Minha mãe já tinha provado meu gozo e queria mais, e o que mais me surpreendia era que meu pau não tinha diminuído nada.
- Me dá gozo, meu amor, me dá que eu adoro levar gozada.
gluup, gluup, gluup.
O prazer que ela me dava era excepcional e me excitava demais ver a cabeça dela subindo e descendo, engolindo minha pica. Num momento, ela parou de chupar, descansando do trabalho, me dando um respiro pra não gozar rápido.
Ia voltar pro trabalho dela, mas eu também tava com fome e tinha algo muito gostoso pra devorar. Então peguei na cintura dela e puxei pra perto de mim. Ela passou uma das pernas pro outro lado da minha cabeça, deixando a buceta dela em cima da minha boca. Segurei as nádegas dela e puxei ela mais pra perto.
Enquanto a língua da minha mãe brincava com a minha glande, a minha brincava com os lábios superiores e o clitóris, fazendo círculos pelos vincos daquela pele deliciosa. Minha mãe percorria o falo desde minhas bolas até chegar à glande, repetindo a operação várias vezes, até que segurou meu tronco e enfiou minhas bolas na boca, uma por uma.
Enquanto isso, meus lábios mordiam o clitóris dela, minha língua lambia desde o ânus até chegar na buceta, recolhendo os sucos dela.
- Me dá língua, amor, me dá língua que eu vou gozar, huuummm.
Rapidamente lambi como se fosse um pirulito que quisesse gozar na minha boca num instante.
- Hauummm!
Assim que começou o orgasmo dela, os gemidos foram calados por ela mesma, enfiando meu pau na boca e chupando com mais firmeza até me fazer gozar na boca dela. Minha mãe, com um belo gesto, engoliu minha porra toda.
Depois de tudo isso, ela me alcançou e me abraçou.
- Valeu, gostoso, já tava precisando de uns orgasmos tão bons assim e seu gozo então, nem se fala, foi uma delícia.
- Seus sucos também estavam deliciosos, gostosa.
- Bom, já tá na hora de dormir pra amanhã aproveitar o dia.
- Sim, é verdade, só deixa eu vestir uma cueca.
- Não, querido, dorme assim mesmo.
- hmm, beleza.
Tinha clara intenção de dormir de frente pra ela e de costas pra não chegar muito perto, mas quando ela se deitou, me pediu pra abraçá-la e tive que virar, e quem acabou encostando a bunda em mim foi ela, deixando minha pica colada nas nádegas dela.
- Só não vai enfiar em mim durante a noite, hein!
- Não, sério, não se preocupa.
- Depois falam assim e a gente acaba grávida.
— ...
- Bom, isso nunca aconteceu comigo, mas a gente vê muito essas histórias na televisão.
- E você, gostaria que seu amigo te engravidasse durante a noite.
- Não, porque meu marido ia perceber que eu estive com outro.
- Bom, já era, fica pra próxima.
Dormi abraçado na minha mãe, dessa vez já desmamado ou o que dava.
No dia seguinte, como já era de costume, minha mãe não estava quando acordei. Fui até a piscina e lá estava ela, mas dessa vez completamente pelada. Na mão dela, tinha o consolo que eu tinha dado pra ela. Olhei pra todos os lados procurando seu Joaquim, mas não encontrei ele, então não tive problema em deixar minha mãe continuar se esfregando à vontade. Do mesmo jeito, fiquei ali como espectador do show que ela tava dando.
Enquanto a mão direita enfiava e tirava aquela pica de plástico, a mão esquerda acariciava os peitos dela, alternando entre um e outro.
- Sim, meu amor, me dá essa pica, haaay como eu amo pica, adoro quando me enfiam pica, huummm, siii, que pica gostosa você tem.
Era fascinante a desinibição da minha mãe, se alguém me contasse isso, eu não ia acreditar, porque a gente nunca termina de conhecer aquela mulher que só te inspira respeito até que a excitação dela te mostra como ela é de verdade.
