Há um tempo eu fantasiava com minha cunhada e finalmente aconteceu. Sabia que ela também não era indiferente a mim pelo jeito dela agir, ainda mais quando ficamos a sós, o jeito que ela fala, como anda e às vezes até como se toca. Ela é uma gostosa pra caralho, mas por razões óbvias nunca tinha tocado no assunto com ela até ontem à noite. Minha esposa saiu e ficamos sozinhos. Ela entrou no banho e sabia que eu tava olhando, deixou a porta entreaberta e pude apreciar visualmente uma mulherão. Um corpo perfeito, uns peitões lindos, uma cintura bem desenhada e um rabão que qualquer um queria ter. Quando ela ia sair, eu sentei na sala fingindo que tava vendo TV. Ela passou na minha frente e, por acidente, a toalha caiu, deixando todo aquele corpanzil à mostra. Ela falou: "Ah, desculpa" e se abaixou na minha frente.
Não aguentei mais e me joguei nela como um tigre na presa. Me ajoelhei e comecei a acariciar as coxas grossas dela, a beijar a bunda e, sem mais, mergulhei minha cara naquele rabão. Comecei a lamber cada pedaço da pele macia dela, igualzinho pele de bebê, e lambi cada cantinho dela até o mais escuro. Comecei a ver como a buceta dela tava escorrendo e queria provar aquele gosto que há tanto tempo eu tava afim. Passei minha língua por toda a buceta dela até achar aquele ponto que, quando você toca, elas começam a gemer mais forte. E foi assim. Beijei e lambi até ouvir aqueles gemidos que me excitavam pra caralho. Tava tudo pronto pra ser penetrada. Minha pica enorme esperava o momento. Levantei ela e carreguei, ela se agarrou na minha cintura com as pernas. Levei ela pro quarto, deitei ela na beira da cama e, quando eu ia meter toda a minha rola nela, ela me empurrou pra trás. Pensei na hora que ela tava se arrependendo do que tava rolando, mas de repente ela se ajoelhou na minha frente, me olhou, colocou minha pica na boca e falou: "Quero gozo". E começou a me chupar todinho, da cabeça até as bolas. Sentia a boca dela tão quente, sedenta de porra, que eu tava quase... Me chupou a pica toda, tão gostosa que quase me fez gozar antes disso acontecer. Levantei ela e agora sim ela disse: "Mete sua pica, quero ela toda". Comecei a penetrar ela, estava tão apertada como se não usasse há tempos. Enfiei meu troço todo até o fundo e adorava ouvir os gemidos entre dor e prazer. Sentia aquela buceta escorrendo. Apertei os peitos dela e dei uns tapas. Ela disse "mais forte" e eu bati mais forte. Peguei ela pelo pescoço e apertei firme, e as metidas de pica eram com mais força. De repente, senti um jorro enorme molhar meu peito. Ela tinha conseguido um squirt, aqueles que são a garantia do seu trabalho, porque a coca pode mentir, mas um squirt nunca. E vi como ela apertou os lençóis e contraiu as coxas. Era uma sensação fascinante. Continuei metendo minha pica na buceta dela e, de repente, outro jorro saiu de novo, como se tivesse uma pressão enorme, molhando tudo ao redor. De repente, ela disse: "Mete no meu cu". Algo que eu já tinha tentado com minha mulher, mas nunca conseguia porque doía demais. E ela tinha me pedido, então, sem pensar, tirei da buceta dela para meter no cu. Fui devagar, aos poucos, para não doer tanto e não acontecer o mesmo que com minha mulher. Já dentro, entrei e saí várias vezes, e ela gostava. Enquanto eu penetrava o cu dela, ela se tocava na buceta e enfiava os dedos dentro. Senti outro jorro, e a cara dela dizia tudo: estava feliz de ter minha pica no cu dela. E não parava de se mexer até que me fez gozar. Não aguentei mais e enchi o cu dela de porra. Os dois estávamos exaustos e nos deitamos um momento para pegar ar. Ela disse que preferia que eu tivesse gozado na cara dela, que gostava de ver os jorros saindo e que ajudava a suavizar a pele. Eu disse que na próxima vez jogaria tudo lá. Fim.
Não aguentei mais e me joguei nela como um tigre na presa. Me ajoelhei e comecei a acariciar as coxas grossas dela, a beijar a bunda e, sem mais, mergulhei minha cara naquele rabão. Comecei a lamber cada pedaço da pele macia dela, igualzinho pele de bebê, e lambi cada cantinho dela até o mais escuro. Comecei a ver como a buceta dela tava escorrendo e queria provar aquele gosto que há tanto tempo eu tava afim. Passei minha língua por toda a buceta dela até achar aquele ponto que, quando você toca, elas começam a gemer mais forte. E foi assim. Beijei e lambi até ouvir aqueles gemidos que me excitavam pra caralho. Tava tudo pronto pra ser penetrada. Minha pica enorme esperava o momento. Levantei ela e carreguei, ela se agarrou na minha cintura com as pernas. Levei ela pro quarto, deitei ela na beira da cama e, quando eu ia meter toda a minha rola nela, ela me empurrou pra trás. Pensei na hora que ela tava se arrependendo do que tava rolando, mas de repente ela se ajoelhou na minha frente, me olhou, colocou minha pica na boca e falou: "Quero gozo". E começou a me chupar todinho, da cabeça até as bolas. Sentia a boca dela tão quente, sedenta de porra, que eu tava quase... Me chupou a pica toda, tão gostosa que quase me fez gozar antes disso acontecer. Levantei ela e agora sim ela disse: "Mete sua pica, quero ela toda". Comecei a penetrar ela, estava tão apertada como se não usasse há tempos. Enfiei meu troço todo até o fundo e adorava ouvir os gemidos entre dor e prazer. Sentia aquela buceta escorrendo. Apertei os peitos dela e dei uns tapas. Ela disse "mais forte" e eu bati mais forte. Peguei ela pelo pescoço e apertei firme, e as metidas de pica eram com mais força. De repente, senti um jorro enorme molhar meu peito. Ela tinha conseguido um squirt, aqueles que são a garantia do seu trabalho, porque a coca pode mentir, mas um squirt nunca. E vi como ela apertou os lençóis e contraiu as coxas. Era uma sensação fascinante. Continuei metendo minha pica na buceta dela e, de repente, outro jorro saiu de novo, como se tivesse uma pressão enorme, molhando tudo ao redor. De repente, ela disse: "Mete no meu cu". Algo que eu já tinha tentado com minha mulher, mas nunca conseguia porque doía demais. E ela tinha me pedido, então, sem pensar, tirei da buceta dela para meter no cu. Fui devagar, aos poucos, para não doer tanto e não acontecer o mesmo que com minha mulher. Já dentro, entrei e saí várias vezes, e ela gostava. Enquanto eu penetrava o cu dela, ela se tocava na buceta e enfiava os dedos dentro. Senti outro jorro, e a cara dela dizia tudo: estava feliz de ter minha pica no cu dela. E não parava de se mexer até que me fez gozar. Não aguentei mais e enchi o cu dela de porra. Os dois estávamos exaustos e nos deitamos um momento para pegar ar. Ela disse que preferia que eu tivesse gozado na cara dela, que gostava de ver os jorros saindo e que ajudava a suavizar a pele. Eu disse que na próxima vez jogaria tudo lá. Fim.
1 comentários - Minha cunhada gostosa