http://www.poringa.net/posts/relatos/3883279/Juli-y-el-cornudo-de-las-tetas-1.htmlE aí? O que você vai fazer?
Na segunda-feira, eu tinha dito pro Mateo que não ia mais acompanhá-lo nos jogos de futebol dele. Ele ficou meio desanimado, gostava que eu fosse vê-lo e ficasse com ele. E eu também gostava. Me sentia mais a mulher dele, ali metida naquele mundinho tão dele. Claro que desde que o amigo dele, Bencina, apalpou meus peitos pelas costas dele, eu não conseguia pensar em outra coisa. Passava com ele a manhã inteira do sábado, o meio-dia e boa parte da tarde. Já o apalpo furtivo do amigo dele tinha sido só alguns segundos, em apenas duas oportunidades. Então por que eu dava tanta importância pra isso? Eu sabia que a pergunta não era essa.
A pergunta era por que eu tinha deixado. Não é chifre, repeti pra mim mesma a semana toda. E não era. Só tinha deixado ele tocar num dos meus peitos enquanto o Mateo não estava, não era como se tivesse deixado ele me comer. Durante a semana seguinte, o Mateo insistiu pra eu ir, e eu, que tinha começado bem firme na segunda, na sexta já tava dizendo que ia ver. Minha desculpa era a limpeza da casa. Mas no próprio sábado, eu tava implorando pra ele insistir pra eu ir.
— Tá bom, vou — resolvi. — Mas amanhã me ajuda a limpar.
Decidi ir pra dar um chega pra lá no Bencina. Da última vez, ele tinha me pedido pra ir sem sutiã. Que cara de pau! Tinha que falar pra ele parar com a brincadeira.
— Vamo logo — me apressou o Mateo, com a mochila na mão.
— Agora? Me dá quinze minutos, não vou sair assim, tô toda largada!
Tava vestida do jeito que tinha levantado. Um short de algodão e uma camiseta de dormir.
— Vamos pra um parque comer um churrasco, depois de um jogo de futebol. Cê tá de sacanagem, amor?Não me deixou me maquiar, mal consegui vestir uma saia longa — só pra mostrar pro Bencina que eu tava num esquema decente — e um pente pra arrumar o cabelo no carro. No meio do caminho, percebi que da cintura pra cima eu tava igualzinha como acordei: com uma camisetinha de algodão sem manga e sem sutiã. Porra!Eu vi o jogo (embora minha cabeça estivesse em outro lugar). Participei das comemorações (porque eles ganharam). Foram pros chuveiros. Fizeram a fogueira. Fizeram o churrasco.
Na comida, percebi que o Bencina tava olhando muito pros meus peitos. Um pouco porque são grandes e chamativos, e outro porque ele sacou que eu não tava de sutiã. O Wate e o Adrián também sacaram. Aí caiu a ficha pela primeira vez dos perigos que eu tinha me metido: será que o Bencina tinha ido contar fofoca pros outros dois? Me deu um desespero. Não tava achando graça naquela situação, não queria que o Mateo ficasse de corno manso na frente dos amigos ou que a fofoca chegasse nele e ele achasse que eu tava traindo.
Então, além de cortar ele, ia ter que perguntar se ele tinha falado com o Wate e o Adri. Quando, depois do churrasco, esses dois foram embora, me pareceu cumplicidade.
— Você veio sem sutiã! — me provocou o Bencina num momento em que ficamos sozinhos —. É mó gaúcha!
— Não vim assim por sua causa, o Mateo quase me arrancou da cama.
— Quero apalpar você, Juli… Quero espremer esses peitos até você gritar.
Me arrepiei com o jeito bestial que ele falou. Mesmo assim disfarcei:
— Vim te falar pra parar, que o que aconteceu semana passada nunca aconteceu.
— Mas aconteceu.
— Não, não aconteceu!
A gente tava cochichando enquanto arrumava a mesa. O Mateo tava limpando a churrasqueira.
— Mas aconteceu, Juli…
Aquela determinação, aquela insistência me fez ficar molhada.
Mais tarde, quando o Mateo começou a levar as coisas pro carro, o Bencina esticou a mão e passou a mão num peito meu por cima da camisetinha, ignorando completamente o pedido pra parar.
— Bencina, o Mateo tá aí!
— Tá no carro. De lá ele não consegue ver o que eu faço com você, você mesma tampa a visão dele com seu corpo.
