No dejes de pasar por mi mejor post
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No te vas a arrepentir!
HISTORIAS DE HOTEL
Quien en su vida no tiene una historia de hotel? creo que todos vivimos anécdotas y a nadie le llamaría mucho la atención lo que sucede en un cuarto, entre cuatro paredes.
Ahora bien, que pasa cuando existen historias que van mas lejos de lo tradicional, cuando se roza lo bizarro, lo extremo, lo prohibido, lo que muchos fantasean en realizar, pero son contados los que llegan a vivirlo?
A lo largo de HISTORIAS DE HOTEL, recorreremos diez vivencias diferentes, vivencias de personas que se animaron a ser contadas, sentados frente a frente con quien escribe, yo solo tomé esas historias para llevarlas a un papel.
Te invito a recorrer estas diez HISTORIAS DE HOTEL
LA NOCHE MENOS PENSADA
ISMAEL, 26 AÑOS
UNA MILF PELIGROSA
ANDREA, 58 AÑOS
LA FIESTA DE GABRIEL
JONY, 32 AÑOS
ANCIANOS DEPRAVADOS
JOSE, 72 AÑOS - ANTONIA 78 AÑOS
PRESTIGIOSO INGENIERO
TIFANNY, 19 AÑOS
MI MARIDO!
SANDRA, 46 AÑOS
SOR ANGELICA
MARIANELA, 29 AÑOS
AMORES QUE MATAN
ALAN, 47 AÑOS
MI HERMANA
MIA, 23 AÑOS
MI PROSTITUTA PERSONAL
MARTINO, 39 AÑOS
LA NOCHE MENOS PENSADA
ISMAEL, 24 AÑOS
A primeira impressão que tive ao conversar com o Ismael foi que ele era um cara saudável, inocente, de família, daquele tipo que não tem grandes ambições na vida, simplesão, que se contenta com o que tem. A não ser que acertasse na loteria, nunca teria um futuro com muito dinheiro. Dava pra ver o esforço dele na academia, mas o corpo era normal, nem alto nem baixo, nem gordo nem magro. O nariz dele era grande e o olhar meio desviado, ele ficava envergonhado de falar comigo sobre o que tinha pra falar. Custava arrancar as palavras dele enquanto ele rabiscava os dedos da mão esquerda com uma caneta, fazendo linhas finas e azuis que muitas vezes se cortavam por causa do suor nervoso que escorria dos poros dele.Não fazia muito tempo que eu trabalhava na recepção do hotel, tinha uns vinte e poucos anos e em casa meio que me empurraram pra arrumar um emprego. Depois de três anos estudando direito, percebi que aquilo não era pra mim. Passei um ano na vadiagem, só perdendo tempo, indo pra academia pra malhar o corpo, saindo com minas, loiras, morenas, ruivas, correndo racha clandestino com o carro do meu pai, vivendo a boa vida.
Claro, toda essa farra não era de graça, a grana pra pagar tudo isso saía do bolso dos meus pais, que trabalhavam o dia inteiro pra dar os mimos tanto pra mim quanto pros meus três irmãos mais novos.
Uma noite, depois do jantar, meu pai pediu pra conversar comigo. Ele, como sempre, sentava na cabeceira da mesa, igual nos velhos tempos do patriarcado, me olhava com cara feia, alisando o bigodão. Começamos a falar sobre a vida e ele me fez perceber, sem ser direto, que eu era um encostado, que já era crescido e que as coisas tinham que mudar rápido, senão as torneiras de dinheiro que ele mantinha abertas iam fechar aos poucos.
Eu não tava em posição de discutir, honestamente era algo que no fundo me envergonhava. Meus pais trabalhavam de sol a sol e eu só fazia... 'nada', nem era responsável por coisas básicas, tipo arrumar a cama, minha higiene pessoal, minhas roupas, minhas coisas.
Decidi pegar o touro pelos chifres, como dizem. Motivado por um tio, comecei a estudar hotelaria, nada a ver com direito e, embora não fosse algo que me deslumbrasse, logo comecei a pegar gosto por todo aquele mundo desconhecido pra mim.
