A gostosa da despedida

Estávamos no fim da primavera, que é a alta temporada de casamentos e, por consequência, as despedidas de solteiro rolam soltas. Meu nome é Manuel e faz uns 5 anos que sou stripper. Quero contar uma experiência que tive naquela primavera com uma mina que me contratou.

No meio dos clubes, me apelidaram de "o escolhido", por causa de uma mancha de nascença que tenho na perna, e é assim que me apresentam quando entro em cena.

Numa despedida onde tinha um monte de minas, fiz um show com uma fantasia de marinheiro e elas amaram. De vez em quando, alguma gata fica na vontade de um "algo a mais" e eu chamo ela pro camarim, obviamente por uma grana extra. Dessa vez, entrou a Pilar, uma mina baixinha, cabelo castanho, olhos castanhos claros, com um corpão bem gostoso e, como a maioria, bem bêbada. Em uns dias ela ia casar e queria dar seu último alívio comigo.

Eu, completamente pelado já que tinha terminado meu show, mando ela entrar e começo a passar a mão em todo o corpo dela por cima do vestido discreto. Ela não perde tempo e pega nos meus peitorais, desce devagar até minha cintura, as mãos voltam e passam por trás do meu pescoço, ficando na ponta dos pés porque não alcançava direito. Com a língua, ela percorre meus abdominais, me dá beijos enquanto vai descendo devagar, acompanhada pelas mãos que percorrem minhas costas até minhas nádegas, que aperta com força. Pilar se ajoelha na minha frente, tira a camisinha que eu tava usando e enfia meu pau na boca dela, o mais fundo que consegue. Ela chupa e solta várias vezes e me masturba até eu ficar bem duro. Ela fala — "pronto, agora enfia tudo isso em mim" — enquanto se levanta e me dá uns beijos. Eu puxo ela até uma mesa que tava perto, abaixo a calcinha dela e coloco ela em cima da mesa pra meter. Devo dizer que tenho um pau bem grande e tava bem inchado, coloquei uma camisinha nova pra enfiar devagar. A Pilar tava bem molhada, isso facilitou tudo, porque ela tava bem apertada. Quando entrou quase Tá, comecei a me mover devagar enquanto ela gritava com força e se agarrava em mim. Ela pedia pra eu meter mais forte, que adorava. Eu obedeci e aumentei a intensidade. Ela se deitou completamente e levantou as pernas nos meus ombros, gritando pra eu meter até o fundo, que queria minha pica toda dentro. Enquanto segurava as pernas dela, batia minhas bolas na bunda dela e de repente ela se agarrou firme na mesa e gritou com muita força o orgasmo intenso dela. Desacelerei um pouco, mas não tirei até ela se recuperar e dizer que ia descer da mesa. Ela subiu de joelhos numa cadeira, de costas pra mim, apoiou as mãos na mesa e pediu pra continuar. — "Eu pediria pra você me comer no cu, mas não vou conseguir sentar depois" — disse entre risadas — "mas arrebenta toda minha buceta agora". Segurei ela pela cintura e meti direto até o fundo. Bombava com força e ela gritava ainda mais. — "Ai, doi um pouco, mas não para, por favor, que tô muito tesuda" — ela dizia entre gemidos intensos e de novo se agarrou forte na mesa e começou a tremer. Tinha tido outro orgasmo, ainda mais forte. Ela pediu pra eu parar, desceu da cadeira meio trêmula e sentou nela, ficando de frente pra mim. — "Valeu" — disse e tirou a camisinha pra me masturbar. Perguntou se faltava muito. Eu disse que não e ela enfiou meu pau na boca, chupando com maestria até eu avisar que ia gozar. Pilar acelerou o ritmo e engoliu tudo quando eu gozei. Levantou na hora, vestiu a calcinha de novo, saiu do vestiário e dava pra ouvir a torcida das amigas que esperavam do lado de fora. Eu me vesti e saí do clube pra pegar um táxi. De repente, uma mina muito gostosa se aproxima pra me parabenizar e pedir um cartão ou meu número. Ela comentou que Pilar e outras amigas iam casar e queriam uma despedida de solteira foda e que gostariam que eu fizesse meu show. Aceitei na hora, passei meu número e falei que a gente se falava. Tinha passado. Faz mais ou menos um mês, recebi uma mensagem dessa mina, Paola o nome dela, me perguntando se eu tava livre no sábado seguinte pra uma despedida, também falou que ia ser no iate do noivo dela e que queria que eu fosse com outro parceiro, os dois vestidos de marinheiro. Aceitei na hora e avisei meu amigo Juan pra gente ir junto.

