Olá, pessoal! Quero começar a contar as experiências que tive. É meu primeiro post. Desculpem se tiver erros. Espero que gostem e vou valorizar os comentários de vocês. Essa história é real. Quando eu tinha 14 anos, estava no ensino médio e era apaixonado pela minha colega Vivi. Naquela época, ela era linda pra mim, me deixava louco. Cabelo castanho comprido, rosto bonito, olhos puxadinhos, uns peitões do caralho e uma raba que não ficava devendo nada. Um ano antes, eu tinha criado coragem e investido nela, mas levei um fora retumbante. Mas no ano seguinte, dei o estirão típico da adolescência. Meu corpo mudou daquele moleque magricela e altura mediana que não se destacava em nada pra um cara de um metro e oitenta, super treinado por causa do futebol, já que eu jogava no clube e no colégio a gente treinava separado pros Jogos Bonaerenses. Comecei a me destacar entre os outros. Fiquei mais popular entre as minas, recebia cartinhas ou até pedidos diretos pra ficar. Mas só isso. Beijos, mas até aí, e nunca virava namorado de ninguém. Eu esperava a Vivi, que ainda não me dava bola. Até que um dia fomos fazer um trabalho em grupo na casa de uma colega. A casa dela era enorme, com um terreno gigante, cheio de árvores na frente e no fundo. Parecia que a filha da puta morava numa floresta, kkk. A tarde foi normal. Terminamos o trabalho rápido e começamos a zoar entre a gente, rindo pra caralho. Éramos três caras e três minas. De repente, a Vivi sumiu. E a minha colega, a dona da casa, chegou perto de mim e falou que a Vivi estava sozinha no fundo, pra eu ir lá, e ainda piscou o olho. Meus amigos me incentivaram a chegar nela. Era minha chance. Fui pro fundo e lá estava a Vivi, deitada encostada numa árvore, na sombra. Era novembro e tava calor. Ela estava com o uniforme do colégio, com a saia típica de colegial. Fiquei uns instantes olhando pras pernas dela, que estavam cruzadas. Ela me olhou e... diz: -Que que cê tem, moleque?? Viu um duende??..- ela percebeu minha cara de punheteiro. -Quem dera fossem tão lindos quanto você...- fiz cara de engraçadinho. -Vem, idiota, senta aqui do meu lado na sombra. Obedeci e fui andando devagar, mesmo querendo correr pra perto dela. Sentei do lado e ela me encarou e disse: -Qual é a sua com a Mariana?? (Era outra colega que eu tinha pegado e só). -Nada, ué, por quê???.- Respondi surpreso. -Ah, porque ela diz que vocês tão namorando.- Ela me olhava séria. -Hahaha olha só, e eu nem fiquei sabendo. Mas e se eu tô saindo com ela, qual o problema?? Se foi você quem me deu um fora.. Respondi sem tirar os olhos dela. Eu tava começando a dominar a situação. Ela baixou a cabeça e deu um sorrisinho. Ficou vermelha. Então falei: -Sempre gostei de você e você sabe disso.- Levantei o rosto dela e beijei. A gente se levantou e eu encostei ela na árvore. Começamos a nos beijar com tudo. Língua pra dentro. Eu tava de bermuda de verão, do colégio. Tava durasso e encostava ela com tudo. Ela não falava nada. Vivi começou a suspirar fundo. A gente tava no fogo. Não aguentei e meti a mão por baixo da blusa e comecei a massagear aqueles peitos lindos que ela tinha. Ela pedia pra parar, que os outros colegas podiam estar olhando. Afrouxei e falei pra ela esperar. Fui até a casa e espiei por trás. Tava todo mundo vendo um filme na sala. Tinham esquecido da gente. Voltei pra Vivi e falei: fica tranquila que eles tão na deles. Começamos de novo com tudo, mas dessa vez levantei a blusa com sutiã e tudo e vi os peitos dela, grandes e brancos, com os mamilos grandes e rosados. Ainda lembro e fico duro. Fiquei olhando aquele espetáculo lindo e me afundei neles. Comecei a chupar com tudo. Ela gemia e me puxava pelos cabelos. Meti a mão na buceta dela e tava molhadíssima. Até que ela falou pra eu sentar. Sentei encostado na árvore e ela montou em cima de mim. Meu pau queria explodir. A gente continuou se beijando e meti a mão por baixo da saia e Acariciava toda a bunda dela. Ela tava de fio dental. Queria tirar, mas ela não deixava. Eu já não aguentava mais e queria comer ela. Ela começou a se mexer por cima de mim e esfregar a buceta dela no meu pau. Tudo por cima da roupa, ela não deixava eu baixar a bermuda. Continuou se mexendo, toda ofegante, até que parou de repente e suspirou fundo. Relaxou. Ela tinha gozado e eu nem sabia o que era. Continuamos nos beijando, mais calmos, e combinamos de continuar aquilo num lugar mais confortável. Ela sussurrou no meu ouvido: — Agora você vai ser só meu. De mais ninguém. Isso não acaba aqui. Ela me tinha na mão dela. Saí correndo pro banheiro da minha amiga e terminei sozinho o que a Viví tinha começado. Troquei a bermuda, que tava cheia de porra minha e dela. Os outros bateram palma e zoaram a gente, falando que éramos um casalzinho. Todo mundo riu. Eu tava no céu, cada vez mais perto de perder minha virgindade e com a mina que eu mais gostava. Não podia pedir mais… Continua…