Nessa época, meu pai ficou doente. Ele fumava muito e começou a ter complicações de circulação, veias entupidas e essas coisas. Começou a perder dias no trabalho e a gastar fortunas em remédios.
Foi assim que aquela torneira que ele tinha ameaçado fechar devagar se eu não endireitasse minha vida, começou a fechar por necessidade. A vida ficou ladeira acima e, mais uma vez, decidi que devia botar minha parte.
Carlos era um colega de estudos na faculdade de hotelaria, e tava por dentro da situação que eu tava passando. O pai dele, em sociedade, tinha um hotel de alto padrão nos arredores da cidade, um dos mais famosos pela qualidade, dos mais procurados e chiques.
Foi aí que ele me deu uma força, precisavam de um recepcionista que na verdade tinha que fazer um pouco de tudo, tipo um supervisor de turno que era meio responsável pelos quartos, pelos horários, pela discrição, pelo serviço, pela segurança, e, acima de tudo, pelo dinheiro.
Assim comecei a trabalhar em turnos rotativos, e foi como se a história se encaixasse perfeitamente pra mim: me pagavam bem, eu ganhava experiência com meus estudos de hotelaria, podia ajudar minha família e não me sentia mais um merda na sociedade.
E tenho muitas histórias pra contar, engraçadas, loucas, inacreditáveis, mas a que ficou gravada na minha mente foi a situação que vivi num primeiro de janeiro, bem no Ano Novo. Isso mesmo, amigos, o povo fode sempre, a toda hora, em qualquer momento, até pra começar o ano.
Naquele dia, eu tava puto da vida. O hotel abria às duas da tarde, primeiro turno depois das festas, e eu dei o azar de estar de plantão. Tinha escapado antes, mas agora não.
Lembro que xinguei minha sorte, minha ideia era abrir no turno seguinte, às dez da noite, mas eu era só um funcionário.
Enquanto minha família celebrava e se preparava pra devorar um leitão gostoso, eu tive que ficar só na vontade. Mamãe, como sempre, me preparou uma porção num pote, uma marmita, pra eu não ficar de boca seca. Peguei uma bebida Booty e umas frutas, meu celular, o carregador e umas revistas pra passar uma tarde de puro tédio.
E foi assim que comecei aquela tarde, sozinho que nem um maluco. De vez em quando, a dona Adela, uma veterana que também tava de plantão passivo, vinha bater um papo. Ela era uma das pessoas que geralmente limpava os quartos. Também tava o Enrique. um viajante amargo que tava de segurança, um ninguém, um metido que contava histórias de herói que nunca viveu.
E nada acontecia, quem é que viria pra um hotel na virada do ano? quem teria essa ideia?
Já tinha terminado meu almoço, lido as revistas, o dia tava acabando, comia uma fruta enquanto perdia tempo no celular, e sim, chegou um casal, merda — pensei — as pessoas não têm limites...
Foram pra um dos quartos, podiam escolher, todos estavam vazios e parecia só mais um casal.
O telefone tocou então, o cara do 203 tava do outro lado.
— Boa tarde, senhor, meu nome é Ismael, em que posso ajudar? — falei num tom educado.
— Em que pode me ajudar? — disse ele, claramente puto — vim com minha esposa pro melhor hotel pra receber o ano, pago o melhor quarto, e isso é um nojo, tá cheio de baratas! Exijo que alguém se responsabilize e me dê uma resposta rápida.
Sinceramente, a reclamação tão braba me deixou sem resposta, não esperava ouvir algo assim, e só fiquei gaguejando, cortei a ligação dizendo que em segundos alguém apareceria pra dar uma resposta. Diante disso, pensei por uns segundos, não podia mandar a Adela, ela era só a mulher da limpeza, nem o velho Enrique, um cara mal-educado e de pavio curto, o pessoal da manutenção tava de sobreaviso, e eu era o responsável do turno.
Avisei o Enrique pra me cobrir por uns minutos, e fui pro quarto 203.
Chegando lá, bati na porta com discrição, com medo da reação do outro lado. Ela não demorou a abrir, um cara na casa dos quarenta me recebeu, cabelo cheio de gel meio bagunçado, cara redonda e olhos marcados, nariz grande, tinha um charuto na boca e soltava um cheiro forte de tabaco que me dava nojo, altura média, bem gordinho, enrolado num roupão vermelho que não escondia uma barriga enorme, umas Chinelos pretos cobriam seus pés e na mão esquerda ele segurava um copo de uísque, onde no dedo anelar brilhava uma aliança grossa de ouro.
