Gostosa infiel: gozei no médico

Meu marido pegou uma gripe forte, tão forte que não conseguiu ir trabalhar. Acompanhei ele num centro médico particular, já que o atendimento é mais rápido. Chamaram meu marido na sala de espera e fomos pro consultório do doutor (obviamente não posso revelar o nome dele). Eu imaginava um velhinho, mas quando entrei vi que era um médico jovem, atlético, branco, uns 35 a 38 anos, bonitão, alto e com uma barba bem cuidada.

Perguntei se podia ficar no consultório, já que normalmente só o paciente pode entrar, mas o médico falou educadamente que eu podia ficar. Percebi que assim que me viu, ele ficou me olhando de canto de olho. Eu estava com um vestido inteiro, abotoado em cima, adequado pro lugar (e ainda mais porque tava acompanhando meu marido). Mas quando sentei e cruzei as pernas, meus coxões grossos apareceram, e o doutor, enquanto examinava meu marido, notou.

Ele era tão gostoso que eu adorava os olhares dele. Eu tava sentada num sofá atrás do assento do meu marido, então meu amorzinho não via o que eu fazia, mas o doutor conseguia me ver de boa. Eu disfarçava mexendo no celular, mas sabia que aquele médico tava mais ligado em mim do que no meu marido.

Receitou uns comprimidos e umas injeções, já que ele tava com o vírus da gripe e precisava daquilo pra se curar logo. Meu marido tava preocupado porque se sentia muito cansado e perguntou pro doutor se ele conhecia uma enfermeira que fosse aplicar as injeções, já que não queria sair de casa até ficar bom. Surpreendentemente, ele mesmo se ofereceu pra fazer, dizendo que aproveitaria pra ver como meu marido tava melhorando. Meu marido acreditou na história, mas eu sabia que era uma desculpa pra entrar na nossa casa.

