Valentina 1

VOU MUDAR A HISTÓRIA PRA QUEM TÁ SE PERGUNTANDO SOBRE OUTROS CAPÍTULOS DE "O SEGREDO DA MAMÃE". DÊEM UMA CHANCE PRA ESSA, ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM.
OBRIGADO A TODOS PELOS COMENTÁRIOS E PELOS PONTOS
Valentina 1
Um
EvanTava vendo um filme deitado no sofá com a minha mina, quando ouvi o celular tocar. Aí me levantei, dei um beijo rápido nela e fui direto pegar o telefone, enquanto soltava um – Alô!!

– É o Evans – ouvi do outro lado, e reconhecendo a voz, já soltei meio preocupado – Marcos, o que rolou?

Ele demorou um pouco pra responder, mas se ligou e falou na hora – tive um problema com a Nadia e vazei do apê.

Marcos e a namorada moravam juntos num apartamento alugado, que não era muito longe de onde eu e a Valéria morávamos. Mas sem saber o motivo da briga, imaginava que devia ter sido algo grande pra ele sair daquele jeito.

Aí, voltando ao presente, soltei sem pensar – cê tá onde agora?

– To sentado num café, me perguntando o que vou fazer – ele respondeu, e sabendo que ia me pedir algo, falei antes – quer vir ficar aqui até as coisas se ajeitarem?

– Não quero ser um peso – ele respondeu, mas tentando convencer, completei – não vai ser, cê é meu irmão mais novo e acho que ajudar faz parte do meu trampo.

Ele ficou calado por uns segundos, e depois soltou na hora – a Valentina não vai se incomodar?

– Cê cai bem com ela e, acredita, ela vai topar você ficar com a gente – respondi, e depois de pensar por uns segundos, ele disse – chego em quarenta minutos.

Assim que desliguei, voltei pro sofá e, sob o olhar da minha quase esposa, ouvi ela perguntar curiosa – quem era?

– Marcos – falei enquanto completava – ele teve uma briga feia com a namorada e resolveu largar o apê onde moravam juntos.

Ela ficou em silêncio por um instante, e eu aproveitei pra adicionar – falei que ele podia ficar aqui uns dias.

Isso era uma meia verdade, mas sabendo como meu irmão era querido pela minha noiva, percebi quando ela disse – vamos ter que preparar o quarto de hóspedes. Agradecendo por ela não ter me xingado por ter tomado uma decisão sem consultar, concordei e, dando um beijo que mostrava toda minha gratidão, falei ao me afastar dela: "Vou arrumar a cama pra você."

Quarenta minutos depois, ouvi a porta do apartamento onde morávamos bater e, sabendo quem era, fui abrir. Mas assim que fiz, me deparei com um Marcos que, além de ter uma mochila no braço, tinha uma expressão no rosto que mostrava o quanto estava triste.

Dando um tapa no braço dele, soltei um: "Bem-vindo" e, deixando ele entrar, falei alto para Valentina: "Amor, o Marcos já chegou."

Minha mina apareceu quase na hora e, vendo a cara do meu irmão, disse ao passar por mim: "Vou fazer um café.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Sinceramente, nunca pensei que eu e a Maria, minha namorada, íamos terminar tudo desse jeito, mas a realidade me bateu. Tô aqui com a xícara de café que a noiva do meu irmão me deu, enquanto conto tudo o que descobri.

Assim que terminei de falar, ouvi a Valentina dizer – Puta que pariu, que filha da puta.

Surpreso com as palavras dela, sorri e, enquanto fazia isso, ouvi meu irmão me perguntar – Desde quando ela te trai?

Sinceramente, não sei direito – respondi com pesar, só pra completar – Mas parece que não é de pouco tempo.

Dito isso, um silêncio profundo caiu sobre a gente por alguns segundos, mas tentando nos tirar disso, a Valentina falou com uma voz quase de mãe – Esquece tudo por hoje e relaxa, amanhã, mais descansado, você vê o que vai fazer.

Sempre gostei da noiva do meu irmão, e naquele momento gostei ainda mais, então concordei, agradeci com um gesto pela compreensão dela e deixei a tristeza de lado. Ouvi ela completar – Que tal a gente sair pra comer alguma coisa?

Sabendo qual era a intenção dela, quis agradecer, mas não tava com ânimo pra sair pra lugar nenhum. No entanto, meu irmão, com uma ideia diferente, me olhou e, sem tirar os olhos de mim, disse – Vai te fazer bem espairecer um pouco.

