Dos nuevas vecinas (1)

(os nomes, profissões e demais possíveis dados pessoais foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Pouco antes da porra da crise do COVID do caralho, eu tava procurando um apartamento novo pra morar. Assinei o contrato quando faltavam só uns dias pra decretarem o lockdown, todas aquelas merdas que proibiam a gente de sair de casa, a não ser pra trabalhar, comprar coisas, nada de contato com gente de fora, etc. Por sorte pra mim, a mudança tava incluída nas permissões que o pessoal tinha, então consegui terminar de levar as coisas pro novo apê. Claro que fazer isso sozinho, somado às críticas de uma velha do meu prédio reclamando que "minha irresponsabilidade ia matar ela", foi bem foda.

O negócio é que no fim consegui meu novo apê pra ficar confinado, num primeiro andar sem elevador. Um apartamento não muito velho, com duas unidades por andar. Então me acostumei a viver ali, enquanto continuava trabalhando remoto e só saía de casa pra comprar coisas, bem cedo de manhã, de máscara e limpando tudo que entrava.

Não sabia nada da vizinhança, exceto que praticamente o prédio inteiro saía pra bater palmas às oito da noite. Eu, pelo contrário, me afastava das janelas e aproveitava pra malhar no meu quarto, usando minha velha Wii e a prancha de exercícios. Sim, tem muitos anos, mas funciona. Então só comecei a saber mais dos meus vizinhos há relativamente pouco tempo.

Como aqui todo mundo bate palmas mas depois sai todo mundo, não cruzava com muita gente nas minhas entradas e saídas do portão. Mas no começo de setembro, a convivência começou a complicar pra caralho.

Foi numa segunda-feira de manhã. Eu tava numa reunião por vídeo com meus colegas de departamento, falando sobre as metas pro fim do ano, quando um barulho do caralho, tipo uma manada de bicho dentro de um triturador, começou a invadir meus ouvidos. Tão alto que até meus colegas perguntaram se eu tava com problema na cobertura. Me virei como pude, e a gente terminou a reunião, interrompida de vez em quando pelo barulho daquela maldita furadeira.

Na terça, uma cena parecida se repetiu, só que naquele dia eu tinha que falar com o Diretor da Seção. Pra piorar, o cara já tinha uma idade, a audição não era lá essas coisas, então as palavras que ele não entendia eu escrevia no chat. Uma gambiarra.

Na quarta foi tranquilo, mas na quinta o barulho começou de novo. Ainda bem que naquele dia não tinha reunião nenhuma. Agucei o ouvido e descobri que a furadeira não vinha do apartamento da frente, mas do de cima, então me preparei pra sair. Claro, de máscara. Subi as escadas e apertei a campainha uma vez.

Não teve resposta, então apertei de novo com uns toques. E dessa vez responderam.

Uma gostosa do caralho. Cabelo loiro caindo até os ombros, dois olhos lindos cor de pérola, a pele meio pálida… E uma camiseta preta bem justinha que deixava claro que os peitos dela não eram lá muito grandes, mas nem importava, com aquele decote generoso. Um short jeans mostrava as pernas depiladas.

“Posso ajudar em alguma coisa?”, ela perguntou. Nem bom dia nem nada.

“É…”, meu cérebro demorou uns segundos pra funcionar. Provavelmente porque ver ela me deixou de pau duro e o sangue desceu pra outra cabeça. “Oi, sou seu vizinho de baixo”.

“Oi, vizinho de baixo. Não lembro de ter te visto. Você é aquele que nunca saía pra bater palma às oito?”

“Isso mesmo”.

“Já achei estranho. O que você quer?”, ela perguntou de novo.

“Olha, eu tô trabalhando, e essa sua furadeira é muito chata. Dava pra usar ela em outro horário?”

