Naquela semana, a gente transou pela casa toda: na sala, na piscina, na cozinha, no quarto das filhas dela, na lavanderia, no jardim, na garagem, no chuveiro e na banheira. A gente acordava abraçado, pelado, e ficava se olhando fixo um no outro, trocava uns beijos e começava a foder de novo. Descansava, conversava, e aí eu tentava e pedia pra ela me dar um boquete, até que ela topou. O dia que ela se animou foi no sábado, enquanto a gente falava sobre como tava sendo bom. Ela concordou e falou: "Tá bom, vou fazer". Eu me deitei, ela pegou meu pau e começou a lamber, e aos poucos foi enfiando na boca dela.
Tia—no final, é gostoso mesmo chupar isso. —ahh ajaa! Tá fazendo bem, tia. Tia—já te falei que tia só me chama quando tem outras pessoas, quando a gente tá sozinho me chama de meu amor, me chama pelo nome ou fala o que quiser, mas não me chama mais de tia.
—já tá bom, amor ahh. Continuou chupando até eu gozar na boca dela, ela engoliu todo meu leite, mesmo não sendo muito, porque como a gente passou a semana inteira transando, eu comecei a ficar seco. Ficamos um tempo abraçados, nos acariciando. Tia—vamos tomar café, amor? —já pra recuperar um pouco mais de energia pra mais tarde. Quando a gente tava tomando café, ela me pergunta. Tia—tem alguma coisa nova que você quer tentar? —já perguntei isso, mas não sei se ela topa eu meter naquela bunda gostosa dela, porque só deixou eu colocar os dedos e chupar—ela topa ou não? Tia—tá bom, mas vai fazer com cuidado, ok. —tá bom, vou fazer ela gostar. Tia—isso espero, coração, come rápido que já fiquei ansiosa (risadinhas). Tomamos café e fomos pro quarto dela. Tia—pronto? —pronto e ansioso. Tia—então começa—como eu fico, deitada ou de quatro? —então, melhor de quatro. Tia—tá bom. Ela ficou de quatro, mas não comecei a meter direto no cu dela, primeiro comecei a chupar e nisso ela falou: Tia—você não quer que eu chupe também, amor? —sim, seria perfeito. Começamos um 69 enquanto eu também colocava os dedos na bunda dela pra dilatar e não custar tanto pra meter, até que gozamos os dois. Fiquei atrás dela e comecei a meter na buceta dela. Tia—sabe que eu adoro ahh, mas tira, não colocou camisinha ahhh —calma, amor, isso é só um pouco, além disso você tá gostando. Tia—sim, amor, adoro ahh, mas ahh tira daí, senão você goza e eu fico grávida, além disso a gente combinou que você ia meter no meu cu ahh —já que você falou. Tirei e comecei a meter no cu dela, primeiro a ponta, e ela começou a gemer e gritar um pouco, tava super apertada. Tia—ahhhh mete tudo, amor ahhh me arrebenta —espera, né, gostosa, aos poucos, tem que aproveitar bem cada momento. Tia—cê tem razão ahhh, mas já quero ahhhh que você me faça ahh ahh com força. Comecei a meter já mais da metade da pica e ela gritava Tia—mete tudo agora ahhh ahh e ah ah faz mais rápido por favor ah ah Enfiei tudo de uma vez o que faltava e ela soltou um grito forte, além do grito, jorrou um fluxo dos seus sucos
Tia—ahh tem ahh amor ah ah é é é tão den tro de mim caa ahh faz rápido ahh porfa —claro, o que minha putinha disser, Tia—sou sua puta ahh ahh me dá ahh forte! Comecei a me mover mais rápido, enquanto batia na bunda dela e brincava com os peitos, nisso ela soltou um pequeno jato dos seus sucos —você ah adora, puta?. Tia—sim, adoro ahhh ah ah gosto ahh ah. —vira ahh quero ver essa carinha de puta que ah você tem, quero te ver gozar ah. Tia—tá ahh bem, amor, mas ahh desde que ahh você continue ahh metendo e arrombando essa bunda de puta. Virei ela e continuei metendo, a verdade me excitou demais ver ela morder o lábio, além de gemer super alto.