Chegou o sábado, a gente tava no píer onde a Paola tinha mandado. Num dos iates, ela aparece e faz sinal pra gente entrar. Era super luxuoso por dentro, dava pra ver que eram bem de vida. O iate zarpa e a gente foi pro meio do rio, podia rolar qualquer coisa.

Nos trataram super bem, deram comida e bebida à vontade. Até aquele momento, elas não tavam tão bebadas. Mas com o tempo, foram ficando mais eufóricas e isso chegou no auge quando a gente começou o show. Quase no final, as minas mandam a gente ir pra um dos camarotes que tava quase escuro e quando a gente entra, vê que a noiva (Carla) tava amarrada na cama; a gente tinha que comer ela os dois. Já tava tudo pelado, o Juan foi até a cabeça dela, tirou a camisinha e começou a passar a pica no rosto dela, a Carla tentava pegar com a boca e ria. Eu tava roçando o clitóris dela por cima da calcinha, que já tava bem molhada. Ela, excitada, pedia pra eu tirar pra ter contato direto com meus dedos, mas fiz ela esperar mais um pouco. O Juan finalmente enfiou a pica na boca dela e ela já começou a mexer a língua enquanto meu parceiro metia e tirava. Uns minutos depois, puxei a calcinha dela pra tirar e tocar a buceta ensopada. As outras minas comemoravam e tiravam foto, inclusive a Paola, que tava com um sorrisão de tão divertida. Eu apoiei a pica na entrada da vagina dela e a Carla começou a gemer mais forte enquanto chupava a pica do Juan. Comecei a meter com cuidado e já dava pra ouvir os primeiros gemidos dela. Eu me movia devagar pra trás e pra frente enquanto ia me abrindo caminho dentro dela. Quando consegui enfiar tudo, recuei até quase sair e as minhas amigas se aproximaram pra ver o espetáculo de perto. Agarrei firme os quadris dela e enfiei tudo de uma vez. As espectadoras começaram a gritar alto enquanto eu comia a Carla com força. Finalmente soltaram as mãos dela e ela assumiu o controle do pau do Juan, masturbando ele. Num instante, ela tirou a rola da boca e disse — "amanhã vou dar o 'sim' com a buceta bem aberta e o cu arrombado" — enquanto gemia e as amigas dela morriam de rir.
Uma das minhas amigas pegou o pau do Juan e começou a chupar. Carla me parou pra ficar de quatro e me disse — "me dá mais forte, pai, arrebenta tudo, que eu adoro" — eu obedeci e enfiei até o fundo, me movendo violentamente, dando tapas na bunda dela, e ela gritava pedindo mais e mais até que num momento pediu pra parar e disse ofegante — "que rola linda você tem, deita que eu vou montar" —. Eu obedeci, ela subiu em cima de mim e imediatamente enfiou tudo e começou a subir e descer devagar, se aproximou do meu ouvido e disse — "agora como vou transar com meu marido? Provei essa rola e gostei muito!" —. Eu ri e fiz sinal pro Juan entrar por trás. Ele lubrificou os dedos e enfiou no cu dela. Carla suspirou e exclamou — "uff, vocês vão me matar os dois, mas sejam bem-vindos" —, as amigas continuavam rindo sem perder nenhum detalhe. Juan terminou de dilatar o buraco dela e devagar foi enfiando o pau enquanto o meu tava encravado na buceta dela. Com bastante esforço conseguiu enfiar quase tudo, mesmo o Juan sendo bem dotado também, e as minhas amigas gritavam eufóricas — "se mexe, Carla", "come esses dois pitões", "depois a gente traz as muletas" —. Juan começou a se mover e ela voltou a subir e descer, mas só um pouco. Eu de baixo ajudava com meus quadris e aos poucos começamos a fluir os três. Com o fôlego das companheiras, começamos a... acelerar o ritmo e a noiva revirava os olhos enquanto cavalgava com força e respirava ofegante. Juan começou a empurrar com força e avisou que ia gozar. Carla disse pra ele nem pensar em tirar, então uns segundos depois meu amigo encheu o cu dela de porra e tirou o pau pra gente continuar. Uma das minas cuidou de limpar o pau dele chupando até perder toda a ereção.
Uns minutos depois, era eu quem ia gozar, então Carla parou de me montar, pediu pra eu levantar e tirar a camisinha. Ela começou a me masturbar de lado e duas das minas ajoelharam na minha frente pra receber meu leite. — "Aproveitem essa porra, meninas, ordenei pra vocês" — disse Carla morrendo de rir e finalmente soltei uns jatos de porra viscosa que caíram na cara delas, e elas cuidaram de levar pra boca enquanto o resto era chupado direto do meu pau pela Carla.
Depois de um tempo, todas saíram do camarote, e eu e Juan fomos pegar nossas roupas, não sem antes tirar fotos com as minas que continuavam bebendo. Depois Paola me pagou, me agradeceu de novo e avisou que em três semanas ia ter outra despedida, dessa vez numa casa. Falei que não tinha problema e que podia contar comigo.
Ela era a mais séria do grupo, a que bebia menos e a que cuidava das despedidas.
Chegando naquele fim de semana, Paola entrou em contato comigo e me passou o endereço da casa onde ia ser a despedida, disse que eu podia ir vestido como quisesse.
Eu decidi ir de policial. Cheguei cedo no lugar, fui recebido pela Paola, que me fez entrar por outra porta, que dava num quarto que serviria de vestiário. Ela perguntou se eu queria algo pra comer e beber e disse que qualquer coisa era só avisar.
Eu me preparei tranquilo e depois de uma hora mais ou menos, Paola voltou pra dizer que já era hora de sair e, educadamente, me desejou sorte.
Dessa vez as minas estavam mais bêbadas que da outra vez. Eram umas Mesmas amigas do iate. A que ia casar era a Nadia, a loira do grupo. Pela roupa, dava pra ver que também era de classe alta, tava bem bronzeada e cheirava delicioso.