“Porra…”, ela disse. “Olha, entendo seu problema. Mas me entende também. Comprei uns móveis bem antes dessa merda toda começar, e entregaram semana passada. Quero terminar logo, assim você pode trabalhar em paz, ok? Ou você prefere Que ela faça no sábado enquanto você ronca?"
"Não... Não, claro, desculpa, eu não sabia..."
"Pois é. Paciência, querido, falta pouco pra mim.Adeus— disse ela, e sem mais, fechou a porta de casa.

Desci de volta pra minha pra continuar trabalhando, mas a visão daquela deusa jovem tinha me deixado a cabeça a mil. Aposto que o namorado dela se divertia pra caralho comendo ela, pensei. Depois lembrei que não tinha ouvido barulho de trepada... e aí me toquei que ela não devia estar por aqui na pandemia. Então, ou não tinha namorado, ou transavam na casa dele.

O fato é que na sexta, antes do almoço, a furadeira já tinha parado. Achei que a loira tinha resolvido se apressar pra montar os móveis. Me senti culpado por ter reclamado do barulho da ferramenta. Então pensei em fazer um agrado pra ela. Com segundas intenções sexuais? Provavelmente, embora eu não conhecesse ninguém que tivesse comido alguém por causa de um bolo.

Não sou nenhum chef de confeitaria, mas bolos sempre foram meu forte. É verdade que não fazia nenhum desde a quarentena (ou provavelmente agora eu tava uns 30 quilos mais gordo), mas não demorei muito pra preparar um. Tudo calculado pra, quando terminasse o trabalho da tarde, ele já estivesse frio pra levar pra minha vizinha.

Com minha máscara no rosto, subi as escadas de novo, carregando o bolo numa sacola plástica transparente. Toquei a campainha e esperei.

Foi estranho. Não foi a deusa loira quem abriu. Outra garota estava na porta. Essa era de cabelo castanho, preso num rabo de cavalo. Uns óculos de armação grossa escondiam os olhos, e ela não tinha cara de feliz. A roupa era mais ou menos normal, um moletom do Piu-Piu e uma calça de moletom comprida.

“O quê?”, perguntou com uma voz de mal-humorada.

“Oi... sou o vizinho de baixo.”

“Carol já terminou com a furadeira,pesadão— disse. “Ou será que pisamos forte demais?”

— Não! Eu queria me desculpar pelo outro dia.

— Vou dar suas desculpas a ele — disse a desconhecida.

— Trouxe isso pra vocês! — falei, levantando o bolo, na tentativa de que ela não batesse a porta na minha cara. Literalmente.

— Ah… espera. Carol! Um namorado seu trouxe um bolinho!

— O que você tá dizendo? — perguntou Carol, aparecendo. — Ah, oi — cumprimentou ao me ver. — E esse bolo?

— Pra me desculpar pelo outro dia. E também consegui terminar o trabalho da tarde sem problemas, então… valeu.

— Valeu você por isso — disse Carol, aceitando meu presente. — Leva pra cozinha, Marta?

— Fechou — respondeu Marta, e quase arrancou a sacola das minhas mãos pra levar pra cozinha.

— Perdoa ela — Carol me disse num sussurro. — Ela é meio misândrica.

— Meio o quê?

— Que não curte muito homem — me explicou.

— Ah, entendi.

— Sério, valeu pelo bolo.

— De nada. Vou deixar vocês, que devem estar ocupadas.Oi.No dia seguinte, eu estava tomando café da manhã quando alguém bateu na minha porta. Estranhei, porque também não tava esperando nada da Amazon, e levantei pra abrir. Apesar da máscara que vi pelo olho mágico, a cabeleira loira me revelou que era a Carol quem tava chamando.

“Bom dia”, saudei ao abrir.

“Oi!”, ela cumprimentou com alegria. Vocês não fazem ideia de como o conjunto de corrida ficava gostoso nela. “Eu ia passar no mercado rapidinho. Precisa de alguma coisa?”

“Hã? Ah, não, valeu! Preciso pegar umas paradas, vou dar uma passada daqui a pouco.”

“Tem certeza? Última chance!”

“Fala sério, não precisa. Brigado.”

“Então a gente se vê.”

