Bem-vindos a um novo relato. Espero que seja do agrado de vocês e que curtam tanto quanto eu!
2 e 45 da madrugada... era nessa hora que eu tinha que me levantar todo dia pra ir pro trampo... Naquela época, eu tava trabalhando na capital do país, mas morava no litoral. Umas 3 horas de distância. E pra piorar, naquela época eu ainda não tinha carro... Simplesmente não tinha outra opção a não ser dormir 4 horas por dia. Enfim...
Pra ir pra capital, eu tinha que pegar o primeiro busão que saía pra lá, e se quisesse chegar cedo, tinha que ser esse, senão tinha que aturar o filho da puta do meu chefe reclamando que eu sempre chegava tarde... Numa dessas viagens que eu tinha que fazer, acabei sentando do lado de uma mulher. Não era nada de outro mundo, na real era mais do mesmo. Era magra, mulata, cabelo na altura dos ombros, vestia de um jeito mais senhorial... Pela aparência, dava pra ver que já tinha seus quase 40 anos.
Eu tinha perdido o costume de dormir nos ônibus, e por mais que tentasse, por mais cansado e com sono que estivesse, não dormia mais de 15 minutos. Já minha companheira de assento não tinha esse problema... Quase 10 minutos depois do busão ter saído, ela já tava dormindo...
Olhar pra ela assim não era nada desagradável. Parecia que tava em paz... Eu parei de olhar pra ela e fui cuidar da minha vida, quando sinto que minha companheira apoia a cabeça no meu ombro, como quem busca conforto. Pra ser sincero, não me incomodava. Não sou do tipo cuzão que não gosta de ajudar ninguém. Pelo contrário, sempre gosto de ajudar sempre que posso, todo mundo igual...
Os minutos foram passando, e o motorista deu uma freada violenta, quase parando o busão... Acontece que tinha um cavalo no meio da estrada e por pouco não atropelaram ele. Isso acordou minha companheira, que até se assustou com o que aconteceu, mas ficou ainda mais sem graça quando viu onde tava dormindo... Vamos chamar essa moça de Carolina.
Carolina: Ai, moço! Me desculpa, de verdade, não vi onde coloquei minha cabeça, que vergonha na sua frente!
Eu: Calma, sem drama. Dá pra ver que você tá muito cansada e que tava bem ali no meu ombro.
Carolina: Mas mesmo assim, deve ser estranho uma completa desconhecida dormir no seu ombro do nada...
O jeito dela falar era bem refinado, educado, fiquei surpreso com a pronúncia perfeita e o sotaque neutro impecável...
Eu: Bom, se isso te envergonha, me apresento, me chamo Joseph, prazer em te conhecer. Agora não somos mais dois desconhecidos.
Carolina: Muito prazer, Sr. Joseph, meu nome é Carolina, o prazer é todo meu.
Dava pra ver que essa mulher convivia com gente da alta sociedade todo dia. Ela tinha aquela aura que identifica eles, e o jeito de falar e se vestir confirmavam... Conversa vai, conversa vem, até que quase chegamos no nosso ponto final... Trocamos números de telefone e cada um seguiu seu rumo.
Aquele dia foi particularmente pesado no trabalho, o filho da puta do meu chefe não gostava de nada que eu fazia, e isso me irritava pra caralho, mas eu aguentava porque faltavam poucos meses pra terminar de pagar meu apartamento, onde moro hoje...
Depois das 7 da noite, finalmente chego em casa, quando recebo uma mensagem da Carolina.
Carolina: Oi, senhor, boa noite, como vai? Como foi seu dia de trabalho hoje?
Eu: Pra ser sincero, bem cansativo e pesado, mas finalmente cheguei em casa e posso descansar um pouco pelo menos... E o seu dia, como foi?
Caro: Bem, bem tranquilo, não tenho do que reclamar. Foi um dia bem produtivo, na verdade...
Entre uma conversa e outra, a gente já tinha criado bastante intimidade, e foi aí que começaram as perguntas mais... íntimas...
Caro: Ei, e uma pergunta, a gente tá aqui trocando ideia, e com certeza sua esposa já deve estar te olhando estranho, ou tô errada?
Eu: Nãããão, nada disso, minha esposa? Eu sou solteiro e por enquanto tô morando na casa do meu avô, enquanto termino de pagar as parcelas do meu apartamento, então sim, cê se enganou. Desta vez, hahaha.
