Férias com a mamãe 3

Ao chegar no hotel, dava pra sentir um clima de putaria no ar. Quando fechei a porta do quarto, ela me beijou com paixão, brincando com a língua dela na minha, era uma sensação maravilhosa. Abracei ela e agarrei suas nádegas.

— Tô muito excitada.
— Eu também, mãe, quero te fazer minha.
— Eu também quero.

Joguei ela na cama e continuei beijando ela por cima, levantei o vestido dela até a cintura, desci pra beijar as pernas dela desde os joelhos, subindo devagar. Quando cheguei quase na virilha dela, parei só pra olhar como ela tava sensual, e o cheiro de buceta que exalava era maravilhoso. Beijei ela por cima da calcinha fio dental, ela segurava meu cabelo fazendo minha cabeça pressionar a buceta dela, dava pra sentir o tesão que dominava ela, era algo indescritível.

— Continua, filho, come a buceta da mamãe, tô toda melada.
— Você tá uma delícia, mãe.
— Vai, bebê, essa buceta é toda sua.

Queria ver ela pelada, levantei da cama e terminei de tirar o vestido dela. Ela não tava de sutiã, dava pra ver os peitos redondos e perfeitos dela, os bicos tão provocantes, me joguei pra chupar eles, lambia e dava pequenas mordidas.

— Ahhh sim, assim ahhh, sim bebê, assim ahhh

Ouvi os gemidos dela e a respiração ofegante, enquanto beijava um peito, agarrava o outro com a mão e brincava com o bico nos meus dedos, fazendo ela se contorcer de prazer. Ela se tocava enquanto eu fazia isso, via a mão dela acariciando a virilha, minha mãe tava perdida no tesão.

— Vai, filho, faz de mim sua putinha, não aguento mais.
— Sim, mamãe, você vai ser minha putinha, minha putinha.
— Ohhh sim, filho, vou ser a melhor putinha pra você.

Virei ela de costas, deixando aquela bunda enorme na minha vista, agarrei ela pela cintura fazendo ela ficar de quatro.

— Cê gosta de como eu tô de puta?
— Sim, mãe, você é toda uma puta, uma cadela linda.
— Vai, bebê, aproveita essa puta no cio.

Dei um tapa na bunda dela que ecoou pelo quarto inteiro, fazendo ela dar um pulinho e soltar um grito de prazer.

— Oh, que gostosa, meu amor. Comecei a beijar a calcinha dela, enquanto aos poucos ia descendo o fiozinho que cobria ela. Foram só segundos que pareceram uma eternidade. Quando tirei, ficou tudo na minha frente, vi a buceta dela toda molhada, bem raspadinha, e o cuzinho dela dando uns pequenos movimentos, como se pedisse pra eu meter ali na hora, mas queria aproveitar cada segundo. Comecei beijando a buceta dela assim de quatro, ela apertava os lençóis com as mãos, enquanto gemia bem alto.

~ Ahhh, siiiim, que gostoso.
- Parece que você tá gostando, mamãe.
~ Tô adorando, vou gozar, vou gozar por você, bebê.

Continuei beijando, senti a buceta dela ficar ainda mais molhada enquanto ela dava uns gritos fortes.

Ahhh, bebê, siiiim, ahhh, tô gozando, tô gozandooooo, ahhhhh.

Foi tão gostoso ouvir minha mãe dando esses gritos de prazer. Ela quis deitar, mas eu segurei ela pela cintura e comecei a beijar o cuzinho dela. Senti ela dar um pulinho, como se um choque tivesse passado pelo corpo dela. Ela fez um movimento como se quisesse se soltar de mim, mas eu segurei ela firme. Enfiei minha língua o mais fundo que pude, fazendo ela dar gritos de prazer. Não parava de pensar no quanto aquilo era errado e gostoso. Será que sou um filho ruim ou um muito bom? Eu tava fazendo minha mãe se contorcer de prazer. Só parava pra dar umas palmadas na bunda dela, que faziam ela gritar, e ela soltava gemidos fortes e longos quando eu passava minha língua da buceta dela até o cuzinho.