- Oi, sua boneca gostosa.
- Oi, gostosa, como você acordou?
- Muito bem, obrigado, e você?
- Muito bem, mais feliz do que de costume
- Fiquei muito feliz por você, gostosa... Que tal se, enquanto você se arruma pra ir tomar café, eu vou abastecer o carro? Desde que chegamos, não colocamos gasolina, e não quero que ele nos deixe na mão na volta pra casa. Ou você quer vir comigo?
- Não, querido, pra mim tá de boa.
- Bom, então volto já.
Conforme o planejado, peguei o carro e dirigi 15 quilômetros até o posto de gasolina mais perto.
Quando volto, entro em casa e começo a ouvir gemidos. "Essa mulher precisa mesmo de sexo, com certeza tá se acabando no vibrador", pensei.
- Sim, sim mmmmm, sim Joaquim que gostoso... Não Joaquim, devagar... devagar que meu filho pode chegar.
- Garota, você esquenta os paus, vai ter que engolir um de verdade, viu. O que você tanto procura, vou te dar um de carne pra você parar com essa putaria de plástico.
- Não, já me solta...
Corri rápido pro quarto da minha mãe, agarrei seu Joaquim e joguei ele no chão. Minha mãe tava de quatro, dava pra ver a buceta dela toda aberta e o vibrador largado do lado da mão direita dela. Continuei batendo naquele velho até expulsar ele de casa com a calça nos tornozelos.
Quando voltei pra minha mãe, vi ela com a cara toda vermelha.
- Desculpa, filho, não percebi que isso podia rolar.
As lágrimas dela começaram a cair, uma por uma.
- Já, não tem problema, fica tranquila.
Uma espécie de tesão e raiva começaram a brotar em mim enquanto passavam na minha mente as imagens de seu Joaquim tentando empurrar com força na minha mãe e ela mexendo a bunda se esquivando.
Depois de alguns minutos, o sorriso da minha mãe voltou, e com ele vieram as brincadeiras e os comentários sarcásticos.
- Acho que ontem a mulher dele não deixou comer, ha, ha, ha.
- Acho que não, por isso queria que eu baixasse o calor que causei nela, kkk.
- E aí, queria que o velho Joaquim metesse a pica em você?
- Acho que sim, mas não agora.
- Por que não?
- Por que a que eu engravidava era sempre eu.
— Pensei que você diria que o único que poderia meter em você era o papai e eu.
- Pois é, também por isso.
- Não muda, você disse que teria gostado.
- É que eu tava tão tesuda que tive que me virar... Esse velho filho da puta me deixou com vontade de pica.
- Bom então fica como você estava, porque esse papo de que você tá com vontade de pau já me soa muito como indireta, e claro que não vou deixar minha amiguinha na vontade, né?
- Não tava dando em cima, mas se eu tô afim de levar pica e de dar a bunda pra alguém, prefiro dar pra você, meu bem.
Rapidamente me coloquei atrás da minha mãe e baixei minha calça, ela por sua vez levantou a bunda deixando o rosto colado na cama.
Um momento de silêncio tomou conta do quarto e só dava pra ouvir nossa respiração.
huuuumm haaaa!
Finalmente consegui sentir a caverna molhada da minha mãe.
- Que delícia sentir teu pau aqui, amor... Agora começa a me foder, me fode gostoso, meu bem.
A sensação de esfregar as coxas sem parar na bunda da minha mãe era indescritível, era prazer e culpa ao mesmo tempo, tesão, inibição.
Enquanto minha respiração ficava ofegante com as investidas fortes, minha mãe só soltava gemidos de prazer causados pelas próprias investidas.
— Que bunda gostosa você tem? (falei enquanto dava uma série de palmadas nela).
— Cê gosta delas, amor? São suas, meu bem.
- Pra quem você vai dar essa bunda, hein? Pra quem?
