Olá, gente linda... Tava devendo uma pra quem gosta de ler. Numa das minhas gestações, o Juan tava no campo 21x7. O Luís, que era nosso grande amigo, sempre cuidava de mim e dos meus filhos quando o Juan não tava, como nesse caso. Ele sempre falava: "qualquer coisa que precisar, na hora que for, é só me avisar". Uma tarde, o Juan me liga e dá a notícia que não ia descer até a semana seguinte, e eu? Subia pelas paredes, precisava de carinho e tava com os hormônios a mil... Num sábado, na hora da sesta, o Juan me pediu umas fotos da barriga que tava crescendo e já tava grande, e combinamos que no dia seguinte eu mandaria as fotos. Naquela noite, já na cama e com os outros pequenos dormindo, não conseguia pegar no sono, tava procurando algo salgado pra comer, me deu uma vontade infernal de amendoim salgado. Já passava da meia-noite e mandei uma mensagem pro Luís: "Oi, Luís, tá deitado? Tô com vontade e preciso de você." "Oi, barriguda... tava nisso, do que precisa?" "Me faz um favor... compra pra mim em algum boteco amendoim salgado, uns dois ou três pacotes, por favor? Já quero comer!" "Fechou, barriguda, já vou." Depois de meia hora, o Luís chegou com uma sacola. Entrou, acariciou minha barriga como sempre fazia e me entregou a sacola. Fomos pra cozinha, peguei três pacotes de amendoim, abri um e enfiei vários de uma vez na boca, enquanto o Luís, do meu lado, tirava da mesma sacola uma cerveja. "Essa é pra mim!", ele disse, e eu olhava pra ele saboreando o amendoim... Peguei mais um pacote e fiz sinal pra ele me seguir. Sentei na sala, no sofá grande, me esparramando igual uma porca comendo amendoim. Ele sentou no sofá individual, tomando cerveja e sorrindo, e disse: "Ah, então, barriguda, tava com vontade mesmo." Eu balancei a cabeça que sim, enquanto acariciava minha barriga por baixo da camiseta que eu usava pra dormir, que era do Juan. "Olha como mexe", falei, apontando pra barriga. Ele se aproximou, sentou quase na beirada do sofá, eu levantei minha camiseta até debaixo dos peitos. Ele Acaricio minha barriga, toda a barriga, e cada vez que fazia isso e a mão dele chegava perto do meu púbis, uma corrente percorria meu corpo, descarregando cócegas na minha buceta... Várias vezes mexi minhas pernas e apertei minhas coxas... E como você tá, barriguda? Bem. Embora o Juan desça só daqui uma semana. Uhhh. Que merda. Me avisa se precisar de qualquer coisa, não importa a hora... Tem certeza??? Olha que mulher com desejo é fogo... Ele sorriu e acariciou minha barriga de novo, e naquele momento, enquanto eu olhava pra ele, meus peitos ficaram duros, coisa que deu pra notar na hora... Fiquei meio confusa, excitada, e falei que amanhã ele podia vir jantar, que eu ia estar sozinha porque meus outros dois filhos iam dormir na casa de uma amiga... Ele aceitou. No domingo, ele chegou às oito da noite, trouxe sorvete, chocolates, um vinho tinto e me ajudou a cozinhar... Eu tava com um vestido bem levinho de algodão, sem sutiã e com uma calcinha fio dental... Enquanto cozinhávamos, comentei que precisava tirar umas fotos da barriga pro Juan, e ele disse que depois tirava... Jantamos de boa, rimos, conversamos sobre vários assuntos, comemos sorvete e minha barriga tava durinha... Já na sobremesa, levantei, fui pro sofá, me deitei e comecei a massagear minha barriga, até que o Luís chegou, sentou também e, me olhando, começou a acariciar minha barriga, falando como essa barrigona era linda e outras coisas gostosas. Enquanto eu olhava pra ele, comecei a sentir um leve formigamento no baixo ventre, a sensação de estar nua e ser acariciada na barriga tomava conta de mim... Por momentos, eu