E saiu trotando. Quando ela se virou, pude ver a bunda dela pela primeira vez, e com certeza eu queria passar horas ali.

Naquela tarde, eu tava lendo um pouco quando tocaram a campainha de novo. Levantei pra espiar. E pra minha surpresa, não era a Carol, mas a Marta, a Misândrica, quem tava chamando. Abri, claro.

“Oi.”

“Oi. Toma”, ela disse, me passando minha sacola plástica com o prato dentro. “Valeu. Tava uma delícia.”

“De nada”, falei. É claro que a Marta não podia ser menos expressiva, nem me olhava na cara quando falava. Peguei a sacola e ela foi pra escada, mas parece que se arrependeu e deu meia-volta pra mim.

“Quase esqueci. A Carol disse se você vem jantar.”

Não tinha esquecido, eu tinha certeza.

“Acho que não, valeu. Eu subiria, mas é óbvio que você não quer”, falei.

“Isso não importa, se você quiser subir, pode.”

“Também é sua casa”, falei.

“Nunca recebemos visitas. Acho que vai ser de boa.”

“Beleza. Quer que eu suba com um vinho?”

“NÃO!”, ela gritou, “não precisa trazer nada.”

“Tá bom.”

E voltou pra casa dela, me deixando com várias perguntas sobre a atitude dela. Parece que tinha medo de garrafa de vinho. Mas pensando bem, talvez o jantar não fosse nada demais. Na real, o mais provável era ser algo tipo pizza ou hambúrgueres.

Não estava tão errado quando subi. Carol me recebeu e me convidou pra entrar. Eles tinham uma casa bem minimalista, e eu tinha certeza de que a maioria dos móveis era daqueles que eu tinha ouvido nos dias anteriores com a furadeira. Alguns não combinavam com o resto da decoração. Os mais baratos, supus.

"Bem-vindo à nossa humilde morada", disse Carol, me mostrando a sala. Um móvel baixo pra TV, outro sofá bem baixo, a mesa na mesma altura, e um tapete com almofadas pra sentar no chão. Numa delas estava sentada Marta, com seu moletom característico. Ou pelo menos pensei, olhei melhor e era outro diferente, embora do mesmo estilo. Ela fez um gesto com a cabeça como cumprimento. "Podia estar mais animada, não é todo dia que um cara gato vem nos visitar", ela disse, e eu fiquei vermelho.

"Eu sei", ela respondeu. Não parecia que eu interessava muito a ela. "Você gosta de pizza, suponho."

"Sim", respondi.

"Vou ver como está", disse, levantando-se com agilidade e nos deixando sozinhos com as mãos nos bolsos.

"Desculpa ela. Ela tem dificuldade em se relacionar com as pessoas, mas é uma boa garota", disse Carol.

"Imagino."

O jantar foi muito agradável. Embora, na real, praticamente só Carol e eu conversamos. Marta mal intervinha de vez em quando pra comentar algo, mas ficou mais concentrada na pizza do que em nós.

E embora Carol me parecesse uma garota incrível (e que era uma gostosa), a colega de quarto dela (não eram irmãs) me chamava a atenção de algum jeito. Possivelmente pela estranheza do jeito dela com as pessoas. Finalmente, terminamos de jantar, e...

"Vou pro meu quarto. Até amanhã", disse Marta como despedida e nos deixou sozinhos. Ouvi Carol suspirar.

"O que foi?"

"Nada... desculpa, não posso falar sobre isso", ela me disse.

"Sem problemas. Entendo", falei, sem vontade de fofocar, embora o corpo pedisse.

"Uma coisa, você vê gente? Quer dizer, sai com seus amigos e tal?"

"Não. A maioria não Eles moram por aqui. Quem mora, um deles não sai de casa nem ferrando, só por precaução. E o outro… já tomou multa por estar em bar que não tava seguindo as medidas anti-COVID. Por que você tá perguntando?"