—Com licença, senhor, boa tarde, sou o Ismael, atendi você uns minutos atrás e vim por causa da reclamação.
Ele soltou uma risada sarcástica, colocou a mão enorme e livre no meu ombro e me puxou para o lado dele, como se me convidasse a entrar. Algo me desconcertou nisso tudo, eu esperava um cara enfurecido, cuspindo raiva pela boca, mas esse homem se mostrava amigável e até tinha uma relação cordial.
Dei alguns passos para frente, entrei no quarto e vi a cama. Sobre ela, uma mulher linda, bem pequena por sinal. Embora estivesse deitada de lado numa posição bem provocante, estimei um metro e cinquenta no máximo, cabelos lisos, longos, castanhos, rosto oval, olhos inquietos. Tânia — esse era o nome dela — só estava vestida com um perfume inebriante que tinha chegado às minhas narinas. Tive alguns segundos para seguir suas curvas, para notar seus peitos pequenos com uns biquinhos marcados, um piercing atravessava o da direita, e outro brilhava na buceta dela, completamente depilada. Suas pernas torneadas, os pés pequenos e as unhas pintadas de preto fosco, assim como as das mãos. Ela usava muitos anéis, em especial uma aliança de casamento grossa de ouro, idêntica à do cara que tinha me aberto a porta e falava sem parar enquanto eu nem prestava atenção.
Tânia era uma gostosa, mas faltava um detalhe, o mais importante: ela exibia uma barrigona de gravidez. Não sou bom nisso, mas estimei que não faltava muito para ela parir. Não sei por quê, mas aquela situação me deu uma ereção violenta. Não fazia ideia do que era aquele jogo todo, só notei que o marido começou a apertar meu bíceps e a passar a mão nas minhas costas. Me incomodou o fato de outro cara estar me apalpando até que ele disse para a mulher:
—Olha só, meu amor, gostou do macho que arranjei pra você?
E depois, olhando nos meus olhos, me abraçou como se fosse meu irmão. a vida inteira e ela me disse
—Tranquilo, amigo, hoje é seu dia de sorte. Trata ela bem, viu que ela tá grávida...
Dito isso, ele me deu um empurrão, como me incentivando a avançar em direção à cama, enquanto ele, soltando fumaça do charuto e bebendo uísque, foi sentar num canto.
Tânia tinha se sentado na cama, com as pernas balançando. Fui até ela, parei no meio. Ela me olhava nos olhos enquanto eu soltava a fivela da minha calça e tentava abaixar minhas roupas. Meu pau duro saltou como uma mola e bateu numa das bochechas dela. Ela riu da situação e só começou a chupar, muito gostoso, sem tirar os olhos dos meus. Sentia que queimava. Ela passava a língua pela cabeça, e na língua dela brilhava outro piercing prateado atravessando, brincando na minha cabeça. Ela abria bem a boca de um jeito que eu via até a campainha dela, e isso me enlouquecia: ver minha cabeça apoiada na língua dela, os movimentos dela. Foi quando levamos uma bronca do marido dela — é que ele não podia ver demais, e essa não era a ideia.
Nos ajeitamos, e ele pediu pra ela olhar pra ele. O cara tinha tirado o pau dele do meio do roupão. Porra, o bastardo tinha um pau enorme, grosso e cabeçudo, e mesmo assim eles buscavam prazer com um estranho, um terceiro, um sortudo — nesse caso, eu...
Tânia mudou o jogo. Apoiou as mãos nos meus quadris e enfiou meu pau na boca dela. Empurrou fundo até o nariz dela bater no meu púbis. Tinha ele todo dentro e começou a se mexer, muito gostoso. Sentia minha cabeça nua roçando na garganta dela, os gemidos dela. Aos poucos, sem pressa, sem pausa, ela me levava a um final previsível — era delicioso demais.