Ele era cinco anos mais velho que eu, tinha estudado pra ser arquiteto e, assim que se formou, não faltou quem oferecesse trabalho. Era bom no que fazia e mostrou isso de tal jeito que agora trabalhava numa das construtoras mais importantes da cidade.

Quis dizer que não precisava, que tava de boa em descansar um pouco e ver o que ia fazer no dia seguinte. Mas, vendo a careta que a Valentina fez pra mim, não quis decepcioná-la e acabei concordando. Ouvi ela dizer – Vamos nos trocar e já voltamos.

Pouco depois, o Evan apareceu pronto e, enquanto me soltava umas perguntas sobre meus estudos, a Valentina fez presença. Assim que vi ela... Ela me deixou sem fôlego. Com pele cor de canela, cabelo cacheado e olhos cor de mel, a noiva do meu irmão era uma mulher incrivelmente gostosa, e se a isso somássemos o vestido de matar que ela vestia, deixava qualquer homem de boca aberta.

No entanto, naquele momento, ela não só me pareceu linda, mas tão sensual que não consegui tirar os olhos dela. Pelo visto, ela percebeu isso, mas sem fazer nenhum comentário, nos perguntou: — Vamos? Pegamos o carro do Evan e, embora a princípio fossemos só comer alguma coisa, acabamos indo parar num clube noturno que não conhecíamos. Já dentro, pedimos algumas bebidas enquanto, na pista que estava a alguns metros de nós, os corpos das pessoas se mexiam ao som da música.

Ao vê-los se mexer, Valentina ficou com vontade de repente e, pegando as mãos do Evan, disse quase gritando: — Vamos, amor, vamos requebrar um pouco. Deixando-me levar, vi os dois saírem para a pista e se misturarem entre as pessoas, o que me permitiu observar minha cunhada com mais atenção. Com peitos generosos e quadril largo, minha cunhada era uma mulher exuberante e, embora eu soubesse que era errado, algo nela naquela noite me atraiu de um jeito irresistível.

Tempo depois, com um Evan cansado, os dois voltaram e, se jogando ao meu lado, meu irmão disse quase na hora: — Porra, não aguento mais. — Como sempre, vejo que dançar ainda não é sua praia — comentei na mesma hora, e minha cunhada, se juntando a nós e entrando na brincadeira, disse de passagem: — O que acontece é que meu noivo não está no melhor dos estados. — Querido, eu faço o exercício necessário, mas isso de dançar nunca foi minha praia — ele se defendeu, só para completar: — Mas para meu irmãozinho é bem diferente, já que ele poderia ficar mexendo os pés a noite toda e nunca se cansaria.

