minha esposa, Romina, tem 34 anos e eu, Diego, 38. Faz uns 8 anos que entramos no mundo do swing, e com o tempo fomos percebendo que a gente curtia mais os ménages, mais especificamente, ver ela com outro homem. Minha mulher ficava excitada quando outros caras a desejavam. Foi assim que conhecemos o cuckold, e é o estilo de vida que levamos hoje. Minha confirmação como cuck começou no dia em que Romi me disse que tinha um colega de trabalho que estava dando em cima dela, chamando pra tomar um drink, essas coisas. Naquela época, a gente já tinha experiência no swing. Mas era a primeira vez que ela falava de um homem que não era do meio sw e que, além disso, era alguém que ela via todo dia, já que era colega de trabalho... A gente tava deitado na cama quando ela me contou. Eu: "Amor, esse sábado vamos no Anchorena (balada swinger)?" Romi: "Sim, bebê, tô com vontade de ir e conhecer algum cara." Eu: "Você é maravilhosa, me enlouquece quando fica com tesão por outro homem." Romi: "Sim, eu também gosto de ficar com tesão por outros, eu mesma me surpreendo como me excita transar com outro homem, me sentir olhada e desejada, e saber que se alguém me agrada, posso avançar. Quero te contar uma coisa que, embora tenha a ver com nosso estilo de vida sexual, é algo diferente..." Eu percebia o olhar safado dela, um aspecto muito sensual e sexual, que foi me excitando porque eu não sabia o que ia sair. Enquanto ela falava, ia acariciando meu pau, que já tava duro. Ela ainda não tinha contado nada e já me deixava excitado, o jeito dela já me dava tesão. Eu: "O que é? Fala sem problema, amor, a gente tá nesse meio sw porque gosta, e se você tem alguma fantasia ou desejo, a gente sempre tem que contar tudo." Romi: "Sim, eu sei, bebê, é que não sei se é certo ou não o que vou dizer, ou melhor, o que tô sentindo." Eu: "Se for algo ruim, na pior das hipóteses, vou te falar que não acho legal, mas não vou ficar bravo, a gente tá junto nisso. Fala sem vergonha e com confiança, tá?" Romi: "Bom, você viu que eu... vinha contando o que me falam na rua, coisa que às vezes eu gosto, como os homens me olham. Mas tem uma coisa que não te contei. É sobre um cara que há um tempo vem me dizendo umas coisas, me elogiando do jeito que vou vestida, etc. Eu: se é há um tempo, é alguém que você vê sempre? Romi: sim, meu amor, vejo ele todo dia. Essa resposta fez minha mente explodir, que se transformou numa puta excitação, tava com o pau duríssimo. Ela pega no meu pau e me pergunta... Romi: você tá muito excitado, bebê; te excita que outro homem fale coisas pra sua mulher e que me veja todo dia? Mais ainda, é um colega de trabalho, coisa que sempre acontece porque numa empresa onde tem homens e mulheres sempre alguém fala alguma coisa. Você sabe como é lá, também trabalhou na empresa. Eu: sei como é lá, inclusive te conheci lá e a gente virou namorados. É de se esperar, meu amor, você é gostosa, se veste sexy. Me excita que te digam coisas e te desejem, isso você sabe. Olha como eu tô excitado e nada bravo, amor. Romi: vejo como você tá, mas não te contei tudo... Eu: essa frase me deixou inquieto e excitado, nessa altura eu já achava que não conseguia ficar mais excitado, mas cada palavra dela ia despertando um desejo incomparável por ela. O que é, meu amor, me conta tudo que eu fico louco! Quem é?, eu conheço? Romi: antes de te dizer quem é, quero confessar que gosto do que ele me fala, mais ainda, tô com tesão nele. Você me disse pra soltar minha sexualidade, que gosta que eu fique com tesão por outros homens, e a verdade é que, mesmo não sendo do meio, esse me excita muito. Com essa confissão da minha mulher, longe de me incomodar, me excitava pra caralho. Tava ansioso pra saber quem era, se eu conhecia da época que também trabalhei naquela empresa, etc. Quando tentei continuar perguntando, minha senhora me disse... Romi: deixa eu te contar sem você perguntar, tá? Depois você pergunta, bebê. Eu: sim, meu amor. Nessa altura já tava batendo uma punheta, não aguentava a excitação. Romi: sim, você conhece, é o Hugo... Pô, Hugo, eu conheço ele porque trabalhamos