Historia Con el compañero de papá

O que vou contar não é muito conhecido, mas vale a pena compartilhar.

Faz alguns anos, eu tinha 17 anos e morava com meus pais numa casa legal. Meus pais quase sempre estavam fora. Meu pai trabalhava num banco conhecido e minha mãe cuidava da minha avó na casa dela. Eu ficava sozinho boa parte do dia.

Sempre fui um cara meio tímido, mas naquela idade os hormônios estavam a mil. Eu via muito pornô, ficava fantasiando com os pedreiros e o jardineiro (teve história) que iam lá em casa. Sempre ficava olhando eles da janela e imaginando como seria tocar num cara mais velho. Eu curtia caras maduros.

Um dia fiquei sozinho em casa e tava vendo um vídeo pornô de maduros. Tava tão excitado que não aguentava mais.

No meio da punheta, toca a campainha. No nervosismo do momento, peguei um short branco bem curto e coloquei rápido, esquecendo até a cueca.

Lembro que tava um calor do cão, era verão, tipo 14h. Fui até a porta e perguntei quem era. Ele disse: "Sou eu, Marcelo. Teu pai tá?". Abri a porta e era um colega do meu pai, com uma camiseta molhada de suor e um short de ginástica bem colado no corpo. Eu, todo excitado, e um cara de uns quarenta anos se apresentando assim na minha frente. Tremendo, eu disse que meu pai não tava, mas que já ia voltar, e perguntei se ele queria esperar. Ele disse que sim, convidei ele pra sentar e ofereci algo gelado pra beber.

— Tá um calor, né? — perguntei, enquanto olhava pra virilha dele, onde dava pra ver o volume marcando. — É, calor demais — ele respondeu. Eu não parava de olhar, acho que ele percebeu. Eu curtia o corpo dele, meio cheinho, pernudo, e dava pra ver os pelos da barriga saindo pela camiseta molhada.

Perguntei o que ele tava fazendo por ali, e ele disse que vinha da academia e passou pra resolver uma coisa do trabalho com meu pai.

Ele me perguntou se eu tinha namorada. Eu disse que não, e ele falou: — A gente tá igual então. Me separei da minha mulher faz uns cinco meses. Aí ele solta: — "Você sabe como é a gente, né, homem?". Eu respondi que não sabia do que ele tava falando. Ele disse: — "Que a gente precisa sempre de alguém pra se aliviar, ainda mais... Ele me dizia que na academia tinha umas gurias gostosas, que não parava de olhar pra elas mas que não era nada. Falava dessas minas enquanto ajustava o volume lá embaixo, eu tava toda trêmula, com vontade de pular nele na hora mas com medo.

Aí me levantei pra buscar mais água gelada pra oferecer. O Marcelo se levantou pra olhar pela janela, quando abro a geladeira, por um espelho percebi como ele olhou minha bunda. Eu, gordinha bunduda com aquele shortinho branco justo sem nada por baixo, tava com vergonha. E ainda por cima lembrei que tinha passado saliva na bunda mais cedo. Tava com medo que desse pra ver o molhado ali.

Então o amigo do meu pai sentou e perguntou: "Vai demorar muito teu pai?" Ajeitava o volume e me encarava. Aí eu disse que ligaria pra ele pra perguntar. Então fui, me abaixei bem pra marcar a bunda (queria ver se ele olhava de novo), peguei o telefone e liguei pro papai. Ele tava me olhando e dava pra ver a virilha inchando.

Minhas pernas tremiam, não de medo mas de estar excitada e um tarado daqueles, suado, sedento por bunda, me encarando.

Meu pai atende e diz que vai atrasar mais umas horas porque tinha que passar na casa da vovó pra buscar a mamãe, que dissesse pro Marcelo que amanhã conversavam no trabalho.

Quando terminei de falar com papai, olhei pro Marcelo e ele tava olhando o notebook. Tinha esquecido de fechar a página pornô que tava vendo. Deu uma vergonha. Ele me olhou e disse: "Então você gosta de homens?" Olhei pra ele e disse que só tava olhando por curiosidade.

Perguntou se eu gostava de homens mais velhos. Pedi por favor pra não contar nada pro meu pai. Ele disse que seria um segredo, que ficasse tranquila. Então perguntou o que meu pai tinha dito, e eu disse que ia demorar.