Não só eu tava escondendo ele da mão boba, como ele tava de frente pro meu marido e sabia quando tinha que me soltar. Ele passou a mão por cima do tecido, mas vocês conhecem essas camisetinhas decotadas. As mãos tocaram a pele na hora, meus bicos ficaram duros e marcaram fogo no tecido. Comecei a respirar pesado. diferente.
—Juli, que peitão gostoso você tem, puta que pariu! Deixa eu passar a mão por baixo da sua blusa…
—Nem pensa, Bencina, o Mateo tá a vinte metros daqui… Ahhh…
Terminei minha bronca com um gemido e o safado aproveitou, enfiou a mão por baixo da blusa e encheu as mãos com meus peitos.
—Fica tranquila… —ele falou—. O corno ainda tá arrumando as coisas no porta-malas.
Dessa vez não pedi pra ele parar de chamar ele de cuck. Ele apalpava meus dois peitos com uma mão só. Ia e voltava de um pro outro e às vezes pegava os dois juntos e apertava. Eu ficava molhada igual uma novinha. O que mais me excitava era que ele me apalpava, mas os olhos dele não largavam meu marido, atrás de mim a trinta metros.
Tava quase gozando quando ouvi o porta-malas fechar. O barulho do porta-malas foi o barulho do Mateo, e como a mão do amigo dele tava brincando com meu mamilo, acho que na hora tive um mini orgasmo.
Bencina me soltou e o cuck, desculpa, meu marido, começou a vir.
—Vou falar que tô indo embora mas vou me esconder no banheiro. Quero chupar esses peitos, Juli. Vou chupar eles como nunca chuparam na sua vida.
—Cê é louco, Bencina. Não posso fazer isso com o Mateo.
Terminamos de arrumar as coisas. Eu não sabia o que fazer, nem o que dizer. Por um lado queria ir rápido com meu Mateo, chegar em casa e ver um filme romântico e beijar ele, e por outro queria…
Na hora, Bencina fez a maior encenação de que tava indo embora e, cinco minutos depois, Mateo e eu entramos no nosso carro pra ir também. Se o Bencina tinha ido pro banheiro, eu nem percebi.
E também não tinha por que perceber, como se eu tivesse que ficar de olho na loucura que ele tava planejando. Porque era uma loucura mesmo. Além do mais, como se eu concordasse em dar chance pra um encontro onde ele fosse apertar meus peitos. Ele é maluco, o que ele pensa… Fechei a porta olhando pro banheiro. Será que ele tava lá mesmo? Que se foda, que ele vá se masturbar sozinho.
Não soube de nada, até o Mateo engatar a primeira e arrancar. auto.
—Meu amor, para aí, tenho que ir no banheiro!
—Agora?
Senti um calorão me queimar, de vergonha. Tipo quando você fica vermelha.
—Acho que tá descendo —peguei a bolsinha de mão—. Me espera, vou demorar um pouco —e saí correndo pros banheiros. O Bencina tava no de homem, tive que entrar lá, com o risco de alguém me ver.
Encontrei ele, sorrindo como se me conhecesse. Odiei ele.
—Não vou fazer de corno o meu marido —falei, de pé na frente dele.
Ele me encurralou contra a parede e levantou minha regatinha de algodão. Meus peitos ficaram livres, soltos, cheios, caindo com graça. Ele baixou a cabeça e mergulhou neles igual um faminto terminal.
—Ahhhhhhh… pelo amor de Deus, Bencina, não… Ahhhh… Não podemos…
Ele se apoiava com um braço esticado na parede. Com a outra mão, me ajeitava os peitos pra levar melhor à boca dele ou descia e esfregava minha cintura. Era difícil resistir àquela boca, chupava muito bem, mas o que mais me esquentava era a fome que ele botava. Peguei a cabeça dele por cima, pelos cabelos, não pra guiar, mas pra acompanhar. A boca dele devorava meus bicos, mordia sem morder, brincava com a teta, prendia com os lábios, mexia com a língua.
Comecei a ficar com muito calor.
—Ahhhhh…! Não podemos fazer isso com o Mateo… —murmurei de olhos fechados—. Ele não merece…
Era um repeteco sem parar o meu: “Ele não merece… Ele não merece…”. Pensei que era meu jeito de me livrar da culpa, até perceber que o que eu queria era que ele falasse comigo, que dissesse que não era culpa minha, que o Mateo merecia sim, ou que isso não era fazer ele de corno.