Caro: Ah, caramba, não me diga isso, senhora, que me faz sentir velha, porque mal tenho 29 anos. E o que não consigo entender é como um rapaz tão simpático como você está solteiro. Com certeza você é daqueles homens que vão de flor em flor.
Eu: Poxa, ela é mais velha que eu por 6 anos. Eu tenho 23. E sim, pra você ver como são as coisas. Tô solteiro e sem compromisso, e se não acredita, posso te mandar um vídeo pra você ver como tô sozinho aqui no meu quarto.
Obviamente, falei isso com segundas intenções. Porque sim, eu estava solteiro na época, mas o motivo principal do vídeo era que ela visse que eu só estava de cueca branca. Queria ver até onde isso podia chegar. Embora Carolina não fosse uma modelo, dava pra perceber que, por baixo daquelas roupas largas e senhoriais, ela escondia um corpo bem gostoso, e eu queria confirmar isso.
Caro: Ok, aceito sua proposta, já que não gostaria de invadir a casa dos outros.
Assim que ela diz isso, começo a gravar o vídeo. Mostro o quarto todo, o lugar onde durmo, a porta, e claro, a cama, e um rápido vislumbre do que eu queria que ela visse... Meu pau por baixo da cueca. Dei um close rápido, uns 2 segundos, e depois virei a câmera frontal pra dizer que estava sozinho e toda essa bobagem...
Caro: Uau, então você tá falando a verdade... Muito bem, aliás, seu quarto é bem bonito, especialmente sua cama...
Eu: Né? É bem confortável e não faz barulho quando me mexo. Quer ver? (Aqui era tudo ou nada)
Caro: Sim, claro, por que não?
Talvez eu já tivesse ela na mão... Mandei um vídeo onde dava pra ver eu fazendo um movimento pélvico, parecido com o que se faz na hora do sexo, exagerando um pouco pra ela ver que a cama não fazia barulho nenhum...
Ela demorou uns 10 minutos pra responder. O vídeo apareceu como visualizado com o duplo tique do WhatsApp... E pensei que tinha me ferrado com aquele vídeo tão sugestivo, mas não foi bem assim...
Caro: Sem palavras... A verdade é que nessa cama dá vontade de fazer de tudo um pouco, você devia me convidar um dia desses, não acha?
Tudo estava dito. De um jeito bem sutil, Carolina simplesmente disse "me come".
Naturalmente, não quis falar mais nada, só disse que ela podia vir quando quisesse e quando o tempo dela permitisse... Os dias passaram. Eu e a Caro continuávamos conversando, realmente, apesar da diferença de idade, tinha uma química e uma vibe muito boas. As conversas fluíam naturalmente, e era sobre qualquer assunto... Desde como ia no trabalho até nossas crenças sobre o universo...
Era sábado, eu tava completamente exausto. Não era fácil dormir só 4 horas por dia, ou até menos... Quando são 9h da manhã, sinto chegar uma mensagem...
Caro: Bom dia, querido... Sabe, fiquei pensando... Que tal se hoje você me convidar pra ir na sua casa? Claro, se isso não causar problema com ninguém nem te incomodar de alguma forma... Eu posso levar o que você pedir...
Como se fosse uma emergência, na hora o sono foi embora, e respondi apressado...
Eu: Bom dia, minha linda senhora, claro, já vou passar o endereço, e não se preocupa, aqui você não vai me incomodar nem tem problema, sobre trazer alguma coisa, só a sua presença já é mais que suficiente pra mim.
Caro: Ok, tá bom, então espero o endereço, já tô no ponto de ônibus.
E foi assim, passei meu endereço, e em menos de 10 minutos ela já tava parada na porta de casa... Eu tava sozinho. Aqui morava com meus pais e meu avô. Meus pais tinham ido visitar os pais do meu pai, e só voltariam no dia seguinte, e meu avô com certeza tava acordando em algum lugar do mundo depois de uma noite cheia de bebida.
Carolina: Oi, garoto, bom dia, como você tá?
Ela tava totalmente diferente de como eu tinha visto... Tava maquiada, e tava linda, usava uma camisa de alcinha, justa no corpo, branca, deixando ver que não Ela estava de sutiã. Os peitos dela eram bem pequenos, mas tinham um aspecto bonito, e ela também estava usando uma minissaia que, embora não fosse tão reveladora, deixava ver que tinha umas pernas lindas. De costas, dava pra ver uma bunda no tamanho perfeito... Mandei ela entrar enquanto não parava de devorar ela com os olhos, e ela sabia disso, sabia o que ia rolar...
