CONFISSÃO
A noite ainda não acabou.
E dentro do meu corpo um milhão de formigas caminham
Você não é meu homem, é dela.
Não sou sua, eu sei.
E mesmo que escondido, você gosta de olhar minhas pernas.
Quando me sinto atenta pra escutar tua voz de trovão
Ninguém mais além de mim aproveita tanto seus passos pelos corredores estreitos da sala.
Se são seus preconceitos idiotas que te prendem.
Sei que é teu medo de Deus que te faz me chamar em silêncio.
Noites em que você faz o love nela.
Presinto que você fecha os olhos pra me ver,
pra sentir que é meu corpo de ninfeta
Onde suas mãos se agarram até não sobrar mais nada dentro de você.
Às vezes me dá uma vontade impossível de te esquecer
E são minhas mãos duendes amantes que me despem no meu quarto
E sonho que é você com suas costas largas e fortes, e que é sua barba que arranha minhas bochechas.
E aí, qual é o seu sexo quente e frenético?
Que busca refúgio dentro de mim como um animal macho enraivecido.
Se você não é meu, não precisa desviar o meu olhar.
Se quer comer ela, não precisa beijar ela na minha frente.
Se nunca vão estar teus ombros pra segurar meus calcanhares
Enquanto você, entre meus lençóis, deixa cair seu peso e me faz cantar de amor por você.
E me faz desfalecer enquanto minhas últimas pétalas de ninfula se desprendem.
E me transformas na tua mulher.
A noite ainda não acabou.
E dentro do meu corpo um milhão de formigas caminham
Você não é meu homem, é dela.
Não sou sua, eu sei.
E mesmo que escondido, você gosta de olhar minhas pernas.
Quando me sinto atenta pra escutar tua voz de trovão
Ninguém mais além de mim aproveita tanto seus passos pelos corredores estreitos da sala.
Se são seus preconceitos idiotas que te prendem.
Sei que é teu medo de Deus que te faz me chamar em silêncio.
Noites em que você faz o love nela.
Presinto que você fecha os olhos pra me ver,
pra sentir que é meu corpo de ninfeta
Onde suas mãos se agarram até não sobrar mais nada dentro de você.
Às vezes me dá uma vontade impossível de te esquecer
E são minhas mãos duendes amantes que me despem no meu quarto
E sonho que é você com suas costas largas e fortes, e que é sua barba que arranha minhas bochechas.
E aí, qual é o seu sexo quente e frenético?
Que busca refúgio dentro de mim como um animal macho enraivecido.
Se você não é meu, não precisa desviar o meu olhar.
Se quer comer ela, não precisa beijar ela na minha frente.
Se nunca vão estar teus ombros pra segurar meus calcanhares
Enquanto você, entre meus lençóis, deixa cair seu peso e me faz cantar de amor por você.
E me faz desfalecer enquanto minhas últimas pétalas de ninfula se desprendem.
E me transformas na tua mulher.
2 comentários - A garota das maria-chiquinhas