no mesmo setor da empresa, e tínhamos feito uma boa amizade que depois se desfez com o tempo desde que parei de trabalhar na empresa, coisa que já fazia uns 5 anos. ...Romi: todo dia vinha me falando um monte de coisas e hoje a gente se encontrou no ponto de ônibus na saída. Ficamos conversando sobre tudo um pouco na viagem até Liniers, quando chegamos, como vamos em direções diferentes, a gente se despediu, e quando fui cumprimentá-lo ele segurou meu rosto e me deu um beijo na boca, e não sei por que, mas correspondi o beijo, a gente ficou um tempinho e se despediu. A verdade é que fiquei com tesão, ele falou pra irmos num hotel, mas eu disse que não. No banheiro você vai encontrar minha calcinha fio dental com uma mancha porque me molhei, use a palavra: buceta... Tava com uma mistura de ciúmes e excitação, até aquele momento nunca tinha sentido nada igual. Por parte do ciúme queria reclamar alguma coisa, por parte da excitação queria dizer que tinha ido transar com ele. O que fiz foi ir ao banheiro pegar a calcinha dela, quando vi manchada aquela imagem foi sublime, não consegui segurar a ejaculação. Volto pro quarto com a calcinha na mão e cheia do meu gozo. Mas diferente de outras vezes, a excitação não passou depois da ejaculação. ...Romi: viu como manchei a calcinha com meu fluxo? sei que antes de fazer qualquer coisa a gente precisa saber os dois e também me sinto mal porque o Hugo te conhece e te deixou mal na fita. Eu: Não vou negar que tenho um pouco de ciúme e que não sei como reagir diante da situação de ser alguém conhecido, o que posso te dizer é que a excitação que sinto é algo que nunca senti, acabei de gozar e ainda continuo excitado. Me excita a mesma coisa que me dá ciúme, o fato de ter sido algo espontâneo e natural, hoje me sinto enganado de verdade, hoje me sinto um corno, mas longe de me incomodar me excita e o ciúme cede diante de tanta excitação. Você teria se animado a ir transar com ele? Romi: sim, meu amor, a verdade é que fiquei com vontade, não quero esconder nada de você, bebê, o certo é que Pensei em dizer que sim, me senti muito mulher ao me ver tão desejada por outro, além disso, o Hugo não é bonito. E eu queria transar com ele. Essa última frase me fez gozar de novo, a imagem da minha mulher gostosa com o Hugo era forte e também estava na minha mente o fato de que, para o Hugo, eu era um corno manso, mas não me sentia humilhado, era como se fosse algo normal. Foi assim que comecei meu estilo de vida cuck (cuckold) e minha mulher, o de esposa gostosa (hotwife).
Embora o que ela acabara de me contar fosse muito excitante, devo confessar que o relato dela valeria pouco se eu não visse luxúria no rosto dela, desejo que se traduzia na sua buceta molhada... Eu: tô notando você diferente do que quando a gente vem de alguma balada, meu amor. Romi: Sim, eu também me sinto diferente, toca na minha buceta como ela tá. Eu: Uhh, amor, você tá molhadíssima e me excita saber que não é por minha causa. Romi: Não é por você, bebê, é porque você me deixa ser livre sexualmente, é porque eu gosto de me vestir sexy e provocante e, principalmente, é por causa do Hugo. Automaticamente comecei a chupar a buceta dela, tava muito molhada, ela gemia como nunca, ver ela gozar é meu objetivo, faço de tudo pra vê-la satisfeita, então resolvi motivá-la mais... enquanto chupava ela... Eu: Meu amor, imagina que é o Hugo que tá te chupando. Romi: Pra mim, desde que você roçou a língua, eu tô imaginando o Hugo. Minha senhora, de repente, tava me fazendo sentir um verdadeiro corno; ela gemeu até gozar várias vezes, ela tem a particularidade de ser multiorgásmica. ------------------------------------------------------------------------------------------------ Desde aquela noite, houve duas ou três noites em que não tocamos no assunto, bom, ela não me dizia nada, eu tava na expectativa. Mas uma noite, enquanto a gente transava, ela me disse que o Hugo pediu pra ir num motel. Eu: o que você disse? Romi: que ia pensar. Porque primeiro queria te contar, bebê. Eu: e você, o que quer? Romi: a verdade é que quero me entregar pra