O que se supõe que uma mulher deve fazer quando começa a sentir atração pelo melhor amigo, por aquele que ela sempre considerou como um irmão desde criança... No post anterior, contei que me desenvolvi cedo. Quando entrei no ensino médio, já tinha peitos grandes e, por causa dos exercícios que fazia, tinha uma bunda boa. Meus colegas me seguiam igual cachorros pra todo lado, e as minhas colegas ou me odiavam ou falavam comigo porque eu era gostosa. Só tinha um amigo, um amigo que esteve comigo durante toda a minha infância. Éramos vizinhos, então convivemos a vida inteira, e enquanto os outros caras se impressionavam com meus peitos, ele não, porque ele me viu crescer e achava normal. Isso eu gostava. Ele me apoiava naqueles momentos. Foi então que eu gostei de um cara mais alto do que eu, mas, pra ser sincera, ele era um completo idiota. E não tô falando do jeito dele, não, ele era um burro mesmo, não sabia nem multiplicar. Mas a gente, mulher, às vezes é trouxa pra essas coisas. Do dia pra noite, ele já era meu namorado. A gente ficou saindo por um mês, até que ele disse que queria ver meus peitos. Eu disse que sim, não tinha medo. Sempre fui precoce, e por causa da minha infância, me acostumei com sexo. Mas ainda era virgem. Ele pediu pra eu encontrá-lo atrás do auditório, e lá a gente se viu. A gente se beijou por um tempão, e pouco depois ele começou a apalpar meus peitos. Naquele dia, a gente tava de uniforme esportivo. Só precisei levantar a camiseta, e ele abaixou meu sutiã. Sem que eu percebesse, os amigos dele saíram do nada e me viram. Me senti usada. Saí correndo dali, fui direto pro banheiro. Nunca tinha passado por isso. Me senti usada e com medo. Comecei a chorar de impotência. Ele tinha planejado tudo, só queria ver e tocar meus peitos. Fiquei três dias sem ir pra escola. Meu melhor amigo me perguntou o que tinha acontecido, ele já desconfiava. Nunca escondo nada dele, então contei. Nunca imaginei o que ele faria. Nem vi ele durante o fim de semana. Tipo, isso aconteceu na terça, e eu contei pro meu melhor amigo na quinta. Na segunda-feira, chegando na escola, fiquei sabendo que meu melhor amigo tinha sido suspenso por uma semana inteira. Acontece que na sexta, no horário do recreio, ele bateu no meu ex-namorado e nos amigos dele. Me mostraram fotos e vídeos, ele sozinho deu conta dos cinco. Na hora que vi os vídeos, do nada, senti uma coisa muito gostosa. Ele tinha me protegido, e foi ali que um fogo intenso começou a brotar entre minhas pernas. Fiquei o recreio inteiro no banheiro, não aguentava mais um segundo, estava me masturbando. Comecei com meu clitóris, fazendo massagens circulares, enquanto com a outra mão acariciava meus peitos. Sabia que precisava enfiar alguma coisa. Tinha um batom na minha bolsa, usei sem limites, enfiei tanto que numa dessas achei que ia perder ele. Minha boca já estava brincando com meus peitos, ainda não alcançava bem meus bicos, mas pelo menos sentia minha língua lambendo meu peito. Ao sair, encontrei uma colega. Fiquei com muita vergonha, tinha gemido e não sabia se ela tinha ouvido. — Fica tranquila, não ouvi nada — ela disse tão gentil que me fez corar. Saindo da escola, corri pra casa do meu melhor amigo pra xingar ele primeiro e depois abraçar. No meio do abraço, percebi que queria mais. Apertei ele mais contra mim pra que meus peitos se espremessem no peito dele. Não sabia o que dizer, mas sabia que estava muito excitada. Fiquei assim a semana inteira. Percebi que tinha me apaixonado por ele e queria transar com ele. Não queria contar, tinha medo que ele dissesse que não e acabasse com nossa amizade. Mas não aguentava mais. Então aproveitei que não tinha ninguém na minha casa pra levar ele. Quando entramos, falei que ia tomar um banho rápido. Queria excitá-lo. Passei na frente dele com uma toalha pequena que mostrava muito minhas pernas, mas ele não fez nada (às vezes os homens são muito idiotas pra indiretas). Então fingi que a toalha caiu. Um dos meus peitos escapou e vi a cara dele, literalmente ele engoliu saliva, mas deixei ele com vontade. Entrei no banho. banho e quando saí, ele já não estava mais na sala. Pensei que tinha ido embora por causa do que aconteceu, mas não. Quando entrei no meu quarto, ele estava cheirando minha calcinha... — ah, deus, desculpa — ele gritou igual um louco, quase caiu de vergonha. Eu me aproximei dele e joguei minha toalha na frente dele — queria que você fizesse isso, te desejo e quero você dentro de mim — falei de um jeito sedutor enquanto ele olhava fixo pras minhas tetas. Ele sabia que era errado, eu era quase como uma irmã pra ele, mas a gente não conseguia se segurar. De repente, ele já tava me beijando, eu tirei a roupa dele toda. Enquanto tirava a camiseta dele, beijava o pescoço dele, mas já não aguentava mais, precisava ver o pau dele. Então fui descendo devagar, beijando o pescoço, o peito, o mamilo, a barriga. Desabotoei a calça dele e ele tirou. Quando vi o pau dele pela primeira vez, percebi que era grande. Coloquei na minha boca, tinha um gosto bom. Começou a sair umas gotinhas e eu engolia tudo, depois de saborear. Chupei ele por uns 10 minutos até ele mandar parar e me jogou na cama. Abriu minhas pernas e começou a me chupar. Era tão gostoso, a língua dele dentro de mim, sentia ele puxar meus lábios maiores e menores. Era uma delícia, e mesmo com a boca ocupada, ele começou a massagear minhas tetas com tanta vontade e tesão que eu gozei só com aquela massagem. Ele sabia como tratar uma mulher. Falei pra ele meter assim mesmo, mas ele insistiu em usar camisinha. Então saí correndo do meu quarto pro da minha mãe — ela sempre tem camisinhas, não ia perceber se eu pegasse algumas. Ajudei ele a colocar a camisinha e aí começou a ação. Ele foi metendo, uma vez e outra, sentia ele me rasgando aos poucos. Me levantou no colo e começou a entrar ainda mais fundo. Deus, naquele momento eu entendi. A gente tinha só 12 anos e já tava fazendo aquilo. Só 12 anos e meu melhor amigo com o pau dele dentro da minha buceta. Mas eu gostava, me excitava e falava pra ele, falava que queria mais. queria mais fundo ou mais forte, de repente minha buceta explodiu, senti meus sucos jorrarem. Dei um gemido alto e me senti aliviada, ele tirou o pau pra eu descansar e percebi que ele ainda não tinha gozado, então montei em cima dele e tirei a camisinha. Na época não sabia como chamar aquilo, mas hoje sei: fiz um espanhol. Ele tava exausto, tinha me comido por 30 minutos, mas eu queria o leite dele, então não parei. O pau dele tava no meio dos meus peitos e fui dando mais e mais prazer, até que ouvi um gemido baixinho e todo o sêmen dele jorrou de uma vez. Parte caiu no meu rosto, eu amei e provei, tinha um gosto tão gostoso que comi tudo. Depois daquele dia, entendemos que só devemos ser melhores amigos, mas se eu quiser uma rola boa ou ele uma buceta, é só a gente se ver e pronto. Foi minha primeira vez, mas dali em diante meus hormônios despertaram de vez...
2 comentários - Minha primeira vez foi assim.