Só tirei ela de perto de mim. Não queria terminar ainda. Me ajoelhei aos pés dela. Nos beijamos então profundamente, e foi o beijo mais estranho da minha vida: minha língua brincando com a dela e o enfeite de metal que a atravessava. Deixei a língua dela, passei pelo pescoço, fui pros peitinhos dela que logo teriam leite. Ela acariciava meus cabelos e me deixava fazer, enquanto o marido dela continuava... espectador de luxo do que acontecia.
Na atitude mais terna da minha vida, segui pela barriga enorme dela, comecei a beijar e acariciar, e senti a vida do outro lado, o bebê que estava prestes a chegar ao mundo se mexia de um lado pro outro, e eu podia sentir os membros dele tentando se acomodar num espaço tão apertado.
Por uns segundos, me desliguei do que rolava no quarto, do plano sexual, e feito um idiota, só me diverti com aquela barriga materna e senti que tava interagindo com a vida que tava chegando, até perdi a ereção.
Mas voltei pro jogo, me perdi entre as pernas dela e comecei a passar a língua pelos lábios depilados, a buceta dela tinha escorrido os sucos e molhado tudo no caminho. Os lábios eram macios, apetitosos, carnudos, o clitóris dela com outro piercing foi mais uma experiência nova pra mim, igual a língua, mas agora o sexo dela, que porra essa mulher tinha com furar as partes eróticas dela?
Só continuei chupando, enfiando meus dedos no buraco suculento dela, depois apoiei eles no esfíncter e, sem resposta, apertei um pouco, fui lamber e notei com a língua e os dedos o quanto ele tava aberto, adivinhei que o marido dela com aquela porra de pau enorme fazia isso de vez em quando. Voltei pra buceta dela e continuei com os dedos no rabo, e quase sem perceber, já tinha enfiado dois até o fundo, quis olhar nos olhos dela, mas uma barriga enorme atrapalhava o caminho.
A voz do cara soou lá no fundo, ele ainda se tocava com cadência, pediu pra eu meter nela de uma vez por todas. Me levantei entre as pernas dela e enfiei com medo de machucar, eu nunca tinha passado por algo assim, era a primeira vez que comia uma grávida prestes a parir e me senti perdido na situação. Fiz devagar, os gemidos baixinhos da moça me mostraram que tava tudo bem, então aos poucos fui ganhando confiança e fui além, meti com mais força e os gemidos viraram gritos abafados, a barriga enorme dela balançava de um lado pro De repente senti que tava chegando lá, entre gemidos ela me pediu pra gozar na boca dela.
Porra, pedido irresistível, adorava quando uma mina pedia pra eu gozar na boca dela, fui rápido pra perto dela, e comecei a cuspir porra quente, na língua dela, nos lábios, no rosto dela, foi muito sexual e provocante, muito perverso, uma mulher grávida, o marido dela, um estranho, eu não entendia bem o jogo, mas menos ainda entenderia o que viria depois.
Ela saiu da cama onde a gente tava, com dificuldade foi até onde o marido dela tava, começou a beijar ele fundo e a compartilhar meus fluidos, ela com a mão continuou batendo uma pra ele com força, e pareciam curtir juntos minha porra quente, porque ela beijava ele sem parar e ele limpava o rosto dela.
Naquele momento me senti um estranho, fiquei só observando uma situação da qual já não fazia mais parte, podia ter ido atrás dela de novo, mas já não sabia o que tava rolando com aquele cara, imaginei uma bissexualidade da parte dele e isso já botou um limite com o casal.
Peguei minhas coisas, me troquei de lado, eles continuavam me ignorando, meu celular tava cheio de cobrança do velho Enrique, porra, lembrei que eu era o encarregado no comando e já era tarde.
Saí discretamente e voltei pro meu posto anterior, recebi todas as reclamações do velho rabugento e só segui minha vida, nunca contei isso pra ninguém, nunca, que sentido teria?
Também nunca mais soube daquele casal, nem o que foi da vida deles, como vieram, se foram...Essa foi a história de Ismael, um garoto comum e normal, que o destino colocou no lugar certo na hora certa.Se você gostou da história, pode me escrever com o título HISTÓRIAS DE HOTEL para dulces.placeres@live.com
http://www.poringa.net/posts/imagenes/4084661/Mi-amada-esposa.html
No te vas a arrepentir!
