http://www.poringa.net/posts/relatos/3883283/July-y-el-cornudo-de-las-tetas-2.htmlO encontro no banheiro com a Bencina até podia ter me deixado alguma dúvida, mas me esclareceu muitas outras. Deixar elas apalparem meus peitos não era chifre. A Bencina gostava e eu, bom, talvez também. Meu marido estar sempre perto daquela humilhação parecia aumentar a excitação, do mesmo jeito que chamar ele em voz alta pelo apelido de cuck. Não dava pra negar.
Tentei levar um pouco desses encontros bizarros pra cama, com o Mateo. Fora daquele contexto tão específico, considerar o Mateo como cuck não me agradava, muito pelo contrário. Deixar elas me apalparem forte, também não. A gente transava normal, transava bem.
O que aconteceu na semana anterior ia ser uma exceção, não dava pra inventar pro Mateo uma desculpa toda semana pra sumir dez minutos no banheiro, logo na saída. Ia deixar a Bencina me apalpar durante todo o campeonato, pelas costas do meu marido, e quando o campeonato acabasse, ele e eu íamos agir como se nada tivesse acontecido, pelo bem dele, pelo meu, e pelo bem do amigo dele.Foi a primeira semana que fiquei ansiosa pra chegar o sábado. Não vou mentir pra vocês: me perguntei e repensei várias vezes se tava certo o que rolava, não tanto por uma questão moral, porque não me sentia tão culpada pelo fato de me apalparem, mas sim porque os amigos dele se aproveitavam dele pelas costas e eu ajudava eles, e isso me deixava mal. Mas em toda oportunidade eu repetia pra mim mesma: que não era nada demais, que não era chifre, e que ele nunca ia ficar sabendo porque peitavam as minhas tetas quando ele tava longe.No sábado, fui do jeito que a Bencina tinha me pedido: sem sutiã e de minissaia. Pra evitar que o Mate percebesse, a camiseta era listrada fininha, horizontal, branca e azul, e a saia era branca, meio curta, bem rodada, ideal pra Bencina meter a mão escondido. Claro que falei pro Mateo que me arrumei toda pra ele (aquela coisa que a gente sempre fala quando quer chamar atenção, mesmo tendo marido) e, pra dar mais credibilidade na desculpa, antes de sair fiquei passando a mão nele, dei uns beijos e fiz a sedutora, como se tivesse afim. Fazer esse joguinho e saber que em poucas horas o amigo dele ia estar apalpando meus peitos pelas costas dele me deixou com um tesão danado.
Mas aí aconteceu outra coisa. Durante a manhã e depois no churrasco, o Wate e o Adrián ficaram mais safados que o normal. Eu tava muito gostosa, é verdade, por isso não liguei pros primeiros elogios, mas logo percebi que eles faziam piadas de duplo sentido toda vez que o Mate tava distraído. E no churrasco, do nada, começou uma rodada de piadas de corno. Com certeza o idiota do Bencina tinha contado pra eles. Nesse caso, já tinha decidido: cortava tudo e voltava pro meu papel de esposa. Não tava a fim de deixar meu marido como um corno de verdade. Saber que um deles tinha apalpado meus peitos já era uma merda, mas os estragos não iam ser piores.
Depois do churrasco, o Wate e o Adrián não foram embora. Ficaram na mesa. Não tinha tensão, só falávamos besteiras, e eles, como sempre, acabavam falando de futebol ou de algum amigo em comum.
A gente tava na mesa, eu na ponta, quando o Wate perguntou pro Mateo se ele ia com ele até a administração do parque pra ver uns preços. A administração ficava a uns cem metros; dava pra ver a casinha de lá, e enquanto meu marido e o amigo iam andando e conversando, a Bencina, que tava sentado do meu lado, num canto da mesa, chegou mais perto, quase encostando em mim.
—Juli, hoje quem pode ver é você. Eu tô meio de costas pro Mateo.
Ela me pegou de surpresa e me deixou confusa. Adrián tava do outro lado do meu braço na mesa, na frente do Bencina, mas parecia distraído.
De repente, o Adri se levantou um pouco, falou “com licença” e foi com um copo — cheio de gelo até a borda — pegar a Coca Booty. Quando o braço passou na minha frente, roçou nos meus peitos. Eu me afastei instintivamente, e uns gelos caíram na minha saia.