Eu: Tô de boa, agora muito melhor porque tenho boa companhia. Que calor, né? No meu quarto tem ar condicionado, se quiser se refrescar.
Caro: Acho ótimo, porque hoje vou suar pra caralho.
Não me segurei... Abracei ela por trás e comecei a beijar a orelha dela. Ela só esticava o pescoço, me incentivando a beijar ali também. Com as mãos, eu ia passando pelo corpo dela por cima da roupa, não cheguei a tocar por baixo. Meu pau já parecia um míssil espacial, e eu deixava ela saber encostando na bunda gostosa dela. Nessa brincadeira, fomos andando devagar até meu quarto, até que entramos... O ambiente já tava bem mais frio que lá fora... Não perco tempo e tiro a camisa e a calça do pijama... Ela, ao ver meu pau por baixo da cueca, fica surpresa.
Caro: Sério que você tem 23 anos? Porque o que tá ali parece de alguém mais velho!
Aí eu simplesmente baixo a cueca e deixo ela ver minha ferramenta... Ela, possuída, só se ajoelha e começa a cheirar...
Caro: Tem cheiro de macho... Fazia tempo que não sentia esse cheiro gostoso de pau... Meu marido já não me come como antes, se tiver sorte, uma vez por semana... Isso não me basta, e esse seu pau lindo vai matar minha fome.
Na sequência, como se fosse uma píton, ela abriu a boca de ponta a ponta, enfiando quase todo o meu membro na boca, e com a língua lambia o que faltava entrar...
Juro pra vocês, foi a primeira e única vez que uma mulher enfiou tanta carne do meu pau na boca. Eu tava alucinando, literalmente ela me Eu levo pra outra dimensão com a caverna da boca dela. Era único e maravilhoso, e de todas as mulheres que já peguei, ela é a campeã da melhor chupada de pau que já levei...
Ela subia e descia sem diminuir o ritmo, o som que fazia era a melodia mais perfeita dessa terra, eu tava petrificado, só segurando ela pelo cabelo, fazendo um rabo de cavalo pra não atrapalhar o trabalho oral dela... Num momento de lucidez, eu afasto ela do meu pau, tiro a camisa que ela tava usando, e aí percebi que ela não tava de sutiã. Tinha uns peitos lindos, uns bicos perfeitamente simétricos, um pouco mais escuros que o tom de pele morena dela.
Na hora, joguei ela na cama, beijei a boca dela enquanto estimulava os peitos... Acariciava e dava uns tapinhas leves, e ela respondia com um gemidinho de prazer... Desci pelo pescoço e fui direto pras tetinhas pequenas, mas deliciosas dela... Devorei como se tivesse faminto, ela gemia e apertava os lençóis da cama... Não aguentei mais e fui direto na buceta dela... E que surpresa que tive... Essa mulher veio com toda intenção de foder comigo... Não tava de calcinha!
Isso me levou a um novo nível de excitação... Levantei a saia dela e comecei a chupar a buceta e o cu dela... Apertava as nádegas dela, lambia como se fosse o poço da vida, foquei no clitóris dela, enquanto masturbava ela nos dois buracos... Tava penetrando com 2 dedos na buceta e um terceiro no cu já dilatado dela... Ela não gemia... Ela bufava...
Caro: Bffff... Meu senhor... Ahhh... Não para... ayyyyyyyyy... bfffffffff... Por favor, me come logo... uhhhhhhgggg... Não... con...tinua... t t tô... go...zandooooooooo AHHH... BFFFFFFFFHHHHH.... UHHHHHHHHHHHHH...
Obviamente não parei, enquanto ela tinha um orgasmo do caralho, aumentei o ritmo das minhas chupadas e investidas com a mão pra fazer durar o máximo possível... Ela, enquanto isso, tensionou completamente o corpo delicado dela Corpo sensual, tipo por uns 30 segundos, depois relaxou.
Caro: Deita. Agora é minha vez.
Ela falou isso me olhando com um sorriso perverso. Eu só pensava em como uma dama tão refinada como ela seria lava fervendo na cama... Obedeci ao pedido dela... Sem precisar lubrificar minha pica, ela sentou confortavelmente no meu pau. Tava muito molhada, e não era pra menos depois do orgasmo violento que ela tinha tido... Aí começou meu delírio...