HISTORIAS DE HOTEL
Quien en su vida no tiene una historia de hotel? creo que todos vivimos anécdotas y a nadie le llamaría mucho la atención lo que sucede en un cuarto, entre cuatro paredes.
Ahora bien, que pasa cuando existen historias que van mas lejos de lo tradicional, cuando se roza lo bizarro, lo extremo, lo prohibido, lo que muchos fantasean en realizar, pero son contados los que llegan a vivirlo?
A lo largo de HISTORIAS DE HOTEL, recorreremos diez vivencias diferentes, vivencias de personas que se animaron a ser contadas, sentados frente a frente con quien escribe, yo solo tomé esas historias para llevarlas a un papel.
Te invito a recorrer estas diez HISTORIAS DE HOTEL
LA NOCHE MENOS PENSADA
ISMAEL, 26 AÑOS
UNA MILF PELIGROSA
ANDREA, 58 AÑOS
LA FIESTA DE GABRIEL
JONY, 32 AÑOS
ANCIANOS DEPRAVADOS
JOSE, 72 AÑOS - ANTONIA 78 AÑOS
PRESTIGIOSO INGENIERO
TIFANNY, 19 AÑOS
MI MARIDO!
SANDRA, 46 AÑOS
SOR ANGELICA
MARIANELA, 29 AÑOS
AMORES QUE MATAN
ALAN, 47 AÑOS
MI HERMANA
MIA, 23 AÑOS
MI PROSTITUTA PERSONAL
MARTINO, 39 AÑOS
LA NOCHE MENOS PENSADA
ISMAEL, 24 AÑOS
A primeira impressão que tive ao conversar com o Ismael foi que ele era um cara saudável, inocente, de família, daquele tipo que não tem grandes ambições na vida, simplesão, que se contenta com o que tem. A não ser que acertasse na loteria, nunca teria um futuro com muito dinheiro. Dava pra ver o esforço dele na academia, mas o corpo era normal, nem alto nem baixo, nem gordo nem magro. O nariz dele era grande e o olhar meio desviado, ele ficava envergonhado de falar comigo sobre o que tinha pra falar. Custava arrancar as palavras dele enquanto ele rabiscava os dedos da mão esquerda com uma caneta, fazendo linhas finas e azuis que muitas vezes se cortavam por causa do suor nervoso que escorria dos poros dele.Não fazia muito tempo que eu trabalhava na recepção do hotel, tinha uns vinte e poucos anos e em casa meio que me empurraram pra arrumar um emprego. Depois de três anos estudando direito, percebi que aquilo não era pra mim. Passei um ano na vadiagem, só perdendo tempo, indo pra academia pra malhar o corpo, saindo com minas, loiras, morenas, ruivas, correndo racha clandestino com o carro do meu pai, vivendo a boa vida.
Claro, toda essa farra não era de graça, a grana pra pagar tudo isso saía do bolso dos meus pais, que trabalhavam o dia inteiro pra dar os mimos tanto pra mim quanto pros meus três irmãos mais novos.
Uma noite, depois do jantar, meu pai pediu pra conversar comigo. Ele, como sempre, sentava na cabeceira da mesa, igual nos velhos tempos do patriarcado, me olhava com cara feia, alisando o bigodão. Começamos a falar sobre a vida e ele me fez perceber, sem ser direto, que eu era um encostado, que já era crescido e que as coisas tinham que mudar rápido, senão as torneiras de dinheiro que ele mantinha abertas iam fechar aos poucos.
Eu não tava em posição de discutir, honestamente era algo que no fundo me envergonhava. Meus pais trabalhavam de sol a sol e eu só fazia... 'nada', nem era responsável por coisas básicas, tipo arrumar a cama, minha higiene pessoal, minhas roupas, minhas coisas.
Decidi pegar o touro pelos chifres, como dizem. Motivado por um tio, comecei a estudar hotelaria, nada a ver com direito e, embora não fosse algo que me deslumbrasse, logo comecei a pegar gosto por todo aquele mundo desconhecido pra mim.