~ Você me levou pro céu, meu amor. Ahhh, meu querido. Que puta que eu sou.
~ Ahhh, siiiim, ohhh, ohhh, ahhh, mais, mais, mais, mais…

Nenhum de nós ligava se alguém nos outros quartos pudesse ouvir. O que iam pensar se soubessem que um cara tá fazendo a puta da mãe gemir desse jeito? Essa sacanagem deixou minha pica dura pra caralho. Tendo esses pensamentos, lembrei quando a gente fez o check-in no hotel: "Tenho uma reserva pra mim e meu filho". Isso me deixou ainda mais excitado, pensar que os funcionários que sempre andam pelo corredor sabiam que a gente é mãe e filho. Dei um tapa forte na bunda dela, que já tava bem vermelha, fazendo ela gritar ainda mais alto. Não aguentava mais, acabei me despindo, ela me olhava com desejo e luxúria, minha mãe completamente nua na minha frente, se aproximou engatinhando na cama, eu estava de pé ao lado dela, ela começou a beijar minha rola dando pequenas bicadinhas com aqueles lábios tão perfeitos.

~Quer que sua puta chupe seu pau, bebê?
-Sim, mamãe, quero que você chupe ele de novo.

Ela começou a enfiar minha rola na boca dela, enquanto me olhava, tirava e passava a língua pelo tronco, e enfiava de novo o mais fundo que podia, meteu tudo até encostar o nariz na minha barriga enquanto fazia uns sons de engasgo.

~Que mãe boqueteira você tem, filho.
-Sim, mamãe, você é uma verdadeira boqueteira.
~Adoro a rola do meu filho, você me transformou numa puta completa.
-Você é minha puta, mamãe.
~Sim, bebê, sou sua puta, aproveita enquanto eu chupo.

Ela começou a chupar minhas bolas, era uma sensação maravilhosa, passava a ponta da língua na ponta da minha rola, segurei a cabeça dela e apertei contra mim fazendo ela encostar o nariz na minha barriga de novo, mas dessa vez fiz durar mais, sentia ela lutando para se soltar, mas era tão gostoso, quando soltei ela deixou minha rola escapar junto com muita saliva que escorria da boca dela até o peito.

Deitei minha mãe de barriga pra cima e com o pau bem molhado pela saliva dela coloquei na entrada da buceta dela, enquanto ela me olhava e mordia o lábio, passava minha rola de cima pra baixo na buceta dela sem meter, queria aproveitar o contato um pouco mais e fazer ela desejar ainda mais.

~Filho, tô tão molhada, enfia seu pau em mim agorrrra, ahhhh
-Sim, mamãe, você deseja minha rola?
~Sim, quero ela dentro de mim agora
-Você quer que eu meta, mamãe?
~Sim, quero que você enfie seu pau na minha buceta, que me faça gritar igual a puta que eu sou.

Quando ela disse isso comecei a enfiar minha rola, meti devagar pra aproveitar, via como o rosto dela refletia o que sentia, como ela revirava os olhos, gemia com força, dizia o quanto adorava meu pau.

~Que gostoso ter seu pau dentro de mim.
-Você gosta que eu meta? ~Sim, bebê, adoro quando você mete em mim.
-Mami, adoro que você seja tão puta.
~Quero ser sempre sua puta, que você me coma sempre que tiver vontade.
-Você está tão gostosa, meu pau parece que vai derreter.
~Minha buceta fica molhada pra você, pro meu filho meter nela.

Comecei o movimento um pouco rápido, ela gemia e abria mais as pernas, fazendo com que entrasse mais fundo. Meti com tanta vontade, mas não queria gozar ainda, então tirei pra descansar um momento.

Coloquei ela de quatro, ela se deixava mover à minha vontade, era a puta submissa da minha mãe. Coloquei meu pau na buceta dela e meti de uma só vez, ela gritou.

~Que gostoso você mete, bebê, dá mais forte na sua mami.

Sim, ela gritava tão alto que era impossível os quartos ao redor não ouvirem, mas isso já não importava, eu estava no paraíso, queria continuar aproveitando a buceta da mamãe. Comecei a meter mais forte, dava pra ouvir o barulho da minha bacia batendo na bunda dela. Ficamos nessa posição de mete e tira por um bom tempo, até que eu disse que ia gozar.