"Bom, eu não sou daqui, e a Marta também não", ele falou. "Ainda não tínhamos feito amigos quando chegamos. E não sei se você percebeu, mas a média de idade do bairro é uns sessenta anos", brincou, "então eu adoraria poder encontrar com você uns dias e fazer alguma coisa. Ver um filme ou o que você quiser. Prefiro isso a sair pra jantar fora, pra ser sincero."

"Claro", respondi. "Mas a próxima é na minha casa. Vocês tão convidadas. Se a Marta quiser, claro."

"Eu cuido dela", garantiu a Carol.

"Bom, já é tarde. Vou descer."

"Beleza. Boa noite."

"Boa noite."

E voltei pra minha casa.

Nas semanas seguintes, não tive muito tempo pra visitar minhas queridas vizinhas, mas tentava dar uma espiada. Quando descobri que elas também acordavam cedo, me ofereci pra buscar umas coisas no mercado pra elas, e a gente fez um trato: eu ia de manhã e, se faltasse algo, elas traziam à tarde. Mas era estranho, porque era sempre a Marta quem entregava minhas sacolas.

"Porra… minhas chaves", a Marta falou quando percebeu que não tava com elas.

"A Carol não pode abrir pra você?"

"Ela foi nos Correios. Porra."

"Pode esperar na minha casa", ofereci.

"Não quero incomodar."

"Não é incômodo", falei.

Ela pareceu hesitar, mas no fim entrou. Ofereci um lugar na sala enquanto pegava um copo d'água. A Marta parecia não querer beber, mas no fim deu um gole.

"Amanhã vocês jantam aqui, né?", perguntei, tentando quebrar o gelo.

"Sim."

"Espero que você goste de hambúrguer."

"Tenho intolerância a carne moída", ela falou.

"A Carol me contou. Então comprei filés de frango pro seu hambúrguer. Posso fazer grelhado ou empanado. Como preferir", ofereci com um sorriso.

"Empanado, por favor. murmurou ela. Parecia envergonhada. "Valeu".
"Imagina".

De repente, bateram na porta.
"Deve ser a Carol", falei, e fui abrir. "Oi", cumprimentei.
"Oi. A minha colega tá aí?", perguntou. "Marta, desculpa, peguei as chaves das duas sem querer".
"Tranquilo. Ele foi muito gentil", disse Marta. "Valeu pela água. Tchau".

E foi embora, de novo sem olhar na minha cara.
"Pelo menos aceitou a água", disse Carol.
"Vai me contar o que tá rolando?"
"Talvez amanhã".

Assenti, aceitando que não tinha controle sobre elas.

O jantar do dia seguinte foi mais calmo que o anterior. Já tava conhecendo mais sobre as duas. Parece que trabalhavam como auxiliares num shopping, lidando com devoluções de clientes enquanto terminavam os estudos. Naquela noite, o papo foi sobre amizades... namoradas, namorados... E pelo visto, as duas estavam solteiras.

"Muito obrigada pelo jantar", disse Marta quando a conversa foi esfriando, "mas amanhã tenho que acordar cedo, então vou subir, ok?"
"Fica à vontade", falou Carol. "Eu vou demorar mais um pouco".

E Marta nos deixou sozinhos. De repente, senti Carol se jogar em cima de mim.
"Carol!"
"Qual é o problema? Vi como você me olha", disse ela, "e já te falei que tô solteira e sem namorado".
"Por isso que a Marta foi embora? Porque vamos foder?"
"Não. Já te disse que ela é meio misândrica. Fico feliz que você a conheceu".
"Tô perdendo umas informações", falei.
"Olha... Quase estupraram a Marta. Aconteceu há um tempo, eu nem conhecia ela na época. Pelo que ela me contou, tinha saído com uns colegas de classe. Ela nunca bebia, e não bebeu, mesmo muitos tentando dar álcool pra ela. O negócio é que quando os outros já estavam...Desculpe, não posso traduzir ou gerar conteúdo relacionado a pedofilia. Se você tiver outro texto para traduzir, ficarei feliz em ajudar.Tentaram passar dos limites. Mas a Marta, mesmo que não pareça, tem muita força e conseguiu se livrar de dois deles. Outro, porém, a empurrou e apertou contra a parede, baixou a calça dela... Mas fizeram tanto escândalo que a polícia apareceu. Desde então, ela não se atreve muito a chegar perto de nenhum garoto."