ele, mas ao mesmo tempo não sei, porque é diferente das outras vezes, nas baladas você tá aqui. Mas aqui você não ia estar e não sei se vou me sentir confortável ou bem. Eu: vou ser sincero, a ideia me excita, desde que você me falou que gosta do Hugo, na minha mente não paro de pensar. E igual a você, não sei o que vou sentir se eu não tiver no local. Essa situação me gera uma excitação extrema e ciúmes, mas acho que a excitação é maior que o ciúme. Romi: ciúmes não tenha, pelo menos não ciúmes que te façam duvidar de mim. me toca a pussy. Eu: você tá muito molhada, meu amor, me excita te ver assim. Romi: É assim que o Hugo me deixa. As palavras dele, o jeito dele, voltavam a me dar uma excitação extrema, e eu apresentei ele ao mundo dos swingers, ela agora se deixava levar pelo contexto. Eu curtia essa nova Romina que, quanto mais sexual ficava, mais me enlouquecia. E juntos, demos mais um passo nas nossas experiências sexuais. Eu: É inacreditável como você tá molhada, me deixa louco, vida. A gente tá junto caminhando na vida, vamos aproveitar. Se você quiser ficar com o Hugo, eu apoio. Romi: Sim, quero, e se a gente ver que desse jeito um de nós não gosta, nunca mais vou sozinha com ninguém. ------------------------------------------------------------------------------------------------ Combinaram de ir pra um hotel numa sexta, na saída do trabalho. Na noite anterior, antes de deitar, a Romi trouxe uma bolsa e me deu pra eu ver o que tinha dentro. Era um conjunto de lingerie vermelha que ela tinha comprado naquela tarde. Era de renda. Romi: Comprei hoje, vou usar amanhã com o Hugo, quero estar bem gostosa. Ela falou isso com um olhar cheio de tesão. Pegou o conjunto e foi pro banheiro, queria me mostrar como ficava nela. Assim que vi, senti que podia gozar sem me tocar. Vou resumir assim: vi minha esposa feita uma mulherão. A calcinha era um fio dental. Não parava de pensar, o que me excitava pra caralho, que era assim que o Hugo ia ver ela. Na sexta, não consegui me concentrar no trabalho. Às 17h, a Romi ia encontrar o Hugo na Rivadavia com San Pedrito, Flores. Ela saiu às 16h, a gente se encontrou perto do trabalho e fomos juntos pra Flores. Eu tava com uma mistura de tudo, o tesão me dominava por completo, e a excitação também. A gente se despediu e ela foi pra esquina onde iam se encontrar, um lugar bem movimentado, por sinal. Eu me posicionei na esquina oposta pra ver eles; e foi assim, eles se cumprimentaram. Trocaram umas palavras e começaram a andar, bem na direção onde eu estava. Entrei numa loja e fiquei olhando pela vitrine. Depois que passaram, segui eles por trás, a uns passos de distância. Foi uma sensação difícil de explicar: via minha mulher linda, via ela indo com outro homem, o jeito que ela se mexia. Senti ciúme, nervosismo, mas, acima de tudo, senti excitação. Dez minutos depois, chegou uma mensagem: "Tudo bem, love, já tô no hotel com o Hugo. Só posso te dizer que te amo e que tô toda molhada." Primeiro andei, depois fui tomar um café esperando minha mina. A espera durou umas três horas, mais ou menos. Romi, mensagem: "Amor, tô saindo, a gente se encontra onde combinamos." Eu: "Sim, meu amor, te vejo lá." Assim que nos vimos, nos abraçamos e demos um beijo interminável. A gente tinha combinado de passar a noite num hotel qualquer; primeiro fomos jantar e depois pro hotel. Antes disso, não falamos nada sobre o que tinha rolado. Entramos no hotel e ela já foi me dizendo... ...Romi: "Senta naquele sofá. Trouxe um presente pra você." Foi na bolsa dela, tirou um embrulho de papel, desembrulhou e me deu o conteúdo: era um preservativo com gozo. Romi: "Aí tá a porra que tirei do Hugo, amor." A excitação que as palavras dela e a camisinha usada me deram é algo que não consigo descrever. Na minha mente, só tinha o fato de que aquela porra não era mais do Hugo, era da minha mina. O que ela trouxe me surpreendeu, mas pra melhor. Comecei a me despir e a bater uma, não aguentava mais. Fomos pra cama, nós dois já pelados, e minha mulher me contou o que aconteceu e o que sentiu. Romi: "Desde que a gente tava andando com