Nessa época, meu pai ficou doente. Ele fumava muito e começou a ter complicações de circulação, veias entupidas e essas coisas. Começou a perder dias no trabalho e a gastar fortunas em remédios.
Foi assim que aquela torneira que ele tinha ameaçado fechar devagar se eu não endireitasse minha vida, começou a fechar por necessidade. A vida ficou ladeira acima e, mais uma vez, decidi que devia botar minha parte.
Carlos era um colega de estudos na faculdade de hotelaria, e tava por dentro da situação que eu tava passando. O pai dele, em sociedade, tinha um hotel de alto padrão nos arredores da cidade, um dos mais famosos pela qualidade, dos mais procurados e chiques.
Foi aí que ele me deu uma força, precisavam de um recepcionista que na verdade tinha que fazer um pouco de tudo, tipo um supervisor de turno que era meio responsável pelos quartos, pelos horários, pela discrição, pelo serviço, pela segurança, e, acima de tudo, pelo dinheiro.
Assim comecei a trabalhar em turnos rotativos, e foi como se a história se encaixasse perfeitamente pra mim: me pagavam bem, eu ganhava experiência com meus estudos de hotelaria, podia ajudar minha família e não me sentia mais um merda na sociedade.
E tenho muitas histórias pra contar, engraçadas, loucas, inacreditáveis, mas a que ficou gravada na minha mente foi a situação que vivi num primeiro de janeiro, bem no Ano Novo. Isso mesmo, amigos, o povo fode sempre, a toda hora, em qualquer momento, até pra começar o ano.
Naquele dia, eu tava puto da vida. O hotel abria às duas da tarde, primeiro turno depois das festas, e eu dei o azar de estar de plantão. Tinha escapado antes, mas agora não.
Lembro que xinguei minha sorte, minha ideia era abrir no turno seguinte, às dez da noite, mas eu era só um funcionário.
Enquanto minha família celebrava e se preparava pra devorar um leitão gostoso, eu tive que ficar só na vontade. Mamãe, como sempre, me preparou uma porção num pote, uma marmita, pra eu não ficar de boca seca. Peguei uma bebida Booty e umas frutas, meu celular, o carregador e umas revistas pra passar uma tarde de puro tédio.
E foi assim que comecei aquela tarde, sozinho que nem um maluco. De vez em quando, a dona Adela, uma veterana que também tava de plantão passivo, vinha bater um papo. Ela era uma das pessoas que geralmente limpava os quartos. Também tava o Enrique. um viajante amargo que tava de segurança, um ninguém, um metido que contava histórias de herói que nunca viveu.
E nada acontecia, quem é que viria pra um hotel na virada do ano? quem teria essa ideia?
Já tinha terminado meu almoço, lido as revistas, o dia tava acabando, comia uma fruta enquanto perdia tempo no celular, e sim, chegou um casal, merda — pensei — as pessoas não têm limites...
Foram pra um dos quartos, podiam escolher, todos estavam vazios e parecia só mais um casal.
O telefone tocou então, o cara do 203 tava do outro lado.
— Boa tarde, senhor, meu nome é Ismael, em que posso ajudar? — falei num tom educado.
— Em que pode me ajudar? — disse ele, claramente puto — vim com minha esposa pro melhor hotel pra receber o ano, pago o melhor quarto, e isso é um nojo, tá cheio de baratas! Exijo que alguém se responsabilize e me dê uma resposta rápida.
Sinceramente, a reclamação tão braba me deixou sem resposta, não esperava ouvir algo assim, e só fiquei gaguejando, cortei a ligação dizendo que em segundos alguém apareceria pra dar uma resposta. Diante disso, pensei por uns segundos, não podia mandar a Adela, ela era só a mulher da limpeza, nem o velho Enrique, um cara mal-educado e de pavio curto, o pessoal da manutenção tava de sobreaviso, e eu era o responsável do turno.
Avisei o Enrique pra me cobrir por uns minutos, e fui pro quarto 203.