O que veio depois foi rápido. Muito mais rápido do que vou demorar pra contar.
— Me desculpa — falou o Adrián, e me deu o copo e pegou uns guardanapos.
— Me serve, Juli? — pediu o Bencina, e me deu a garrafa de Coca.
Adrián continuava se desculpando e começou a passar um guardanapo nas minhas coxas, mas o guardanapo molhou e desmanchou, e num segundo ele não tava mais me secando, tava apalpando minhas pernas.
— Tá bom, tá bom! — tentei fazer ele perceber que preferia me limpar sozinha.
Um gesto do Bencina me fez servir a Coca pra ele, e enquanto eu equilibrava garrafa e copo, e o Adrián me apalpava as pernas, o Bencina levou uma mão pros meus peitos.
— Que cê tá fazendo? — reclamei, porque o Adrián tava ali.
— A semana inteira esperando pra pegar essas tetas, Juli…
Adrián nem se mexeu, era óbvio que tava sabendo de tudo. Mas ainda assim achei sem noção. Com as duas mãos ocupadas, não consegui impedir eles naqueles primeiros segundos, e aí já era tarde. Bencina apertou meus peitos por cima da camiseta, como se quisesse que o Adrián visse. Adrián largou minhas coxas e levou as duas mãos pros meus peitos.
— Meu Deus, que tetas boas, Juli!
Me excitou tanta fome. Parecia que ele tinha desejado meus peitos desde o dia que me conheceu. Mesmo assim, não tava muito afim do que tava rolando. Mas meus bicos endureceram completamente.
— Ei, tão passando dos limites pra caralho! O Mateo tá ali do lado.
Bencina começou a apalpar minhas coxas e minhas ancas, e o que dava da minha raba que, comigo sentada, ficava larga e dura feito um remendo de um tambor.
—Não tem problema, Ju! O Wate vai entreter ele por um bom tempo.
Vão pensar que sou uma filha da puta, mas ouvir como zoavam meu marido, os mesmos que colocavam as mãos nos meus peitos e coxas, me caiu super mal por um lado e me deixou com muito tesão ao mesmo tempo. Eles estavam me dizendo que os três o consideravam um corno, e mesmo que não fosse, aquele formigamento veio do mesmo jeito.
O Adrián não era tão bom com as mãos quanto o Bencina, mas a novidade de outro cara me pegando fez minha temperatura subir. Eu sentia a pele dele apertando a minha. Ele olhava nos meus olhos enquanto massageava meus peitos. O Adrián tava com mais vontade de mim do que o Bencina.
—Não vamos fazer o Mateo de corno… A gente não tá fazendo nada de errado assim, né?
—Claro, Juli. É só uma carícia boba pra gente se conhecer melhor…
O Adrián ia de um peito pro outro. Pegava meus bicos e torcia eles de leve. Eu olhava pra casinha da Administração, esperando a porta abrir. E o Bencina enfiava um dedo na minha buceta, mesmo que a posição fosse desconfortável e ele não conseguisse avançar muito.
—Quero apalpar melhor essa raba que você tem, meu amor! —ofegou o Bencina—. Quero ver sua calcinha enfiada e arrancar ela com minhas mãos!
—Não! —cortei—. Só os peitos, nada mais! Não quero que o corno… não quero que… Ai, porra, a porta da casinha tá abrindo!
—Merda, o corno! —avisou o Bencina, falando pra mim. Ele tava longe, não ia ver nem desconfiar de nada, então não era tão grave. Mas eles me soltaram e eu ajeitei um pouco minha blusa e minha saia.
Quando o Mateo e o Wate chegaram, eu tava vermelha. Saber que o Wate sabia que os outros dois tinham me apalpado um segundo antes, e que meu marido, parado do lado dele, continuava ignorando o que faziam com a mulher dele, me fez subir ainda mais o calor. Continuamos dividindo o fim da mesa, brincando e falando de bobeira. Eu me sentia cada vez menos indignada e mais com tesão: os três amigos sabiam que eu era uma puta, pelo menos uma puta de peitos, que Qualquer um podia me apalpar. E lá estava meu marido, sem saber de nada, feito um corno manso, fazendo piada com os mesmos três que metiam a mão onde queriam em mim e rindo junto com eles.