Tia—assim, amor, me arrebenta... ahh ahh, faz mais forte, ahh. Ela se agarrava nos lençóis, se mordia e começou a soltar, entre gemidos, o quarto orgasmo. E ainda acabou me arranhando e cravando as unhas nas minhas costas. Naquele momento, acho que, de tão excitado e tarado que eu tava, não senti nada.
—ahh, tô gozando, ah! Tia—enche essa bunda de puta com teu ahh sêmen. —ah, já tô fazendo isso, ahh. Tia—você já gozou, ahh, ainda tá dura, hein. Depois da minha primeira gozada, ficamos assim uns 2 ou 3 minutos até eu soltar um jato forte de porra, pra ser sincero, quando saiu, me surpreendi pra caralho, porque não achava que ainda tinha tanto assim. A gente deitou um pouco, tava muito exausto, nos abraçamos, começamos a dar uns beijinhos (beijos curtos), dormimos, acordamos lá pelas 6 da tarde. A gente se beijou e ela disse: Tia—ai, dói um pouco minha bunda. —desculpa se fui bruto. Tia—não se preocupa, amor, além do mais, eu que pedi pra você meter forte. —jeje, sim. Tia—tô exausta, mesmo depois dessa descansada, você pode pedir comida por delivery. —tá bom, love, já vou pedir. Chegou o pedido, comemos, fomos dormir de novo. Já no domingo, acordamos com mais energia, demos uns beijos bem gostosos, depois fomos tomar café da manhã. Já de café tomado: —cê tá melhor agora? Tia—sim, ainda dói, mas é uma dorzinha de leve. —então você vai aguentar fazer hoje. Tia—sim, mas a gente tem que limpar e arrumar essa casa. —então vamos arrumar tudo e depois a gente faz. Tia—sim, mas e se seu tio chegar? —ele não vem agora, me disse que ia passar amanhã lá pelas 8 pra me levar numa casa pra arrumar o jardim inteiro. Tia—então a gente tem o dia de hoje livre. —isso. Tia—então vamos fazer assim: eu coloco os lençóis e a roupa suja na máquina enquanto você arruma a sala e a cozinha, depois arruma seu quarto, e vou arrumando o das minhas filhas e o meu, entendido? —claro, então já vou começar agora. Levantei, tava indo, e ela falou: espera, me deu um beijo e disse: se apressa. A gente limpou e arrumou tudo, almoçou e começou a fazer. Começamos com um 69, depois meti na buceta dela, ela gemia e tinha uns orgasmos, eu também gozei, queria ter enchido a buceta dela de porra, mas ela não quis, o que eu fiz foi encher a bunda dela de novo. Ficamos assim até umas 11 da noite, tomamos banho juntos e nos... Deitamos no meu quarto pra dormir. Ela no começo não queria dormir comigo naquela noite porque tinha medo do meu tio nos pegar, mas convenci ela colocando o alarme pra duas horas antes. Já de manhã na segunda-feira, acordamos, nos beijamos e começamos a transar. Comecei a chupar a buceta dela e depois ela chupou minha pica. Coloquei uma camisinha e comecei a meter na buceta dela. Ela gemia. Gozamos os dois, deitamos um pouco, e depois fomos pro chuveiro. Entramos no box, comecei a arrebentar o cu dela enquanto a água caía em nós. Ela gritava e pedia: "vai mais forte". Até que ouvimos a buzina de um carro. Era o carro do meu tio, sinal pra eu sair. Bem na hora, comecei a meter mais rápido e gozamos os dois. Terminamos de tomar banho rápido enquanto meu tio continuava buzinando. Nos trocamos, demos um beijo super apaixonado e saí pra ir trabalhar de novo. Meu tio no carro, no caminho, perguntou por que eu não saía. Falei que não saía porque minha tia não deixava até eu terminar de tomar café. Meu tio deu risada e falou: "é assim mesmo". Fui trabalhar como sempre. Terminaram os três meses do meu trabalho, mas depois daquela semana nunca mais consegui comer minha tia. No máximo nos beijávamos e dávamos umas chupadas, mas nada mais, porque meu tio ficava mais tempo em casa. Bom, continuei comendo ela depois que as aulas começaram, mas não na casa dela. Íamos pra um hotel. Ela saía de casa com a desculpa de que ia no mercado, e eu matava aula. Nos encontrávamos e fazíamos o que amávamos: transar. Atualmente continuo comendo ela, e não só ela, mas também a filha dela, mas isso contei em outro relato. Fim desse relato. O próximo vai ser: COMENDO MINHA PRIMA BRENDA.
