Como todos os relatos são baseados nas minhas fantasias.
Eu estava sozinha com 10 homens e eles tiraram grana da carteira, sem me dar tempo de falar nada, me levaram até a escrivaninha e no caminho foram tirando minha roupa, todas as mãos começaram a percorrer meu corpo, amassaram meus peitos e torceram meus mamilos, outras desceram e enfiaram os dedos dentro da minha buceta, senti carícias por todo lado, todos com seus paus enormes de fora, me colocaram de bruços com a escrivaninha de apoio, amarraram minhas mãos e vendaram meus olhos, abriram minhas nádegas e senti de repente um pau entrando na minha buceta, soltei um grito de dor, na hora taparam minha boca, ele começou a se mover devagar, os outros olhavam eu sendo comida e esperavam a vez, o ritmo foi ficando mais acelerado, gozou dentro de mim, quando saiu, outro ocupou o lugar e antes que eu dissesse algo, outro se colocou na minha frente e meteu o pênis na minha boca, me comeram dos dois lados freneticamente, assim até todos passarem, alguns repetiram, até me fizeram dupla vaginal, me encheram de porra, recebi pelo menos a gozada de 40 caras. No fim, fiquei a sós com meu chefe, que tinha visto tudo, ele que tinha sido meu cafetão, meu entregador. Ele me deu um endereço, pediu que eu não faltasse.
No dia seguinte, fui ao endereço que ele me deu, cheguei e já estavam 20 pessoas entre 50 e 60 anos, me mandaram tirar a roupa e que eu nem pensasse em gritar em momento algum, me deitaram de barriga pra cima numa cama, me amarraram e vendaram meus olhos e começaram a enfiar os dedos na minha buceta e puxar meus mamilos, todos foram me comendo pela buceta enquanto enfiavam consolos no meu cu, foram várias rodadas, pelo que percebi, porque numa hora eu até dormi, e mesmo assim continuavam me comendo, não com os paus, mas com outras coisas, cheguei a ter dois ou três paus ao mesmo tempo. Novamente cheia de porra e dolorida, sem forças. Todos foram embora e meu chefe se aproximou pra falar no meu ouvido:
— Você vai obedecer em tudo. Que te mandem e você vai fazer o que eles ordenarem, entendeu?"
Assustada, balancei a cabeça concordando. Ele começou a acariciar meus peitos com as duas mãos e depois desceu até minhas nádegas, uma voltou pros meus peitos e a outra enfiou no meio das minhas pernas, enquanto sussurrava no meu ouvido:
— Que gostosa que você é, sua puta.
Eu estava sem forças, cansada e dolorida, mais que no dia anterior. Ele começou a acariciar meu clitóris e a procurar com um dedo minha buceta, tirou minhas mãos de cima e mandou eu me ajoelhar. Eu obedeci, e então ele ficou na minha frente e ordenou:
— Abre a boca!
Ele baixou a calça e colocou o pau na frente da minha boca, mandou:
— Chupa, sua puta.
E eu comecei a chupar; ele me puxou pelo cabelo e me fez balançar pra frente e pra trás, me forçando a mamar o membro dele do jeito que ele gostava.
— Isso, puta, como você chupa bem.
Uns minutos depois, ele me fez levantar de novo e me jogou na cama; caí de bruços e rapidamente ele me virou. Sem consideração, começou a enfiar o pau na minha pobrezinha da buceta. Fiz um esforço enorme pra não gritar, e ele pareceu perceber, porque se inclinou sobre mim, me esmagando com o peso dele, e colocou uma mão na minha boca, me impedindo de fazer qualquer barulho. Começou a entrar e sair de mim sem piedade, me causando uma dor intensa ao ser violentada daquele jeito. Ele sussurrava no meu ouvido:
— Aguenta, sua puta, eu sei muito bem que você gosta.
Ele continuava entrando e saindo de mim sem dó, abusando de mim como já tinham feito antes e no dia anterior, entrando e saindo e beliscando meus mamilos.
— Você é uma puta fogosa, sempre me deu vontade e agora você é minha e tá gostando, não é, puta?
Ele continuava entrando e saindo da minha buceta, gozando com a minha dor; além disso, me lambia, me mordia e beliscava meus peitos. Uns minutos depois, que pra mim pareceram horas, ele gozou dentro de mim; jorrou jatos de porra dentro da minha buceta estuprada, sem se importar com o que eu sentia; eu tentei fazer ele tirar, mas... Ele praticamente me deixava esmagada. Ele se levantou e abriu a porta da rua, umas pessoas entraram, tinham visto o que rolou agora pouco pela janela e queriam me provar. Um subiu na cama, sentou na minha barriga e colocou o pau no meio dos meus peitos; juntou eles e se masturbou com os peitos. O membro dele chegava até minha boca e ele mandou eu botar a língua pra fora, de um jeito que toda vez que ele empurrava o pau, minha língua tocava nele. Outro também subiu na cama e, do mesmo jeito que o primeiro fez, levantou minha bunda, abriu minhas pernas e me penetrou com tudo. O que tava se masturbando com meus peitos se levantou um pouco, só o suficiente pro pau dele ficar na frente da minha boca e falou:
— Chupa, puta.
