Con la mama de mi amigo en la playa 3

Última parte do lindo relato de por aí

Quando acordei de novo, já passava da 1 da tarde e, mais do que a falta de sono, o que me acordou foi o cheiro de álcool que Mario e Gollo exalavam. Levantei, fui até a cozinha, e lá estava Verónica com uma minissaia que mal cobria aquela bunda abençoada e uma blusinha que deixava a barriga de fora e só escondia os peitos lindos dela. Cumprimentei ela com um beijo profundo, óbvio, sem perder a chance de apertar aquela bunda que me mata. A gente tava nessa quando sinto alguém se aproximando da cozinha; larguei Verónica na hora e fingi que tava procurando algo na geladeira. Eram Mario e Gollo, que vinham com uma cara de quem viu o diabo.

— Parece que a festa foi boa ontem à noite…
— Sim, mãe, você nem imagina… Podia dar pra mim e pro Mario um remédio pra dor de cabeça?

Verónica, como a boa mãe que é, foi correndo buscar um remédio no quarto dela. Quando voltou, ficou mais séria e disse pros dois que, pra não dedurar eles — o Mario pros pais dele e o Gollo pro pai, que parecia ser bem severo —, eles tinham que fazer as compras do supermercado. Eles não tiveram escolha e aceitaram. Além disso, parecia que eu ia ter minha dose matinal de sexo. Além de dar uma bronca no Gollo e no Mario, Verónica começou a me elogiar porque eu tinha me comportado como um cavalheiro (o que me fez duvidar se ela tava falando do meu comportamento com bebida ou com ela… hehehehe…)

Bom, depois que os dois tomaram banho e se recuperaram um pouco da ressaca da noite anterior, pegaram as chaves do carro, um dinheiro e foram embora. Eu já tava com a pica dura e fui direto pra onde Verónica estava. Já na cozinha, comecei a massagear os peitos dela por cima da blusinha. Tirei a calcinha dela e, enquanto beijava ela, enfiava o dedo na buceta. A gente já tava esquentando quando um celular começou a tocar. Ela parou e foi pro quarto buscar o celular. Eu pensava: até que meu interior, o azar que eu tinha, além de querer matar o chato que tinha a brilhante ideia de ligar bem na hora errada.

Enquanto eu me aproximava do quarto da Verônica, ouvia ela dizer:
que pena que você não pode vir…

Isso me fez lembrar que já era sexta-feira e o marido da Verônica deveria chegar naquela noite, mas pelo visto não poderia vir porque surgiu um problema no trabalho e ele teria que trabalhar o fim de semana inteiro. Enquanto ela falava, tive uma ideia safada. Me aproximei da Verônica, levantei a blusa dela e tirei o sutiã. Comecei a lamber os peitos dela, fazendo círculos ao redor dos mamilos, e ela começou a respirar de forma entrecortada. Já mais animado, fui descendo pela barriga dela, passando pelo umbigo, tirei a saia e comecei a lamber a buceta dela, que já estava bem molhada. Enquanto isso, ela continuava falando com o marido, segurando os gemidos. Quando ela não aguentou mais, gozou soltando um gemido de prazer que acordaria até um morto. O marido dela, assustado, perguntou:
o que foi??.. Você tá bem???
Sim, sim, tô bem, só derrubei o pote de café no meu pé.

Bom, depois disso ela fez de tudo pra terminar logo a conversa com o marido. Assim que largou o celular de lado, começou a gritar comigo:
me penetra logo, não aguento mais, sou sua puta, por favor…