Tia—no final, é gostoso mesmo chupar isso. —ahh ajaa! Tá fazendo bem, tia. Tia—já te falei que tia só me chama quando tem outras pessoas, quando a gente tá sozinho me chama de meu amor, me chama pelo nome ou fala o que quiser, mas não me chama mais de tia.
—já tá bom, amor ahh. Continuou chupando até eu gozar na boca dela, ela engoliu todo meu leite, mesmo não sendo muito, porque como a gente passou a semana inteira transando, eu comecei a ficar seco. Ficamos um tempo abraçados, nos acariciando. Tia—vamos tomar café, amor? —já pra recuperar um pouco mais de energia pra mais tarde. Quando a gente tava tomando café, ela me pergunta. Tia—tem alguma coisa nova que você quer tentar? —já perguntei isso, mas não sei se ela topa eu meter naquela bunda gostosa dela, porque só deixou eu colocar os dedos e chupar—ela topa ou não? Tia—tá bom, mas vai fazer com cuidado, ok. —tá bom, vou fazer ela gostar. Tia—isso espero, coração, come rápido que já fiquei ansiosa (risadinhas). Tomamos café e fomos pro quarto dela. Tia—pronto? —pronto e ansioso. Tia—então começa—como eu fico, deitada ou de quatro? —então, melhor de quatro. Tia—tá bom. Ela ficou de quatro, mas não comecei a meter direto no cu dela, primeiro comecei a chupar e nisso ela falou: Tia—você não quer que eu chupe também, amor? —sim, seria perfeito. Começamos um 69 enquanto eu também colocava os dedos na bunda dela pra dilatar e não custar tanto pra meter, até que gozamos os dois. Fiquei atrás dela e comecei a meter na buceta dela. Tia—sabe que eu adoro ahh, mas tira, não colocou camisinha ahhh —calma, amor, isso é só um pouco, além disso você tá gostando. Tia—sim, amor, adoro ahh, mas ahh tira daí, senão você goza e eu fico grávida, além disso a gente combinou que você ia meter no meu cu ahh —já que você falou. Tirei e comecei a meter no cu dela, primeiro a ponta, e ela começou a gemer e gritar um pouco, tava super apertada. Tia—ahhhh mete tudo, amor ahhh me arrebenta —espera, né, gostosa, aos poucos, tem que aproveitar bem cada momento. Tia—cê tem razão ahhh, mas já quero ahhhh que você me faça ahh ahh com força. Comecei a meter já mais da metade da pica e ela gritava Tia—mete tudo agora ahhh ahh e ah ah faz mais rápido por favor ah ah Enfiei tudo de uma vez o que faltava e ela soltou um grito forte, além do grito, jorrou um fluxo dos seus sucos
Tia—ahh tem ahh amor ah ah é é é tão den tro de mim caa ahh faz rápido ahh porfa —claro, o que minha putinha disser, Tia—sou sua puta ahh ahh me dá ahh forte! Comecei a me mover mais rápido, enquanto batia na bunda dela e brincava com os peitos, nisso ela soltou um pequeno jato dos seus sucos —você ah adora, puta?. Tia—sim, adoro ahhh ah ah gosto ahh ah. —vira ahh quero ver essa carinha de puta que ah você tem, quero te ver gozar ah. Tia—tá ahh bem, amor, mas ahh desde que ahh você continue ahh metendo e arrombando essa bunda de puta. Virei ela e continuei metendo, a verdade me excitou demais ver ela morder o lábio, além de gemer super alto.
Tia—assim, amor, me arrebenta... ahh ahh, faz mais forte, ahh. Ela se agarrava nos lençóis, se mordia e começou a soltar, entre gemidos, o quarto orgasmo. E ainda acabou me arranhando e cravando as unhas nas minhas costas. Naquele momento, acho que, de tão excitado e tarado que eu tava, não senti nada.