E eu obedeci e chupei ele também. Não se ouvia nada, só os gemidos de prazer baixinhos deles:
— Ah, ah, sim, puta, sim!
O que tava me obrigando a chupar o pau dele soltou uma porrada de porra na minha boca, falando:
— Engole tudo, puta.
Pouco depois, o que tava me estuprando também tirou o pau e gozou em cima de mim, enchendo meu corpo inteiro de porra. Eu tava chorando e senti que fiquei sozinha de novo com meu chefe, que falou:
— Muito bem, puta, você fez tudo certinho. Vou continuar te entregando, você não vai ser só minha, mas de quem eu quiser.
Entraram mais pessoas de novo e um enfiou com força e sem pena o pau dele na minha buceta, me causando uma dor intensa. Ele se inclinou, me esmagando com o corpo dele, tirou tudo e depois meteu com força, de novo até o fundo de uma vez só, e começou a massacrar daquele jeito, tirava e metia com toda a força que tinha, curtindo minha dor e meus gemidos abafados. Ele entrava e saía, entrava e saía, entrava e saía sem pena, não sei quanto tempo passou, de novo pareceu uma eternidade até o momento em que ele soltou jorros enormes de porra dentro de mim, me fazendo sentir como meu intestino enchia com o líquido dele. Ele tirou o pau e ainda esfregou porra na minha bunda e nas minhas pernas. Então, na mesma hora, sem me deixar descansar nem um segundo, outro deles já estava me penetrando selvagemente pela buceta também. Do mesmo jeito, ele meteu e tirou o pau várias vezes, massacrando minha pobre buceta e gozando com a dor que me causava. O único barulho que se ouvia era o do cara ofegando:
- Jm, jm, ah, ah, ah
Tive que aguentar até ele terminar também, enchendo minhas entranhas com o líquido seminal dele. Na mesma hora, outro me estuprou, cravou o membro na minha buceta dolorida, sem nenhuma consideração por mim, que já sentia líquidos começando a escorrer entre minhas pernas, sentia como se fosse sêmen ou sangue, não sabia direito o que era. Esse também massacrou minha pobre buceta selvagemente, a única coisa que me disse o tempo todo foi:
- Que buceta que você tem, puta
E continuou entrando e saindo de mim sem consideração, depois de muito tempo senti o gozo dele que encheu meu intestino, e ele tirou o membro de mim, passando pelas minhas nádegas, costas e pernas, se limpando em mim. Dolorida como estava, humilhada e abusada. Meu chefe me disse:
- Quieta, que ainda não acabou com você
Continuaram me estuprando pela buceta, os que tinham acabado de chegar e os que já tinham entrado antes, sempre sob o olhar do meu chefe. Depois de vários minutos, que pareceram horas, de barriga pra cima, subindo minhas pernas nos ombros deles, agarrando seus paus e com selvageria cravavam até o fundo da minha buceta, entravam e saíam de mim com fúria, como se quisessem me partir. Todos se esvaziando dentro de mim. Um disse:
- Puta, a gente adorou te comer e agora vem o final
Segurando meu pescoço com um braço por cima, ele me disse no ouvido:
- Toma, puta, toma; isso é o que você gosta, engole todos os nossos paus; você é uma puta, queira ou não
Tinha dois paus entrando e saindo selvagemente da minha pobre boca e ao mesmo tempo da minha dolorida buceta, eu sentia muita dor e chorava, mas ao mesmo tempo sentia que estava me afogando porque não consegui respirar, achei que ia morrer na hora, com o ataque selvagem, gozaram dentro empurrando até o fundo as pirocas grossas deles e enchendo minhas entranhas de porra de novo e assim passaram todos outra vez, de quatro paus por vez. Na hora me soltaram, virei o rosto pra respirar e fiquei humilhada e dolorida sem conseguir me mexer. Um deles falou:
- A gente se divertiu pra caralho, puta, e sabemos que você também, com certeza vamos pedir seus serviços pro seu chefe de novo
Fiquei largada no chão, dolorida, imóvel, chorando de dor e impotência, tentei me levantar, mas o cansaço me venceu e eu apaguei, dormindo profundamente, sozinha com meu chefe, meu dono
Eu estava sozinha com 10 homens e eles tiraram grana da carteira, sem me dar tempo de falar nada, me levaram até a escrivaninha e no caminho foram tirando minha roupa, todas as mãos começaram a percorrer meu corpo, amassaram meus peitos e torceram meus mamilos, outras desceram e enfiaram os dedos dentro da minha buceta, senti carícias por todo lado, todos com seus paus enormes de fora, me colocaram de bruços com a escrivaninha de apoio, amarraram minhas mãos e vendaram meus olhos, abriram minhas nádegas e senti de repente um pau entrando na minha buceta, soltei um grito de dor, na hora taparam minha boca, ele começou a se mover devagar, os outros olhavam eu sendo comida e esperavam a vez, o ritmo foi ficando mais acelerado, gozou dentro de mim, quando saiu, outro ocupou o lugar e antes que eu dissesse algo, outro se colocou na minha frente e meteu o pênis na minha boca, me comeram dos dois lados freneticamente, assim até todos passarem, alguns repetiram, até me fizeram dupla vaginal, me encheram de porra, recebi pelo menos a gozada de 40 caras. No fim, fiquei a sós com meu chefe, que tinha visto tudo, ele que tinha sido meu cafetão, meu entregador. Ele me deu um endereço, pediu que eu não faltasse.