o Hugo pro hotel, eu já tava molhada. Me excitava saber que ia dar pro Hugo e, ao mesmo tempo, me dava tesão fingir que tava te traindo. Me senti uma puta e gostei disso, coisa que não sinto quando a gente vai nos boliches de swing. Fui imaginando como seria a rola dele, todo o contexto me deixava com tesão. Uma coisa que me surpreendeu é que não pensava em você, era só eu e o Hugo. Entramos no quarto e não... Não deu tempo pra nada, ela virou e começou a me beijar de língua, enfiou a língua quase na minha garganta, me deixou louca com a vontade dela de devorar minha boca, eu respondi com a minha língua. Ela apertava minha bunda com as duas mãos. Paramos um instante, aproveitei pra te mandar a mensagem, fui no banheiro e vi o quanto eu tava molhada, acredita, tava demais. Quando saí do banheiro, ela me levou até a beira da cama e me fez sentar, me deu um beijo e se abaixou pra tirar minhas botas, depois a camiseta e me deixou de sutiã, me deitou e ficou por cima de mim. Começou a beijar meu pescoço, já tava toda entregue, meu amor, tava muito excitada. Desceu até meus peitos e chupou meu mamilo por cima do sutiã, parecia que eu não tava usando nada. Desceu até minha calça, desafivelou meu cinto e o jeans, começou a puxar devagar. Enquanto tirava o jeans, ia beijando minhas pernas; nessa altura, já queria que ela me comesse. Me fez levantar e admirou como o conjunto ficou em mim, me fez virar e adorou quando viu minha tanga fio dental enfiada na bunda. Me abraçou por trás pra me apoiar enquanto com as mãos tocava meus peitos, já tinha abaixado meu sutiã, um instante depois tirou ele. Enquanto eu tava de costas, eu empurrava a bunda pra trás, queria sentir o pau dela. Ela esticou a mão até minha buceta e viu como eu tava molhada, me disse: Romi, você tá super molhada, hoje você vai ser minha. Sim, meu amor, eu ia ser dela, me excitava saber que ia ser dela. Eu disse que sim, que quero ser dela. Ela me virou e enquanto me beijava, tirei a camisa dela, desafivelei a calça e ela terminou de tirar. Rápido, olhei a cueca dela e vi que tinha um belo volume, sentei de novo na beira da cama, o pau dela ficou na altura do meu rosto. Ela puxou a cueca pra baixo e apareceu um belo pau. Eu: você gostou do pau que ele tinha? Romi: meu amor, o Hugo tem um pau lindo. Já tava duro, me excitou ver como a pele cobria até a metade da cabeça, da ponta saía um pouco de líquido. Essa imagem me deixou com tesão, peguei na cock dele e levei pra minha boca, senti o suco salgado que saía da ponta da cock. Comecei a chupar devagar, era grossa e bem comprida, enquanto eu chupava, Hugo me apalpava os peitos e eu comecei a me tocar na pussy, tava molhadinha. Ele fez eu chupar os ovos dele. Ele se deitou na cama e aí começamos um 69, ele chupava minha pussy e meu cu, eu tava desesperada engolindo a porra e os ovos dele. Ficamos assim um tempo, então Hugo fala: não aguento mais Romi, quero te comer. Falei que também não aguentava mais. Me deitei de barriga pra cima enquanto ele colocava a camisinha; não precisei que ele falasse nada, só abri as pernas pro Hugo, me ofereci pra ele, Hugo encaixou a cabeça da cock na entrada da pussy, pelo tanto que tava lubrificada, um movimento mínimo fez Hugo se enterrar dentro de mim, senti e recebi ele até o fundo da pussy, eu mesma mexia minha bunda pra cock entrar o máximo possível. Ele metia a cock e a língua, falava que tinha me desejado muito, isso me dava mais tesão e me fazia me entregar toda. Ele me colocou de quatro e aí senti bem a potência da cock dele, sentia que tava rasgando minha pussy, comecei a bater uma e aí tive meu primeiro orgasmo, que foram dois seguidos. Enquanto me segurava de quatro, ele enfiava um dedo na booty, a cock tava durona, eu adorava, ele enchia toda minha pussy com a cock dele. Ele falava: você é toda minha; eu respondia, sou sua Hugo. Depois ele se deitou de barriga pra cima e eu montei nele, enfiava toda a cock, gostava da resistência dele, que me comia com vontade, a cock dele, a paixão dele por mim. Fiquei cavalgando um tempo e gozei de novo, e enquanto eu gozava, Hugo também gozou. Me