pais acharam melhor ter um certo nível de privacidade entre irmãos. Resumindo, as brincadeiras eram sempre as mesmas e a gente terminava na cama se roçando, eu sempre pelado e ela pelo menos de fio dental. Nunca teve penetração. Também rolava umas sessões de sexo oral ou de chupar uns peitos gostosos, que já com a idade dela estavam se formando. O sexo oral sempre foi eu nela, nunca foi ao contrário durante essa fase que eu gosto de chamar de "infância".
PRÉ-ADOLESCENTE:
Esta etapa é um antes e um depois na história de incesto com minha irmã. Nunca paramos de "brincar". É, coloco entre aspas porque brincar é jogar cartas, e não fazer nada sexual com seu irmão mais novo. Nessa etapa, que considero PRÉ-ADOLESCENTE, eu já tinha 11 anos, Selena tinha 19 e Ciro 18. Era um verão bem típico, em que íamos todo dia para a casa dos meus avós, que têm piscina e uma casa enorme de fim de semana, com dois andares e muitos quartos. Como de costume, sempre nos deixavam sozinhos, nós três irmãos, e passávamos os dias na casa dos meus avós, que só vinham dormir para não nos deixar sozinhos. Durante o dia, eles não estavam, porque tinham um negócio na cidade e precisavam cuidar dele juntos. Nessa ocasião, estávamos na piscina, eu e Selena. Ciro estava, como sempre, trancado em outro quarto usando o computador. Já na piscina, minha irmã era a responsável por me entreter, porque na minha idade eu era muito enjoado. E, como não podia ser diferente, ela teve a ideia de um jogo sexual. Quando éramos mais novos, esses jogos aconteciam direto. Quando ela passou dos 18 anos, entre trabalho e faculdade, foi impossível fazer isso com frequência, porque ela quase não ficava em casa. Mas nunca faltava uma oportunidade. Já no verão, com um pouco mais de tempo, ela trabalhava de manhã e tinha as tardes livres para ficar com a gente. Voltando à parte da piscina: Selena teve a ideia de que a gente devia ser um casal de dançarinos clássicos, e no fim das contas ela acabava me apoiando e eu tocava as partes íntimas dela. Até aí, só por cima do maiô dela. Mas dessa vez, parece que a tesão dela foi mais forte, e ela disse que ia tomar banho. Durante o banho dela, eu estava na cozinha e ela me chamou aos gritos. Não eram gritos desesperados, só levantou a voz pra eu ouvir. E eu, que como vocês imaginam, por ser o mais novo da família, sempre corria pra ver o que ela precisava ou como podia ajudar. É, eu era basicamente o servo deles dois. Ficavam como loucos. De cá pra lá o dia inteiro. E como irmão mais novo, sempre tinha que obedecer. Quando chego perto do banheiro pra perguntar o que ela precisava, ela pede pra fechar a porta com tranca e pergunta: quer tomar banho comigo? Na hora entendi a situação, porque tomar banho com ela era algo sexual e fazia anos desde o último banho juntos. O banheiro era fino e comprido, tipo um corredor. Digamos que uns 2x3 metros e tinha uma espécie de degrau, tipo uns 30 ou 40 cm de altura. Ao entrar no chuveiro, ela tava com a perna direita em cima do degrau, com uma mão numa teta e a outra mão se tocando na buceta, que já tava vermelha. Parece que entre a água quente e um tempo se tocando, ficou vermelha. Era uma buceta muito linda, com os lábios bem fechados, super limpa e sem pelos. E ela, sabendo dos meus conhecimentos, me fala: Quer meter em mim? Foi o melhor momento da minha vida, nunca imaginei que ela ia pedir isso. Achava que seria só sexo oral ou umas apalpadas, mas isso foi algo de outro nível. Por causa da minha altura, não dava pra comer ela naquela posição, meu pau quase não encostava no dela. Ela percebeu a situação e disse que não importava, que depois a gente faria de outro jeito. Eu, desesperado, pensei em como resolver pra rolar logo. E foi muito simples: como via nos vídeos pornô, naqueles que a Selena mais de uma vez me pegou assistindo. Me joguei no chão de barriga pra cima e pedi pra ela subir em cima. Como ela sabia que era minha primeira vez, fez com cuidado, de cócoras em cima de mim, pegou meu pau, bateu uma punheta por uns momentos e com cuidado levou até o buraco dela. Passou 2 ou 3 vezes por toda a buceta dela e depois enfiou. Ainda não consigo tirar da cabeça o primeiro gemido dela, fechando os olhos e olhando pra cima, começou a cavalgar em mim. Eu não aguentava mais e a chuva do chuveiro dava um toque especial. Pra mim foi um momento interminável, mas eu não sabia de porra nenhuma. Só tinha visto em vídeos pornô como faziam. Nisso ela se levanta no que eu acho que foram uns 2 ou 3 minutos. Ela me fala: Já terminei, e pra você não gozar dentro de mim, sai fora. Acabo fazendo uma punheta, de novo sem chupar ela. Devo ter terminado em menos de 30 segundos. Isso sim, todo o leite que conseguiu ela pegou. E me explicou que isso nunca podia acontecer quando eu tava dentro dela. Ao mesmo tempo, já banhados e quando a gente tava se secando, ela me fala: Isso nem preciso te falar, mas ninguém pode saber. Ou você quer que a gente nunca mais faça isso? Óbvio que foi uma mistura de sentimentos, primeiro porque senti como se tivesse levado uma bronca e até fiquei com medo de me matarem de porrada em casa, e por outro lado não acreditava no que tava ouvindo: A gente ia continuar fazendo isso??