Só de associar meu marido com a palavra corno, meu coração acelerou. O Bencina não ia falar. Percebi que algo estranhamente malvado tinha entrado em mim quando eu mesma comecei a dizer:
—Ahhhhhhh… Ele não merece que a gente faça ele de corno… Seu amigo não merece que a gente faça ele de corno assim… Ahhhh… corno… Ca… ch… a… Ahhhh…
Eu já gemia igual uma puta, ofegava forte e, de olhos fechados, tinha na minha… mente o rosto do meu marido e me ouvia dizer cuck… cuck… Senti que o orgasmo começava a nascer.
Bencina se soltou das minhas tetas de repente.
—Não! O que cê tá fazendo? —gritei desesperada.
Ele me pegou pelo pescoço, se colocou atrás de mim com a boca no meu ouvido. Apertou um dos meus peitos com força, mais força do que qualquer um já tinha apertado, e mandou a outra mão pra minha entreperna, por baixo da saia.
—slut gostosa, vou te arrancar uma foda com o cuck do teu marido te esperando no carro.
A imagem me levantou o mini baque de tesão. Ele desfez o nó da cintura e a saia caiu no chão, me deixando entregue ao que ele quisesse. Meteu a mão pela frente, por cima da minha calcinha, e começou a esfregar minha pussy, sem parar de brincar com meus mamilos.
—Aí não… Aí não… —supliquei com tão pouca convicção que eu mesma me desprezei por ser tão fraca.
Como se minha voz trêmula o animasse, os dedos lá embaixo cutucaram e lutaram com o tecido já encharcado da minha calcinha fio dental. Um dedo chegou. Dois. Outro ficou frustrado pelo pano. Mas a fricção era boa, e a voz de um macho respirando sexo no teu ouvido foi demais.
—Você é uma slut de verdade… —ele sussurrava— Se perde pela cock de qualquer um que não seja o cuck…
Os dedos estavam aumentando minha temperatura.
—Não… Não… Ahhh… —Eu nem conseguia falar— Não é uma cock… Ahhh… A gente não faz cuck… Ahhh… Continua… Continuaa… —E ele continuava e eu tava gozando— A gente não faz cuck… Ahhhh… não faz… Uhhhh… isso… assim… cuck… siiiim… cuck… Ahhhh…
—Continua, continua! —me incentivou Bencina, que acelerou a masturbação na minha pussy e deu um jeito de começar a chupar um dos meus peitos.
—cuck… cuck… Ahhhh… —comecei a gemer alto. Tava gozando— cuck… cuck! —gozava, e gozava como uma onda.
—Grita, slut!
—cuck! cuck! cuck! —explodi— Cornudoooaaahhhhh…!
Bencina continuava com tudo. Masturbação e tetas. Me chupava como ninguém nunca.
—Ahhhhhhhhhhhhhhhh… pelo Deeeeeusssssss…!!!
E continuava mais. —Cornudooooohhhhh…!
Eu tava tão sensível quando o orgasmo desceu que a apalpadela eu senti forte demais. Ele leu nos meus olhos e diminuiu o ritmo e a intensidade. Eu relaxei. Ele sorriu. Minha respiração foi se acalmando e finalmente Bencina tirou as mãos. Levou os dedos que tinha enfiado lá embaixo até a boca e me provou, olhando nos meus olhos.
—Vai pro teu marido — ele falou—. Não quero que ele desconfie.
Levantei a saia e ajeitei sem dizer nada. De repente, me senti irritada.
—Não vou te compensar — falei—. Não vou te chupar nem deixar você me comer.
—Tá de boa.
—Não vou fazer teu amigo de corno.
—Não quero te comer, Juli. Só quero suas tetas.
Me arrumei um pouco, amarrei a saia e ajeitei melhor o cabelo.
—Como assim não quer me comer?
—Semana que vem, sem sutiã e de minissaia.
Caminhei até a saída. Ele não respondeu o que eu tinha perguntado. Lá fora, ouvi uma buzinada curta.
—Não me diz como tenho que me vestir. Vou vir do jeito que eu quiser!
—Sem sutiã e de minissaia, sua puta gostosa…
Mordi os lábios de raiva. Virei as costas e saí do banheiro, de volta pro meu marido.
