Aula de Natação

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A história é simples: ela é casada e, pra manter o corpo, faz natação num grupo misto, onde também treina o time de polo aquático. Ela se chama Paula, e o marido, José, é quem escreve. O rolê acontece na cidade de Mendoza. Paula tem cabelos castanhos e olhos claros, uma bunda muito gostosa e peitos excepcionais. Tudo começou quando ela resolveu fazer natação pra tonificar os músculos e voltar a praticar esse esporte que fazia desde pequena. Hoje, aos 28 anos, ela continua se destacando. Os colegas de natação vivem elogiando e cantando ela, e ela sempre responde com um sorriso safado ou um olhar de aprovação. No meu caso, não sou nada esportista, mas tento apoiar a atividade que a Paula faz.

Várias vezes, eu via das arquibancadas os treinos dela e reparava como o professor de natação, que também é jogador de polo aquático, se dava super bem com ela. O professor usava uma sunga que deixava claro que ele era bem dotado, o que não é o meu caso. No clube também rola futebol, e o professor, com uns 32 anos pelo que a Paula me contou, fica olhando pra ela e insinuando que curte especialmente a bunda dela. Bom, até aqui só falei dos protagonistas dessa história peculiar, mas falta quem me contou: a melhor amiga da Paula.

A amiga da Paula me ligou e contou o seguinte: tudo acontece numa terça-feira, depois que a aula de natação terminou. Tinham ido poucos alunos porque o dia tava bem frio, mas a piscina é aquecida, assim como os vestiários. Também tava rolando treino de futebol society no outro ginásio. Quando a Paula chegou, o professor falou pra ela "como ela tá linda e que ele babava na boca dela". Ela respondeu "continua sonhando". Outra parada: a Paula é provocativa e solta a boca, o que às vezes mete ela em encrenca com o avanço dos homens. Vamos dizer assim: ela é uma provocadora de paus. Depois disso, ela entrou na aula de natação, que ela frequentava de biquíni. competição Speed e disse ao professor o comentário que tinham feito pra ela, e ele respondeu que já tinha falado com o professor do futebol do pai e que seria irado. Ela riu e começou a rotina, e conforme a aula avançava, o professor dava em cima dela, insinuando que tava afim. Como tinha poucos alunos, ele se dedicava mais a ela. No fim da aula, ele pediu se ela podia ficar pra corrigir um estilo, e ela topou. O resto dos colegas foi pros chuveiros, e o professor, calculando que já não tinha ninguém nos vestiários, encerrou a aula. Paula foi pro vestiário feminino e o professor pro masculino, e, como quem não quer nada, ele disse que se não tivesse água quente no feminino, no masculino com certeza tinha. Ela sorriu e disse que ia levar em conta. E, de fato, não tinha água quente. Ao entender o recado, Paula foi rapidinho pro vestiário masculino. Dava pra ouvir um dos chuveiros individuais, que ficam atrás dos armários e vestiários. Ela seguiu o barulho da água e foi até o chuveiro. Quando chegou, puxou a cortina. Lá estava o professor, em pé, a água escorrendo pelo corpo bem definido dele. Ele sorriu na hora. Ela continuou olhando e viu o pau dele, que achou enorme, já duro, com a cabeça brilhando, cheio de veias, todo depilado, os testículos lisinhos. Ela sorriu de novo e começou a percorrer aquela rola com as mãos, acariciando cada centímetro até chegar nos testículos. Ele sorriu e disse que tinha mais uma surpresa. Ela não resistiu e começou a beijar o corpo do professor, do pescoço pra baixo, passando pelos peitorais, lambendo cada centímetro dos abdominais até chegar na cabeça do pau, que percorreu com a língua sem tirar os olhos dos olhos dele. Engoliu aquela cabeça deliciosa e tentou enfiar o máximo que conseguiu do membro, depois tirou devagar da boca e lambeu os testículos. do profe, que não conseguia acreditar, aí veio a surpresa: chegou o profe do futebol do pai, que nem lerdo nem preguiçoso, e como se já estivesse combinado, puxou o pau dele ereto. Ela, surpresa mas super tarada, pegou na mão dele e começou a masturbar e chupar um e outro alternadamente, enquanto os dois tocavam cada centímetro do corpo da Paula. Ela percebeu que o profe ia gozar, então levou o pau dele à boca e esperou ele jorrar na boca dela para engolir tudo, igual o profe que fez o mesmo. Aí acabou. Naquele dia, notei ela nervosa; agora entendo porquê ela tinha provado 2 paus e gozos diferentes, upps.

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