-Mami, vou gozar.
~Goza no meu cu, bebê.
-Quero te encher, mamãe, quero deixar todo meu leite dentro de você.
~Não, meu amor, não é bom, não tomo anticoncepcional.
-Não aguento, mamãe, vou gozar.
-Ahhh Aaaaahhhh, que gostoso.
~Ohhh, sinto que você se descarregou muito dentro, bebê, me deixou cheia.

Eu ainda estava durasso, então voltei com o mete e tira, com força. Ela ficou deitada de bruços e eu por cima, metendo meu pau na buceta dela cheia do meu leite. Cansou um pouco e deitei ao lado dela de barriga pra cima, com o pau bem duro.

~Que bom ter um jovenzinho bem tarado.
-Você provoca isso, mamãe, sobe na vara do seu filho.
~Claro, bebê, adoro ter você dentro de mim.

Nesse momento, ela já não ligava que eu tinha gozado dentro, isso seria algo pra conversar depois, agora a gente só queria gozar. Quando ela estava subindo em mim, dava pra ver que ainda escorria um pouco de sêmen da buceta dela, isso fez meu pau entrar bem molhadinho. Fácil, ela gemeu com força.
— Cê gosta de ter uma mãe tão puta que nem eu?
— Amo que você seja assim, mamãe.
— Que gostosa, quero tirar mais leite de você.
— Sim, mamãe, do jeito que você se mexe vai me fazer gozar muito rápido.
— Sim, pai, você tem uma piroca muito gostosa.

Ela começou a se mexer mais rápido, cavalgava que nem uma puta, mexia o quadril igual naqueles vídeos de twerk, era fantástico. Os peitos dela balançavam com os movimentos, era tão erótico ver o rosto dela cheio de luxúria, eu falei.

— Mamãe, vou gozar.

Tirei ela de cima de mim e, enquanto me levantava do lado da cama, agarrei a cabeça dela. Ela ficou de quatro na minha frente, deixando aquele coração sensual que as nádegas formam à minha vista. Ela começou a chupar, mas não, não queria gozar na boca dela. Tirei, bati um pouco, deixando sair uns jorros grandes no rosto dela. Ela abriu a boca, deixando entrar um pouco. Quando terminei, ela ficou com porra na testa, um jorro escorrendo pelo lado do olho até o nariz, outro na bochecha e um pouco mais nos lábios até o queixo.

— Obrigada, meu amor, obrigada por esse leitinho tão gostoso.
— Obrigado, mamãe, por ser minha puta.

Ela passou a língua nos lábios e se levantou pra pegar uma toalha. Ver ela saboreando meu leite fez eu ficar duro de novo. Ela tava tirando a porra do rosto, e eu joguei ela na cama de bruços, me abaixei e lambi o cu dela. Deixei bem babado.

— Que cê tá fazendo, bebê?
— Quero que você seja completamente minha, quero te comer por essa bunda linda, mamãe.
— Espera, bebê, me dá um moment...

Enfiei meu pau um pouco mais da metade, ela gemeu com força, dando um grito.

— Ahhh, meu cuuuuu, meu bebê tá partindo meu cu.
— Isso, mamãe, vou arrebentar o cu da minha puta.

Comecei a meter e tirar meu pau com rapidez, ela gemia e arranhava a cama, gritava de prazer. Eu via como meu pau sumia dentro do cu dela, como parecia que ela engolia. Minha mãe é a melhor puta, como ela curtia ter meu pau dentro.

Sem tirar o pau, levantei ela e me sentei na beira da cama. Ela ficou de pé. com meu pau no cu dela, ela começou a rebolar, me dando uma das melhores vistas. Era inevitável gozar. Joguei um jato enorme dentro dela e tirei meu pau rapidinho, deixando cair mais gozo no cu e nas costas dela.

~Ahhh, que gostoso, bebê, você me deixou tão satisfeita.
- Você é a melhor mãe.
~Valeu, meu amor, vamos descansar um pouco e depois tomar um banho juntos.
- Sim, mamãe.

Foi assim que começou a história incestuosa com a mamãe.

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1 comentários - Férias com a mamãe 3

Excelente relato leí la trilogía.ojala continúes.saludos.