Meia hora depois, Mateo começou a levar as coisas pro carro e arrumar o porta-malas. Eu sabia o que ia rolar. Sei agora que vocês sabem o que aconteceu. E mesmo assim, eu juro, é difícil de explicar.
Cobertas pelo meu próprio corpo, Bencina e Adrián apalparam meus peitos com uma impunidade brutal. Wate observava a cena de pé, e mesmo já sabendo de tudo, não parava de se surpreender com o que via. Ali, quase debaixo do nariz dele, dois amigos estavam apalpando a mulher de outro amigo, que arrumava as coisas no carro, trinta metros adiante. Notei a incerteza nos olhos dele. Ele via as mãos massageando meus dois peitos, por cima da camiseta, um peito massageado pelo Adrián, o outro pelo Bencina. E minha passividade. Minha falta de reação. Eu deixando fazerem de mim o que bem entendessem.
— O corno ainda tá no carro…? — perguntei de propósito, porque ele tava atrás de mim. Dessa vez quem vigiava eram eles.
— Já vai carregar a última coisa… — murmurou Bencina —. Vou entreter ele mais um pouco. — Ele se levantou —. Wate, aproveita você um pouco.
Foi a primeira vez que falaram de mim como se eu fosse um objeto. Me excitou tanto que me molhei sem jeito nenhum.
Bencina foi até o carro, com meu marido. Wate, meio indeciso, ou incrédulo talvez, sentou no lugar que o amigo deixou quente, colado em mim, quase de frente. Estendeu timidamente uma mão pro meu peito, olhando alternadamente pro carro e pra mim.
— Tem certeza que ele não vê…?
— Ele tá longe e eu tampo tudo. De lá parece que a gente tá conversando.
A mão finalmente chegou no meu peito e vi no rosto dele que Wate curtiu o contato como uma criança. Apertou o peito com a ponta dos três primeiros dedos, me fazendo tremer, e logo abriu a palma e encheu a mão de mim, dos meus peitos, dos peitos do corno do amigo dele.
— Mmmmm… — eu gemi.
— Cê tá gostando? —Siiimm… —fechei os olhos.
—O Mateo ainda tá no carro, o Bencina tá enchendo o saco dele com conversa.
—Ahh… Passa a mão por baixo da camiseta… Quero que você apalpe meus peitos naturais, igual o Adrián faz…
O Wate enfiou a mão por baixo do tecido de algodão e pegou no peito e no mamilo.
—Meu Deus, como você é gostosa, sua putinha! Que par de peitos que você tem…
—Não para de olhar pro corno… —falei, já sem me importar com nada.
—Por favor… Que gostoso que é… Que delícia é apalpar seus peitos assim… Uff…
—Vou descer, Juli… Quero tocar na sua buceta…
—Não, não! Vai ficar muito estranho… Tem que parecer que a gente tá conversando… —Senti a mão do Wate me apalpando de leve. Com cuidado; e o Adrián, confuso, parado no outro peito—. Outro dia… outro dia… —prometi pra me livrar deles. Claro que não ia cumprir.
O Adrián voltou a apalpar e por um bom tempo fiquei com os dois amigos do meu marido mexendo nos meus peitos. Um na esquerda, o outro na direita, quase como dois adolescentes, cada um com seu brinquedo. Ficaram me massageando por um tempão até que num momento o Wate disse:
—O sinal.
—Que sinal? —perguntei.
E tanto o Adrián quanto o Wate tiraram as mãos na maior calma. Recuaram os corpos um pouco pra trás, mas com movimentos suaves, como se tivessem sido treinados, e começaram a falar do jogo que tinham empatado de manhã.
Uns segundos depois chegaram meu marido e o Bencina falando de outra coisa. O Mateo me segurou pelos ombros e me beijou na cabeça.
—Tô entediada —falei, me referindo à suposta conversa na mesa.
—Ainda tão nessa do jogo, vocês? Até a gente arrumar um goleiro decente, vão continuar tomando esses gols bestas.
—Eu tenho um amigo que é goleiro —disse o Bencina animado —Ele tem umas mãos assim, enormes —completou e, de passagem, me olhou nos olhos e pros peitos. Fiquei molhada de novo.