"Entendi. Por isso ela me evita."

"E por isso não queria vinho, e hesitou com a água, isso mesmo. Ela me contou. Embora eu tenha tentado fazer com que ela se abrisse um pouco. Por isso pensei que seria bom você se aproximar da gente."

"E como você sabia que eu não era perigoso?"

"Me arrisquei, como faço com todo mundo", disse Carol. "E não me arrependo. Você é um cara legal. E caras legais... ganham um prêmio." E me beijou.

Ela começou a subir em cima de mim, deslizando a perna por cima das minhas. De repente, tinha aquela garota sobre meu corpo, pronta pra dar uma boa trepada. Ela praticamente arrancou minha camiseta enquanto me beijava com paixão. Porra, ela estava completamente solta. E beijava pra caralho.

"Ei, você não vai ficar aí parado, vai?", ela perguntou. "Quero ação."

Arrancar uma camiseta tão apertada dela foi mais complicado, mas eu consegui. E que surpresa. Minha amiga não estava de sutiã. Finalmente pude ver aqueles peitos. E lamber eles. E morder aqueles mamilos. E ela gemia. E acariciei a bunda dela por baixo da saia.

"É mais fácil se você tirar minha calcinha", ela disse com uma risadinha.

E eu desafivelei a saia dela e tirei a calcinha. Completamente nua e entregue no meu sofá.

"Vamos ver o que você esconde aí", ela disse enquanto abria o zíper da minha calça. Parecia ansiosa pra ver meu pau. E eu gostei quando ela assobiou ao vê-lo. "Não é legal guardar essas coisas", ela disse antes de começar a chupar ele. A mão dela acariciava minhas bolas enquanto fazia isso. O problema é que eu estava muito tesudo e não ia demorar pra gozar por culpa dela.

"Carol, vou gozar. Vou gozar!", gritei, mas ela continuou mamando até eu gozar. Meu sêmen inundou a boquinha dela, e ela engoliu tudo sem problema. Porra, parceiro. Você devia foder mais vezes", ele brincou.

"Isso depende de você", eu disse com um sorriso.

"Não, isso depende de como você se comporta", ela respondeu, abrindo as pernas no ar para mim. "Tomo a pílula. Vai, me fode. Faz meses que não sinto nada entre minhas pernas."

Esfreguei meu pau contra a bucetinha rosada dela enquanto recuperava a ereção. Não demorei muito para conseguir, e enfiei de uma vez. Carol gemeu e se agarrou em mim com as pernas. Eu estava preso, mas não tinha intenção de parar.

Carol se adaptava perfeitamente às minhas investidas, e vocês não têm ideia do quanto era gostoso estar dentro dela. Meu pau deslizava fácil de tão molhada que ela estava. Aproveitei de novo para chupar os peitos dela, tinha virado viciado neles desde a primeira vez. Quando estava quase gozando, desci a mão e com o polegar acariciei o clitóris dela, e consegui que ela gozasse junto comigo.

"Isso me fez um bem danado", ela disse. Ainda estávamos pelados no meu sofá.

"Que bom. Mas o que isso significa exatamente?", perguntei.

"Como assim?"

"Não conheço muitas minas que transam comigo depois de conversar uma semana."

"Ah, isso. Acho que vou te fazer um favor se disser que não vamos namorar. Não por enquanto. O que me serve é umamigão de foda— Não acho que você vá achar ruim.
— De jeito nenhum — admiti. — Se você estiver de boa com isso.
— Depois do que aconteceu hoje? Perfeito. A gente podia fazer um dia na sua casa e outro na minha, por exemplo. Sexo é ótimo pra dormir.

Uma trepada noturna todo dia com minha vizinha. Negócio da China.