Dessa vez, tudo ia rolar no salão daquela casa, pelo visto. Já tava terminando meu show, chego perto da Nadia, que tava sentada como espectadora principal, e tiro a sunga na frente dela, ficando com a pica a uns centímetros da cara dela. As amigas incentivavam ela a meter na boca, e no fim ela fez isso. Devagar, ela foi beijando a ponta do meu pau, com a mão puxou o prepúcio e começou a enfiar timidamente na boca. Segurei a cabeça dela com as duas mãos e fui enfiando mais fundo. A Nadia começou a chupar com mais confiança, e as meninas festejavam gritando pra eu comer ela. Obedeci, levantei ela pra colocar de joelhos na mesma cadeira, de frente pras outras garotas, levantei o vestido dela e tirei a calcinha devagar. A Carla, que tava quase do meu lado, falou: — “Prova essa pica, depois não vai querer casar mais” — e riu junto com as amigas. Coloquei outra camisinha, porque a outra eu tinha tirado pra Nadia me chupar, e comecei a enfiar devagar. Aos poucos fui pegando ritmo, enquanto a buceta dela ia cedendo e ela começava a gemer. As meninas festejavam e pediam pra eu meter mais forte. A Nadia virou e concordou com a cabeça pro pedido das amigas. Atendi o pedido e comecei a me mover mais forte e mais fundo. Meu pau não conseguia entrar inteiro, parecia que ela tinha um canal vaginal mais curto, mas mesmo assim tentava perfurar ela mais e mais fundo. Depois de um tempo, ela começou a reclamar de dor, mas as amigas falavam pra ela aguentar, deixar eu arrebentar ela toda. Resolvi suavizar meus movimentos, e ela agradeceu: — “Ai sim, obrigada, obrigada” — enquanto continuava gemendo mais aliviada. Segurei a bundinha dela pelos cabelos e me mexia sem parar, e isso sim acendeu ela. Ela me incentivava a continuar assim, a não parar. Em uns minutos teve um orgasmo incrível, acompanhado de uma salva de palmas das amigas. Tirei o pau, Nadia desceu da cadeira segurando a buceta e vestiu a calcinha de novo. Falei pra Carla ficar na mesma posição e ela topou na hora, tirou a calcinha e arqueou bem as costas pra eu meter nela. Nela eu comi gostoso e em pouco tempo ela gozou também. Veio outra, dessa vez eu deitado no chão e ela montando em mim. Só durou uns minutos.