- Se teu pai já não me toca, só em você, meu amor.
- E vai rebolar essa bunda pra mim?
- Claro que sim, meu bem, tudo o que você quiser. (Enquanto continuava falando, ela balançava a bunda de um lado para o outro, ainda com meu pau dentro dela).
Depois de vários minutos, senti que não aguentava mais e tentei sair da buceta dela.
- Não, amor, o que cê tá fazendo? Mete em mim que eu já tava quase gozando.
- É que eu não aguento mais...
- Não importa, meu amor, goza dentro de mim.
De novo eu me enfiei na buceta gostosa da minha linda mãe.
- haaaaa! haaaammmmm, sim iii, que gostosa, meu amor.
Os dois terminamos num orgasmo que nos deixou exaustos. A princípio, me deixei cair em cima da minha mãe, mas depois me virei de lado para não pesar nela.
- Que deliciosa foda, meu amor, que gostoso depois de meses sem nada de nada.
- Então já sabe, gostosa, sempre que precisar de alguém pra te dar aquela trepada, pode vir no meu quarto. (falei num tom de brincadeira).
- Sim, querido, vou te buscar pra fazer safadeza... Ei, você já matou minha fome de pau, mas ainda tô com fome de comida, me leva pra comer?
- Claro que sim, gostosa.
Nos vestimos com calma, aproveitando nossa nudez, curtindo a intimidade de dois que não estranham ver a pele um do outro exatamente como ela é.
No caminho pro restaurante, minha mãe me pede pra levá-la num lugar diferente do que a gente costumava ir, só pra não dar de cara com o admirador.
Depois do café da manhã, fomos em casa pegar as malas pra voltar pra casa do meu pai.
No caminho, a gente não conversou como se estivesse arrependida do que aconteceu ou como se aquilo nunca tivesse rolado. Eu sentia que aquelas mini férias eram algo que a gente tinha que aproveitar e depois esquecer. Tava com medo de que minha mãe tivesse se arrependido de ter cedido pra mim e que agora tivesse uns ressentimentos, mesmo que não fossem ditos em voz alta.
No caminho, paramos num boteco pra comer alguma coisa e seguimos até chegar em casa. Quando chegamos, tava rolando música e lá dentro encontramos meu pai com uns pedreiros, uns conhecidos e outros tantos que eu nunca tinha visto. Na hora, percebi que os dois caras que tinham visto minha mãe mijar estavam ali.
Tanto minha mãe quanto eu só acenamos pro meu pai e fizemos sinais pro resto do pessoal que tava lá. Meu pai comentou com minha mãe que eles tinham folgado e que os pedreiros sugeriram tomar umas cervejas, e como ele ia ficar sozinho em casa, topou. Enquanto meus pais batiam papo com os pedreiros, eu fui pro meu quarto, porque me sentia meio contrariado em relação à minha mãe, além de não achar muito interessante os assuntos que eles curtiam. Já era bem tarde quando voltei pra ver meus pais; alguns pedreiros já tinham ido embora e outros continuavam bebendo. Minha mãe tava com uma cerveja na mão, então imaginei que ela tava bebendo, e ao ver ainda aqueles dois caras que tinham visto a bunda minúscula da minha mãe, resolvi ficar. "Não vá ser o capeta", pensei.
— José, pode descer uns colchões infláveis da minha caminhonete e preparar eles na garagem, por favor.
— Sim, pai.
Parece que meu pai já tinha combinado desses caras dormirem aqui em casa.
- Vou no banheiro, amor.
Ouvi minha mãe dizer quando eu mal tava indo pra garagem, pensei que nenhum dos convidados do meu pai tinha motivo pra ir ou chegar perto do nosso banheiro, então fui confiante fazer o que meu pai pediu. Demorei uns quinze ou vinte minutos pra voltar, e quando voltei, um dos pedreiros não tava mais lá e minha mãe ainda não tinha voltado, ou pelo menos não tava por perto. Aí resolvi me aproximar do banheiro, mas já olhando em volta.