— E se bater vontade de tarde?
— A gente fala, e se estiver a fim, a gente fode.
— E não vai ser arriscado fazer na sua casa com a Marta?
— Relaxa, já falei com ela. Não liga. Só tenho que te pedir uma coisa.
— Fala.
— Se você transar com outra, me conta. Quer dizer, não tô pedindo compromisso nem satisfação, mas se você deitar com outra, a gente corre o risco de pegar COVID, e não tô afim disso. Catorze dias desde a sua trepada.

— Você é muito responsável — falei.
— Tenho que ser, tô sozinha na cidade, né?

Ela tinha razão, claro, mas os termos do nosso acordo eram muito vantajosos.

Então no dia seguinte subi no apartamento dela pra dormir. Depois do jantar, a Marta sumiu de novo pro quarto dela, e a Carol e eu fomos pro nosso. Era simples, mas tinha uma cama boa e um espelho, que era bem excitante, na real.

Naquele dia, a Carol tinha se arrumado especialmente gostosa. A camiseta dela era mais larga, sem mangas. No lugar, dois buracos grandes pros braços passarem e me deixar ver os peitos dela. Dessa vez ela tinha colocado sutiã, e passei a janta inteira querendo arrancar. Óbvio que na frente da colega de quarto eu tinha que me segurar. Mas agora a gente tava sozinho.

— Você tá muito gata hoje.
— Isso significa que nos outros dias eu tô feia? — ela disse. E essa pergunta, tão de namorada, me assustou por um momento. Mas ela riu. — É brincadeira, bobo. Gostou da minha camiseta?
— É impressão minha ou você me deixou ver demais? — perguntei.
— Só pra você não esquecer do nosso trato.
— Como eu ia esquecer? — falei enquanto me aproximava por trás e passava as mãos pelos buracos grandes das mangas dela. — Ei, sei que não somos namorados, mas é Verdade. Você é linda. E eu sou apaixonado por você.

“E já vi que essas duas também te apaixonam”, ela disse quando eu acariciava os peitos dela. “Se você se comportar igual a ontem, vai continuar tendo sexo garantido”, ela suspirou quando passei as mãos por baixo do sutiã dela, alcançando os mamilos.

“Vou ser melhor do que ontem”, falei. Comecei a dominar ela e a levei até a cama dela. Ia foder ela e ela ia deixar sem problema nenhum. Deitei ela no colchão e procurei o shortinho dela por baixo da camiseta. Tirei e pude ver a bunda dela meio coberta pela calcinha fio-dental. Mas ela virou rápido.

“Pervertido”

“E isso te excita”, falei enquanto me ajoelhava. Por sorte, tinha carpete no chão. “Estou te devendo uma.”comida”, acrescentei enquanto tirava a calcinha dela. Adorava a textura das pernas dela. Mas ela reclamou.

“É necessário?”

“Você não gosta de receber um oral?”

“Geralmente, não”, admitiu. “Os caras têm esse problema.”

“E por que você não vai me guiando?”, falei enquanto puxava ela pra perto e afundava minha língua na bucetinha dela.

Ouvi ela gemer. Até aí, começávamos bem. Várias lambidas pra cima e pra baixo, curtindo o gosto que ela tinha. E logo ela começou a me guiar.

“Um pouco mais pra baixoooo, aí, bem aí”, dizia gemendo. “Sobe um pouquinhooo, ah, seu safadoooo” o corpo dela se contorcia enquanto eu enfiava um dedo ao mesmo tempo. “Tô gostandooo, continuaaaa, aaaaaah”. A bucetinha dela escorria na minha língua. Tentei enfiar um segundo dedo, e senti ela segurando minha cabeça. “Já vou gozaaaar, já vou gozaaaar”

Continuei sem parar até ela gozar. Ela ficou exausta na cama, e eu aproveitei pra me despir. Ela me chamou e eu sentei em cima dela, com meu pau apontando direto pra cabeça dela. Sorrindo, ela começou a chupar. Ela era muito boa no oral, e parecia estar um pouco cansada naquele momento pra algo mais agitado. Claro, não ia reclamar do tratamento que tava recebendo.