As minhas falavam que era a vez da Paola, mas ela não queria. Então trouxeram ela à força, tiraram a calcinha dela e sentaram ela em cima de mim. Sem escolha, ela pegou meu pau, colocou na entrada da buceta e foi descendo devagar. Foi entrando aos poucos, subindo e descendo suavemente pra lubrificar bem meu pau, porque a camisinha que eu tava já tinha perdido todo o lubrificante. Finalmente a buceta dela chegou na base do pau e ela começou a se mexer bem gostoso, as amigas dela estavam surpresas, ela se movia suave, de olhos fechados e calma. Realmente era diferente, mais sutil, mas nem por isso menos excitante. De repente ela abre os olhos, dá uma risada de vergonha, para e se levanta. Por último, Pilar monta em mim e me cavalga com sentadas fortes, e confessa entre gemidos como tinha ficado aberta da outra vez e que tinha adorado. Na hora eu senti que ia gozar, Pilar levantou e me puxou pra tirar a camisinha. Nadia se ajoelha e me chupa por uns segundos até eu gozar tudo na boca dela. Todas aplaudem e gritam, tirando fotos e vídeos.

Assim que começaram a beber de novo, fui pro vestiário me trocar. Tava todo suado, então comecei a me secar quando de repente entra Paola pra me pagar. Ao me ver pelado, perguntou se eu preferia que ela voltasse mais tarde, mas eu falei que não tinha problema, que só tava me secando ainda. Ela fechou a porta atrás dela e começou a contar o dinheiro. Eu comecei a ter uma nova Ereção, acho que pelo atrito da toalha nos meus genitais ou algo assim. Paola me olha rindo e fala: "Ei, depois de comer todas, ainda tá com vontade?". Eu, meio envergonhado, falei que às vezes acontece, mas é só um momento. Ela continua sorrindo, olha pra porta e diz: "Quer que eu te ajude?". Sem esperar minha resposta, se aproxima e pega no meu pau, masturbando devagar. Eu respondo: "Óbvio que sim". Paola imediatamente se ajoelhou e começou a chupar meu pau com muita sede, fazia rápido, já que podiam abrir a porta. Engolia ele inteiro, tinha muita habilidade, quem diria. Tirava sem engasgar nem nada e continuava me masturbando. Metia de novo até a garganta e tirava outra vez. Me excitou tanto que eu tava quase gozando, então avisei e ela começou a me masturbar, colocando a glande na língua pra receber meu leite. Vi um jato enorme entrar na boca dela e ela apertou meu pau com os lábios pra engolir tudo. Continuou sugando até eu terminar de gozar. Ela comenta: "Bastante resto que tinha sobrado e como tava gostoso, bom, agora tá mais aliviado, guarda aí". Levanta e sai pro salão. Eu terminei de me secar e me vesti, já tava pronto pra sair.
Uma coisa que me chamou atenção foi que no lugar onde Paola tava ajoelhada, tinham várias gotas de um líquido pegajoso e não era porra, porque ela tinha engolido tudo, era fluido dela.
Quando voltou pra me abrir a porta, percebeu esse detalhe, me olhou sorrindo e falou: "Não sei onde deixaram minha calcinha". Levanta o vestido pra me mostrar que não tava usando nada. Continua: "Fiquei com vontade de continuar transando lá fora, mas fiquei com vergonha e você me deixou assim, aqui tá a prova". Aponta as manchas no chão. Eu perguntei se teria outra chance e ela respondeu que talvez, que ia me avisar.
Passaram duas semanas e recebo uma mensagem da Paola se desculpando. pela falta de aviso, mas que no mesmo dia ela tava fazendo outra despedida. Por sorte eu não tinha nenhum compromisso, então aceitei. Ela toda animada me diz que me esperava no mesmo iate da despedida da Carla.
Vesti meu uniforme de marinheiro de novo pra ocasião.