No dia seguinte, fui ao endereço que ele me deu, cheguei e já estavam 20 pessoas entre 50 e 60 anos, me mandaram tirar a roupa e que eu nem pensasse em gritar em momento algum, me deitaram de barriga pra cima numa cama, me amarraram e vendaram meus olhos e começaram a enfiar os dedos na minha buceta e puxar meus mamilos, todos foram me comendo pela buceta enquanto enfiavam consolos no meu cu, foram várias rodadas, pelo que percebi, porque numa hora eu até dormi, e mesmo assim continuavam me comendo, não com os paus, mas com outras coisas, cheguei a ter dois ou três paus ao mesmo tempo. Novamente cheia de porra e dolorida, sem forças. Todos foram embora e meu chefe se aproximou pra falar no meu ouvido:
— Você vai obedecer em tudo. Que te mandem e você vai fazer o que eles ordenarem, entendeu?"
Assustada, balancei a cabeça concordando. Ele começou a acariciar meus peitos com as duas mãos e depois desceu até minhas nádegas, uma voltou pros meus peitos e a outra enfiou no meio das minhas pernas, enquanto sussurrava no meu ouvido:
— Que gostosa que você é, sua puta.
Eu estava sem forças, cansada e dolorida, mais que no dia anterior. Ele começou a acariciar meu clitóris e a procurar com um dedo minha buceta, tirou minhas mãos de cima e mandou eu me ajoelhar. Eu obedeci, e então ele ficou na minha frente e ordenou:
— Abre a boca!
Ele baixou a calça e colocou o pau na frente da minha boca, mandou:
— Chupa, sua puta.
E eu comecei a chupar; ele me puxou pelo cabelo e me fez balançar pra frente e pra trás, me forçando a mamar o membro dele do jeito que ele gostava.
— Isso, puta, como você chupa bem.
Uns minutos depois, ele me fez levantar de novo e me jogou na cama; caí de bruços e rapidamente ele me virou. Sem consideração, começou a enfiar o pau na minha pobrezinha da buceta. Fiz um esforço enorme pra não gritar, e ele pareceu perceber, porque se inclinou sobre mim, me esmagando com o peso dele, e colocou uma mão na minha boca, me impedindo de fazer qualquer barulho. Começou a entrar e sair de mim sem piedade, me causando uma dor intensa ao ser violentada daquele jeito. Ele sussurrava no meu ouvido:
— Aguenta, sua puta, eu sei muito bem que você gosta.
Ele continuava entrando e saindo de mim sem dó, abusando de mim como já tinham feito antes e no dia anterior, entrando e saindo e beliscando meus mamilos.
— Você é uma puta fogosa, sempre me deu vontade e agora você é minha e tá gostando, não é, puta?
Ele continuava entrando e saindo da minha buceta, gozando com a minha dor; além disso, me lambia, me mordia e beliscava meus peitos. Uns minutos depois, que pra mim pareceram horas, ele gozou dentro de mim; jorrou jatos de porra dentro da minha buceta estuprada, sem se importar com o que eu sentia; eu tentei fazer ele tirar, mas... Ele praticamente me deixava esmagada. Ele se levantou e abriu a porta da rua, umas pessoas entraram, tinham visto o que rolou agora pouco pela janela e queriam me provar. Um subiu na cama, sentou na minha barriga e colocou o pau no meio dos meus peitos; juntou eles e se masturbou com os peitos. O membro dele chegava até minha boca e ele mandou eu botar a língua pra fora, de um jeito que toda vez que ele empurrava o pau, minha língua tocava nele. Outro também subiu na cama e, do mesmo jeito que o primeiro fez, levantou minha bunda, abriu minhas pernas e me penetrou com tudo. O que tava se masturbando com meus peitos se levantou um pouco, só o suficiente pro pau dele ficar na frente da minha boca e falou:
— Chupa, puta.