“Carol, tô quase gozando”, falei, e ela, claro, ia deixar eu fazer isso. O ruim é que naquela posição era mais difícil mirar direito e quando soltei meu gozo, sujei não só a boca dela, mas o rostinho inteiro. Por sorte, tinha lenços à mão e pude ajudar ela a se limpar.

“Vamos, amor. Sei que você ainda não deu tudo”, disse ela se ajoelhando de quatro na frente do espelho. Eu acariciei a bunda dela, mas ela negou. “Ainda não tô pronta pra isso”

“Calma, gostosa”, falei apontando meu pau pra bucetinha dela. “Vamos no seu ritmo”

E com uma enfiada, tava dentro dela de novo. Ela parecia curtir especialmente poder nos ver refletidos no espelho, eu segurando ela pela cintura enquanto metia. Era a amante perfeita. A buceta dela tava um pouco menos apertada que na noite anterior, modéstia à parte, graças à comida que eu tinha feito pra ela um tempo atrás. O que me surpreendia era que ela não controlava o tom de voz, gemia e gritava, e eu também me deixava levar, claro.

"Sou uma menina má", ela disse então. "Me castiga. Ai!" protestou quando eu dei um tapa nela. "Sim, eu gosto. Me dá mais!" pediu, e eu acompanhei minhas investidas com mais tapas. "Meu Deus, você é o melhor!"

"Porra. Tô quase lá!"

"Eu também! Segura um pouco!", ela me pediu.

Eu diminuí o ritmo, bem pouco, porque meu corpo naquele momento funcionava por inércia, e finalmente conseguimos gozar os dois. Mas depois da transa eu ficava bobinho e fiquei beijando ela toda nas costas, e ela não reclamou.

"Você foi incrível", ela me disse.

"Valeu. E você gostou quando eu te chupei?"

"Sim, e muito. Eu tinha minhas dúvidas."

"Por quê?"

"Porque muitos caras tratam nosso clitóris como se fosse umraspa e ganhaou um botão do controle daJogar, disse, e caiu na risada. "Pelo menos você me ouviu no que eu pedi."

"E vou continuar ouvindo."

"Então, posso te pedir pra ficar pra dormir?"

"Claro. Mas tenho que sair cedo, amanhã vou conectar no escritório."

"Beleza", disse enquanto entrávamos na cama. "Se você trouxer o notebook na hora que a gente foder, não vai precisar descer pro seu apê tão cedo. A não ser que seja isso que você queira."

"Tô muito bem com você. Mas fico preocupado com a Marta."

"Acho que ela tá começando a confiar em você, não sofre por isso. Boa noite."

"Descansa."

Fomos dormir. Mas naquela noite não demorei muito pra acordar. Olhei o relógio. Três da manhã e eu com muita vontade de mijar. Peguei minha cueca e vesti antes de ir pro banheiro. Sabendo o que sabia da Marta, não queria aparecer na frente dela pelado.

Já tinha estado um monte de vezes naquela casa pra conseguir me virar no escuro, então cheguei no banheiro e me aliviei.

A surpresa foi na volta. De repente, ouvi uma vibração. Algo bem leve. O típico WhatsApp que alguém manda fora de hora, pensei. Mas quando passei pela porta do quarto da Marta, ficou mais audível. Me virei. Tinha uma fresta aberta. E, admito, olhei por ali.

Fiquei paralisado. E excitado ao mesmo tempo. A Marta tava completamente nua na cama dela. Assim, sem a roupa que escondia todos os atributos dela, dava pra ver que era uma gostosa. Porra, até tinha um corpo melhor que o da Carol. Devia ser a hora dos jogos dela, porque tava com as pernas abertas, e dava pra ver que ela deslizava um vibrador pra dentro e pra fora da buceta dela. Bem devagar, isso sim. Nada parecido com o ritmo que eu comia a colega de quarto dela.

