Pilar naquele dia completava 48 anos e planejou uma saída com as amigas. Não fazia isso normalmente, mas naquele dia resolveu se dar esse luxo. Comeram num restaurante e ela já tinha avisado o marido que iriam para um pub. A noite foi de bebidas e putaria entre amigas até que um grupo de gurizinhos se aproximou pra chamar elas pra dançar. Depois de insistirem, acabaram aceitando — era só uma dança.
Depois de um tempo, Pilar se sentiu tonta, um pouco pelo álcool ou algo que colocaram na bebida dela. Saiu pra fora, e o moleque que tava com ela acompanhou.
— Tá se sentindo bem, magrinha?
— Sim, só meio tonta. Melhor pegar um Uber e ir pra casa.
— Não, deixa que eu te levo. Tô de carro.
Não parecia certo, mas ela aceitou. Tava frio, e depois de algumas quadras e uma conversa rápida, Pilar pediu pra ele parar. Precisava vomitar. Enquanto as ânsias rolavam, ele segurou ela por trás pra apoiar — perto demais, ela pensou. Sentiu ele encostar na bunda dela e, com um certo tesão, deixou rolar. Uma das mãos segurava a cintura, a outra pegou um peito dela.
Pilar se levantou e falou:
— Para, para, que eu sou casada.
— Pra mim não tem problema.
— Você é muito gostoso, mas não dá. Me leva pra casa.
No carro, ela se deixou abraçar, sem saber por quê. A bebida ou algo mais tinha diminuído a vontade dela. Sem saber bem como, acabou dando um boquete de cinema. Quando ele gozou na boca dela, levantou a cabeça dela e pediu pra ver, tirou umas fotos dela. Ela riu, depois engoliu e ele levou ela pra casa.
No dia seguinte, a cabeça dela doía, e ela tinha plena consciência do que tinha rolado. Sentia uma culpa danada pelo marido, Dario, mas acabou guardando segredo e tratando como uma ação do estado em que tava.
Passaram uns dias sem novidade, mas na quarta-feira daquela semana ela recebeu um WhatsApp:
— Oi, Pili, como cê tá?
— Oi, bem, obrigada. Mas quem é você?
A foto de perfil mostrava, de longe, um cara de no máximo 25 anos. Pilar deu zoom e o coração dela parou. Era o cara do carro. Ela não respondeu mais. mensagens. Mas ele insistiu até que, sem respostas, mandou uma foto dela em close, com esperma na boca, sorrindo, e uma mensagem:
– É melhor você atender.
Pilar estava em casa, sozinha.
Agradeceu por isso. E o celular tocou, uma, duas vezes, e ela atendeu:
– Olá, por favor, não me incomode mais, entendeu?
– Como quiser, mas se você não me atender, seu marido, suas amigas, sua família vão receber suas fotos e um vídeo te chupando um pau, que tal?
Ela ficou gelada, achava que lembrava das fotos, mas não do vídeo. Ela chorou e implorou para que a deixasse em paz, mas ele não parecia dar sinais de ceder. Por fim, ele disse:
– Amanhã a essa hora, te espero neste endereço.
– Pra quê?
– Pra que vai ser? Vamos fazer um trato. Vem com a sua melhor calcinha fio dental.
E desligou. Ela entendeu o que ele queria. Não podia ignorar, então se preparou mentalmente para aquilo. Disse a si mesma: – Bom, por burra agora aguenta. Ele vai te comer e depois te deixa em paz.
Não fazia ideia do lugar onde ia se meter.
Chegou a hora, foi até o endereço e tocou a campainha.
A porta foi aberta por aquele rapaz:
– Uau, entra, gostosa.
– Olha, só vim pra conversar e resolver. Tenho dinheiro.
– Shhh.
– Aqui quem manda sou eu, entendeu?
– O que você quer?
– Fácil. Tenho três fotos suas e um vídeo. Troco com você.
Ela engoliu seco e perguntou:
– Em troca de quê?
– Um mês por cada foto, e um pelo vídeo.
– Um mês de quê?
– De você. Quando eu chamar, você vem, obedece, faço o que quiser com você durante esse tempo, e pronto.
– Você é louco.
Ela deu meia-volta e fez menção de ir embora.
– Não vou te obrigar, mas quando você passar por aquela porta, sabe o que vai acontecer.
Ela parou no seco.
– Pe, mas... sou casada.
– Vira.
Ela virou e abaixou os braços, que pesavam como chumbo.
