Sabido que aqui na Argentina a quarentena POR CORONAVÍRUS foi quase totalmente suspensa dias atrás. E quando essa merda começou lá por março, fiquei dormindo na casa da minha gostosa de duas pernas Sandrita, comi gostoso e ela me convidou pra ficar na casa dela, e como não podia sair por causa da quarentena, fiquei. Agora quis voltar pro meu apartamento, tenho muita coisa lá. Mas claro, sair da casa da Sandri não ia ser assim tão fácil.
Avisei a doce que queria voltar. Ela tava de acordo, mas claro, por ela queria que eu ficasse pra sempre dando pra ela. Mas sugeri que ia visitar ela como antes, quando ela quisesse. E além disso, o melhor: "love, vou embora mas com sexo, topa?" "Siiim, meu love, vou ficar espetacular e você me come a noite toda". Respondi: "Nãooo, a noite toda sozinha não, o dia também". Aí ela pirou e o sim meio ofegante dela me deu vontade de meter.
Então planejamos tudo pra começar a maratona sábado passado, pedi pra ela vestir couro à noite, comprar frios, passar creme além de maquiada, tudo. E Sandrita me deu um dia perfeito do meu jeito. Começamos de manhã cedo, quando acordei bateu vontade, e assim que ela acordou fiquei passando a mão na camisola dela, nos mimamos e beijamos, ela ficou dura, apalpei ela, pedi pra tirar minha cueca, Sandrita tirou, chupou minha pica, tirou a calcinha dela e meti nela enchendo de porra em minutos. Depois lavamos e vestimos roupão, ela fez café da manhã com torradas e ao ver ela se mexendo na cozinha, e depois passando queijo e doce nas minhas torradas, quando terminou arrastei ela pra porta da geladeira, apalpei bem bunda, peitos e tudo, ela deixou tirando o roupão e assim que vi a calcinha dela apertei, puxei pra baixo e de pé penetrei ela com força esfregando e gozando porra grossa na bunda dela. Mano, quis na hora uma pela buceta, Sandri me levou pro sofá, e assim nua se abriu e depois de sentar em cima dela, coloquei dura e meti até gozar de porra nela.
De manhã, fiquei louco pensando na Silvia, vizinha de casa, que vou comer ela até na China, e despejei tudo na Sandrita. Fui no quarto dela, segurei ela, tirei o sutiã, baixei a calcinha e depois de enfiar, enchi ela de porra. No almoço, ela fez fiambre de entrada e canelones com molho branco, mais pudim, e me deixou tão doido que assim que terminamos, levei ela pra cama e antes da sesta, comi ela na buceta, no cu e na buceta de novo, não conseguia parar, ainda mais com os gemidos de prazer da Sandrita. Depois de acordarmos da sesta, ela veio com aquele papo de que queria porra porque tava com um pouco de fome. Nem perguntei se era porra de mercado, beijei ela toda, apalpei tudo, tirei o pau, me entreguei e mandei uma porra bem escorrendo e longa na boca dela, e ela engoliu gostoso. Depois, lanche com torradas de novo, fiquei louco vendo ela de moletom justinho, não deixei ela fazer as torradas, pulei em cima e comi ela contra a geladeira. E depois, quando ela fez e tirou o queijo branco, vi ela assim e apalpei de novo, comemos e, doido, arrastei ela de volta, ela tirou tudo louca, apertou bem meu pau e eu meti até gozar tudo que pude.
E o auge da nossa noite de despedida foi com jantar e ela forte e foda. Tomamos banho, perfumamos e nos vestimos, e a Sandrita colocou uma roupa de couro preta justa, meia-calça preta com renda e salto alto, bem maquiada e perfume forte, lábios vermelhos brilhantes, cabelo vermelho comprido, bijuterias, até creminho pras mãos. E ainda, como pedi, comemos sanduichinhos com ovo e muita maionese pra eu ficar de pau duro e firme a noite toda. Ficava louco vendo ela de couro, esses lábios e unhas vermelhas, e ainda passando maionese nos meus sanduíches. Depois, mais pudim e pra cama. Nada de brincadeirinha nem beijinho nem coisinha, tiramos tudo e jogamos no chão em dois segundos, a Sandrita chupou e amassou tudo, tirou minha cueca, tirou a calcinha fina dela, ficou de quatro e, depois de pular em cima dela, meti e dei forte de entrada, nem Sem suavidade nem nada, forte até deixar ela toda arrebentada. A Sandrita gemeu a plenos pulmões e, quando eu gozei jorrando esperma, ela curtiu e chupou engolindo igual uma louca. "Me dá amor, me dá, quero muito do seu leite, quero muita pica", ela dizia ofegante assim que eu terminei. OK, agarrei ela, meti, bati forte e gozei esperma pra caralho na buceta, depois no rabo, depois na calcinha dela. A Sandrita me beijou e disse que agora sim eu ia me levar pra casa. Como resposta…
Mais uma fodida. Ela não queria, eu quis do mesmo jeito. Segurei ela, passei bem as mãos por todo o corpo, ela pedia que não aguentava mais e que tava doendo a buceta e o rabo. Eu nem liguei, apalpei e chupei, arranquei a calcinha dela, joguei ela na cama, comi gostoso e gozei esperma em jorros de novo, e mesmo sem querer, ela gostou e gozou bem. E assim fechamos meses de amor, esperma e fluxo dela à louca. Foi assim que me despedi, lembrando que quando ela quisesse, eu dava de novo. Ela me beijou na boca por um tempão, me levou pra casa vestida normal e assim fechei meses de sonho. Com minha gostosa Sandrita na casa dela, uma história de pica e buceta pra caralho, mais do que de amor.