fechava os olhos por um tempão, sentindo as mãos dele me relaxarem. Já eram as duas mãos dele acariciando minha barriga inteira com as pontas dos dedos, chegando quase no meu púbis, onde aquele formigamento começava de novo e meus pequenos gemidos também. Abri os olhos e vi que, às vezes, ele olhava pra minha entrepernas sem vergonha. Comecei a sentir meus peitos se eriçarem, um calor aumentando, sabia que... Meu pescoço... dobrei um pouco minha perna direita e o Luís pegou meu pé e começou a massagear, o que me arrancou um suspiro de satisfação. Olhei pra ele com uma cara de prazer, acho que deu pra perceber, porque ele falou: "Vamos... me dá os pés que vou massagear, dá pra ver que te faz bem e você precisa." Ele se acomodou no sofá, deixando minhas pernas sobre as dele, e tirou minhas meias. Pegou um pé e massageou por um bom tempo, depois o outro pé. Eu, num relaxamento gostoso, estava sentindo uma sensação maravilhosa. Tinha uma perna dobrada, sentindo as mãos dele nos meus pés, depois nos tornozelos, às vezes nas panturrilhas, assim em cada perna. Depois de um bom tempo, avisei que precisava ir ao banheiro. Levantei e fui. Quando saí, fui pro quarto, troquei de calcinha, coloquei um sutiã e uma camisola transparente, por cima um roupão, e voltei pra sala. "Quer um café?" perguntei enquanto ia pra cozinha. Ele respondeu que sim e veio atrás de mim. Peguei as xícaras, preparei a cafeteira, deixei tudo pronto. Enquanto o café não ficava pronto, sentei na cadeira de pernas abertas, e ele, apoiado na bancada, falou: "Tiro foto sua, barriguda?" "Ah... tá bom." Cruzei as pernas e afastei o roupão, deixando a barriga à mostra. "Assim?" perguntei. Ele me olhou e disse: "Não, acho que a foto não vai ficar tão bonita assim. Melhor você ficar de pé." "Melhor tomarmos o café e depois tiramos umas fotos. Tenho uma ideia mais confortável", falei. Ele serviu o café e conversamos sobre a namorada dele. Me contou que não via ela há um tempo, que tava cheio de atividade e que precisava vê-la. Ele sorria, e eu também. "Tô igual você, barriguda, com vontades, hahaha", e caímos na risada. Levantei depois de terminar meu cafezinho e pedi pra ele me acompanhar. Fomos pro meu quarto. Subi na cama, de joelhos, tirei o roupão. Ele me olhou e, pegando a câmera que eu estendi, disse que agora a barriga tava melhor de ver. Começou a tirar fotos, eu mudando de posição. Num momento, me deitei. Acariciando minha barriga e ele deixando a câmera em cima da cama, se aproximou de mim perguntando se eu estava bem. Respondendo que a barriga estava meio dura, ele se aproximou e acariciou de novo minha barrigona, como ele dizia, por cima da camisola, e me relaxou muito. Me acomodei de barriga pra cima e ele continuou com aquelas massagens. Minhas pernas se abriram relaxadas e pedi pra ele pegar o óleo que estava em cima da mesinha de cabeceira pra passar na minha barriga. Levantei a camisola, deixando a barriga e a calcinha à mostra. Ele massageou toda a área de novo, aquelas mãos cheias de óleo me davam prazer, e os dedos dele chegavam no meu púbis. Me senti com vontade, excitada. Meus mamilos endureceram, minha respiração ficou profunda e entrecortada. Os dedos dele tocaram o elástico da calcinha e subiram até o começo dos meus peitos. Fechei os olhos sentindo prazer, sentia minha bucetinha ficando molhada. Uma mão dele continuava na minha barriga e a outra nas minhas coxas. Deixei ele fazer, e cada vez mais perto da minha ppk a mão dele. Meus olhos fechados, meus mamilos duros, minha respiração entrecortada, minha ppk molhada. Meu corpo deixou fluir o cheiro de uma puta no cio. Senti a boca dele