O movimento dela era perfeito. Ela sabia se mexer em todas as direções ao mesmo tempo. Não só o boquete dela era único, esse movimento tão selvagem e delicado ao mesmo tempo também era... Minha pica parecia um touro mecânico, enquanto ela ia aumentando o ritmo devagar. Com as mãos apoiadas no meu peito, cravando as unhas de vez em quando, ela continuava rebolando em cima de mim, cada vez mais, e mais, e mais rápido, até um ponto que parecia uma liquidificador sexual... Ela se mexia de um jeito que eu só conseguia gemer junto com ela. Ela cravava as unhas no meu peito sem piedade, eu só tava ali, deitado sem me mexer, literalmente me sentindo usado como um pedaço de carne pra essa mulher de apetite voraz... Simplesmente não aguentei mais...
Eu: Vou gozar, vou gozar, tô gozando, TÔ GOZANDOOOOOO...
Ela de propósito acelerou o ritmo, até que eu enchi o útero dela de porra... Nessa gozada eu senti que perdi uns anos de vida, mas com todo o prazer do mundo... Até ela sentir que não saía mais porra, ela não desceu... O que ela fez depois fez minha pica, que tava meio mole, voltar a ficar dura que nem um foguete... Ela enfiou os dedos na buceta, tirou uma quantidade enorme de porra, e comeu. Chupou todos os dedos como se fosse porra condensada... Essa mulher era o demônio do sexo... Imediatamente reagi... Levantei que nem uma mola, com uma mão peguei ela pelo cabelo e com a outra segurei as duas mãos dela... Virei a cara dela de lado contra a cama, inclinando ela pra ficar de quatro. Ela tentava se soltar, mas era em vão. Sem perguntar, nem trocar palavras, enfiei a pica no cu dela. Longe de reclamar, a putinha tava rindo, e levantou mais a raba pra deixar eu entrar melhor. Vendo a reação dela, simplesmente meti tudo, forte desde o começo. Minhas bolas batiam na entrada da buceta dela. Ela só soltou uma careta de dor, seguida de um sorriso de puta...
Eu: Então cê gosta de pancada, né? Quem te vê, com esse teu jeito elegante, cara séria e aquela pose de indiferença e superioridade... E olha você aqui, com uma pica atravessando teu cu e a buceta cheia de porra quente... Vou te foder como você merece, pedaço de gostosa...
Ela só soltou um sorriso de puta que me deixou de coração na pica... Sem dar tempo pra ela respirar, comecei a bombar no cu dela. Não sei se era virgem de cu ou o quê, mas comecei a ver sangue. Eu tinha arrombado o cu dessa gostosa, mas ela parecia não ligar, só continuava bufando, quase sem fôlego. Eu não dava trégua, tava perfurando a bunda dela e minhas bolas batiam no clitóris dela, cada vez mais rápido...
Caro: SOU... SUA... PUTA... ME ARROMBA TODA... FILHO... DA... PUTA... ARROMBA MEU... CU... COME TUDO... MEU MARIDO É UM IDIOTA... E POR... ISSO QUE... OUTRO FAZ... O QUE ELE NÃO... VOCÊ CONTINUA ME DANDO... ENCHE MEU CU... ME DÁ PORRA... FILHO DA PUTAAAAAAAAAAAAAAAA...
Ali, bem ali, senti que essa puta tinha tido um orgasmo anal... Mordia a cama, a respiração dela tava mais ofegante que o normal, rosnava como bicho ferido, e o cu dela, se tivesse dentes, arrancava minha pica pelas bolas... Eu não perdi tempo, e como sabia que não tava longe, tirei a pica do cu dela. É, eu tinha arrombado o cu dessa puta... Mal tirei, desceu um fio de sangue, mas não liguei... Simplesmente coloquei ela de joelhos e comecei a me masturbar freneticamente na cara dela.
Eu: Abre a boca, puta suja. Ela, obediente, faz o que eu peço... Em poucos segundos, sinto que vou gozar... Acelero o ritmo e começo a soltar jorros longos e grossos de porra... Isso mesmo, até na cama caíram uns tiros brancos... Ela ficou com leite no cabelo, nos peitos, no rosto e, claro, na boca... Ela passou a língua no meu pau pra limpar, e depois engoliu, como se fosse um remédio...
Naquele dia, ficamos trancados no meu quarto até umas duas da tarde, trepando igual coelho, e se não fosse o marido dela ligar, a gente teria ficado muito mais tempo... Mas foi uma delícia, puta que pariu...