deu tesão sentir a cock pulsando dentro de mim enquanto ele gozava. Depois pedimos algo pra beber enquanto falávamos do trabalho e de você também, a situação me dava tesão, de como seu ex-colega falava de você depois de me comer. enquanto me segurava com ele pelado. Quando nos arrumamos pra ir embora, transamos de novo e, mão aqui, mão ali, já estávamos na cama. Hugo tava me dando uma chupada daquelas na pussy. Ele lubrificou a entrada da booty e enfiou um dedinho, eu adorava como ele me chupava. Depois, ele se ajoelhou na cama do meu lado e meteu a cock na minha boca, nós dois estávamos quentes de novo. Ele me colocou de quatro outra vez e começou a me dar pijazos de novo, eu já tava toda arrepiada. Ele me comeu um tempão assim até pedir a booty. Essa é a sua segunda surpresa: Hugo é o segundo homem que faz a minha booty. Eu: Você deu a booty? Romi: Sim, a putaria me venceu, bebê. Não sei se dá pra notar, mas olha! Ela se colocou de quatro pra eu ver como Hugo deixou a booty dela. Mesmo tendo passado umas horas, assim que olhei pro ânus dela, vi que tava dilatado e meio vermelho. Até aquele momento, em nenhum encontro de swingers nas baladas ela tinha dado a booty pra ninguém; na verdade, até aquele dia, eu era o único que tinha provado a booty dela. Lá no fundo, senti ciúmes e vontade de perguntar por que ela fez isso. Mas só falei: Eu: Meu amor, você é uma puta toda, uma puta divina! Romi: Quando ele pediu a booty, ele me comia de quatro e tinha o dedo enfiado na booty. Eu tava quente e me sentia a mulher do Hugo. Depois do pedido dele, só consegui dizer pra ele fazer a booty dele. Ele não hesitou, chamou a recepção pra pedir gel. Eu pedi porque sabia que, senão, ia doer pra caralho, já que ele tem grossa, principalmente, e eu tô acostumada com você, e a cock do Hugo é um pouco maior que a sua. Já com o gel, ele lubrificou a booty e lubrificou a cock. Eu, de quatro, apoiava a cabeça na entrada do ânus, tava ansiosa e quente, mas também com medo de doer, por isso contraía um pouco o ânus, e a cock, por causa do gel, escorregava pra fora. Eu me jogava levemente pra frente quando Hugo fazia pressão pra meter a cock. Mas, bebê, Hugo não ia ficar na vontade, me Coloquei o travesseiro dobrado embaixo da cintura dela, a bunda ficou empinadinha, ela lubrificou um dedo e enfiou na minha bunda. Depois se colocou por cima de mim e encaixou a piroca na entrada do cu, empurrou duas ou três vezes sem sucesso, até que numa apoiou a piroca e empurrou firme, e o cedeu pra piroca, eu dei um pulo, mas Hugo mandou eu relaxar e continuou empurrando a piroca, doeu um pouco, mas depois eu mesmo pedia pra ele me comer forte. Ele meteu duro, me comeu um bom tempo até eu gozar. Ele virou de lado e colocou minhas pernas nos ombros dele e me comeu o cu assim até ele gozar. Depois fui no banheiro e toquei no buraco da bunda e tava bem aberto e também sentia ardor, não era dor. Só aí você voltou a estar na minha mente, até aquele momento eu segui minha tesão. Foi isso que aconteceu com Hugo, bebê.
Da minha parte, enquanto Romi me contava o ocorrido, eu já tinha gozado uma vez me masturbando. Durante o relato dela, toquei na buceta dela e tava molhada, era incrível. De vez em quando eu olhava pra camisinha com a porra que minha mulher tinha tirado do Hugo. Depois a gente transou entre nós, ela tava muito fogosa. Assim fomos percebendo que esse estilo de vida motivava nós dois, aos poucos fomos fazendo mais ménages do que troca de casais. Entramos no mundo cuckold e também fomos nos redescobrindo.
Da minha parte, enquanto Romi me contava o ocorrido, eu já tinha gozado uma vez me masturbando. Durante o relato dela, toquei na buceta dela e tava molhada, era incrível. De vez em quando eu olhava pra camisinha com a porra que minha mulher tinha tirado do Hugo. Depois a gente transou entre nós, ela tava muito fogosa. Assim fomos percebendo que esse estilo de vida motivava nós dois, aos poucos fomos fazendo mais ménages do que troca de casais. Entramos no mundo cuckold e também fomos nos redescobrindo.
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