Me impressionou que, sem nem conversar comigo, ele já tava mostrando interesse. Talvez seja verdade o que falam, que mulher safada se nota de longe. Ele falou pro meu marido ir se deitar. a primeira injeção na área de injetáveis enquanto ele ia me dizer o que eu devia dar de comer pra ele, o bobão obedeceu e fiquei a sós com aquele adônis.
Ele me perguntou se eu tinha algum sintoma de gripe, já que aquilo pegava, e eu disse que não, mas que sentia umas dorzinhas no peito quando acordava (coisa que era mentira). Ele mandou eu desabotoar o vestido na parte de cima e eu obedeci, fui desabotoando os botões do vestido devagar, deixando à vista dele o sutiã com meus peitões enormes. Vi que ele ficou vidrado olhando pra eles e colocou o estetoscópio no meio deles, pediu pra eu respirar fundo, e aí meus peitos subiam ainda mais, acho que eram os maiores que ele já tinha visto.
Ele disse que eu estava muito saudável, mas que talvez precisasse me examinar mais pra descartar qualquer outro problema. Eu falei: "doutor, também sinto uns câimbras que vêm nas minhas coxas". Levantei mais o vestido, mostrando o que ele já tava vendo desde que cheguei. Ele começou a me tocar com a mão, apertando minhas pernas e perguntando se doía, eu disse que não. Aí ele apertou mais pra cima e eu soltei um suspiro e falei: "doutor, é mais pra cima que sinto a câimbra". Ele meteu descaradamente a mão dentro da minha calcinha e perguntou se era ali, e eu respondi: "sim, doutor, mas tô sentindo uma melhora com as suas mãos".
O tarado enfiou dois dedos na minha buceta enquanto passava a mão nos meus peitos, eu comecei a gemer mais. Pedi pra ele parar porque meu marido ia chegar, e ele disse pra eu não me preocupar, que a porta ele controlava com um interruptor pra abrir, e que na farmácia demoravam pra entregar os remédios.
Médico:
Sabia que você era uma safada desde que entrou, já sabe que vou na sua casa te ver.
Eu:
Mas meu marido vai estar aqui.
Doutor:
Fica tranquila, vou aplicar um sedante primeiro e ela vai dormir. Você tem filhos?
Eu:
Não, papi, de repente você me dá uma.
A gente começou a se beijar, ele beijava muito bem, parecia um mulherengo experiente. Ele tirou meus peitos do sutiã e começou a chupar eles com força. Eu abaixei o zíper da calça dele e puxei o pau dele pra fora. Ele se levantou e eu me ajoelhei pra chupar ele. Era uma delícia. A gente sabia que não podia demorar muito, então eu chupei com tudo. O pau dele era grosso, não muito comprido, mas cabeçudo, do jeito que eu gosto. Ele puxava meu cabelo na direção do pau dele, sabia como tratar uma mulher como eu.
Eu:
Quer enfiar em mim?
Doutor:
Siiim, fica de quatro na minha mesa.
Eu:
Sim, papai (obedeci e subi todo o macacão, ele baixou minha calcinha admirando minha bunda grande, enfiou a língua no meio dela e meteu o pau dele de uma só vez).
Eu:
Doutor, que injeção boa é essa, vai me curar de uma vez.
Médico:
Sim, espera o medicamento fazer efeito, vai entrar num jato que não vai doer nada.
O doutor me penetrava com força, como quem fode uma puta (bom, acho que já sou mesmo), não podia acreditar que tava dando minha bunda pra aquele estranho, e ainda por cima acompanhando meu marido. Tinha medo que ele desconfiasse, mas minha mente suja falou mais alto que a moralidade.
Ele me comia como uma puta, com penetrações fortes, eu gozava pra caralho, aproveitando aquela pica entre minhas nádegas. Ele sabia como me dar prazer, me perguntou onde eu queria a porra e pedi na minha boca. Ele tirou a pica da minha bunda e enfiou na minha boca, gozou gostoso e eu bebi toda aquela porra deliciosa. Deixei a pica dele bem limpinha e arrumei meu vestido. Ele me deu um tapa na bunda e disse que esperava um bom recebimento em casa. Sorri pra ele e mandei um beijo.
Fui pra farmácia e meu marido já tava retirando os remédios. Reclamou que o atendimento era lento, que tinha um monte de gente na frente. Me perguntou se o doutor tinha me dado a lista dos alimentos que ele podia comer, e eu disse que sim.
No dia seguinte, já quase de noite, o doutor chega e leva meu marido pro quarto. De fato, aplicou um sedativo e meu marido apagou que nem uma pedra. Ele me chamou e percebi que não era mentira: meu marido tava imóvel.
Falei pra irmos pra outro cômodo, mas ele disse que a gente ia fazer na cama, do lado do meu marido. Eu ri e falei que ele era louco, que meu marido podia acordar. Ele disse pra não me preocupar, que o sedativo era forte. Tiramos a roupa e começamos a trepar.
Primeiro começamos com um 69 delicioso. Ele chupava minha buceta divinamente enquanto eu chupava o ovo gostoso dele. A gente fazia tudo com meu marido dormindo do lado. Já perdi todo o respeito por ele. Depois comecei a cavalgar ele. A cama balançava forte, mas eu tava gozando tanto que não ligava de ter meu marido ali do lado. Eu tava comendo uma pica daquelas que eu amo, e minha xoxota molhada pedia sem parar. Ele tirou o celular e começou a me filmar rebolando em cima dele, me fazia sentir suja, feito uma atriz pornô, falava putaria pra eu responder:
Médico:
Você gosta muito da minha pica?
Eu:
Tem doutor sim, ela é gostosa do jeito que eu gosto.
Médico:
Você é uma das mais gostosas que já comi, amo seus peitos, sua bunda e esse rabão enorme…
Eu:
Quer comer ela, doutor?
Médico:
Claro que sim, por isso vim.
Deitei de barriga pra cima e ele começou a lamber minha bunda, enfiou uns dedos no meu cu, amassava minhas nádegas, enfiava a cara entre elas, tipo, ele curtia pra caralho minha raba. Pulou nas minhas costas e foi enfiando o pau dele no meu buraco anal, começou com movimentos suaves e depois foi acelerando, me puxava pelo cabelo, me fazia sentir uma mulher de verdade, em todos os sentidos.