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2 e 45 da madrugada... era nessa hora que eu tinha que me levantar todo dia pra ir pro trampo... Naquela época, eu tava trabalhando na capital do país, mas morava no litoral. Umas 3 horas de distância. E pra piorar, naquela época eu ainda não tinha carro... Simplesmente não tinha outra opção a não ser dormir 4 horas por dia. Enfim...
Pra ir pra capital, eu tinha que pegar o primeiro busão que saía pra lá, e se quisesse chegar cedo, tinha que ser esse, senão tinha que aturar o filho da puta do meu chefe reclamando que eu sempre chegava tarde... Numa dessas viagens que eu tinha que fazer, acabei sentando do lado de uma mulher. Não era nada de outro mundo, na real era mais do mesmo. Era magra, mulata, cabelo na altura dos ombros, vestia de um jeito mais senhorial... Pela aparência, dava pra ver que já tinha seus quase 40 anos.
Eu tinha perdido o costume de dormir nos ônibus, e por mais que tentasse, por mais cansado e com sono que estivesse, não dormia mais de 15 minutos. Já minha companheira de assento não tinha esse problema... Quase 10 minutos depois do busão ter saído, ela já tava dormindo...
Olhar pra ela assim não era nada desagradável. Parecia que tava em paz... Eu parei de olhar pra ela e fui cuidar da minha vida, quando sinto que minha companheira apoia a cabeça no meu ombro, como quem busca conforto. Pra ser sincero, não me incomodava. Não sou do tipo cuzão que não gosta de ajudar ninguém. Pelo contrário, sempre gosto de ajudar sempre que posso, todo mundo igual...
Os minutos foram passando, e o motorista deu uma freada violenta, quase parando o busão... Acontece que tinha um cavalo no meio da estrada e por pouco não atropelaram ele. Isso acordou minha companheira, que até se assustou com o que aconteceu, mas ficou ainda mais sem graça quando viu onde tava dormindo... Vamos chamar essa moça de Carolina.
Carolina: Ai, moço! Me desculpa, de verdade, não vi onde coloquei minha cabeça, que vergonha na sua frente!
Eu: Calma, sem drama. Dá pra ver que você tá muito cansada e que tava bem ali no meu ombro.
Carolina: Mas mesmo assim, deve ser estranho uma completa desconhecida dormir no seu ombro do nada...
O jeito dela falar era bem refinado, educado, fiquei surpreso com a pronúncia perfeita e o sotaque neutro impecável...
Eu: Bom, se isso te envergonha, me apresento, me chamo Joseph, prazer em te conhecer. Agora não somos mais dois desconhecidos.
Carolina: Muito prazer, Sr. Joseph, meu nome é Carolina, o prazer é todo meu.
Dava pra ver que essa mulher convivia com gente da alta sociedade todo dia. Ela tinha aquela aura que identifica eles, e o jeito de falar e se vestir confirmavam... Conversa vai, conversa vem, até que quase chegamos no nosso ponto final... Trocamos números de telefone e cada um seguiu seu rumo.
Aquele dia foi particularmente pesado no trabalho, o filho da puta do meu chefe não gostava de nada que eu fazia, e isso me irritava pra caralho, mas eu aguentava porque faltavam poucos meses pra terminar de pagar meu apartamento, onde moro hoje...
Depois das 7 da noite, finalmente chego em casa, quando recebo uma mensagem da Carolina.
Carolina: Oi, senhor, boa noite, como vai? Como foi seu dia de trabalho hoje?
Eu: Pra ser sincero, bem cansativo e pesado, mas finalmente cheguei em casa e posso descansar um pouco pelo menos... E o seu dia, como foi?
Caro: Bem, bem tranquilo, não tenho do que reclamar. Foi um dia bem produtivo, na verdade...
Entre uma conversa e outra, a gente já tinha criado bastante intimidade, e foi aí que começaram as perguntas mais... íntimas...
Caro: Ei, e uma pergunta, a gente tá aqui trocando ideia, e com certeza sua esposa já deve estar te olhando estranho, ou tô errada?
Eu: Nãããão, nada disso, minha esposa? Eu sou solteiro e por enquanto tô morando na casa do meu avô, enquanto termino de pagar as parcelas do meu apartamento, então sim, cê se enganou. Desta vez, hahaha.