Beleza, poringuer@s, por hoje é só nessa história. Vou ficar de olho nos comentários e nas sugestões de vocês. É meu primeiro post, então espero não estar quebrando nenhuma regra. E se vocês curtirem, quem sabe eu posto mais umas histórias. Espero que me entendam, mas é foda desabafar tudo isso que tá guardado aqui dentro.
Acho que o ponto mais certo é começar contando como é composta a família com quem eu moro na minha casa, e acho que é necessário descrevê-los. De um lado está minha mãe Estefânia, uma mulher de boa aparência, que nunca olhei com olhos de tarado, simplesmente minha mãe, a qual sempre respeitei. Ela tem 1,68m, o peso deve girar em torno de 60kg, e 51 anos. Depois tem meu pai Augusto, um cara meio largado, que deixa a barba e o cabelo crescer, mas ainda assim com os cuidados básicos necessários. Sempre bem vestido, tem 1,83m e pesa 100kg, com 54 anos. Agora sim, a seguir estamos nós, os mais novos. De um lado temos a Selena, a mais velha e protagonista dessa história. Ela tem 1,70m, pesa 58kg e tem 28 anos. Loira puxando pro caramelo, um corpo sempre bem cuidado, muito feminina no uso de joias e perfumes. No meio está meu irmão Ciro, de 27 anos, com uma constituição atlética de 1,84m e, assim como minha irmã, muito cuidadoso com a aparência. E por último, mas não menos importante: eu. Me apresento, meu nome é Damião. Tenho 22 anos, meço 1,90m, pois é, nem eu sei por que sou tão alto. Atualmente me deixei levar e cheguei aos 110kg, a pandemia foi um golpe duro, uns 10kg a mais.
INFÂNCIA:
Como toda história, isso tem seu ponto inicial, seu desenvolvimento e seu final. Tudo começou quando éramos crianças, eu tinha 6 anos, Selena 14 e Ciro 13. Eles, já adolescentes, sabiam da existência do pornô, e eu, como um moleque curioso, querendo aprender e seguir os mais velhos pra todo lado, descobri bem cedo o que era aquilo. Como éramos uma família de baixa renda na época, a gente tomava banho junto quase todo dia. Por causa dessa parada de pornografia, fiquei muito interessado no corpo das mulheres. Sinceramente, eu era muito MÃOZUDO. E não lembro exatamente quando, mas a gente começou a se tocar no chuveiro. Esse foi o grande começo dessa experiência tão gostosa que, até hoje, me faz inevitavelmente bater uma pensando nela.
Os momentos começaram a aumentar e dava pra sentir o tesão na Selena. A gente sempre brincava: de professora, de massagista ou só de namorados. E fomos acumulando experiências. Nisso, os banhos juntos rolaram até eu ter uns 7 anos, porque já começavam a me ensinar sobre o corpo humano e meus pais acharam melhor ter um certo nível de privacidade entre irmãos. Resumindo, as brincadeiras eram sempre as mesmas e a gente terminava na cama se roçando, eu sempre pelado e ela pelo menos de fio dental. Nunca teve penetração. Também rolava umas sessões de sexo oral ou de chupar uns peitos gostosos, que já com a idade dela estavam se formando. O sexo oral sempre foi eu nela, nunca foi ao contrário durante essa fase que eu gosto de chamar de "infância".