Quando cheguei perto, percebi que o pedreiro tava olhando pela porta entreaberta.
— Tá procurando alguma coisa?
Ehh, com licença, moço, tava batendo na porta pra ver se tava ocupado, (respondi meio na dúvida).
Nesse instante, ouve-se a descarga do vaso, e num instante minha mãe sai, rapidamente o pedreiro diz.
- Com licença, vou entrar no banheiro de vocês.
Enquanto caminho para a sala, conto pra minha mãe o que aconteceu, e ela só consegue me dizer:
- Sério?
Eu não respondi mais, porque mais do que chata, ela parecia uma gostosa.
Ao voltar pra sala, o lugar do lado do meu pai tava ocupado por dois pedreiros, só tendo espaço entre dois deles. Minha mãe, sem dar a mínima, sentou no meio dos três, enfatizando a bunda na hora de fazer isso.
- Vem aqui, gostosa, senta com a gente um instante.
Pra não desaforar minha mãe, eu chego perto, mas só fico olhando, já que não tem onde sentar.
- Então, meu amor, senta no sofá e eu sento (abaixo um pouco a voz e continuo), no colo de, (fingindo estar decidindo entre mim e os dois caras que estavam ao meu lado, já que olhava pra nós três).
- Olha só, meu amor, vou sentar no teu colo pra ninguém ficar de pé.
No final, minha mãe sentou no meu colo e começou a puxar papo sobre os assuntos que os pedreiros dos dois lados da gente comentavam.
Mais tarde, quando as cervejas começaram a acabar, minha mãe pediu pra gente ir dormir, tanto a gente quanto os pedreiros, pra quem ela falou que iam dormir nos colchões infláveis.
Minha mãe foi pro quarto dela e eu fui pro meu.
Depois de um tempo pensando em tudo que aconteceu, vejo minha porta se abrir e minha mãe entrar, só de sutiã e um baby doll.
- Oi, meu bem, achei que você já tava dormindo.
- Oi, não, ainda não.
- E por que isso, coração?
- Sei lá, não tô com sono. E você, o que tá fazendo acordada?
- É que eu vim dormir com você, posso?
- Sim, claro.
- Ei, pega aqui.
Olhei pra mão dela e percebi que ela tava no controle do ovinho.
- Pra quê?
- Pois é, é o teu controle.
Incrédulo, eu fiz ele funcionar.
- Ai, coração, que gostosa tu me faz sentir.
- Você tá usando ele.
- Sim, meu amor, quero que enquanto você fode minha bunda pequenina, esse brinquedinho me faça sentir coisas na frente.
Só ouvi isso e já baixei a calcinha, joguei o baby doll pro lado, peguei minha rola e a guiei.
- Devagar, gostosa, que amanhã eu não quero andar igual pinguim.
Parei rápido pra pegar creme e com o dedo indicador comecei a espalhar na bucetinha dela.
— Que dedo bom você tem, meu bem.
- Você gosta do jeito que eu te acaricio com o dedo?
- Amo minha gostosa.
Só enfiei um dedo, tentei com dois e depois três até não aguentar mais e comecei a meter a pica.
- Que delícia de pau que você tem, amor.
- E você, que bunda gostosa você tem.
- São suas, meu bem, já tinha te falado, são pra você se esbaldar.
Depois de vários minutos de mete e tira, nós dois gozamos juntos de novo, e de tanto cansaço, ambos caímos no sono. Mal os primeiros raios de sol estavam entrando quando minha mãe voltou pra cama com meu pai. Um pouco mais tarde, meu pai perguntou pra mamãe como tinha sido a noite, e ela, piscando o olho pra mim, disse.
- Excelente, e graças a esses dias de férias acho que vou ter noites maravilhosas
Bom, espero que vocês tenham gostado do conto com a minha mãe.