no meu peito, deixando um beijo molhado que se prolongou até meu pescoço e continuou descendo até minha teta por cima do sutiã. Um suspiro provocador saiu da minha garganta no mesmo instante em que um mamilo ficou preso na boca dele, sentindo o calor da língua dele. Abaixei o sutiã por completo e ele lambeu meus mamilos enquanto uma mão já acariciava minha ppk por cima do tecido molhado. Ele continuou beijando meu corpo, descendo até minha ppk, onde encostou o nariz sentindo o cheiro, e tirou minha calcinha. Acariciou minhas pernas e encaixou o rosto ali, onde começou a beijar os lábios inchados e cheios de sucos. Enquanto a língua dele percorria devagar toda aquela área suculenta, minhas mãos buscaram meus mamilos eretos pra me acariciar. Senti a língua dele na minha ppk, nos lábios e no clitóris, a língua toda dentro dela, juntando meu néctar. Enquanto ele continuava. dando prazer pro meu ser, tirei a camisa dele, soltei a calça dele, subi com minha boca pra procurar meus mamilos, me encontrando com as mãos dele, que chupou meus dedos junto com aqueles mamilos duros. Ele se ajoelhou do meu lado, mostrando uma cueca preta com uma auréola molhada onde a cabeça dele aparecia. Guiei minha mão até lá e apertei. A cabeça dele, o tronco dele era lindo, tava quente. A mão dele ainda brincava na minha buceta, cada vez mais molhada e quente. Ele se acomodou perto do meu rosto, e eu abaixei aquele pano que não deixava sair a piroca linda dele. Liberei ela e dei um beijo na cabeça, deixando minha boca ali. Passei a língua, rodeei ela com a língua e levei ela pra dentro, onde aproveitei como um manjar. Ele ali, ajoelhado, vendo como eu chupava a piroca dele, apertava meus mamilos, acariciava meu rosto. Ficamos assim por um bom tempo. Ele me pediu pra me ajeitar de quatro na cama, e eu fiz. As mãos dele acariciaram minhas costas e ele começou a chupar minha buceta como um cachorro no cio. Uma das mãos dele acariciava meus peitos, e eu entregue, deixando escapar gemidos e sucos que ele saboreava e tomava sem deixar nada. Ali comecei a gozar na boca dele por um bom tempo, sentindo os barulhos da língua dele naquele mar de néctar. A língua dele também passava pelo meu cuzinho, que pulsava no ritmo do meu gozo. O dedo dele cutucava ali, entrando um pouco também. Depois de um tempo, ele acariciou com a piroca dele toda a minha buceta molhada, quente e inchada. A piroca dele tava dura e quente. Ele apoiava a cabeça na entrada florida por uns momentos, dava pequenas batidas com aquela massa quente... Me come... me come, por favor, Luis... foram minhas palavras febris. Senti a cabeça dele entrando devagar, todo aquele tronco venoso entrando, queimando meu interior. Ele fez tope e se mexia devagar dentro de mim. Ali dentro, sentia um ferro quente e as mãos dele nos meus peitos e a outra no meu cuzinho. Tava ansiosa pra ele me comer forte, fundo, e ele começou a bombear um pouco mais rápido, fazendo barulho com a batida da pélvis dele no meu cuzinho. As bolas dele batiam no meu clitóris. Ele me comia com um ritmo gostoso, profundo, falava palavras fortes, daquelas que eu gosto. Que putinha gostosa... como você me excita, filha da puta!! Essas palavras me acendiam e eu pedia pra não parar, pra me comer com força, pra gozar dentro... foi assim que ele me deu com o pau até que, na hora de gozar, ele tirou o pau e eu implorei... Filho da puta, goza na minha buceta... me enche, Luis... e ele descarregou na minha buceta florecida, espalhou a porra sobre a minha bunda, com o pau ainda duro naquela área usada e gozada, mas ele ainda queria mais, e eu também... "Mostra essa bunda, mamãe"... ele