– Se aceitar, vai ser minha escrava sexual por 4 meses, sem negação, só obedecer. Entendeu?
Ela assentiu.
– Tira a roupa agora, deixa só a calcinha fio dental.
Ela se sentiu sem vontade própria. Tirou a roupa e, por ordem dele, ficou de quatro.
– Agora vem engatinhando e chupa ele.
Ela foi até lá.
E quando tocou na braguilha dele... Ele tentou recuar.
— Bom, parece que você precisa de treino — ele disse —, fica quietinha.
Ele a rodeou e ficou atrás dela, e disse:
— Agora conta.
— O quê?
Naquele momento, ela sentiu um tapa violento nas nádegas.
— Filho da pu…
Mais um.
— Até 10, vadia. Conta.
No terceiro tapa, ela gritou:
— Três!!!
— Não, vadia, esse foi um. Conta, eu disse.
Depois de um tempo, ela falou:
— Dez. Estava chorando, a bunda ardendo.
Quando ele se sentou na frente dela, não precisou de ordens; ela fez o que ele pedia. Ele acariciou a cabeça dela e disse:
— Isso, vadia, assim mesmo. Engole tudo. Você vai ser uma das melhores vadias que já tive. Chega. Agora monta em mim.
Ela montou e começou a se mexer, mesmo contra a vontade dela, sentia que estava gostando. Ficou bem lubrificada e começou a se dedicar. Quinze minutos depois, sentiu a descarga direto dentro dela. Era muito, dava pra sentir escorrendo pelas pernas. Ela apoiou a cabeça no ombro dele, ofegante e, apesar de tudo, com um orgasmo prestes a explodir. Quando desceu, ele mandou ela limpar com a boca — outra coisa que só tinha feito com o marido —, mas ela se esforçou ao máximo.
Quando chegou em casa, correu pro banheiro, entrou no chuveiro tentando tirar todos os cheiros que carregava. Quando ensaboou a buceta, não aguentou mais; usou os dedos como nunca, teve um orgasmo que literalmente a jogou contra a parede. Deixou-se escorregar até o chão e, quando a bunda tocou o piso, soltou um jorro forte de urina, o que provocou um segundo orgasmo. Acabou chorando, nunca tinha sentido aquilo. Levou dez minutos pra se recuperar. Naquela noite, transou com o marido, mas não chegou nem perto do que sentiu naquela tarde. Adormeceu pensando que aquilo estava só começando e sorriu.
CONTINUA
Depois de um tempo, Pilar se sentiu tonta, um pouco pelo álcool ou algo que colocaram na bebida dela. Saiu pra fora, e o moleque que tava com ela acompanhou.
— Tá se sentindo bem, magrinha?
— Sim, só meio tonta. Melhor pegar um Uber e ir pra casa.
— Não, deixa que eu te levo. Tô de carro.
Não parecia certo, mas ela aceitou. Tava frio, e depois de algumas quadras e uma conversa rápida, Pilar pediu pra ele parar. Precisava vomitar. Enquanto as ânsias rolavam, ele segurou ela por trás pra apoiar — perto demais, ela pensou. Sentiu ele encostar na bunda dela e, com um certo tesão, deixou rolar. Uma das mãos segurava a cintura, a outra pegou um peito dela.
Pilar se levantou e falou:
— Para, para, que eu sou casada.
— Pra mim não tem problema.
— Você é muito gostoso, mas não dá. Me leva pra casa.
No carro, ela se deixou abraçar, sem saber por quê. A bebida ou algo mais tinha diminuído a vontade dela. Sem saber bem como, acabou dando um boquete de cinema. Quando ele gozou na boca dela, levantou a cabeça dela e pediu pra ver, tirou umas fotos dela. Ela riu, depois engoliu e ele levou ela pra casa.
No dia seguinte, a cabeça dela doía, e ela tinha plena consciência do que tinha rolado. Sentia uma culpa danada pelo marido, Dario, mas acabou guardando segredo e tratando como uma ação do estado em que tava.
Passaram uns dias sem novidade, mas na quarta-feira daquela semana ela recebeu um WhatsApp:
— Oi, Pili, como cê tá?
— Oi, bem, obrigada. Mas quem é você?
A foto de perfil mostrava, de longe, um cara de no máximo 25 anos. Pilar deu zoom e o coração dela parou. Era o cara do carro. Ela não respondeu mais. mensagens. Mas ele insistiu até que, sem respostas, mandou uma foto dela em close, com esperma na boca, sorrindo, e uma mensagem:
– É melhor você atender.