Obviamente, eu não fiz questão de esperar. Coloquei meu pau na entrada da buceta dela e enfiei de uma vez. Fiquei alguns segundos lá dentro, enquanto mordiscava os mamilos e massageava os peitos dela, e ela começou a cavalgar. Quando já não era o suficiente, comecei a meter com força. Pelo que vi, ela gozou umas duas vezes. Quando eu estava prestes a gozar dentro dela, me retirei, virei ela de costas e enfiei o pau no cu dela. Ela soltou um grito de dor que acho que deu pra ouvir no país inteiro. Fiquei parado lá dentro pra ela se acostumar, enquanto enfiava três dedos na buceta palavra: buceta pra ela começar a ficar excitada. Depois de uns dois minutos, comecei a cavalgar, e ela trocou os gritos de dor por gemidos de prazer. Ela pedia cada vez mais. Aí levantei ela e fiz ela ficar de quatro. Calculo que ela deve ter gozado umas duas vezes enquanto eu tava metendo no cu dela. Tava quase gozando dentro do cu dela quando tirei a pica, virei ela e gozei nos peitos, na boca e na cara dela. Mas deixei uns jatos pra usar a palavra: buceta. Resumindo, deixei ela toda cheia de porra. Ela se levantou e começou a chupar minha pica até limpar. Mas não parou por aí, continuou até eu ficar duro de novo, e falou:
Mete onde você quiser…
Depois de hesitar um pouco, escolhi o cu dela de novo, porque adorava gozar dentro. Aqui não aguentei muito e gozei no cu dela, enchendo as entranhas de porra. Até saía porra do cu dela. Depois de uns minutos, me afastei e fiquei olhando pra ela. Parecia uma puta de verdade, toda lambuzada de porra.
Fui tomar um banho pra me limpar. Não tinham passado nem cinco minutos quando ela entrou no banheiro, entrou no chuveiro e falou:
Faltou você gozar dentro da minha usar a palavra: buceta…
Aí eu sorri. Encostei ela na parede do chuveiro e comecei a meter a pica na usar a palavra: buceta. Percebi que ainda tava escorrendo porra do cu dela. Isso me excitou mais e comecei a meter com mais força até gozar dentro da usar a palavra: buceta. Ela saiu da minha pica e chupou até ficar bem limpa. Depois ela lavou o corpo todo, porque tava cheia da minha porra por todo lado, e foi embora. Aí terminei de me lavar e quando saí do banheiro, o Mario e o Gollo já estavam em casa. Me vesti e fui almoçar. Quando terminamos, a Verônica disse que ia tirar uma soneca, porque tinha trabalhado muito de manhã, e me olhou. Nós decidimos ir pra praia.
Lá, encontramos os caras do dia anterior, e claro que a Nicole estava lá, me Cumprimento com um beijo gostoso na boca, o que me surpreendeu porque a gente nunca tinha se beijado na frente de outras pessoas. Nisso, ela estava com um biquíni azul minúsculo, que destacava os peitos, a bunda e a buceta dela pelo tecido, que ainda contrastava com a pele bronzeada. Subiu de imediato. Ainda bem que não fizeram muitos comentários sobre minha "relação" com a Nicole, porque a conversa ficou mais no estado etílico dos meus amigos no dia anterior. Depois de um tempo, a Nicole falou pra gente nadar junto. Óbvio que aceitei na hora, já que não ia perder a chance de passar a mão nela. Quando estávamos longe o bastante pra ninguém ver, comecei a esfregar os peitos dela por cima do biquíni. Ela começou a dar uns gemidinhos de prazer, e pra disfarçar um pouco, eu beijava ela enquanto descia uma mão até a buceta dela. Comecei a acariciar por cima do biquíni, depois meti a mão dentro do biquíni e comecei a enfiar um dedo na buceta dela, e ela começou a arquear o corpo todo. Enfiei dois dedos na buceta dela e comecei a punhetar ela até sentir que ela gozou nos meus dedos. Ela caiu rendida em cima de mim. Me deu um beijo profundo e disse que à noite ia me dar uma surpresinha. Voltamos pra onde estavam os outros e, depois de um tempo, fomos de volta pra casa. Comemos alguma coisa, tomamos banho e fomos pro cassino da cidade, porque tínhamos combinado de nos encontrar lá. Depois de alguns minutos, a Nicole chegou com as amigas e a gente ficou umas horas jogando até que, de repente, ela me convidou pra casa dela, porque queria retribuir o que rolou na praia, e a gente ia aproveitar que a casa dela tava vazia, já que ela era filha única e os pais tinham ido jantar na casa de uns amigos. Quando chegamos na casa dela, agarrei a bunda dela e comecei a beijar. A gente começou a se