Caro: Ah, caramba, não me diga isso, senhora, que me faz sentir velha, porque mal tenho 29 anos. E o que não consigo entender é como um rapaz tão simpático como você está solteiro. Com certeza você é daqueles homens que vão de flor em flor.
Eu: Poxa, ela é mais velha que eu por 6 anos. Eu tenho 23. E sim, pra você ver como são as coisas. Tô solteiro e sem compromisso, e se não acredita, posso te mandar um vídeo pra você ver como tô sozinho aqui no meu quarto.
Obviamente, falei isso com segundas intenções. Porque sim, eu estava solteiro na época, mas o motivo principal do vídeo era que ela visse que eu só estava de cueca branca. Queria ver até onde isso podia chegar. Embora Carolina não fosse uma modelo, dava pra perceber que, por baixo daquelas roupas largas e senhoriais, ela escondia um corpo bem gostoso, e eu queria confirmar isso.
Caro: Ok, aceito sua proposta, já que não gostaria de invadir a casa dos outros.
Assim que ela diz isso, começo a gravar o vídeo. Mostro o quarto todo, o lugar onde durmo, a porta, e claro, a cama, e um rápido vislumbre do que eu queria que ela visse... Meu pau por baixo da cueca. Dei um close rápido, uns 2 segundos, e depois virei a câmera frontal pra dizer que estava sozinho e toda essa bobagem...
Caro: Uau, então você tá falando a verdade... Muito bem, aliás, seu quarto é bem bonito, especialmente sua cama...
Eu: Né? É bem confortável e não faz barulho quando me mexo. Quer ver? (Aqui era tudo ou nada)
Caro: Sim, claro, por que não?
Talvez eu já tivesse ela na mão... Mandei um vídeo onde dava pra ver eu fazendo um movimento pélvico, parecido com o que se faz na hora do sexo, exagerando um pouco pra ela ver que a cama não fazia barulho nenhum...
Ela demorou uns 10 minutos pra responder. O vídeo apareceu como visualizado com o duplo tique do WhatsApp... E pensei que tinha me ferrado com aquele vídeo tão sugestivo, mas não foi bem assim...
Caro: Sem palavras... A verdade é que nessa cama dá vontade de fazer de tudo um pouco, você devia me convidar um dia desses, não acha?
Tudo estava dito. De um jeito bem sutil, Carolina simplesmente disse "me come".
Naturalmente, não quis falar mais nada, só disse que ela podia vir quando quisesse e quando o tempo dela permitisse... Os dias passaram. Eu e a Caro continuávamos conversando, realmente, apesar da diferença de idade, tinha uma química e uma vibe muito boas. As conversas fluíam naturalmente, e era sobre qualquer assunto... Desde como ia no trabalho até nossas crenças sobre o universo...
Era sábado, eu tava completamente exausto. Não era fácil dormir só 4 horas por dia, ou até menos... Quando são 9h da manhã, sinto chegar uma mensagem...
Caro: Bom dia, querido... Sabe, fiquei pensando... Que tal se hoje você me convidar pra ir na sua casa? Claro, se isso não causar problema com ninguém nem te incomodar de alguma forma... Eu posso levar o que você pedir...
Como se fosse uma emergência, na hora o sono foi embora, e respondi apressado...
Eu: Bom dia, minha linda senhora, claro, já vou passar o endereço, e não se preocupa, aqui você não vai me incomodar nem tem problema, sobre trazer alguma coisa, só a sua presença já é mais que suficiente pra mim.
Caro: Ok, tá bom, então espero o endereço, já tô no ponto de ônibus.
E foi assim, passei meu endereço, e em menos de 10 minutos ela já tava parada na porta de casa... Eu tava sozinho. Aqui morava com meus pais e meu avô. Meus pais tinham ido visitar os pais do meu pai, e só voltariam no dia seguinte, e meu avô com certeza tava acordando em algum lugar do mundo depois de uma noite cheia de bebida.
Carolina: Oi, garoto, bom dia, como você tá?
Ela tava totalmente diferente de como eu tinha visto... Tava maquiada, e tava linda, usava uma camisa de alcinha, justa no corpo, branca, deixando ver que não Ela estava de sutiã. Os peitos dela eram bem pequenos, mas tinham um aspecto bonito, e ela também estava usando uma minissaia que, embora não fosse tão reveladora, deixava ver que tinha umas pernas lindas. De costas, dava pra ver uma bunda no tamanho perfeito... Mandei ela entrar enquanto não parava de devorar ela com os olhos, e ela sabia disso, sabia o que ia rolar...