Quando cheguei, a Paola me recebe e agradece por ter vindo. Ela me faz entrar e eu vejo que não tinha ninguém. Pergunto onde estão as outras minas e ela responde que não foram convidadas e me diz que essa era a despedida de solteira dela, que no dia seguinte ia casar. Além disso, falou que queria pular toda a parte da dança e ir direto pro final, se eu não me importasse. Eu, ainda surpreso com a proposta fora do comum, respondi com um "sim" bem firme. Ela sorri e me dá um beijo, segurando minha cabeça e enfiando a língua na minha boca. Eu acompanho enquanto acaricio o corpo dela. Ela tava linda, com um vestido preto curto e colado no corpo, sem meia nem nada, a pele dela era de seda, tinha passado um perfume delicioso. Ela tira minha camisa e começa a beijar meu peito, acaricia minhas costas, minha bunda, as mãos dela dão a volta e pegam por cima da calça meu volume, ela se afasta da minha boca e diz — "hoje tudo isso é meu" — sorri e volta a me beijar, acariciando meu volume com mais energia. Depois de um bom tempo, ela me pega pela mão e me leva pro camarote principal. Tinha uma cama enorme. Ela para na frente da cama me olhando, senta e tira minha calça e a sunga. Minha pica tava dura pra caralho. Ela pega com gosto e começa a chupar devagar, fazia com muita dedicação e experiência. A língua dela ia da base até a ponta do pau, aí enfiava até a garganta sem nenhum problema. Ela mesma tirava e metia até a garganta e depois continuava percorrendo outras partes do pau com a língua. Ela me disse que no outro dia chegou em casa louca de tesão depois de ter montado em mim e engolido meu esperma. Num momento ela parou e tirou o vestido pra me convidar pra subir na cama. Ela não tava de calcinha, tava completamente pelada. Tava toda depilada e impecável. Aproveitei pra percorrer a pele dela toda, os peitos lindos dela, as pernas macias, tudo acompanhado de beijos. A buceta rosa dela tava brilhando de tanto fluido e eu não consegui me segurar, me joguei nela e passei a língua. Tinha um gosto muito suave, fiquei um tempão saboreando enquanto ela gemia bem alto e me puxava o cabelo. Ela falou que queria continuar chupando o meu pau, me pediu pra fazer um 69 comigo por cima, então eu virei e enfiei a rola na boca dela enquanto eu continuava comendo a buceta dela. Ela não ligava pro meu tamanho, pedia pra eu meter na garganta dela e ficava muito excitada quando eu enfiava tudo. Ficamos um bom tempo assim, devagar eu metia o pau até a garganta dela e ela ia controlando o ritmo com as mãos. Num momento ela me parou e disse que queria que eu penetrasse ela. Então eu virei, coloquei a camisinha e devagar entrei nela até o fundo. Fiquei agarrando e chupando os peitos dela que eram uma delícia, os biquinhos estavam bem durinhos e eu mordia eles de leve. A Paola também se mexia, mesmo eu estando por cima. Peguei as pernas dela e levantei um pouco a buceta dela pra deixar suspensa no meu pau. Ela tava felizona com tudo, eu metia com força e ela ficava ainda mais excitada. Pedia mais forte, mesmo que doesse. Voltamos pra posição inicial, mas dessa vez com mais intensidade, até que consegui fazer ela gozar bem gostoso. Paramos uns segundos e eu tirei o pau dela por um instante. — "que duro que você tá metendo, adoro" — ela exclama enfiando os dedos na buceta e completa — "tô super aberta, e isso é só o começo". — "será que tá mais duro que da outra vez?" — ela pergunta. Eu respondo que sim, que hoje nós dois estamos aproveitando muito. A Paola chega perto de mim, tira a camisinha e começa a chupar meu pau de novo. Dessa vez passa a língua da cabeça, percorre minha rola até os Ovos e chupa um por um enquanto masturba meu pau. Ela fica de quatro e me pergunta se quero continuar. Eu respondo obviamente que sim e vou rápido pegar outra camisinha, mas ela me para e diz que quer que eu goze dentro, porque tem tesão em eu engravidar ela no lugar do marido. Aceitei e fiquei atrás dela pra começar a penetrar. Quando começo a me mexer, ela exclama — "ai sim, isso é muito melhor, gostoso demais como é, as meninas estão perdendo" — enquanto arqueia mais as costas. Eu acelerava o ritmo e puxava o cabelo dela. Ela ficava mais louca e gritava — "assim, meu amor, mais forte, arrebenta toda minha buceta e me deixa prenha, por favor". Dali dava pra ver o quanto ela era apertada, meu pau todo inchado e molhado abria bem o canal vaginal dela. Metia tudo, minhas bolas batiam nela, não aguentei mais e gozei no fundão dela, que sorria excitada pedindo pra eu não tirar até parar de bombear porra. Ficamos abraçados e nos