Na segunda-feira, eu tinha dito pro Mateo que não ia mais acompanhá-lo nos jogos de futebol dele. Ele ficou meio desanimado, gostava que eu fosse vê-lo e ficasse com ele. E eu também gostava. Me sentia mais a mulher dele, ali metida naquele mundinho tão dele. Claro que desde que o amigo dele, Bencina, apalpou meus peitos pelas costas dele, eu não conseguia pensar em outra coisa. Passava com ele a manhã inteira do sábado, o meio-dia e boa parte da tarde. Já o apalpo furtivo do amigo dele tinha sido só alguns segundos, em apenas duas oportunidades. Então por que eu dava tanta importância pra isso? Eu sabia que a pergunta não era essa.
A pergunta era por que eu tinha deixado. Não é chifre, repeti pra mim mesma a semana toda. E não era. Só tinha deixado ele tocar num dos meus peitos enquanto o Mateo não estava, não era como se tivesse deixado ele me comer. Durante a semana seguinte, o Mateo insistiu pra eu ir, e eu, que tinha começado bem firme na segunda, na sexta já tava dizendo que ia ver. Minha desculpa era a limpeza da casa. Mas no próprio sábado, eu tava implorando pra ele insistir pra eu ir.
— Tá bom, vou — resolvi. — Mas amanhã me ajuda a limpar.
Decidi ir pra dar um chega pra lá no Bencina. Da última vez, ele tinha me pedido pra ir sem sutiã. Que cara de pau! Tinha que falar pra ele parar com a brincadeira.
— Vamo logo — me apressou o Mateo, com a mochila na mão.
— Agora? Me dá quinze minutos, não vou sair assim, tô toda largada!
Tava vestida do jeito que tinha levantado. Um short de algodão e uma camiseta de dormir.
— Vamos pra um parque comer um churrasco, depois de um jogo de futebol. Cê tá de sacanagem, amor?Não me deixou me maquiar, mal consegui vestir uma saia longa — só pra mostrar pro Bencina que eu tava num esquema decente — e um pente pra arrumar o cabelo no carro. No meio do caminho, percebi que da cintura pra cima eu tava igualzinha como acordei: com uma camisetinha de algodão sem manga e sem sutiã. Porra!Eu vi o jogo (embora minha cabeça estivesse em outro lugar). Participei das comemorações (porque eles ganharam). Foram pros chuveiros. Fizeram a fogueira. Fizeram o churrasco.
Na comida, percebi que o Bencina tava olhando muito pros meus peitos. Um pouco porque são grandes e chamativos, e outro porque ele sacou que eu não tava de sutiã. O Wate e o Adrián também sacaram. Aí caiu a ficha pela primeira vez dos perigos que eu tinha me metido: será que o Bencina tinha ido contar fofoca pros outros dois? Me deu um desespero. Não tava achando graça naquela situação, não queria que o Mateo ficasse de corno manso na frente dos amigos ou que a fofoca chegasse nele e ele achasse que eu tava traindo.
Então, além de cortar ele, ia ter que perguntar se ele tinha falado com o Wate e o Adri. Quando, depois do churrasco, esses dois foram embora, me pareceu cumplicidade.
— Você veio sem sutiã! — me provocou o Bencina num momento em que ficamos sozinhos —. É mó gaúcha!
— Não vim assim por sua causa, o Mateo quase me arrancou da cama.
— Quero apalpar você, Juli… Quero espremer esses peitos até você gritar.
Me arrepiei com o jeito bestial que ele falou. Mesmo assim disfarcei:
— Vim te falar pra parar, que o que aconteceu semana passada nunca aconteceu.
— Mas aconteceu.
— Não, não aconteceu!
A gente tava cochichando enquanto arrumava a mesa. O Mateo tava limpando a churrasqueira.
— Mas aconteceu, Juli…
Aquela determinação, aquela insistência me fez ficar molhada.
Mais tarde, quando o Mateo começou a levar as coisas pro carro, o Bencina esticou a mão e passou a mão num peito meu por cima da camisetinha, ignorando completamente o pedido pra parar.
— Bencina, o Mateo tá aí!
— Tá no carro. De lá ele não consegue ver o que eu faço com você, você mesma tampa a visão dele com seu corpo.