Na hora, a Vale colocou o olhar em mim e, embora eu adivinhasse suas intenções, falei: — Não tô a fim de Dançar.
Vamos, não seja chato – comentou com aquele sorriso dela enquanto se levantava e, estendendo a mão, acrescentou com voz suplicante – vai, me agrada e juro que não vou te encher o saco pelo resto do fim de semana.
Sorrindo com a proposta, peguei a mão dela e, acompanhando-a, nos perdemos no meio da multidão. A primeira música que pegamos foi uma bem agitada, então, sem parar, nos juntamos a quem já se mexia loucamente. Vale se movia muito bem, e eu, sem querer ficar pra trás, tentei acompanhar o ritmo.
No começo, fui meio na preguiça, porque, como eu disse, não tava a fim de dançar, mas, sem me deixar cair, minha cunhada sorriu pra mim e, se aproximando, disse – vamos, parece que você tá num velório, não numa balada.
Rindo do comentário dela, gostei que ela não levou meu mau humor a mal, então, tentando melhorar aos poucos, comecei a me soltar. De repente, tava me mexendo tanto quanto ela e, me deixando levar pela companhia incrível dela, dançamos até sei lá que horas.
Só sei que, quando paramos, tava tão exausto e de tão bom humor que quase esqueci o motivo de estar amargurado. Agradecido por ela ter levantado meu astral, peguei a mão de Vale quase sem pensar e, dando um beijo no dorso dela, falei com sinceridade – valeu por tudo.
Ela só concordou com a cabeça e, voltando pro Evan, vimos que ele já tava meio bêbado com os drinques que tinha tomado. Ao notar, a noiva dele só disse – é melhor a gente voltar pra casa, você sabe como ele não tolera álcool.
Concordando, pegamos o Evan e ajudamos ele a se levantar; juntos, levamos ele até o carro. Deixando ele no banco de trás, fui eu quem dirigiu, mas uma coisa estranha aconteceu: mesmo eu devendo estar de olho na estrada, não conseguia tirar os olhos da minha cunhada, que, sentada do meu lado, virava a cabeça pra trás pra ver se o Evan tava bem.
Por sorte, não demoramos pra chegar e, assim que entramos no apartamento dela, ela levou ele pro quarto que dividiam e, deitando ele lá, vi como ele dormia profundamente. Enquanto isso, eu fui pra cozinha ver se conseguia pegar algo pra beber. Tava nessa quando ela voltou e, vendo ela, perguntei – ele morreu? Você sabe que Evan e álcool não se dão bem – ela disse enquanto me dava um copo do suco que eu tinha servido, sem conseguir parar de olhar pra ela, ouvi quando ela falou – o que eu tenho? Por quê? – soltei com ingenuidade, e ela respondeu – porque você não para de me olhar. Preso, não acreditava que tinha sido tão óbvio, mas apelando pra um sincericídio, falei a verdade – você tá linda. Mal soltei essas palavras, me arrependi de tê-las dito e, consciente de que tava falando com a noiva do meu irmão, soltei com medo – me desculpa, me excedi e não devia ter dito algo assim. Esperando a raiva dela, fiquei calado, mas me surpreendendo, ela fez algo que me deixou sem palavras. Porque se aproximou e me deu um beijo suave na bochecha e, se afastando, disse – deixa eu te falar uma coisa, sua ex perdeu um grande cara. Ditas essas palavras, ficamos nos olhando, eu encantado e ela sem saber o que eu pensava. Só sei que quando reagi, fiz uma loucura danada, porque sem me segurar, aproximei meus lábios dos dela e a beijei sem pensar em nada. Ela, no começo, ficou surpresa com meu movimento, mas com o passar dos segundos, não sei por que, se deixou levar e, respondendo ao meu beijo, fez com a mesma intensidade que eu. Vendo isso, me atrevi a mais e, aos poucos, levei minhas mãos pra parte de trás do corpo dela e, agarrando suas bundas grandes e grossas, apertei elas do meu jeito. Ela, me sentindo, soltou o primeiro gemido, o que me deu uma ereção rápida. Descontrolado, fiz questão de mostrar como eu tava excitado, porque apoiei meu pau descaradamente no corpo dela, e ela, notando, pegou ele e começou a me masturbar por cima da calça. Perdido pelas emoções que ela tava me causando, larguei a bunda dela e, virando ela de costas, consegui encaixar meu pau. entre as nalgas dela.
Tava uma gostosa e eu não tava nem aí que a mulher que me causava essa sensação era a noiva do meu irmão, só queria possuir ela naquele exato momento. Então, sem esperar mais, comecei a dar uns beijinhos nas partes descobertas que o vestido dela deixava e, tomando conta do único zíper que o vestido apertado tinha nas costas, puxei ele enquanto a parte de cima do vestido caía.

Com os peitos dela no ar, agarrei eles rápido e apertando com força, senti como ela voltava a tomar conta do meu pau e me masturbando de novo por cima da minha roupa. Ela conseguiu, com o passar dos segundos, que eu gozasse de um jeito que acabei sujando minha calça.

Arqueando de prazer, não larguei o corpo dela, enquanto ela, ofegante, apertou um pouco mais meu pau com a intenção firme de ordenhar até a última gota e, conseguindo, se afastou de mim me deixando quase sem fôlego.

Ofegante, aos poucos fui recuperando as forças enquanto minha cunhada, com um ataque repentino de vergonha, cobria os peitos com as mãos, de costas pra mim. Então, sem me olhar, disse sem se virar: – É melhor a gente ir dormir.

Estranhando as palavras dela, quis conversar, mas ela não me deu tempo e sumiu, se perdendo dentro do quarto onde meu irmão tava dormindo, foi embora sem me deixar falar. Segundos depois, ouvi ela trancar a porta do quarto, e sem saber como agir, vi a mancha na minha calça e, com uma sensação estranha, fui direto pro quarto que eu tava ocupando agora.

Dentro dele, soltei um suspiro que tava preso e, caindo direto na cama, fechei os olhos enquanto pensava no que ia fazer daqui pra frente.

0 comentários - Valentina 1