Eu: Tô de boa, agora muito melhor porque tenho boa companhia. Que calor, né? No meu quarto tem ar condicionado, se quiser se refrescar.
Caro: Acho ótimo, porque hoje vou suar pra caralho.
Não me segurei... Abracei ela por trás e comecei a beijar a orelha dela. Ela só esticava o pescoço, me incentivando a beijar ali também. Com as mãos, eu ia passando pelo corpo dela por cima da roupa, não cheguei a tocar por baixo. Meu pau já parecia um míssil espacial, e eu deixava ela saber encostando na bunda gostosa dela. Nessa brincadeira, fomos andando devagar até meu quarto, até que entramos... O ambiente já tava bem mais frio que lá fora... Não perco tempo e tiro a camisa e a calça do pijama... Ela, ao ver meu pau por baixo da cueca, fica surpresa.
Caro: Sério que você tem 23 anos? Porque o que tá ali parece de alguém mais velho!
Aí eu simplesmente baixo a cueca e deixo ela ver minha ferramenta... Ela, possuída, só se ajoelha e começa a cheirar...
Caro: Tem cheiro de macho... Fazia tempo que não sentia esse cheiro gostoso de pau... Meu marido já não me come como antes, se tiver sorte, uma vez por semana... Isso não me basta, e esse seu pau lindo vai matar minha fome.
Na sequência, como se fosse uma píton, ela abriu a boca de ponta a ponta, enfiando quase todo o meu membro na boca, e com a língua lambia o que faltava entrar...
Juro pra vocês, foi a primeira e única vez que uma mulher enfiou tanta carne do meu pau na boca. Eu tava alucinando, literalmente ela me Eu levo pra outra dimensão com a caverna da boca dela. Era único e maravilhoso, e de todas as mulheres que já peguei, ela é a campeã da melhor chupada de pau que já levei...
Ela subia e descia sem diminuir o ritmo, o som que fazia era a melodia mais perfeita dessa terra, eu tava petrificado, só segurando ela pelo cabelo, fazendo um rabo de cavalo pra não atrapalhar o trabalho oral dela... Num momento de lucidez, eu afasto ela do meu pau, tiro a camisa que ela tava usando, e aí percebi que ela não tava de sutiã. Tinha uns peitos lindos, uns bicos perfeitamente simétricos, um pouco mais escuros que o tom de pele morena dela.
Na hora, joguei ela na cama, beijei a boca dela enquanto estimulava os peitos... Acariciava e dava uns tapinhas leves, e ela respondia com um gemidinho de prazer... Desci pelo pescoço e fui direto pras tetinhas pequenas, mas deliciosas dela... Devorei como se tivesse faminto, ela gemia e apertava os lençóis da cama... Não aguentei mais e fui direto na buceta dela... E que surpresa que tive... Essa mulher veio com toda intenção de foder comigo... Não tava de calcinha!
Isso me levou a um novo nível de excitação... Levantei a saia dela e comecei a chupar a buceta e o cu dela... Apertava as nádegas dela, lambia como se fosse o poço da vida, foquei no clitóris dela, enquanto masturbava ela nos dois buracos... Tava penetrando com 2 dedos na buceta e um terceiro no cu já dilatado dela... Ela não gemia... Ela bufava...
Caro: Bffff... Meu senhor... Ahhh... Não para... ayyyyyyyyy... bfffffffff... Por favor, me come logo... uhhhhhhgggg... Não... con...tinua... t t tô... go...zandooooooooo AHHH... BFFFFFFFFHHHHH.... UHHHHHHHHHHHHH...
Obviamente não parei, enquanto ela tinha um orgasmo do caralho, aumentei o ritmo das minhas chupadas e investidas com a mão pra fazer durar o máximo possível... Ela, enquanto isso, tensionou completamente o corpo delicado dela Corpo sensual, tipo por uns 30 segundos, depois relaxou.
Caro: Deita. Agora é minha vez.
Ela falou isso me olhando com um sorriso perverso. Eu só pensava em como uma dama tão refinada como ela seria lava fervendo na cama... Obedeci ao pedido dela... Sem precisar lubrificar minha pica, ela sentou confortavelmente no meu pau. Tava muito molhada, e não era pra menos depois do orgasmo violento que ela tinha tido... Aí começou meu delírio...