beijando até meu pau amolecer, aí tirei. Ficamos deitados e ainda ofegantes, ela me contava que não queria casar, mas era o melhor pro bem-estar dela. Já era tarde e talvez fosse hora de ir. Pedi pra tomar banho e depois ir embora. Quando saí do chuveiro, ela ainda estava deitada e pelada. Ela vira e me convida a deitar de novo. Fiquei tentado por vê-la linda e nua e me deitei ao lado dela abraçando. Ela vira de lado e eu a apoio por trás. Mas foi um erro, porque meu pau começou a endurecer e ela percebeu. Paola leva a mão pra trás pra pegar ele e diz — "ele também não quer ir, não seja mau" — e coloca na entrada do cu. — "Deixa minha bunda arrombada também". Não resisti ao pedido e lubrifiquei o cu e o pau com saliva e fui penetrando devagar. Não foi tão difícil, em poucos minutos estava tudo dentro. Abraçando ela e beijando o pescoço, comecei a me mexer devagar. enquanto ela respirava fundo e soltava pequenos gemidos. Aos poucos fui acelerando enquanto ela se estimulava o clitóris e gemia mais alto. Depois de alguns minutos, o esfíncter dela estava completamente relaxado e ela queria mais forte. Ela se virou e sentou em cima de mim para me montar analmente. Gemia como nunca, pulava no meu pau com força e aos poucos fui ficando mais e mais excitado até que avisei que ia gozar. Num movimento leve, ela tirou o pau do cu e enfiou na buceta e disse —"me dá mais leite aqui papai, quero um filho seu"—. Eu gozei de novo e aparentemente ela também, porque estava tremendo. Ela ficou sentada em cima de mim sem desgrudar da base do pau até minha ereção passar.
Fiquei deitado mais um tempo e fui embora.
No dia seguinte ela me escreveu pra agradecer, mas também pra dizer que não tinha me pago e me convidou pra ir no casamento dela pra me dar o dinheiro. Pra não levantar suspeitas, eu ia com uma amiga solteira dela.
Foi assim que fui no casamento dela, as minhas da despedida estavam lá, me olhavam com surpresa e cumplicidade. Tudo muito estranho, conheci o marido dela, a família, todo mundo.
Num momento, Paola me olha fixamente e faz sinal pra eu segui-la. Fomos pra um lugar bem afastado e ela me deu o dinheiro. Me agradeceu por todos os shows que fiz e principalmente pelo do dia anterior. Quando mencionou isso, ela pegou no meu volume e ficou olhando fixamente, parou por uns segundos, se abaixou, desabotoou minha calça e baixou minha cueca pra me chupar mais uma vez. Disse que ninguém ia vir, pra ficar tranquilo, enquanto enfiava o pau na boca. Depois de um tempo, ela pega nas minhas bolas e pergunta se eu queria deixar mais leite dentro dela. Eu já tava com o pau duro que nem pedra nessa altura. Paola se levantou e imediatamente tirou a calcinha fio dental sentando numa mesa. Ela levantou o vestido mostrando a buceta toda molhada, eu me aproximei, enfiei devagar mais uma vez e ela começou a Gemendo baixinho enquanto eu, aos poucos, ia acelerando. "Ainda tô aberta de ontem à noite, que gostoso que você me comeu" — ela fala entre gemidos, depois me pediu pra meter bem forte e garantir que deixasse ela bem grávida. Toda essa putaria me dominou de um jeito que em poucos segundos gozei com força. Ela me abraçou com as pernas e ficamos nos beijando por um tempão, ainda com meu pau dentro dela. Tava me excitando de novo e minha rola começou a crescer lá dentro. Paola percebeu e disse que adoraria fazer de novo, mas já tinha que voltar. Tirei devagar e ela me olhou com pena. Se abaixou, deu umas lambidas, já tava escorrendo, e me agradeceu de novo. Rapidinho nos arrumamos, ela pegou a calcinha fio dental, se limpou com ela o sêmen que escorria da buceta dela e me deu de presente.

Não soube mais dela até um ano depois. Me mandou uma foto dela segurando um bebê com uma mancha na perna e escreveu: "parabéns, papai, obrigada pelas suas sementes".

Com certeza o marido dela acha que é filho dele, mas Paola e as amigas dela sabem que não.A gostosa da despedida


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4 comentários - A gostosa da despedida

+10 espectacular relato, quede hecho un mástil