Chegando lá, bati na porta com discrição, com medo da reação do outro lado. Ela não demorou a abrir, um cara na casa dos quarenta me recebeu, cabelo cheio de gel meio bagunçado, cara redonda e olhos marcados, nariz grande, tinha um charuto na boca e soltava um cheiro forte de tabaco que me dava nojo, altura média, bem gordinho, enrolado num roupão vermelho que não escondia uma barriga enorme, umas Chinelos pretos cobriam seus pés e na mão esquerda ele segurava um copo de uísque, onde no dedo anelar brilhava uma aliança grossa de ouro.
—Com licença, senhor, boa tarde, sou o Ismael, atendi você uns minutos atrás e vim por causa da reclamação.
Ele soltou uma risada sarcástica, colocou a mão enorme e livre no meu ombro e me puxou para o lado dele, como se me convidasse a entrar. Algo me desconcertou nisso tudo, eu esperava um cara enfurecido, cuspindo raiva pela boca, mas esse homem se mostrava amigável e até tinha uma relação cordial.
Dei alguns passos para frente, entrei no quarto e vi a cama. Sobre ela, uma mulher linda, bem pequena por sinal. Embora estivesse deitada de lado numa posição bem provocante, estimei um metro e cinquenta no máximo, cabelos lisos, longos, castanhos, rosto oval, olhos inquietos. Tânia — esse era o nome dela — só estava vestida com um perfume inebriante que tinha chegado às minhas narinas. Tive alguns segundos para seguir suas curvas, para notar seus peitos pequenos com uns biquinhos marcados, um piercing atravessava o da direita, e outro brilhava na buceta dela, completamente depilada. Suas pernas torneadas, os pés pequenos e as unhas pintadas de preto fosco, assim como as das mãos. Ela usava muitos anéis, em especial uma aliança de casamento grossa de ouro, idêntica à do cara que tinha me aberto a porta e falava sem parar enquanto eu nem prestava atenção.
Tânia era uma gostosa, mas faltava um detalhe, o mais importante: ela exibia uma barrigona de gravidez. Não sou bom nisso, mas estimei que não faltava muito para ela parir. Não sei por quê, mas aquela situação me deu uma ereção violenta. Não fazia ideia do que era aquele jogo todo, só notei que o marido começou a apertar meu bíceps e a passar a mão nas minhas costas. Me incomodou o fato de outro cara estar me apalpando até que ele disse para a mulher:
—Olha só, meu amor, gostou do macho que arranjei pra você?
E depois, olhando nos meus olhos, me abraçou como se fosse meu irmão. a vida inteira e ela me disse
—Tranquilo, amigo, hoje é seu dia de sorte. Trata ela bem, viu que ela tá grávida...Dito isso, ele me deu um empurrão, como me incentivando a avançar em direção à cama, enquanto ele, soltando fumaça do charuto e bebendo uísque, foi sentar num canto.
Tânia tinha se sentado na cama, com as pernas balançando. Fui até ela, parei no meio. Ela me olhava nos olhos enquanto eu soltava a fivela da minha calça e tentava abaixar minhas roupas. Meu pau duro saltou como uma mola e bateu numa das bochechas dela. Ela riu da situação e só começou a chupar, muito gostoso, sem tirar os olhos dos meus. Sentia que queimava. Ela passava a língua pela cabeça, e na língua dela brilhava outro piercing prateado atravessando, brincando na minha cabeça. Ela abria bem a boca de um jeito que eu via até a campainha dela, e isso me enlouquecia: ver minha cabeça apoiada na língua dela, os movimentos dela. Foi quando levamos uma bronca do marido dela — é que ele não podia ver demais, e essa não era a ideia.
Nos ajeitamos, e ele pediu pra ela olhar pra ele. O cara tinha tirado o pau dele do meio do roupão. Porra, o bastardo tinha um pau enorme, grosso e cabeçudo, e mesmo assim eles buscavam prazer com um estranho, um terceiro, um sortudo — nesse caso, eu...
Tânia mudou o jogo. Apoiou as mãos nos meus quadris e enfiou meu pau na boca dela. Empurrou fundo até o nariz dela bater no meu púbis. Tinha ele todo dentro e começou a se mexer, muito gostoso. Sentia minha cabeça nua roçando na garganta dela, os gemidos dela. Aos poucos, sem pressa, sem pausa, ela me levava a um final previsível — era delicioso demais.