Não só eu tava escondendo ele da mão boba, como ele tava de frente pro meu marido e sabia quando tinha que me soltar. Ele passou a mão por cima do tecido, mas vocês conhecem essas camisetinhas decotadas. As mãos tocaram a pele na hora, meus bicos ficaram duros e marcaram fogo no tecido. Comecei a respirar pesado. diferente.
—Juli, que peitão gostoso você tem, puta que pariu! Deixa eu passar a mão por baixo da sua blusa…
—Nem pensa, Bencina, o Mateo tá a vinte metros daqui… Ahhh…
Terminei minha bronca com um gemido e o safado aproveitou, enfiou a mão por baixo da blusa e encheu as mãos com meus peitos.
—Fica tranquila… —ele falou—. O corno ainda tá arrumando as coisas no porta-malas.
Dessa vez não pedi pra ele parar de chamar ele de cuck. Ele apalpava meus dois peitos com uma mão só. Ia e voltava de um pro outro e às vezes pegava os dois juntos e apertava. Eu ficava molhada igual uma novinha. O que mais me excitava era que ele me apalpava, mas os olhos dele não largavam meu marido, atrás de mim a trinta metros.
Tava quase gozando quando ouvi o porta-malas fechar. O barulho do porta-malas foi o barulho do Mateo, e como a mão do amigo dele tava brincando com meu mamilo, acho que na hora tive um mini orgasmo.
Bencina me soltou e o cuck, desculpa, meu marido, começou a vir.
—Vou falar que tô indo embora mas vou me esconder no banheiro. Quero chupar esses peitos, Juli. Vou chupar eles como nunca chuparam na sua vida.
—Cê é louco, Bencina. Não posso fazer isso com o Mateo.
Terminamos de arrumar as coisas. Eu não sabia o que fazer, nem o que dizer. Por um lado queria ir rápido com meu Mateo, chegar em casa e ver um filme romântico e beijar ele, e por outro queria…
Na hora, Bencina fez a maior encenação de que tava indo embora e, cinco minutos depois, Mateo e eu entramos no nosso carro pra ir também. Se o Bencina tinha ido pro banheiro, eu nem percebi.
E também não tinha por que perceber, como se eu tivesse que ficar de olho na loucura que ele tava planejando. Porque era uma loucura mesmo. Além do mais, como se eu concordasse em dar chance pra um encontro onde ele fosse apertar meus peitos. Ele é maluco, o que ele pensa… Fechei a porta olhando pro banheiro. Será que ele tava lá mesmo? Que se foda, que ele vá se masturbar sozinho.
Não soube de nada, até o Mateo engatar a primeira e arrancar. auto.
—Meu amor, para aí, tenho que ir no banheiro!
—Agora?
Senti um calorão me queimar, de vergonha. Tipo quando você fica vermelha.
—Acho que tá descendo —peguei a bolsinha de mão—. Me espera, vou demorar um pouco —e saí correndo pros banheiros. O Bencina tava no de homem, tive que entrar lá, com o risco de alguém me ver.
Encontrei ele, sorrindo como se me conhecesse. Odiei ele.
—Não vou fazer de corno o meu marido —falei, de pé na frente dele.
Ele me encurralou contra a parede e levantou minha regatinha de algodão. Meus peitos ficaram livres, soltos, cheios, caindo com graça. Ele baixou a cabeça e mergulhou neles igual um faminto terminal.
—Ahhhhhhh… pelo amor de Deus, Bencina, não… Ahhhh… Não podemos…
Ele se apoiava com um braço esticado na parede. Com a outra mão, me ajeitava os peitos pra levar melhor à boca dele ou descia e esfregava minha cintura. Era difícil resistir àquela boca, chupava muito bem, mas o que mais me esquentava era a fome que ele botava. Peguei a cabeça dele por cima, pelos cabelos, não pra guiar, mas pra acompanhar. A boca dele devorava meus bicos, mordia sem morder, brincava com a teta, prendia com os lábios, mexia com a língua.
Comecei a ficar com muito calor.
—Ahhhhh…! Não podemos fazer isso com o Mateo… —murmurei de olhos fechados—. Ele não merece…
Era um repeteco sem parar o meu: “Ele não merece… Ele não merece…”. Pensei que era meu jeito de me livrar da culpa, até perceber que o que eu queria era que ele falasse comigo, que dissesse que não era culpa minha, que o Mateo merecia sim, ou que isso não era fazer ele de corno.