Combinaram que talvez chamassem ele. Juntamos mais umas coisas e nos separamos, cada um pro seu carro. Eu fui saindo abraçada pela cintura pelo meu. Mateo, rindo com ele e beijando ele por uma coisinha doce que ele me disse. À noite, vimos um filme e transamos. A gente era um casal padrão, e eu uma esposa bem comum.
Só que com os peitos mais apalpados do parque.
Tentei levar um pouco desses encontros bizarros pra cama, com o Mateo. Fora daquele contexto tão específico, considerar o Mateo como cuck não me agradava, muito pelo contrário. Deixar elas me apalparem forte, também não. A gente transava normal, transava bem.
O que aconteceu na semana anterior ia ser uma exceção, não dava pra inventar pro Mateo uma desculpa toda semana pra sumir dez minutos no banheiro, logo na saída. Ia deixar a Bencina me apalpar durante todo o campeonato, pelas costas do meu marido, e quando o campeonato acabasse, ele e eu íamos agir como se nada tivesse acontecido, pelo bem dele, pelo meu, e pelo bem do amigo dele.Foi a primeira semana que fiquei ansiosa pra chegar o sábado. Não vou mentir pra vocês: me perguntei e repensei várias vezes se tava certo o que rolava, não tanto por uma questão moral, porque não me sentia tão culpada pelo fato de me apalparem, mas sim porque os amigos dele se aproveitavam dele pelas costas e eu ajudava eles, e isso me deixava mal. Mas em toda oportunidade eu repetia pra mim mesma: que não era nada demais, que não era chifre, e que ele nunca ia ficar sabendo porque peitavam as minhas tetas quando ele tava longe.No sábado, fui do jeito que a Bencina tinha me pedido: sem sutiã e de minissaia. Pra evitar que o Mate percebesse, a camiseta era listrada fininha, horizontal, branca e azul, e a saia era branca, meio curta, bem rodada, ideal pra Bencina meter a mão escondido. Claro que falei pro Mateo que me arrumei toda pra ele (aquela coisa que a gente sempre fala quando quer chamar atenção, mesmo tendo marido) e, pra dar mais credibilidade na desculpa, antes de sair fiquei passando a mão nele, dei uns beijos e fiz a sedutora, como se tivesse afim. Fazer esse joguinho e saber que em poucas horas o amigo dele ia estar apalpando meus peitos pelas costas dele me deixou com um tesão danado.
Mas aí aconteceu outra coisa. Durante a manhã e depois no churrasco, o Wate e o Adrián ficaram mais safados que o normal. Eu tava muito gostosa, é verdade, por isso não liguei pros primeiros elogios, mas logo percebi que eles faziam piadas de duplo sentido toda vez que o Mate tava distraído. E no churrasco, do nada, começou uma rodada de piadas de corno. Com certeza o idiota do Bencina tinha contado pra eles. Nesse caso, já tinha decidido: cortava tudo e voltava pro meu papel de esposa. Não tava a fim de deixar meu marido como um corno de verdade. Saber que um deles tinha apalpado meus peitos já era uma merda, mas os estragos não iam ser piores.
Depois do churrasco, o Wate e o Adrián não foram embora. Ficaram na mesa. Não tinha tensão, só falávamos besteiras, e eles, como sempre, acabavam falando de futebol ou de algum amigo em comum.
A gente tava na mesa, eu na ponta, quando o Wate perguntou pro Mateo se ele ia com ele até a administração do parque pra ver uns preços. A administração ficava a uns cem metros; dava pra ver a casinha de lá, e enquanto meu marido e o amigo iam andando e conversando, a Bencina, que tava sentado do meu lado, num canto da mesa, chegou mais perto, quase encostando em mim.
—Juli, hoje quem pode ver é você. Eu tô meio de costas pro Mateo.
Ela me pegou de surpresa e me deixou confusa. Adrián tava do outro lado do meu braço na mesa, na frente do Bencina, mas parecia distraído.
De repente, o Adri se levantou um pouco, falou “com licença” e foi com um copo — cheio de gelo até a borda — pegar a Coca Booty. Quando o braço passou na minha frente, roçou nos meus peitos. Eu me afastei instintivamente, e uns gelos caíram na minha saia.
O que veio depois foi rápido. Muito mais rápido do que vou demorar pra contar.
— Me desculpa — falou o Adrián, e me deu o copo e pegou uns guardanapos.
— Me serve, Juli? — pediu o Bencina, e me deu a garrafa de Coca.