O movimento dela era perfeito. Ela sabia se mexer em todas as direções ao mesmo tempo. Não só o boquete dela era único, esse movimento tão selvagem e delicado ao mesmo tempo também era... Minha pica parecia um touro mecânico, enquanto ela ia aumentando o ritmo devagar. Com as mãos apoiadas no meu peito, cravando as unhas de vez em quando, ela continuava rebolando em cima de mim, cada vez mais, e mais, e mais rápido, até um ponto que parecia uma liquidificador sexual... Ela se mexia de um jeito que eu só conseguia gemer junto com ela. Ela cravava as unhas no meu peito sem piedade, eu só tava ali, deitado sem me mexer, literalmente me sentindo usado como um pedaço de carne pra essa mulher de apetite voraz... Simplesmente não aguentei mais...
Eu: Vou gozar, vou gozar, tô gozando, TÔ GOZANDOOOOOO...
Ela de propósito acelerou o ritmo, até que eu enchi o útero dela de porra... Nessa gozada eu senti que perdi uns anos de vida, mas com todo o prazer do mundo... Até ela sentir que não saía mais porra, ela não desceu... O que ela fez depois fez minha pica, que tava meio mole, voltar a ficar dura que nem um foguete... Ela enfiou os dedos na buceta, tirou uma quantidade enorme de porra, e comeu. Chupou todos os dedos como se fosse porra condensada... Essa mulher era o demônio do sexo... Imediatamente reagi... Levantei que nem uma mola, com uma mão peguei ela pelo cabelo e com a outra segurei as duas mãos dela... Virei a cara dela de lado contra a cama, inclinando ela pra ficar de quatro. Ela tentava se soltar, mas era em vão. Sem perguntar, nem trocar palavras, enfiei a pica no cu dela. Longe de reclamar, a putinha tava rindo, e levantou mais a raba pra deixar eu entrar melhor. Vendo a reação dela, simplesmente meti tudo, forte desde o começo. Minhas bolas batiam na entrada da buceta dela. Ela só soltou uma careta de dor, seguida de um sorriso de puta...
Eu: Então cê gosta de pancada, né? Quem te vê, com esse teu jeito elegante, cara séria e aquela pose de indiferença e superioridade... E olha você aqui, com uma pica atravessando teu cu e a buceta cheia de porra quente... Vou te foder como você merece, pedaço de gostosa...
Ela só soltou um sorriso de puta que me deixou de coração na pica... Sem dar tempo pra ela respirar, comecei a bombar no cu dela. Não sei se era virgem de cu ou o quê, mas comecei a ver sangue. Eu tinha arrombado o cu dessa gostosa, mas ela parecia não ligar, só continuava bufando, quase sem fôlego. Eu não dava trégua, tava perfurando a bunda dela e minhas bolas batiam no clitóris dela, cada vez mais rápido...
Caro: SOU... SUA... PUTA... ME ARROMBA TODA... FILHO... DA... PUTA... ARROMBA MEU... CU... COME TUDO... MEU MARIDO É UM IDIOTA... E POR... ISSO QUE... OUTRO FAZ... O QUE ELE NÃO... VOCÊ CONTINUA ME DANDO... ENCHE MEU CU... ME DÁ PORRA... FILHO DA PUTAAAAAAAAAAAAAAAA...
Ali, bem ali, senti que essa puta tinha tido um orgasmo anal... Mordia a cama, a respiração dela tava mais ofegante que o normal, rosnava como bicho ferido, e o cu dela, se tivesse dentes, arrancava minha pica pelas bolas... Eu não perdi tempo, e como sabia que não tava longe, tirei a pica do cu dela. É, eu tinha arrombado o cu dessa puta... Mal tirei, desceu um fio de sangue, mas não liguei... Simplesmente coloquei ela de joelhos e comecei a me masturbar freneticamente na cara dela.
Eu: Abre a boca, puta suja. Ela, obediente, faz o que eu peço... Em poucos segundos, sinto que vou gozar... Acelero o ritmo e começo a soltar jorros longos e grossos de porra... Isso mesmo, até na cama caíram uns tiros brancos... Ela ficou com leite no cabelo, nos peitos, no rosto e, claro, na boca... Ela passou a língua no meu pau pra limpar, e depois engoliu, como se fosse um remédio...
Naquele dia, ficamos trancados no meu quarto até umas duas da tarde, trepando igual coelho, e se não fosse o marido dela ligar, a gente teria ficado muito mais tempo... Mas foi uma delícia, puta que pariu...
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0 comentários - Las casualidades no existen (Resubido)