E eu obedeci e chupei ele também. Não se ouvia nada, só os gemidos de prazer baixinhos deles:
— Ah, ah, sim, puta, sim!
O que tava me obrigando a chupar o pau dele soltou uma porrada de porra na minha boca, falando:
— Engole tudo, puta.
Pouco depois, o que tava me estuprando também tirou o pau e gozou em cima de mim, enchendo meu corpo inteiro de porra. Eu tava chorando e senti que fiquei sozinha de novo com meu chefe, que falou:
— Muito bem, puta, você fez tudo certinho. Vou continuar te entregando, você não vai ser só minha, mas de quem eu quiser.
Entraram mais pessoas de novo e um enfiou com força e sem pena o pau dele na minha buceta, me causando uma dor intensa. Ele se inclinou, me esmagando com o corpo dele, tirou tudo e depois meteu com força, de novo até o fundo de uma vez só, e começou a massacrar daquele jeito, tirava e metia com toda a força que tinha, curtindo minha dor e meus gemidos abafados. Ele entrava e saía, entrava e saía, entrava e saía sem pena, não sei quanto tempo passou, de novo pareceu uma eternidade até o momento em que ele soltou jorros enormes de porra dentro de mim, me fazendo sentir como meu intestino enchia com o líquido dele. Ele tirou o pau e ainda esfregou porra na minha bunda e nas minhas pernas. Então, na mesma hora, sem me deixar descansar nem um segundo, outro deles já estava me penetrando selvagemente pela buceta também. Do mesmo jeito, ele meteu e tirou o pau várias vezes, massacrando minha pobre buceta e gozando com a dor que me causava. O único barulho que se ouvia era o do cara ofegando:
- Jm, jm, ah, ah, ah
Tive que aguentar até ele terminar também, enchendo minhas entranhas com o líquido seminal dele. Na mesma hora, outro me estuprou, cravou o membro na minha buceta dolorida, sem nenhuma consideração por mim, que já sentia líquidos começando a escorrer entre minhas pernas, sentia como se fosse sêmen ou sangue, não sabia direito o que era. Esse também massacrou minha pobre buceta selvagemente, a única coisa que me disse o tempo todo foi:
- Que buceta que você tem, puta
E continuou entrando e saindo de mim sem consideração, depois de muito tempo senti o gozo dele que encheu meu intestino, e ele tirou o membro de mim, passando pelas minhas nádegas, costas e pernas, se limpando em mim. Dolorida como estava, humilhada e abusada. Meu chefe me disse:
- Quieta, que ainda não acabou com você
Continuaram me estuprando pela buceta, os que tinham acabado de chegar e os que já tinham entrado antes, sempre sob o olhar do meu chefe. Depois de vários minutos, que pareceram horas, de barriga pra cima, subindo minhas pernas nos ombros deles, agarrando seus paus e com selvageria cravavam até o fundo da minha buceta, entravam e saíam de mim com fúria, como se quisessem me partir. Todos se esvaziando dentro de mim. Um disse:
- Puta, a gente adorou te comer e agora vem o final
Segurando meu pescoço com um braço por cima, ele me disse no ouvido:
- Toma, puta, toma; isso é o que você gosta, engole todos os nossos paus; você é uma puta, queira ou não
Tinha dois paus entrando e saindo selvagemente da minha pobre boca e ao mesmo tempo da minha dolorida buceta, eu sentia muita dor e chorava, mas ao mesmo tempo sentia que estava me afogando porque não consegui respirar, achei que ia morrer na hora, com o ataque selvagem, gozaram dentro empurrando até o fundo as pirocas grossas deles e enchendo minhas entranhas de porra de novo e assim passaram todos outra vez, de quatro paus por vez. Na hora me soltaram, virei o rosto pra respirar e fiquei humilhada e dolorida sem conseguir me mexer. Um deles falou:
- A gente se divertiu pra caralho, puta, e sabemos que você também, com certeza vamos pedir seus serviços pro seu chefe de novo
Fiquei largada no chão, dolorida, imóvel, chorando de dor e impotência, tentei me levantar, mas o cansaço me venceu e eu apaguei, dormindo profundamente, sozinha com meu chefe, meu dono
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