Pra finalizar essa história linda, vou deixar uma foto da minha mãe. Vocês me digam o que acham dela.

- Me dá gozo, meu amor, me dá que eu adoro levar gozada.
gluup, gluup, gluup.
O prazer que ela me dava era excepcional e me excitava demais ver a cabeça dela subindo e descendo, engolindo minha pica. Num momento, ela parou de chupar, descansando do trabalho, me dando um respiro pra não gozar rápido.
Ia voltar pro trabalho dela, mas eu também tava com fome e tinha algo muito gostoso pra devorar. Então peguei na cintura dela e puxei pra perto de mim. Ela passou uma das pernas pro outro lado da minha cabeça, deixando a buceta dela em cima da minha boca. Segurei as nádegas dela e puxei ela mais pra perto.
Enquanto a língua da minha mãe brincava com a minha glande, a minha brincava com os lábios superiores e o clitóris, fazendo círculos pelos vincos daquela pele deliciosa. Minha mãe percorria o falo desde minhas bolas até chegar à glande, repetindo a operação várias vezes, até que segurou meu tronco e enfiou minhas bolas na boca, uma por uma.
Enquanto isso, meus lábios mordiam o clitóris dela, minha língua lambia desde o ânus até chegar na buceta, recolhendo os sucos dela.
- Me dá língua, amor, me dá língua que eu vou gozar, huuummm.
Rapidamente lambi como se fosse um pirulito que quisesse gozar na minha boca num instante.
- Hauummm!
Assim que começou o orgasmo dela, os gemidos foram calados por ela mesma, enfiando meu pau na boca e chupando com mais firmeza até me fazer gozar na boca dela. Minha mãe, com um belo gesto, engoliu minha porra toda.
Depois de tudo isso, ela me alcançou e me abraçou.
- Valeu, gostoso, já tava precisando de uns orgasmos tão bons assim e seu gozo então, nem se fala, foi uma delícia.
- Seus sucos também estavam deliciosos, gostosa.
- Bom, já tá na hora de dormir pra amanhã aproveitar o dia.
- Sim, é verdade, só deixa eu vestir uma cueca.
- Não, querido, dorme assim mesmo.
- hmm, beleza.
Tinha clara intenção de dormir de frente pra ela e de costas pra não chegar muito perto, mas quando ela se deitou, me pediu pra abraçá-la e tive que virar, e quem acabou encostando a bunda em mim foi ela, deixando minha pica colada nas nádegas dela.
- Só não vai enfiar em mim durante a noite, hein!
- Não, sério, não se preocupa.
- Depois falam assim e a gente acaba grávida.
— ...
- Bom, isso nunca aconteceu comigo, mas a gente vê muito essas histórias na televisão.
- E você, gostaria que seu amigo te engravidasse durante a noite.
- Não, porque meu marido ia perceber que eu estive com outro.
- Bom, já era, fica pra próxima.
Dormi abraçado na minha mãe, dessa vez já desmamado ou o que dava.
No dia seguinte, como já era de costume, minha mãe não estava quando acordei. Fui até a piscina e lá estava ela, mas dessa vez completamente pelada. Na mão dela, tinha o consolo que eu tinha dado pra ela. Olhei pra todos os lados procurando seu Joaquim, mas não encontrei ele, então não tive problema em deixar minha mãe continuar se esfregando à vontade. Do mesmo jeito, fiquei ali como espectador do show que ela tava dando.
Enquanto a mão direita enfiava e tirava aquela pica de plástico, a mão esquerda acariciava os peitos dela, alternando entre um e outro.
- Sim, meu amor, me dá essa pica, haaay como eu amo pica, adoro quando me enfiam pica, huummm, siii, que pica gostosa você tem.
Era fascinante a desinibição da minha mãe, se alguém me contasse isso, eu não ia acreditar, porque a gente nunca termina de conhecer aquela mulher que só te inspira respeito até que a excitação dela te mostra como ela é de verdade.