Avisei a doce que queria voltar. Ela tava de acordo, mas claro, por ela queria que eu ficasse pra sempre dando pra ela. Mas sugeri que ia visitar ela como antes, quando ela quisesse. E além disso, o melhor: "love, vou embora mas com sexo, topa?" "Siiim, meu love, vou ficar espetacular e você me come a noite toda". Respondi: "Nãooo, a noite toda sozinha não, o dia também". Aí ela pirou e o sim meio ofegante dela me deu vontade de meter.
Então planejamos tudo pra começar a maratona sábado passado, pedi pra ela vestir couro à noite, comprar frios, passar creme além de maquiada, tudo. E Sandrita me deu um dia perfeito do meu jeito. Começamos de manhã cedo, quando acordei bateu vontade, e assim que ela acordou fiquei passando a mão na camisola dela, nos mimamos e beijamos, ela ficou dura, apalpei ela, pedi pra tirar minha cueca, Sandrita tirou, chupou minha pica, tirou a calcinha dela e meti nela enchendo de porra em minutos. Depois lavamos e vestimos roupão, ela fez café da manhã com torradas e ao ver ela se mexendo na cozinha, e depois passando queijo e doce nas minhas torradas, quando terminou arrastei ela pra porta da geladeira, apalpei bem bunda, peitos e tudo, ela deixou tirando o roupão e assim que vi a calcinha dela apertei, puxei pra baixo e de pé penetrei ela com força esfregando e gozando porra grossa na bunda dela. Mano, quis na hora uma pela buceta, Sandri me levou pro sofá, e assim nua se abriu e depois de sentar em cima dela, coloquei dura e meti até gozar de porra nela.
De manhã, fiquei louco pensando na Silvia, vizinha de casa, que vou comer ela até na China, e despejei tudo na Sandrita. Fui no quarto dela, segurei ela, tirei o sutiã, baixei a calcinha e depois de enfiar, enchi ela de porra. No almoço, ela fez fiambre de entrada e canelones com molho branco, mais pudim, e me deixou tão doido que assim que terminamos, levei ela pra cama e antes da sesta, comi ela na buceta, no cu e na buceta de novo, não conseguia parar, ainda mais com os gemidos de prazer da Sandrita. Depois de acordarmos da sesta, ela veio com aquele papo de que queria porra porque tava com um pouco de fome. Nem perguntei se era porra de mercado, beijei ela toda, apalpei tudo, tirei o pau, me entreguei e mandei uma porra bem escorrendo e longa na boca dela, e ela engoliu gostoso. Depois, lanche com torradas de novo, fiquei louco vendo ela de moletom justinho, não deixei ela fazer as torradas, pulei em cima e comi ela contra a geladeira. E depois, quando ela fez e tirou o queijo branco, vi ela assim e apalpei de novo, comemos e, doido, arrastei ela de volta, ela tirou tudo louca, apertou bem meu pau e eu meti até gozar tudo que pude.
E o auge da nossa noite de despedida foi com jantar e ela forte e foda. Tomamos banho, perfumamos e nos vestimos, e a Sandrita colocou uma roupa de couro preta justa, meia-calça preta com renda e salto alto, bem maquiada e perfume forte, lábios vermelhos brilhantes, cabelo vermelho comprido, bijuterias, até creminho pras mãos. E ainda, como pedi, comemos sanduichinhos com ovo e muita maionese pra eu ficar de pau duro e firme a noite toda. Ficava louco vendo ela de couro, esses lábios e unhas vermelhas, e ainda passando maionese nos meus sanduíches. Depois, mais pudim e pra cama. Nada de brincadeirinha nem beijinho nem coisinha, tiramos tudo e jogamos no chão em dois segundos, a Sandrita chupou e amassou tudo, tirou minha cueca, tirou a calcinha fina dela, ficou de quatro e, depois de pular em cima dela, meti e dei forte de entrada, nem Sem suavidade nem nada, forte até deixar ela toda arrebentada. A Sandrita gemeu a plenos pulmões e, quando eu gozei jorrando esperma, ela curtiu e chupou engolindo igual uma louca. "Me dá amor, me dá, quero muito do seu leite, quero muita pica", ela dizia ofegante assim que eu terminei. OK, agarrei ela, meti, bati forte e gozei esperma pra caralho na buceta, depois no rabo, depois na calcinha dela. A Sandrita me beijou e disse que agora sim eu ia me levar pra casa. Como resposta…
Mais uma fodida. Ela não queria, eu quis do mesmo jeito. Segurei ela, passei bem as mãos por todo o corpo, ela pedia que não aguentava mais e que tava doendo a buceta e o rabo. Eu nem liguei, apalpei e chupei, arranquei a calcinha dela, joguei ela na cama, comi gostoso e gozei esperma em jorros de novo, e mesmo sem querer, ela gostou e gozou bem. E assim fechamos meses de amor, esperma e fluxo dela à louca. Foi assim que me despedi, lembrando que quando ela quisesse, eu dava de novo. Ela me beijou na boca por um tempão, me levou pra casa vestida normal e assim fechei meses de sonho. Com minha gostosa Sandrita na casa dela, uma história de pica e buceta pra caralho, mais do que de amor.
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