Pilar estava em casa, sozinha.
Agradeceu por isso. E o celular tocou, uma, duas vezes, e ela atendeu:
– Olá, por favor, não me incomode mais, entendeu?
– Como quiser, mas se você não me atender, seu marido, suas amigas, sua família vão receber suas fotos e um vídeo te chupando um pau, que tal?
Ela ficou gelada, achava que lembrava das fotos, mas não do vídeo. Ela chorou e implorou para que a deixasse em paz, mas ele não parecia dar sinais de ceder. Por fim, ele disse:
– Amanhã a essa hora, te espero neste endereço.
– Pra quê?
– Pra que vai ser? Vamos fazer um trato. Vem com a sua melhor calcinha fio dental.
E desligou. Ela entendeu o que ele queria. Não podia ignorar, então se preparou mentalmente para aquilo. Disse a si mesma: – Bom, por burra agora aguenta. Ele vai te comer e depois te deixa em paz.
Não fazia ideia do lugar onde ia se meter.
Chegou a hora, foi até o endereço e tocou a campainha.
A porta foi aberta por aquele rapaz:
– Uau, entra, gostosa.
– Olha, só vim pra conversar e resolver. Tenho dinheiro.
– Shhh.
– Aqui quem manda sou eu, entendeu?
– O que você quer?
– Fácil. Tenho três fotos suas e um vídeo. Troco com você.
Ela engoliu seco e perguntou:
– Em troca de quê?
– Um mês por cada foto, e um pelo vídeo.
– Um mês de quê?
– De você. Quando eu chamar, você vem, obedece, faço o que quiser com você durante esse tempo, e pronto.
– Você é louco.
Ela deu meia-volta e fez menção de ir embora.
– Não vou te obrigar, mas quando você passar por aquela porta, sabe o que vai acontecer.
Ela parou no seco.
– Pe, mas... sou casada.
– Vira.
Ela virou e abaixou os braços, que pesavam como chumbo.
– Se aceitar, vai ser minha escrava sexual por 4 meses, sem negação, só obedecer. Entendeu?
Ela assentiu.
– Tira a roupa agora, deixa só a calcinha fio dental.
Ela se sentiu sem vontade própria. Tirou a roupa e, por ordem dele, ficou de quatro.
– Agora vem engatinhando e chupa ele.
Ela foi até lá.
E quando tocou na braguilha dele... Ele tentou recuar.
— Bom, parece que você precisa de treino — ele disse —, fica quietinha.
Ele a rodeou e ficou atrás dela, e disse:
— Agora conta.
— O quê?
Naquele momento, ela sentiu um tapa violento nas nádegas.
— Filho da pu…
Mais um.
— Até 10, vadia. Conta.
No terceiro tapa, ela gritou:
— Três!!!
— Não, vadia, esse foi um. Conta, eu disse.
Depois de um tempo, ela falou:
— Dez. Estava chorando, a bunda ardendo.
Quando ele se sentou na frente dela, não precisou de ordens; ela fez o que ele pedia. Ele acariciou a cabeça dela e disse:
— Isso, vadia, assim mesmo. Engole tudo. Você vai ser uma das melhores vadias que já tive. Chega. Agora monta em mim.
Ela montou e começou a se mexer, mesmo contra a vontade dela, sentia que estava gostando. Ficou bem lubrificada e começou a se dedicar. Quinze minutos depois, sentiu a descarga direto dentro dela. Era muito, dava pra sentir escorrendo pelas pernas. Ela apoiou a cabeça no ombro dele, ofegante e, apesar de tudo, com um orgasmo prestes a explodir. Quando desceu, ele mandou ela limpar com a boca — outra coisa que só tinha feito com o marido —, mas ela se esforçou ao máximo.
Quando chegou em casa, correu pro banheiro, entrou no chuveiro tentando tirar todos os cheiros que carregava. Quando ensaboou a buceta, não aguentou mais; usou os dedos como nunca, teve um orgasmo que literalmente a jogou contra a parede. Deixou-se escorregar até o chão e, quando a bunda tocou o piso, soltou um jorro forte de urina, o que provocou um segundo orgasmo. Acabou chorando, nunca tinha sentido aquilo. Levou dez minutos pra se recuperar. Naquela noite, transou com o marido, mas não chegou nem perto do que sentiu naquela tarde. Adormeceu pensando que aquilo estava só começando e sorriu.
CONTINUA
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