- Oi, sua boneca gostosa.
- Oi, gostosa, como você acordou?
- Muito bem, obrigado, e você?
- Muito bem, mais feliz do que de costume
- Fiquei muito feliz por você, gostosa... Que tal se, enquanto você se arruma pra ir tomar café, eu vou abastecer o carro? Desde que chegamos, não colocamos gasolina, e não quero que ele nos deixe na mão na volta pra casa. Ou você quer vir comigo?
- Não, querido, pra mim tá de boa.
- Bom, então volto já.
Conforme o planejado, peguei o carro e dirigi 15 quilômetros até o posto de gasolina mais perto.
Quando volto, entro em casa e começo a ouvir gemidos. "Essa mulher precisa mesmo de sexo, com certeza tá se acabando no vibrador", pensei.
- Sim, sim mmmmm, sim Joaquim que gostoso... Não Joaquim, devagar... devagar que meu filho pode chegar.
- Garota, você esquenta os paus, vai ter que engolir um de verdade, viu. O que você tanto procura, vou te dar um de carne pra você parar com essa putaria de plástico.
- Não, já me solta...
Corri rápido pro quarto da minha mãe, agarrei seu Joaquim e joguei ele no chão. Minha mãe tava de quatro, dava pra ver a buceta dela toda aberta e o vibrador largado do lado da mão direita dela. Continuei batendo naquele velho até expulsar ele de casa com a calça nos tornozelos.
Quando voltei pra minha mãe, vi ela com a cara toda vermelha.
- Desculpa, filho, não percebi que isso podia rolar.
As lágrimas dela começaram a cair, uma por uma.
- Já, não tem problema, fica tranquila.
Uma espécie de tesão e raiva começaram a brotar em mim enquanto passavam na minha mente as imagens de seu Joaquim tentando empurrar com força na minha mãe e ela mexendo a bunda se esquivando.
Depois de alguns minutos, o sorriso da minha mãe voltou, e com ele vieram as brincadeiras e os comentários sarcásticos.
- Acho que ontem a mulher dele não deixou comer, ha, ha, ha.
- Acho que não, por isso queria que eu baixasse o calor que causei nela, kkk.
- E aí, queria que o velho Joaquim metesse a pica em você?
- Acho que sim, mas não agora.
- Por que não?
- Por que a que eu engravidava era sempre eu.
— Pensei que você diria que o único que poderia meter em você era o papai e eu.
- Pois é, também por isso.
- Não muda, você disse que teria gostado.
- É que eu tava tão tesuda que tive que me virar... Esse velho filho da puta me deixou com vontade de pica.
- Bom então fica como você estava, porque esse papo de que você tá com vontade de pau já me soa muito como indireta, e claro que não vou deixar minha amiguinha na vontade, né?
- Não tava dando em cima, mas se eu tô afim de levar pica e de dar a bunda pra alguém, prefiro dar pra você, meu bem.
Rapidamente me coloquei atrás da minha mãe e baixei minha calça, ela por sua vez levantou a bunda deixando o rosto colado na cama.
Um momento de silêncio tomou conta do quarto e só dava pra ouvir nossa respiração.
huuuumm haaaa!
Finalmente consegui sentir a caverna molhada da minha mãe.
- Que delícia sentir teu pau aqui, amor... Agora começa a me foder, me fode gostoso, meu bem.
A sensação de esfregar as coxas sem parar na bunda da minha mãe era indescritível, era prazer e culpa ao mesmo tempo, tesão, inibição.
Enquanto minha respiração ficava ofegante com as investidas fortes, minha mãe só soltava gemidos de prazer causados pelas próprias investidas.
— Que bunda gostosa você tem? (falei enquanto dava uma série de palmadas nela).
— Cê gosta delas, amor? São suas, meu bem.
- Pra quem você vai dar essa bunda, hein? Pra quem?
- Se teu pai já não me toca, só em você, meu amor.
- E vai rebolar essa bunda pra mim?