Adrián continuava se desculpando e começou a passar um guardanapo nas minhas coxas, mas o guardanapo molhou e desmanchou, e num segundo ele não tava mais me secando, tava apalpando minhas pernas.
— Tá bom, tá bom! — tentei fazer ele perceber que preferia me limpar sozinha.
Um gesto do Bencina me fez servir a Coca pra ele, e enquanto eu equilibrava garrafa e copo, e o Adrián me apalpava as pernas, o Bencina levou uma mão pros meus peitos.
— Que cê tá fazendo? — reclamei, porque o Adrián tava ali.
— A semana inteira esperando pra pegar essas tetas, Juli…
Adrián nem se mexeu, era óbvio que tava sabendo de tudo. Mas ainda assim achei sem noção. Com as duas mãos ocupadas, não consegui impedir eles naqueles primeiros segundos, e aí já era tarde. Bencina apertou meus peitos por cima da camiseta, como se quisesse que o Adrián visse. Adrián largou minhas coxas e levou as duas mãos pros meus peitos.
— Meu Deus, que tetas boas, Juli!
Me excitou tanta fome. Parecia que ele tinha desejado meus peitos desde o dia que me conheceu. Mesmo assim, não tava muito afim do que tava rolando. Mas meus bicos endureceram completamente.
— Ei, tão passando dos limites pra caralho! O Mateo tá ali do lado.
Bencina começou a apalpar minhas coxas e minhas ancas, e o que dava da minha raba que, comigo sentada, ficava larga e dura feito um remendo de um tambor.
—Não tem problema, Ju! O Wate vai entreter ele por um bom tempo.
Vão pensar que sou uma filha da puta, mas ouvir como zoavam meu marido, os mesmos que colocavam as mãos nos meus peitos e coxas, me caiu super mal por um lado e me deixou com muito tesão ao mesmo tempo. Eles estavam me dizendo que os três o consideravam um corno, e mesmo que não fosse, aquele formigamento veio do mesmo jeito.
O Adrián não era tão bom com as mãos quanto o Bencina, mas a novidade de outro cara me pegando fez minha temperatura subir. Eu sentia a pele dele apertando a minha. Ele olhava nos meus olhos enquanto massageava meus peitos. O Adrián tava com mais vontade de mim do que o Bencina.
—Não vamos fazer o Mateo de corno… A gente não tá fazendo nada de errado assim, né?
—Claro, Juli. É só uma carícia boba pra gente se conhecer melhor…
O Adrián ia de um peito pro outro. Pegava meus bicos e torcia eles de leve. Eu olhava pra casinha da Administração, esperando a porta abrir. E o Bencina enfiava um dedo na minha buceta, mesmo que a posição fosse desconfortável e ele não conseguisse avançar muito.
—Quero apalpar melhor essa raba que você tem, meu amor! —ofegou o Bencina—. Quero ver sua calcinha enfiada e arrancar ela com minhas mãos!
—Não! —cortei—. Só os peitos, nada mais! Não quero que o corno… não quero que… Ai, porra, a porta da casinha tá abrindo!
—Merda, o corno! —avisou o Bencina, falando pra mim. Ele tava longe, não ia ver nem desconfiar de nada, então não era tão grave. Mas eles me soltaram e eu ajeitei um pouco minha blusa e minha saia.
Quando o Mateo e o Wate chegaram, eu tava vermelha. Saber que o Wate sabia que os outros dois tinham me apalpado um segundo antes, e que meu marido, parado do lado dele, continuava ignorando o que faziam com a mulher dele, me fez subir ainda mais o calor. Continuamos dividindo o fim da mesa, brincando e falando de bobeira. Eu me sentia cada vez menos indignada e mais com tesão: os três amigos sabiam que eu era uma puta, pelo menos uma puta de peitos, que Qualquer um podia me apalpar. E lá estava meu marido, sem saber de nada, feito um corno manso, fazendo piada com os mesmos três que metiam a mão onde queriam em mim e rindo junto com eles.
Meia hora depois, Mateo começou a levar as coisas pro carro e arrumar o porta-malas. Eu sabia o que ia rolar. Sei agora que vocês sabem o que aconteceu. E mesmo assim, eu juro, é difícil de explicar.