deu dois tapas em cada nádega e umas palmadinhas na minha buceta ainda inchada... eu amava aquela sensação de puta e ele massageou a entrada da minha bunda, apoiou o pau fazendo uma leve pressão... "Vai, puta... relaxa e aperta essa bunda"... ele disse sem parar de fazer pressão. Eu fiz isso, apertava e soltava meu esfíncter já meio dilatado várias vezes, enquanto ele puxava meu cabelo pra perto dele e, com uma única estocada, enfiou o pau, arrancando um gemido que ecoou no quarto... ele entrou até o fundo e ficou lá, mexendo o quadril em círculos, minhas mãos agarradas nos lençóis, minha respiração acelerada e aquele pau dentro de mim causando uma dor intensa que logo virou uma onda de prazer que tirou o que tinha de mais puta em mim. "Me come, filho da puta!! Arrebenta minha bunda, papai... enche meu cu de porra, filho da puta!!!" "Isso, puta!! Vou arrebentar essa sua bunda de puta... Mmmm... assim, Luis, mais, mais, mais... me dá mais pau!! Pelo amor de Deus, filho da puta!! Como você come meu cu, buceta!!!" Ele se movia com frenesi, entrava e saía da minha bunda quente, eu sentia ele abrindo minha bunda, queimando minhas tripas com aquele pau lindo e cheio de veias, era lindo ter ele ali atrás, me comendo com força, sem piedade, apertando meus mamilos, causando uma dorzinha que não importava diante do tesão que eu tava... ele me comeu por um bom tempo pelo cu até avisar que ia me encher de porra... "Toma, puta, toma..." e descarregou dentro de mim mais uma quantidade de porra quente... ficou lá imóvel, me chamando de puta e dizendo como eu o excitava... saiu da minha bunda devagar. Me deitei de lado na cama, sentindo o cum dele querendo vazar. Ele se aproximou, me beijou e colocou a pica na minha boca... "Limpinha, sua putinha... lambe e limpa a pica que você vai comer toda vez que o Juan não estiver por perto..." Peguei, olhei nos olhos dele e comecei a limpar tudo, até as bolas, chupei e deixei tudo molhadinho... Depois ele me levantou na cama, fui pro banheiro, quando saí ele ainda tava pelado na cama, com o pau descansando na coxa. Me aproximei, acariciei e chupei por um bom tempo, pedi pra ele se deitar mais pra baixo e me ajoelhei na cara dele, colocando minha buceta na boca dele... "Agora chupa minha buceta, filho da puta, e a bunda dolorida também... enfia bem essa língua no meu cuzinho..." Comecei a me mexer na cara dele enquanto a língua dele comia toda a minha buceta e o cuzinho, dando pequenas mordidas no clitóris, mordia meus lábios e esticava os braços, uma mão indo pros meus peitos e a outra apertando meu pescoço... Eu me mexia descontrolada na cara dele, a língua dele transformava minha buceta em outro mar de sucos, até que comecei a me esfregar com vontade, gozando na boca dele até deixar todo meu néctar ali... Ele lambeu e beijou até eu sair de lá. Me deitei e nos beijamos como dois amantes. Ele se afastou, colocou um travesseiro debaixo da minha cintura, deixou cair saliva no pau dele e levou até minha buceta, assim me comeu com minhas pernas levantadas, segurando elas... Assim me comeu com gosto e, depois de um tempo, sempre assim, me encheu de cum, gozou dentro de mim até a última gota de sêmen... Deixou o pau dele lá dentro até sair sozinho... Saiu de lá e limpei de novo... Ficamos ali com alguns beijos... Depois ele se vestiu, eu coloquei só o roupão e acompanhei ele até a porta... No dia seguinte, mandei as fotos pro Juan... Quando o Juan voltou, convidamos o Luís pra jantar, já sabendo que o Luís tinha aliviado certos desejos... Bem, galera. Cumpri com vocês... Espero contar outra história em breve... Beijos.
2 comentários - Com antojos...