- Claro que sim, meu bem, tudo o que você quiser. (Enquanto continuava falando, ela balançava a bunda de um lado para o outro, ainda com meu pau dentro dela).
Depois de vários minutos, senti que não aguentava mais e tentei sair da buceta dela.
- Não, amor, o que cê tá fazendo? Mete em mim que eu já tava quase gozando.
- É que eu não aguento mais...
- Não importa, meu amor, goza dentro de mim.
De novo eu me enfiei na buceta gostosa da minha linda mãe.
- haaaaa! haaaammmmm, sim iii, que gostosa, meu amor.
Os dois terminamos num orgasmo que nos deixou exaustos. A princípio, me deixei cair em cima da minha mãe, mas depois me virei de lado para não pesar nela.
- Que deliciosa foda, meu amor, que gostoso depois de meses sem nada de nada.
- Então já sabe, gostosa, sempre que precisar de alguém pra te dar aquela trepada, pode vir no meu quarto. (falei num tom de brincadeira).
- Sim, querido, vou te buscar pra fazer safadeza... Ei, você já matou minha fome de pau, mas ainda tô com fome de comida, me leva pra comer?
- Claro que sim, gostosa.
Nos vestimos com calma, aproveitando nossa nudez, curtindo a intimidade de dois que não estranham ver a pele um do outro exatamente como ela é.
No caminho pro restaurante, minha mãe me pede pra levá-la num lugar diferente do que a gente costumava ir, só pra não dar de cara com o admirador.
Depois do café da manhã, fomos em casa pegar as malas pra voltar pra casa do meu pai.
No caminho, a gente não conversou como se estivesse arrependida do que aconteceu ou como se aquilo nunca tivesse rolado. Eu sentia que aquelas mini férias eram algo que a gente tinha que aproveitar e depois esquecer. Tava com medo de que minha mãe tivesse se arrependido de ter cedido pra mim e que agora tivesse uns ressentimentos, mesmo que não fossem ditos em voz alta.
No caminho, paramos num boteco pra comer alguma coisa e seguimos até chegar em casa. Quando chegamos, tava rolando música e lá dentro encontramos meu pai com uns pedreiros, uns conhecidos e outros tantos que eu nunca tinha visto. Na hora, percebi que os dois caras que tinham visto minha mãe mijar estavam ali.
Tanto minha mãe quanto eu só acenamos pro meu pai e fizemos sinais pro resto do pessoal que tava lá. Meu pai comentou com minha mãe que eles tinham folgado e que os pedreiros sugeriram tomar umas cervejas, e como ele ia ficar sozinho em casa, topou. Enquanto meus pais batiam papo com os pedreiros, eu fui pro meu quarto, porque me sentia meio contrariado em relação à minha mãe, além de não achar muito interessante os assuntos que eles curtiam. Já era bem tarde quando voltei pra ver meus pais; alguns pedreiros já tinham ido embora e outros continuavam bebendo. Minha mãe tava com uma cerveja na mão, então imaginei que ela tava bebendo, e ao ver ainda aqueles dois caras que tinham visto a bunda minúscula da minha mãe, resolvi ficar. "Não vá ser o capeta", pensei.
— José, pode descer uns colchões infláveis da minha caminhonete e preparar eles na garagem, por favor.
— Sim, pai.
Parece que meu pai já tinha combinado desses caras dormirem aqui em casa.
- Vou no banheiro, amor.
Ouvi minha mãe dizer quando eu mal tava indo pra garagem, pensei que nenhum dos convidados do meu pai tinha motivo pra ir ou chegar perto do nosso banheiro, então fui confiante fazer o que meu pai pediu. Demorei uns quinze ou vinte minutos pra voltar, e quando voltei, um dos pedreiros não tava mais lá e minha mãe ainda não tinha voltado, ou pelo menos não tava por perto. Aí resolvi me aproximar do banheiro, mas já olhando em volta.