O pau dele tava totalmente enfiado no meu cu, curti a grossura dele, gemia sem me importar com meu marido, me sentia toda uma gostosa, com meu marido na cama e meu amante do lado se esbaldando no meu corpo. Ele sentou na beira da cama e eu sentei de bunda no pau dele, e fui eu que comecei a rebolar, tinha ele dominado, nos meus desejos mais secretos, o barulho da minha bunda batendo no membro dele era uma delícia.

Ele não aguentou aquele rebolado e gozou, inundando meu cu com o semen gostoso dele. Eu também tive um orgasmo delicioso. Passamos horas fodendo em várias posições, até umas que eu nem conhecia. Minha buceta tava bem aberta e molhada de tanto pau que eu tava comendo. O filho da puta me disse que tinha tomado um comprimido pra manter o pau sempre duro.

Eu adorava provocar ele com meu corpo e fiz uma dança erótica, ele gravou minha dança também. Depois de ver, ele não se segurou e me fodeu contra a parede. Peguei o pau dele e levei pro banheiro, no chuveiro a gente se beijava de língua e se tocava. Ele me carregou e me comeu suspensa, graças ao sabão nossos corpos tinham mais atrito. Eu não gemia mais, gritava igual uma puta, fazia isso no ouvido dele pra ele me comer com mais vontade. Aquela gozada dele no banheiro eu engoli, o semen tava uma delícia. Fiquei surpresa porque era o homem com quem eu tinha passado mais tempo transando sem parar.

As horas passaram e, já cansados de foder, a gente deitou abraçado. Fiquei vendo os vídeos que ele gravou de mim, me via fantástica transando. Ele me disse que eu facilmente podia me fazer gostosa fazendo pornô, que eu parecia com uma atriz pornô chamada Nina Mercedes, eu ri e falei pra ele que talvez daqui a uns anos eu me animava a entrar nessa vida.
Ele se levantou e se vestiu, aplicou o remédio de verdade no meu marido e me deu um beijo, pediu pra ser meu amante, eu falei que enquanto surgisse a oportunidade, com prazer ia vê-lo, a gente se beijou e ele saiu do quarto, eu segui ele e antes de abrir a porta abracei ele pelada e pedi mais uma foda, ele falou que eu era insaciável e eu ri, sentei no sofá e abri minhas pernas, ele chegou perto e me fez mamar, em pouco tempo ele ficou duro e começou a me comer com força com minhas pernas nos ombros dele, nunca um homem tinha me dado tanto prazer, eu sentia as bolas dele entrando na minha bucetinha molhada e bem aberta graças a ele.
Eu:
Papai, essa coisinha molhada é sua, vou te dar quantas vezes você quiser, assim, me parte no meio mmm, você me come divino…
Médico:
Neném, que gostosa você é, tem tudo grande e delicioso, toda essa vontade de sexo eu vou tirar de você já que seu marido não tira.
Eu:
sim, papai, enche minha bucetinha de leite, vai, goza, não para de meter, jorra teu último jato, goza papaiiiii, ahhh sim ahhh goza, me dá teu leite ohhhh.
Doutor:
Tô gozando, siiiim, ahhhhh, hmmm gostosoo, toma seu leite.
O filho da puta me encheu de porra de novo, puta que pariu, saiu bem safado do meu jeito, limpei o pau dele com minha boca e ele foi embora, eu caminhei até o quarto com minha buceta cheia de porra e assim me deitei pra curtir aquela sensação de mulher satisfeita, no dia seguinte meu marido levantou e se sentiu melhor, eu disse que o médico vinha no mesmo horário hoje e o desgraçado falou que não precisava, que já tava bem e que ia ligar pro centro médico pra avisar o doutor que não viesse mais, isso me irritou pra caralho porque eu tinha uns joguinhos sexuais com meu querido amante, mas tenho o telefone dele e em breve espero marcar um encontro com ele.

Fonte: Todorelatos.com

2 comentários - Gostosa infiel: gozei no médico

wow que exitante relato amigo me imagine a mi puta en todo el relato y le traigo redura del morbo que me brovoco