—ahh, tô gozando, ah! Tia—enche essa bunda de puta com teu ahh sêmen. —ah, já tô fazendo isso, ahh. Tia—você já gozou, ahh, ainda tá dura, hein. Depois da minha primeira gozada, ficamos assim uns 2 ou 3 minutos até eu soltar um jato forte de porra, pra ser sincero, quando saiu, me surpreendi pra caralho, porque não achava que ainda tinha tanto assim. A gente deitou um pouco, tava muito exausto, nos abraçamos, começamos a dar uns beijinhos (beijos curtos), dormimos, acordamos lá pelas 6 da tarde. A gente se beijou e ela disse: Tia—ai, dói um pouco minha bunda. —desculpa se fui bruto. Tia—não se preocupa, amor, além do mais, eu que pedi pra você meter forte. —jeje, sim. Tia—tô exausta, mesmo depois dessa descansada, você pode pedir comida por delivery. —tá bom, love, já vou pedir. Chegou o pedido, comemos, fomos dormir de novo. Já no domingo, acordamos com mais energia, demos uns beijos bem gostosos, depois fomos tomar café da manhã. Já de café tomado: —cê tá melhor agora? Tia—sim, ainda dói, mas é uma dorzinha de leve. —então você vai aguentar fazer hoje. Tia—sim, mas a gente tem que limpar e arrumar essa casa. —então vamos arrumar tudo e depois a gente faz. Tia—sim, mas e se seu tio chegar? —ele não vem agora, me disse que ia passar amanhã lá pelas 8 pra me levar numa casa pra arrumar o jardim inteiro. Tia—então a gente tem o dia de hoje livre. —isso. Tia—então vamos fazer assim: eu coloco os lençóis e a roupa suja na máquina enquanto você arruma a sala e a cozinha, depois arruma seu quarto, e vou arrumando o das minhas filhas e o meu, entendido? —claro, então já vou começar agora. Levantei, tava indo, e ela falou: espera, me deu um beijo e disse: se apressa. A gente limpou e arrumou tudo, almoçou e começou a fazer. Começamos com um 69, depois meti na buceta dela, ela gemia e tinha uns orgasmos, eu também gozei, queria ter enchido a buceta dela de porra, mas ela não quis, o que eu fiz foi encher a bunda dela de novo. Ficamos assim até umas 11 da noite, tomamos banho juntos e nos... Deitamos no meu quarto pra dormir. Ela no começo não queria dormir comigo naquela noite porque tinha medo do meu tio nos pegar, mas convenci ela colocando o alarme pra duas horas antes. Já de manhã na segunda-feira, acordamos, nos beijamos e começamos a transar. Comecei a chupar a buceta dela e depois ela chupou minha pica. Coloquei uma camisinha e comecei a meter na buceta dela. Ela gemia. Gozamos os dois, deitamos um pouco, e depois fomos pro chuveiro. Entramos no box, comecei a arrebentar o cu dela enquanto a água caía em nós. Ela gritava e pedia: "vai mais forte". Até que ouvimos a buzina de um carro. Era o carro do meu tio, sinal pra eu sair. Bem na hora, comecei a meter mais rápido e gozamos os dois. Terminamos de tomar banho rápido enquanto meu tio continuava buzinando. Nos trocamos, demos um beijo super apaixonado e saí pra ir trabalhar de novo. Meu tio no carro, no caminho, perguntou por que eu não saía. Falei que não saía porque minha tia não deixava até eu terminar de tomar café. Meu tio deu risada e falou: "é assim mesmo". Fui trabalhar como sempre. Terminaram os três meses do meu trabalho, mas depois daquela semana nunca mais consegui comer minha tia. No máximo nos beijávamos e dávamos umas chupadas, mas nada mais, porque meu tio ficava mais tempo em casa. Bom, continuei comendo ela depois que as aulas começaram, mas não na casa dela. Íamos pra um hotel. Ela saía de casa com a desculpa de que ia no mercado, e eu matava aula. Nos encontrávamos e fazíamos o que amávamos: transar. Atualmente continuo comendo ela, e não só ela, mas também a filha dela, mas isso contei em outro relato. Fim desse relato. O próximo vai ser: COMENDO MINHA PRIMA BRENDA.
2 comentários - Minha tia e eu parte 3