PRÉ-ADOLESCENTE:
Esta etapa é um antes e um depois na história de incesto com minha irmã. Nunca paramos de "brincar". É, coloco entre aspas porque brincar é jogar cartas, e não fazer nada sexual com seu irmão mais novo. Nessa etapa, que considero PRÉ-ADOLESCENTE, eu já tinha 11 anos, Selena tinha 19 e Ciro 18. Era um verão bem típico, em que íamos todo dia para a casa dos meus avós, que têm piscina e uma casa enorme de fim de semana, com dois andares e muitos quartos. Como de costume, sempre nos deixavam sozinhos, nós três irmãos, e passávamos os dias na casa dos meus avós, que só vinham dormir para não nos deixar sozinhos. Durante o dia, eles não estavam, porque tinham um negócio na cidade e precisavam cuidar dele juntos. Nessa ocasião, estávamos na piscina, eu e Selena. Ciro estava, como sempre, trancado em outro quarto usando o computador. Já na piscina, minha irmã era a responsável por me entreter, porque na minha idade eu era muito enjoado. E, como não podia ser diferente, ela teve a ideia de um jogo sexual. Quando éramos mais novos, esses jogos aconteciam direto. Quando ela passou dos 18 anos, entre trabalho e faculdade, foi impossível fazer isso com frequência, porque ela quase não ficava em casa. Mas nunca faltava uma oportunidade. Já no verão, com um pouco mais de tempo, ela trabalhava de manhã e tinha as tardes livres para ficar com a gente. Voltando à parte da piscina: Selena teve a ideia de que a gente devia ser um casal de dançarinos clássicos, e no fim das contas ela acabava me apoiando e eu tocava as partes íntimas dela. Até aí, só por cima do maiô dela. Mas dessa vez, parece que a tesão dela foi mais forte, e ela disse que ia tomar banho. Durante o banho dela, eu estava na cozinha e ela me chamou aos gritos. Não eram gritos desesperados, só levantou a voz pra eu ouvir. E eu, que como vocês imaginam, por ser o mais novo da família, sempre corria pra ver o que ela precisava ou como podia ajudar. É, eu era basicamente o servo deles dois. Ficavam como loucos. De cá pra lá o dia inteiro. E como irmão mais novo, sempre tinha que obedecer. Quando chego perto do banheiro pra perguntar o que ela precisava, ela pede pra fechar a porta com tranca e pergunta: quer tomar banho comigo? Na hora entendi a situação, porque tomar banho com ela era algo sexual e fazia anos desde o último banho juntos. O banheiro era fino e comprido, tipo um corredor. Digamos que uns 2x3 metros e tinha uma espécie de degrau, tipo uns 30 ou 40 cm de altura. Ao entrar no chuveiro, ela tava com a perna direita em cima do degrau, com uma mão numa teta e a outra mão se tocando na buceta, que já tava vermelha. Parece que entre a água quente e um tempo se tocando, ficou vermelha. Era uma buceta muito linda, com os lábios bem fechados, super limpa e sem pelos. E ela, sabendo dos meus conhecimentos, me fala: Quer meter em mim? Foi o melhor momento da minha vida, nunca imaginei que ela ia pedir isso. Achava que seria só sexo oral ou umas apalpadas, mas isso foi algo de outro nível. Por causa da minha altura, não dava pra comer ela naquela posição, meu pau quase não encostava no dela. Ela percebeu a situação e disse que não importava, que depois a gente faria de outro jeito. Eu, desesperado, pensei em como resolver pra rolar logo. E foi muito simples: como via nos vídeos pornô, naqueles que a Selena mais de uma vez me pegou assistindo. Me joguei no chão de barriga pra cima e pedi pra ela subir em cima. Como ela sabia que era minha primeira vez, fez com cuidado, de cócoras em cima de mim, pegou meu pau, bateu uma punheta por uns momentos e com cuidado levou até o buraco dela. Passou 2 ou 3 vezes por toda a buceta dela e depois enfiou. Ainda não consigo tirar da cabeça o primeiro gemido dela, fechando os olhos e olhando pra cima, começou a cavalgar em mim. Eu não aguentava mais e a chuva do chuveiro dava um toque especial. Pra mim foi um momento interminável, mas eu não sabia de porra nenhuma. Só tinha visto em vídeos pornô como faziam. Nisso ela se levanta no que eu acho que foram uns 2 ou 3 minutos. Ela me fala: Já terminei, e pra você não gozar dentro de mim, sai fora. Acabo fazendo uma punheta, de novo sem chupar ela. Devo ter terminado em menos de 30 segundos. Isso sim, todo o leite que conseguiu ela pegou. E me explicou que isso nunca podia acontecer quando eu tava dentro dela. Ao mesmo tempo, já banhados e quando a gente tava se secando, ela me fala: Isso nem preciso te falar, mas ninguém pode saber. Ou você quer que a gente nunca mais faça isso? Óbvio que foi uma mistura de sentimentos, primeiro porque senti como se tivesse levado uma bronca e até fiquei com medo de me matarem de porrada em casa, e por outro lado não acreditava no que tava ouvindo: A gente ia continuar fazendo isso??
Beleza, poringuer@s, por hoje é só nessa história. Vou ficar de olho nos comentários e nas sugestões de vocês. É meu primeiro post, então espero não estar quebrando nenhuma regra. E se vocês curtirem, quem sabe eu posto mais umas histórias. Espero que me entendam, mas é foda desabafar tudo isso que tá guardado aqui dentro.
4 comentários - Amor de irmãos PARTE 1