Só de associar meu marido com a palavra corno, meu coração acelerou. O Bencina não ia falar. Percebi que algo estranhamente malvado tinha entrado em mim quando eu mesma comecei a dizer:
—Ahhhhhhh… Ele não merece que a gente faça ele de corno… Seu amigo não merece que a gente faça ele de corno assim… Ahhhh… corno… Ca… ch… a… Ahhhh…
Eu já gemia igual uma puta, ofegava forte e, de olhos fechados, tinha na minha… mente o rosto do meu marido e me ouvia dizer cuck… cuck… Senti que o orgasmo começava a nascer.
Bencina se soltou das minhas tetas de repente.
—Não! O que cê tá fazendo? —gritei desesperada.
Ele me pegou pelo pescoço, se colocou atrás de mim com a boca no meu ouvido. Apertou um dos meus peitos com força, mais força do que qualquer um já tinha apertado, e mandou a outra mão pra minha entreperna, por baixo da saia.
—slut gostosa, vou te arrancar uma foda com o cuck do teu marido te esperando no carro.
A imagem me levantou o mini baque de tesão. Ele desfez o nó da cintura e a saia caiu no chão, me deixando entregue ao que ele quisesse. Meteu a mão pela frente, por cima da minha calcinha, e começou a esfregar minha pussy, sem parar de brincar com meus mamilos.
—Aí não… Aí não… —supliquei com tão pouca convicção que eu mesma me desprezei por ser tão fraca.
Como se minha voz trêmula o animasse, os dedos lá embaixo cutucaram e lutaram com o tecido já encharcado da minha calcinha fio dental. Um dedo chegou. Dois. Outro ficou frustrado pelo pano. Mas a fricção era boa, e a voz de um macho respirando sexo no teu ouvido foi demais.
—Você é uma slut de verdade… —ele sussurrava— Se perde pela cock de qualquer um que não seja o cuck…
Os dedos estavam aumentando minha temperatura.
—Não… Não… Ahhh… —Eu nem conseguia falar— Não é uma cock… Ahhh… A gente não faz cuck… Ahhh… Continua… Continuaa… —E ele continuava e eu tava gozando— A gente não faz cuck… Ahhhh… não faz… Uhhhh… isso… assim… cuck… siiiim… cuck… Ahhhh…
—Continua, continua! —me incentivou Bencina, que acelerou a masturbação na minha pussy e deu um jeito de começar a chupar um dos meus peitos.
—cuck… cuck… Ahhhh… —comecei a gemer alto. Tava gozando— cuck… cuck! —gozava, e gozava como uma onda.
—Grita, slut!
—cuck! cuck! cuck! —explodi— Cornudoooaaahhhhh…!
Bencina continuava com tudo. Masturbação e tetas. Me chupava como ninguém nunca.
—Ahhhhhhhhhhhhhhhh… pelo Deeeeeusssssss…!!!
E continuava mais. —Cornudooooohhhhh…!
Eu tava tão sensível quando o orgasmo desceu que a apalpadela eu senti forte demais. Ele leu nos meus olhos e diminuiu o ritmo e a intensidade. Eu relaxei. Ele sorriu. Minha respiração foi se acalmando e finalmente Bencina tirou as mãos. Levou os dedos que tinha enfiado lá embaixo até a boca e me provou, olhando nos meus olhos.
—Vai pro teu marido — ele falou—. Não quero que ele desconfie.
Levantei a saia e ajeitei sem dizer nada. De repente, me senti irritada.
—Não vou te compensar — falei—. Não vou te chupar nem deixar você me comer.
—Tá de boa.
—Não vou fazer teu amigo de corno.
—Não quero te comer, Juli. Só quero suas tetas.
Me arrumei um pouco, amarrei a saia e ajeitei melhor o cabelo.
—Como assim não quer me comer?
—Semana que vem, sem sutiã e de minissaia.
Caminhei até a saída. Ele não respondeu o que eu tinha perguntado. Lá fora, ouvi uma buzinada curta.
—Não me diz como tenho que me vestir. Vou vir do jeito que eu quiser!
—Sem sutiã e de minissaia, sua puta gostosa…
Mordi os lábios de raiva. Virei as costas e saí do banheiro, de volta pro meu marido.
E com um orgasmo em cima.
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