Só tirei ela de perto de mim. Não queria terminar ainda. Me ajoelhei aos pés dela. Nos beijamos então profundamente, e foi o beijo mais estranho da minha vida: minha língua brincando com a dela e o enfeite de metal que a atravessava. Deixei a língua dela, passei pelo pescoço, fui pros peitinhos dela que logo teriam leite. Ela acariciava meus cabelos e me deixava fazer, enquanto o marido dela continuava... espectador de luxo do que acontecia.
Na atitude mais terna da minha vida, segui pela barriga enorme dela, comecei a beijar e acariciar, e senti a vida do outro lado, o bebê que estava prestes a chegar ao mundo se mexia de um lado pro outro, e eu podia sentir os membros dele tentando se acomodar num espaço tão apertado.
Por uns segundos, me desliguei do que rolava no quarto, do plano sexual, e feito um idiota, só me diverti com aquela barriga materna e senti que tava interagindo com a vida que tava chegando, até perdi a ereção.
Mas voltei pro jogo, me perdi entre as pernas dela e comecei a passar a língua pelos lábios depilados, a buceta dela tinha escorrido os sucos e molhado tudo no caminho. Os lábios eram macios, apetitosos, carnudos, o clitóris dela com outro piercing foi mais uma experiência nova pra mim, igual a língua, mas agora o sexo dela, que porra essa mulher tinha com furar as partes eróticas dela?
Só continuei chupando, enfiando meus dedos no buraco suculento dela, depois apoiei eles no esfíncter e, sem resposta, apertei um pouco, fui lamber e notei com a língua e os dedos o quanto ele tava aberto, adivinhei que o marido dela com aquela porra de pau enorme fazia isso de vez em quando. Voltei pra buceta dela e continuei com os dedos no rabo, e quase sem perceber, já tinha enfiado dois até o fundo, quis olhar nos olhos dela, mas uma barriga enorme atrapalhava o caminho.
A voz do cara soou lá no fundo, ele ainda se tocava com cadência, pediu pra eu meter nela de uma vez por todas. Me levantei entre as pernas dela e enfiei com medo de machucar, eu nunca tinha passado por algo assim, era a primeira vez que comia uma grávida prestes a parir e me senti perdido na situação. Fiz devagar, os gemidos baixinhos da moça me mostraram que tava tudo bem, então aos poucos fui ganhando confiança e fui além, meti com mais força e os gemidos viraram gritos abafados, a barriga enorme dela balançava de um lado pro De repente senti que tava chegando lá, entre gemidos ela me pediu pra gozar na boca dela.
Porra, pedido irresistível, adorava quando uma mina pedia pra eu gozar na boca dela, fui rápido pra perto dela, e comecei a cuspir porra quente, na língua dela, nos lábios, no rosto dela, foi muito sexual e provocante, muito perverso, uma mulher grávida, o marido dela, um estranho, eu não entendia bem o jogo, mas menos ainda entenderia o que viria depois.
Ela saiu da cama onde a gente tava, com dificuldade foi até onde o marido dela tava, começou a beijar ele fundo e a compartilhar meus fluidos, ela com a mão continuou batendo uma pra ele com força, e pareciam curtir juntos minha porra quente, porque ela beijava ele sem parar e ele limpava o rosto dela.
Naquele momento me senti um estranho, fiquei só observando uma situação da qual já não fazia mais parte, podia ter ido atrás dela de novo, mas já não sabia o que tava rolando com aquele cara, imaginei uma bissexualidade da parte dele e isso já botou um limite com o casal.
Peguei minhas coisas, me troquei de lado, eles continuavam me ignorando, meu celular tava cheio de cobrança do velho Enrique, porra, lembrei que eu era o encarregado no comando e já era tarde.
Saí discretamente e voltei pro meu posto anterior, recebi todas as reclamações do velho rabugento e só segui minha vida, nunca contei isso pra ninguém, nunca, que sentido teria?
Também nunca mais soube daquele casal, nem o que foi da vida deles, como vieram, se foram...Essa foi a história de Ismael, um garoto comum e normal, que o destino colocou no lugar certo na hora certa.Se você gostou da história, pode me escrever com o título HISTÓRIAS DE HOTEL para dulces.placeres@live.com
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