Cobertas pelo meu próprio corpo, Bencina e Adrián apalparam meus peitos com uma impunidade brutal. Wate observava a cena de pé, e mesmo já sabendo de tudo, não parava de se surpreender com o que via. Ali, quase debaixo do nariz dele, dois amigos estavam apalpando a mulher de outro amigo, que arrumava as coisas no carro, trinta metros adiante. Notei a incerteza nos olhos dele. Ele via as mãos massageando meus dois peitos, por cima da camiseta, um peito massageado pelo Adrián, o outro pelo Bencina. E minha passividade. Minha falta de reação. Eu deixando fazerem de mim o que bem entendessem.
— O corno ainda tá no carro…? — perguntei de propósito, porque ele tava atrás de mim. Dessa vez quem vigiava eram eles.
— Já vai carregar a última coisa… — murmurou Bencina —. Vou entreter ele mais um pouco. — Ele se levantou —. Wate, aproveita você um pouco.
Foi a primeira vez que falaram de mim como se eu fosse um objeto. Me excitou tanto que me molhei sem jeito nenhum.
Bencina foi até o carro, com meu marido. Wate, meio indeciso, ou incrédulo talvez, sentou no lugar que o amigo deixou quente, colado em mim, quase de frente. Estendeu timidamente uma mão pro meu peito, olhando alternadamente pro carro e pra mim.
— Tem certeza que ele não vê…?
— Ele tá longe e eu tampo tudo. De lá parece que a gente tá conversando.
A mão finalmente chegou no meu peito e vi no rosto dele que Wate curtiu o contato como uma criança. Apertou o peito com a ponta dos três primeiros dedos, me fazendo tremer, e logo abriu a palma e encheu a mão de mim, dos meus peitos, dos peitos do corno do amigo dele.
— Mmmmm… — eu gemi.
— Cê tá gostando? —Siiimm… —fechei os olhos.
—O Mateo ainda tá no carro, o Bencina tá enchendo o saco dele com conversa.
—Ahh… Passa a mão por baixo da camiseta… Quero que você apalpe meus peitos naturais, igual o Adrián faz…
O Wate enfiou a mão por baixo do tecido de algodão e pegou no peito e no mamilo.
—Meu Deus, como você é gostosa, sua putinha! Que par de peitos que você tem…
—Não para de olhar pro corno… —falei, já sem me importar com nada.
—Por favor… Que gostoso que é… Que delícia é apalpar seus peitos assim… Uff…
—Vou descer, Juli… Quero tocar na sua buceta…
—Não, não! Vai ficar muito estranho… Tem que parecer que a gente tá conversando… —Senti a mão do Wate me apalpando de leve. Com cuidado; e o Adrián, confuso, parado no outro peito—. Outro dia… outro dia… —prometi pra me livrar deles. Claro que não ia cumprir.
O Adrián voltou a apalpar e por um bom tempo fiquei com os dois amigos do meu marido mexendo nos meus peitos. Um na esquerda, o outro na direita, quase como dois adolescentes, cada um com seu brinquedo. Ficaram me massageando por um tempão até que num momento o Wate disse:
—O sinal.
—Que sinal? —perguntei.
E tanto o Adrián quanto o Wate tiraram as mãos na maior calma. Recuaram os corpos um pouco pra trás, mas com movimentos suaves, como se tivessem sido treinados, e começaram a falar do jogo que tinham empatado de manhã.
Uns segundos depois chegaram meu marido e o Bencina falando de outra coisa. O Mateo me segurou pelos ombros e me beijou na cabeça.
—Tô entediada —falei, me referindo à suposta conversa na mesa.
—Ainda tão nessa do jogo, vocês? Até a gente arrumar um goleiro decente, vão continuar tomando esses gols bestas.
—Eu tenho um amigo que é goleiro —disse o Bencina animado —Ele tem umas mãos assim, enormes —completou e, de passagem, me olhou nos olhos e pros peitos. Fiquei molhada de novo.
Combinaram que talvez chamassem ele. Juntamos mais umas coisas e nos separamos, cada um pro seu carro. Eu fui saindo abraçada pela cintura pelo meu. Mateo, rindo com ele e beijando ele por uma coisinha doce que ele me disse. À noite, vimos um filme e transamos. A gente era um casal padrão, e eu uma esposa bem comum.
Só que com os peitos mais apalpados do parque.
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