Quando cheguei perto, percebi que o pedreiro tava olhando pela porta entreaberta.
— Tá procurando alguma coisa?
Ehh, com licença, moço, tava batendo na porta pra ver se tava ocupado, (respondi meio na dúvida).
Nesse instante, ouve-se a descarga do vaso, e num instante minha mãe sai, rapidamente o pedreiro diz.
- Com licença, vou entrar no banheiro de vocês.
Enquanto caminho para a sala, conto pra minha mãe o que aconteceu, e ela só consegue me dizer:
- Sério?
Eu não respondi mais, porque mais do que chata, ela parecia uma gostosa.
Ao voltar pra sala, o lugar do lado do meu pai tava ocupado por dois pedreiros, só tendo espaço entre dois deles. Minha mãe, sem dar a mínima, sentou no meio dos três, enfatizando a bunda na hora de fazer isso.
- Vem aqui, gostosa, senta com a gente um instante.
Pra não desaforar minha mãe, eu chego perto, mas só fico olhando, já que não tem onde sentar.
- Então, meu amor, senta no sofá e eu sento (abaixo um pouco a voz e continuo), no colo de, (fingindo estar decidindo entre mim e os dois caras que estavam ao meu lado, já que olhava pra nós três).
- Olha só, meu amor, vou sentar no teu colo pra ninguém ficar de pé.
No final, minha mãe sentou no meu colo e começou a puxar papo sobre os assuntos que os pedreiros dos dois lados da gente comentavam.
Mais tarde, quando as cervejas começaram a acabar, minha mãe pediu pra gente ir dormir, tanto a gente quanto os pedreiros, pra quem ela falou que iam dormir nos colchões infláveis.
Minha mãe foi pro quarto dela e eu fui pro meu.
Depois de um tempo pensando em tudo que aconteceu, vejo minha porta se abrir e minha mãe entrar, só de sutiã e um baby doll.
- Oi, meu bem, achei que você já tava dormindo.
- Oi, não, ainda não.
- E por que isso, coração?
- Sei lá, não tô com sono. E você, o que tá fazendo acordada?
- É que eu vim dormir com você, posso?
- Sim, claro.
- Ei, pega aqui.
Olhei pra mão dela e percebi que ela tava no controle do ovinho.
- Pra quê?
- Pois é, é o teu controle.
Incrédulo, eu fiz ele funcionar.
- Ai, coração, que gostosa tu me faz sentir.
- Você tá usando ele.
- Sim, meu amor, quero que enquanto você fode minha bunda pequenina, esse brinquedinho me faça sentir coisas na frente.
Só ouvi isso e já baixei a calcinha, joguei o baby doll pro lado, peguei minha rola e a guiei.
- Devagar, gostosa, que amanhã eu não quero andar igual pinguim.
Parei rápido pra pegar creme e com o dedo indicador comecei a espalhar na bucetinha dela.
— Que dedo bom você tem, meu bem.
- Você gosta do jeito que eu te acaricio com o dedo?
- Amo minha gostosa.
Só enfiei um dedo, tentei com dois e depois três até não aguentar mais e comecei a meter a pica.
- Que delícia de pau que você tem, amor.
- E você, que bunda gostosa você tem.
- São suas, meu bem, já tinha te falado, são pra você se esbaldar.
Depois de vários minutos de mete e tira, nós dois gozamos juntos de novo, e de tanto cansaço, ambos caímos no sono. Mal os primeiros raios de sol estavam entrando quando minha mãe voltou pra cama com meu pai. Um pouco mais tarde, meu pai perguntou pra mamãe como tinha sido a noite, e ela, piscando o olho pra mim, disse.
- Excelente, e graças a esses dias de férias acho que vou ter noites maravilhosas
Bom, espero que vocês tenham gostado do conto com a minha mãe.
Pra finalizar essa história linda, vou deixar uma foto da minha mãe. Vocês me digam o que acham dela.

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