despir. Quando estávamos pelados, ela me jogou em cima da cama do quarto dela e, depois de um tempo, nos besando, ela começou a me bater uma punheta, até que boa pra ser a primeira vez dela, depois enfiou meu pau na boca dela. Depois de um tempo, virei ela e comecei a lamber a buceta dela, que já tava molhada. Ficamos na posição 69. Ficamos nisso até ela gozar na minha boca. Perguntei se ela tinha certeza que queria que eu tirasse a virgindade dela naquele momento, e ela respondeu que sim. Dito isso, comecei a massagear os peitos dela e chupar os mamilos pra ela esquentar de novo. Quando notei que ela já tava gemendo, coloquei meu pau na entrada da buceta dela. Comecei a empurrar até sentir que bati numa coisa um pouco mais firme. Perguntei se ela tava pronta, e ela balançou a cabeça que sim. De novo, comecei a chupar os mamilos dela. Depois de uns momentos, enfiei meu pau de uma vez, senti que rompi alguma coisa dentro dela, ela deu um grito de dor. Deixei meu pau dentro dela pra ela se acostumar. Sentir as paredes apertadas da buceta dela em volta do meu pau era realmente uma delícia. Aí comecei a meter devagar. Parei um momento e vi que tinha uns fiozinhos de sangue nas coxas dela. Comecei de novo a massagear os peitos dela pra ela esquentar e ditar o ritmo. Ela começou a se mexer devagar e o que no começo eram gritos de dor, viraram gemidos de prazer. Depois coloquei ela em cima de uma mesa que tinha no quarto dela e pus as pernas dela nos meus ombros e comecei a penetrar ela, agora a penetração era total e ela parecia estar adorando, porque ela gritava pra mim: Não para, me dá mais, sim, sim, sim, aaahhhh, ahhhhh… Depois de sentir que ela gozou uma vez, comecei a meter com mais força. Quando ela tava gozando pela segunda vez, eu também gozei dentro dela. Tirei meu pau e vi que ele tava cheio de porra e sangue. Fui no banheiro, me limpei e voltei pra tirar a virgindade do que faltava… o cu dela. Mandei ela ficar de quatro e comecei a chupar a buceta dela. Quando ela tava quente de novo, enfiei de uma vez no cu dela. palavra: buceta. Dessa vez ela não sentiu nada. Fiquei um tempo assim até que parei. Ela me perguntou:
- O que foi??? Por que você parou????
Eu disse: - é que quero experimentar por esse outro lado - enquanto massageava a bunda dela
é que dizem que por aí dói muito
Depois de ficar uns minutos convencendo ela. Ela topou com a condição de que se ela dissesse pra parar, eu teria que parar na mesma hora. Bom, na mesma posição comecei a chupar o cu dela, enquanto enfiava um dedo na buceta dela. Fiquei nisso até que o cu dela tava bem dilatado. Me endireitei, coloquei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela, já tinha dois dedos dentro da buceta dela. Enfiei meu pau de uma vez no cu dela. Ela deu um grito de dor enorme, enquanto pedia pra eu parar, por favor, que tava doendo muito, etc…
Eu não liguei e comecei a enfiar quatro dedos na buceta dela, ainda com meu pau no cu dela. Ela começou a gemer de novo, e eu parei as carícias na buceta dela e comecei a meter devagar no cu dela. Ela gritava:
Por favor para, tá doendo, por favor…
Não liguei e continuei. Conforme aumentava o ritmo, ela trocava os gritos de dor por gemidos de prazer, mas esses eram muito mais desenfreados que os da Verônica. Seguimos assim até que ela gozou pelo menos umas 3 vezes e eu gozei dentro do cu dela. Ela se virou e engoliu os restos de sêmen que ficaram no meu pau. Depois disso, me deu um beijo profundo e agradeceu com cara de prazer.
Depois disso, levantamos, limpamos os lençóis que estavam cheios de sêmen, sangue e fluidos vaginais; arrumamos a cama, nos vestimos e ela sentou numa cadeira:
espero que com isso a gente seja mais que amigos…
eu me fazendo de bobo: - tipo o quê, por exemplo
namorados…
Naquela hora não tive coragem de dizer não, além do mais ela me atraía bastante e eu sabia que o lance com a Verônica não ia durar muito. Mas tinha um probleminha; tinha esquecido completamente da minha namorada, ou melhor, a que eu tinha antes de ir de férias.
Mas depois de tudo que rolou, não tava nem aí, porque de qualquer jeito queria terminar com ela…
A Nicole me deu um beijo profundo e fomos pro cassino onde nossos amigos estavam…

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