Rapidín com a ex no banheiro do bar - Começo da noite

Antes da quarentena, a gente foi um grupo grande pra um bar meio vagabundo em capital. O que chama a atenção nesse lugar é que tem um banheiro masculino, um feminino e um "todesex" — se você tiver coragem, pode ir. Era o aniversário de um colega da faculdade, o cara convidou geral e a gente era um grupo enorme. Me chamam pra putaria e eu tô dentro...

A gente beliscou umas coisas, cerveja, drinks e foi dançar.

Vou pegar mais um drink no balcão e vejo que, dançando num grupo grande, estava a Lu, minha ex. A gente namorou uns anos, quando era novo, e terminamos numa boa quando percebemos que nossos objetivos de vida não batiam. Ela queria ser mãe jovem (e foi), e eu sempre tive claro que não quero ninguém dependendo de mim — quero viver, viajar, farrear e transar com quem eu quiser. Desde essa separação, só encaro um relacionamento se a gata topar a mesma coisa.

Lu tem 32 anos, 1,65m, cabelo moreno, olhos castanhos, pele morena, 90 de peito, 95 de raba e uma cinturinha linda com uma barriguinha chapada.

Enquanto esperava pra pedir o drink, eu olhava pra Lu dançando com o grupo dela. Tava esperando ela me olhar, perceber que eu tava ali — eu curtia ver ela feliz. Fazia um tempo que a gente não se falava, mas eu via ela contente e, como boa notícia, o marido, pai do filho, não tava lá.

Deve ter passado um minuto no total, e ela me olhou nos olhos — claro que me reconheceu. Me deu um sorriso, fechou os olhos, continuou dançando e abriu de novo me encarando. Lu tava linda, ela já é linda quando sorri, mas naquela noite tava perfeita, se arrumou toda e com a atitude que tava me deixava louco. Tava com um vestidinho preto com detalhes prateados que caía super bem nela, bem fino, delicado. Mostrando o decote, mas sem ser vulgar, os ombros de fora, salto — ela sempre de salto. Eu já tava com o drink na mão, tomando de gole em gole, sem tirar o olho dela. Ela me olhava, desviava o olhar, me olhava de novo, sorria pra mim, olhava pra outro lado, e voltava a me encarar. Olha só...
Falei com a mina que tava do lado dela, pensei que ela tinha dito que eu tava ali e que ia vir me cumprimentar, mas não. Ela foi na direção dos banheiros e eu perdi ela de vista. Fui pra lá e fiquei de olho no banheiro feminino enquanto terminava minha bebida.

Vejo ela saindo da porta do lado, o banheiro unissex, fui direto e dei um beijo nela sem falar nada. Ela me agarrou pela nuca com uma mão e me apertou contra ela.

L: Vem, não tem ninguém. — Ela falou enquanto me segurava pela fivela do cinto e me puxava pra dentro do banheiro.

A gente se trancou no banheiro pra deficientes, que é maior, e nos beijamos com força, sem frescura.
Rapidamente ela desabotoou meu cinto, minha calça e puxou minha rola pra fora, se agachou e começou a chupar com a vontade de anos de saudade. Realmente, a Lu chupa muito bem, não deixa um centímetro sem passar a língua e enfia quase tudo na boca.

Eu não aguentava mais, parei ela, beijei, virei ela de costas, levantei um pouco o vestido dela e, admirando a raba dela, fiz ela abaixar o tronco e puxei a tanga pro lado. Com meus dedos, senti o quanto ela tava quente e molhada.

L: Coloca, sem problema, tenho DIU. — Fiquei em silêncio e comecei a passar a rola na entrada da buceta dela. — Santiago, coloca logo, por favor! — Ela ordenou.

Ajeitei minha rola na entrada da buceta dela, enfiando só a pontinha. A Lu virou a cabeça e me olhou nos olhos, como se me desafiasse, e começou a se mover pra trás, engolindo a rola toda com a buceta dela. Apoiou as mãos na parede e, entre nós dois, começamos a nos mover cada vez mais rápido. Não ligávamos pro barulho óbvio da raba dela batendo na minha pélvis nem pros gemidos dela.

Não aguentei mais, não consegui segurar e enchi a buceta dela de porra, o que fez ela gozar na hora. Senti as contrações da buceta dela tomarem conta da minha rola, como se estivessem espremendo até a última gota.

A gente se vestiu, se ajeitou um pouco, tudo sem se falar, e saímos.
Dentro do banheiro, tudo tinha mudado. panorama, tava lotado. Obviamente todo mundo percebeu, saímos andando como se nada tivesse acontecido.

L: Te vejo depois. — Ela falou e foi pro grupo dela. Eu fui pro balcão, pedi outra dose e voltei pro meu grupo.

Obviamente isso continua... fiquem ligados.

*Adendo:

Continuação da noite: http://www.poringa.net/posts/poringa boys/3842449/La-noche-con-mi-ex-continua.html

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