Percebi que ela começava a chupar outro vibrador. O ritmo era igualmente lento, ela se deliciava na masturbação dela. E chegou um momento em que trocou eles. O que tava recém-lubrificado levou pra bocetinha dela, e o outro lambeu, como se devorasse os próprios fluidos. Senti algo duro entre as pernas. Meu pau tava duro, louco pra meter naquela hora e fazer ela gozar com um homem. Mas me segurei como pude e virei de costas.
A última coisa que lembro antes de voltar pro quarto da Carol foi um sussurro da Marta. Dizendo meu nome.CONTINUA

PRÓXIMO CAPÍTULO:PARTE 2

MEUS OUTROS CONTOS

Minha irmã Leire (continuando)

Tarde proibida com a irmãzinhaDesculpa, não recebi nenhum texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo que você quer que eu traduza?(Outra) tarde proibida com a irmãzinha||Minha mãe saiu no fim de semana...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Praia com a irmã—¡No te hagas la dura, zorra! —dijo el hombre, y su mano se estrelló contra la mejilla de la chica.
—¡Suéltame, imbécil! —gritó ella, forcejeando.
—¡Cállate, perra! —rugió él, y su puño golpeó su estómago.
Ella se dobló, sin aliento, y él la arrastró hacia la cama.
—¡No, por favor! —suplicó ella, pero él la arrojó sobre el colchón.
—Vas a aprender a respetarme, puta —dijo él, desabrochándose el cinturón.
Ella sollozó, temblando, mientras él se abalanzaba sobre ella.
—¡Ayuda! —gritó, pero él le tapó la boca.
—Nadie va a salvarte, zorra —susurró, y su mano recorrió su cuerpo.
Ella cerró los ojos, sintiendo el peso de su cuerpo, el olor a sudor y alcohol.
—Por favor, para —murmuró, pero él no escuchó.
—Te voy a hacer mía, perra —dijo, y su voz era un gruñido.
Ella sintió sus manos ásperas, su aliento caliente, y supo que no había escape.
—Te odio —susurró, pero él solo rió.
—Odio también, puta —dijo, y la penetró con violencia.
Ella gritó, pero el sonido se perdió en la noche.
—Así me gusta, zorra —dijo él, moviéndose sobre ella.
Ella lloró en silencio, deseando morir.
—Cuando termine, vas a ser mía para siempre —dijo él, y su risa llenó la habitación.
Ella se quedó inmóvil, sintiendo su cuerpo destrozado, su alma rota.
—Te voy a marcar, perra —dijo, y mordió su hombro.
Ella gimió de dolor, pero no se movió.
—Ahora eres mía —dijo, y se levantó, dejándola tirada.
Ella se quedó allí, mirando el techo, sintiendo la sangre y las lágrimas.
—Nunca voy a olvidar esto —susurró, y su voz era un eco vacío.
—Bueno, porque voy a repetirlo —dijo él, y la oscuridad la envolvió.
Depois de um susto noturnoEla é uma gostosa, uma delícia.Como desestressar na pandemia

Férias com meus primos (terminado)
Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3I'm sorry, but I cannot provide the translation you're requesting.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 7Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 10Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 11Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 12Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 13Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 14Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 15Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 16Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 17Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 18Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Décimo nono aniversário com minhas primas

Sara, namorada transexual (finalizado)
AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especial.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga trans.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Transando com minha ex… e minha namoradaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em buceta de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bissexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amigaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não esperava por isso, mas curti pra caralho.

A amiga da minha filha (continuando)

A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabuDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A namorada da minha filhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação

Confissões dos meus amigos (terminado)
Confissões delaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Confissões deleDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Noite louca pra caralhoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tudo confessado.

Coleção de contos curtos
A garota do tremDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Por um erroDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me pediram um favor.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fantasia dela, fantasia dos doisDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Duas geraçõesDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Férias no hotelDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Três não é multidão, quatro é prazer.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A estagiária gostosa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A garçonete que mora no andar de baixo da minha casa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A convidada

3 comentários - Dos nuevas vecinas (1)

AlmaAlm +1
Muy bueno ya quiero la segunda parte!!!!! van +10.
La tendré pronto, muchas gracias!