- Bom, posso esperar com boa companhia. "Acabei de olhar tua bunda" "Marca bastante" ele disse. Olhei pra ele com um sorriso nervoso.

Me sentei no sofá. Ele se levantou e se aproximou, quase colado em mim. Na minha frente, com o volume marcado na altura do meu rosto,
Eu podia sentir aquele cheiro de macho, de suor, de pelos, estava morrendo de vontade.
Então o Marce me disse: "Pra que ver pornô se você pode ver isso?", e abaixou o short. Tinha o pau duro, as veias marcadas, úmido de pré-gozo, cheirava gostoso.

Ele se aproximou e passou ele pelos meus lábios, hidratando com aquele líquido que mostrava a falta de sexo na vida dele. Eu agarrei e comecei a chupar o pau dele, o mundo tremia pra mim, estava tocando num pau pela primeira vez, de um cara grandão e cheio de tesão.
"Você gosta, safado?", ele me dizia enquanto gemia como um macho.

Depois ele me levantou, me fez agachar, abaixou meu short e começou a tocar minha bunda. "Mm, bebê, você tá com o cu molhado, estava se tocando?", ele perguntou. Eu disse que sim, então ele começou a cheirar minha bunda e a tocar o próprio pau, começou a chupar meu cu, movia a língua de um jeito incrível, os sons que a boca dele fazia ao beijar meu ânus me excitavam. O pau dele não parava de pingar pré-gozo.

Foi aí que ele meteu um dedo daquelas mãos grandes e grossas e me fez gemer. "Você gosta de como eu te toco?", ele perguntava. Eu, nervoso, mas curtindo, não dizia nada. Ele beijava minhas pernas porque me via nervoso.

Então ele pegou o pau cheio de pré-gozo e encostou no meu cu. O pau dele estava tão molhado e eu tão excitado que entrou como se eu já tivesse tido mil experiências. Me dava mais tesão ouvir ele gemer.

Ele se movia suave enquanto apertava meus quadris, me levando em direção ao púbis dele. Eu estava muito excitado, peguei a cueca dele e coloquei no nariz enquanto ele me comia. "Sente meu cheiro, safado, vai, como você me dá tesão", ele me dizia. Ele mexia e mexia até gozar dentro. Eu sentia uma sensação tão quente por dentro, o cara estava muito cheio.

Ele acabou e continuou se movendo. "Me sente, que bunda linda você tem", ele me dizia, continuando a me foder, dessa vez de lado no sofá. Minha bunda doía, mas eu não conseguia parar. Tinha espuma entre minhas pernas do tanto que a porra batia. Ele me segurava forte com aquelas mãos grandes da cintura e o cara me comia, um macho terrível.

Num momento ele parou e me disse: tenho mais porra pra você, quero que experimente, topa? Ele falou. Olhei nos olhos dele e disse sim balançando a cabeça, nem conseguia falar de nervoso. Ele me colocou de joelhos, pegou no pau branco de espuma e começou a se masturbar até jorrar porra nos meus lábios, uma porra bem branca e quente que escorria pelos meus lábios, fazia uma cascata pelo meu peito, barriga, e terminava no meu pau. O cara tinha gozado feito um novato.

Pegou a roupa, vestiu e disse que ia embora. Eu fiquei jogado no sofá quase sentindo o cheiro dele na superfície.

Não sei como aguentei uma foda tão violenta. Pedi que por favor não contasse pra ninguém e ficou entre nós. Foi uma experiência muito quente.

Naquela época não tinha celular, não tive contato com ele. Tempo depois perguntei sobre ele pro meu pai e descobri que o que ele tinha que contar pro meu pai era que ia sair do país, por trabalho. Sei que mora na Espanha, é casado, passaram anos e não soube mais dele. Foi uma aventura gostosa.

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7 comentários - Historia Con el compañero de papá

me encantooo mi sueño escribanme 3382441958 cualquier edad
mgm67 +1
Que linda historia... muy excitante y no hay nada mejor que un macho maduro para que te coja... van 10pts
Uff que bueno relatas, espero leerte mas... 10 puntos para vos
galo582 +1
Me encantó tu relato!!!
Gracias 😉
galo582 +1
@XMuchachonx esperaré más historias o relatos! Éste fue muy bueno!!! X eso, dejo puntos!
@galo582 me falta contar algunas historias de pendejo