Para as festas, um amigo de infância que tinha ido morar na Espanha veio visitar Buenos Aires. Era a primeira vez que ele voltava ao país depois de 9 anos, e a gente tinha mantido contato por meios virtuais. Foi por esse caminho que fiquei sabendo do casamento dele com uma catalã muito gostosa, depois de uns dois anos de namoro. Na época, a gente conversava de vez em quando. Um par de vezes ele tinha sugerido, meio de passagem, que tinha um relacionamento "aberto". Obviamente, eu queria saber detalhes, mas ele tentava não dar muitos (depois descobri que ele tinha medo de eu julgar ele). Pra mim, naquele momento, aquilo parecia irreal. Eu já tinha participado de uns trios aqui e ali, tinha uma vida sexual bem ativa, mas a mente aberta do meu amigo me surpreendia. Eu falava que tinha inveja, que já tinha proposto pra minha mulher virar swingers, mas ela não queria nem saber, essas coisas. Fui buscá-los em Ezeiza e, quando vi a mulher dele, minha primeira reação foi dizer que as fotos não faziam justiça. Ela me abraçou como se me conhecesse há anos. No caminho pro hotel, a gente já ia fazendo planos pra estadia deles em Buenos Aires. A gente tinha combinado que eles passariam o réveillon na casa da minha irmã. E foi assim: o ano novo nos encontrou juntos e a noite foi só risada e alegria. Umas 3 da manhã eu levei eles pro hotel, porque eles tinham planos pro dia 1º. Assim que entramos no carro, a Anabella falou que eu tinha uma família linda e que minha mulher também era muito bonita. Nessa altura, eu não conseguia parar de olhar pros peitos dela sem sutiã, que se mostravam generosamente pelo decote do vestido. Meio que movido pelo tesão, arrisquei falar: — Pena que ela não quer nem saber de troca de casais. Ia adorar poder aproveitar essa experiência com vocês. — Hahaha! Seu amigo te disse que a gente praticava troca de casais? Acho que ele não contou direito — disse a Anabella. — Mentira, eu falei que a gente tinha um relacionamento aberto, a parte da troca de casais foi ele que assumiu — se defendeu meu amigo. Eu não Não entendia nada do que eles diziam até que a Anabella deixou bem claro. — É verdade, temos um relacionamento aberto, mas só da minha parte. Seu amigo não fica com outras mulheres, porque ele curte ser cuck. Ou não, meu amor? Conta pro seu amigo como você adora me ver comendo outras rolas. Quando Anabella falou isso, meu amigo ficou vermelho que nem um tomate. Eu tinha que continuar dirigindo, mas ouvi a confirmação tímida dele. Falei que tudo bem, que não ia julgá-lo. Que o segredo dele estava seguro comigo. Era óbvio que meu amigo tava desconfortável e eu não queria que ele se sentisse mal, mas Anabella atacou de novo. — Não tenha vergonha, amor. Conta pra ele quantas vezes a gente fantasiou com ele. Conta o que você me disse mais cedo, o que queria propor pra ele. — Quer comer ela? — ele me perguntou com a voz trêmula e eu não podia acreditar. — Claro que quero comer ela. Tá me perguntando de verdade? Não brinquem comigo, hein. Tô falando sério. Se for piada, não tem graça. — Não, mano, não é piada nenhuma. Faz anos que seu amigo sonha em ver a gente transando. — Por que você não me contou, otário? Agora não tenho muito tempo, tenho que voltar pra casa. — Não vai descer nem por uns minutos? — perguntou Anabella com aquele sotaque que deixava minha pica dura. — Claro que desço, mas na semana volto pra te comer de verdade, não na pressa. Descemos do carro e entramos no hotel correndo. Já no elevador, nos beijamos com a boca igual dois desesperados enquanto meu amigo me olhava, ajustando a pica na calça. Perguntei por camisinha, obviamente eu não tinha. "Não se preocupa, hoje vou te comer e você traz camisinha na próxima", disse Anabella entre suspiros, enquanto com a mão apertava minha pica. Entramos e eu a despi em segundos. Depois de devorar os peitos dela e morder de leve os bicos duros, joguei ela na cama e comecei a chupar a buceta dela com desespero. Tava tão molhada que consegui enfiar três dedos de uma vez, sem problema nenhum. Me agarrei no clitóris dela enquanto que os três dedos em gancho sumiam e apareciam dentro dela, uma e outra vez. Cada vez mais rápido; cada vez com mais violência. Os gemidos dela ficavam mais intensos até que soltou um gritinho que ela mesma abafou com um travesseiro. Começou a jorrar uma cachoeira da buceta dela: ela tava dando um squirt lindo. Não consegui evitar (nem quis) que ela encharcasse minha cara com os sucos dela. Me levantei na beira da cama e (com cuidado) peguei ela pelos cabelos pra fazer ela ajoelhar. Passei a pica na boca dela, e ela olhou nos meus olhos, mas na hora desviou o olhar pro meu lado. Aí lembrei que meu amigo tava assistindo a cena, sentado numa cadeira do lado da cama. Tava batendo uma, mas já tinha um jato de porra escorrendo pelo peito dele. "Não se preocupa, ele adora", me tranquilizou a Anabella quando eu, vendo ele, hesitei por uns segundos. Ela enfiou minha pica na boca e eu comecei a xingar ela de tudo. De vez em quando olhava pro meu amigo, que acelerava a punheta enquanto mantinha os olhos fixos na mulher dele devorando minha pica. A putaria era tanta que eu não conseguia segurar a enxurrada de porra que tava querendo sair. "Vou gozar", avisei. Ela não parou de chupar. Envolvia minha pica com os lábios enquanto esperava eu terminar de gozar até a última gota. A Anabella virou em busca do meu amigo, abriu a boca de leve pra ele ver que tava cheia da minha porra e, só aí, engoliu. Meu amigo continuava na punheta frenética enquanto a mulher dele se aproximava pra beijar ele. Começou a falar no ouvido dele (adoraria saber o que ela dizia, mas, por código, nunca perguntei) até que meu amigo gozou de novo no peito pela segunda vez em 30 minutos. Tomei um banho rápido e olhei meu celular, que já tava cheio de mensagens. Me despedi, sabendo que nas próximas duas semanas, a gente ia se divertir muito, nós três.
4 comentários - Mi amigo y su mujer ......