Olá, pessoal! Quero começar a contar as experiências que tive. É meu primeiro post. Desculpem se tiver erros. Espero que gostem e vou valorizar os comentários de vocês. Essa história é real. Quando eu tinha 14 anos, estava no ensino médio e era apaixonado pela minha colega Vivi. Naquela época, ela era linda pra mim, me deixava louco. Cabelo castanho comprido, rosto bonito, olhos puxadinhos, uns peitões do caralho e uma raba que não ficava devendo nada. Um ano antes, eu tinha criado coragem e investido nela, mas levei um fora retumbante. Mas no ano seguinte, dei o estirão típico da adolescência. Meu corpo mudou daquele moleque magricela e altura mediana que não se destacava em nada pra um cara de um metro e oitenta, super treinado por causa do futebol, já que eu jogava no clube e no colégio a gente treinava separado pros Jogos Bonaerenses. Comecei a me destacar entre os outros. Fiquei mais popular entre as minas, recebia cartinhas ou até pedidos diretos pra ficar. Mas só isso. Beijos, mas até aí, e nunca virava namorado de ninguém. Eu esperava a Vivi, que ainda não me dava bola. Até que um dia fomos fazer um trabalho em grupo na casa de uma colega. A casa dela era enorme, com um terreno gigante, cheio de árvores na frente e no fundo. Parecia que a filha da puta morava numa floresta, kkk. A tarde foi normal. Terminamos o trabalho rápido e começamos a zoar entre a gente, rindo pra caralho. Éramos três caras e três minas. De repente, a Vivi sumiu. E a minha colega, a dona da casa, chegou perto de mim e falou que a Vivi estava sozinha no fundo, pra eu ir lá, e ainda piscou o olho. Meus amigos me incentivaram a chegar nela. Era minha chance. Fui pro fundo e lá estava a Vivi, deitada encostada numa árvore, na sombra. Era novembro e tava calor. Ela estava com o uniforme do colégio, com a saia típica de colegial. Fiquei uns instantes olhando pras pernas dela, que estavam cruzadas. Ela me olhou e... diz: -Que que cê tem, moleque?? Viu um duende??..- ela percebeu minha cara de punheteiro. -Quem dera fossem tão lindos quanto você...- fiz cara de engraçadinho. -Vem, idiota, senta aqui do meu lado na sombra. Obedeci e fui andando devagar, mesmo querendo correr pra perto dela. Sentei do lado e ela me encarou e disse: -Qual é a sua com a Mariana?? (Era outra colega que eu tinha pegado e só). -Nada, ué, por quê???.- Respondi surpreso. -Ah, porque ela diz que vocês tão namorando.- Ela me olhava séria. -Hahaha olha só, e eu nem fiquei sabendo. Mas e se eu tô saindo com ela, qual o problema?? Se foi você quem me deu um fora.. Respondi sem tirar os olhos dela. Eu tava começando a dominar a situação. Ela baixou a cabeça e deu um sorrisinho. Ficou vermelha. Então falei: -Sempre gostei de você e você sabe disso.- Levantei o rosto dela e beijei. A gente se levantou e eu encostei ela na árvore. Começamos a nos beijar com tudo. Língua pra dentro. Eu tava de bermuda de verão, do colégio. Tava durasso e encostava ela com tudo. Ela não falava nada. Vivi começou a suspirar fundo. A gente tava no fogo. Não aguentei e meti a mão por baixo da blusa e comecei a massagear aqueles peitos lindos que ela tinha. Ela pedia pra parar, que os outros colegas podiam estar olhando. Afrouxei e falei pra ela esperar. Fui até a casa e espiei por trás. Tava todo mundo vendo um filme na sala. Tinham esquecido da gente. Voltei pra Vivi e falei: fica tranquila que eles tão na deles. Começamos de novo com tudo, mas dessa vez levantei a blusa com sutiã e tudo e vi os peitos dela, grandes e brancos, com os mamilos grandes e rosados. Ainda lembro e fico duro. Fiquei olhando aquele espetáculo lindo e me afundei neles. Comecei a chupar com tudo. Ela gemia e me puxava pelos cabelos. Meti a mão na buceta dela e tava molhadíssima. Até que ela falou pra eu sentar. Sentei encostado na árvore e ela montou em cima de mim. Meu pau queria explodir. A gente continuou se beijando e meti a mão por baixo da saia e Acariciava toda a bunda dela. Ela tava de fio dental. Queria tirar, mas ela não deixava. Eu já não aguentava mais e queria comer ela. Ela começou a se mexer por cima de mim e esfregar a buceta dela no meu pau. Tudo por cima da roupa, ela não deixava eu baixar a bermuda. Continuou se mexendo, toda ofegante, até que parou de repente e suspirou fundo. Relaxou. Ela tinha gozado e eu nem sabia o que era. Continuamos nos beijando, mais calmos, e combinamos de continuar aquilo num lugar mais confortável. Ela sussurrou no meu ouvido: — Agora você vai ser só meu. De mais ninguém. Isso não acaba aqui. Ela me tinha na mão dela. Saí correndo pro banheiro da minha amiga e terminei sozinho o que a Viví tinha começado. Troquei a bermuda, que tava cheia de porra minha e dela. Os outros bateram palma e zoaram a gente, falando que éramos um casalzinho. Todo mundo riu. Eu tava no céu, cada vez mais perto de perder minha virgindade e com a mina que eu mais gostava. Não podia pedir mais… Continua…
3 comentários - Vivi, mí compañerita de colegio