Primeira experiência... 2

“Onde?”, perguntei. “Na minha casa. Sábado, no horário da sesta, vou estar sozinho. Vem com a desculpa de encontrar o Roberto e a gente se vê”, foi a resposta dela. Na loja de ferragens, a gente não fez mais nada. Eu tava excitado naqueles dias, ansioso, nervoso, esperando o sábado. Tava doido pra que o tempo voasse e aquele momento chegasse. Quando finalmente chegou o dia e a hora esperados, toquei a campainha. Ela abriu a porta e, sem dizer uma palavra, pegou na minha mão e me guiou até um sofá na sala. A casa tava na penumbra, um pouco de luz passava pelas cortinas. Ela foi até a cozinha, voltou com dois copos de refrigerante e sentou do meu lado. Eu tava tão nervoso que não sabia pra onde olhar. Quando terminei meu refrigerante, ela colocou o copo numa mesinha e pegou na minha mão. Me disse pra me acalmar. Levantou, me fez levantar e foi se aproximando cada vez mais. Colocou uma mão na minha nuca, chegou devagar na minha boca e me beijou suavemente. Meus lábios tinham tocado os dela. O roçar da barba por fazer me excitou na hora. Senti algo que nunca tinha sentido até aquele momento, e uma espécie de arrepio percorreu meu corpo todo. Pouco depois, a língua dela molhou meus lábios. Fechei os olhos enquanto sentia ela introduzindo a língua na minha boca. Era uma boca experiente, soube convidar minha língua a gozar com a dela. Ela se afastou um pouco, aproximou os lábios da minha orelha e sussurrou: “Você gosta?” Sem conseguir pensar em outra coisa, respondi: “Adoro”. Enquanto a gente se beijava, ela foi me levando devagar até uma parede. Entrelaçou os dedos nos meus, abriu meus braços em cruz e fiquei preso entre a parede e o corpo dela. A boca dela já não se limitava só à minha boca, descia também pelo meu pescoço e mordiscava minhas orelhas. Sentia o hálito quente dela. Soltou minhas mãos, levantou minha camiseta, beijou meus mamilos e continuou descendo até lamber meu abdômen. Eu não sabia bem o que ia acontecer, mas tava em êxtase, então me deixei levar. Ela tava me dominando e eu... Me encantaba. Ele era um expert com alguém que tava começando no sexo, mas que tava morrendo de vontade daquilo que era desconhecido, mas que dava tanto prazer. Eu só gemia e, com meus dedos, percorria o cabelo preto grisalho dele, os ombros, os braços, o peito peludo por cima da camisa. Levei minhas mãos pra suas costas, tentando estudar cada centímetro da anatomia dele com meus dedos. Era a primeira vez que eu acariciava o corpo de um homem. Depois ele se ajoelhou, baixou meu short junto com a cueca e deixou meu pau sair. Quando ele ficou na frente do rosto dele, agarrou com uma mão, começou a passar a língua, enfiou tudo na boca e começou a chupar bem rápido. Eu sentia o calor e a umidade da boca dele envolvendo todo o meu pau. Dava pra sentir a língua dele no tronco e subindo até a cabeça descoberta, porque ele tinha puxado meu prepúcio pra baixo, o que fez escaparem gemidos cada vez mais fortes de mim. Nunca tinha sentido algo assim. Alguém tava chupando meu pau. Eram coisas que eu só tinha visto nas revistas pornô. O prazer que eu sentia era estranho e inexplicável. Depois de um tempo, ele começou a beijar minhas bolas e o períneo. Meus gemidos não paravam. Continuou assim por mais uns minutos até eu mandar ele parar, porque sentia que ia gozar. “Aaaahhhh! Não aguento mais”, falei meio sem fôlego, e senti uns jatos pequenos de semente enchendo a boca dele. Eu tinha gozado pela primeira vez na boca de alguém.
Ficamos quietos por um momento. Eu, com as pernas tremendo, ia recuperando a respiração normal. Ele se levantou, pegou papel higiênico pra limpar os restos de porra que tinham ficado no meu pau e nas bolas e me ajudou a me vestir. Finalmente quebrou o silêncio: "Tá bem?", perguntou. "Melhor do que nunca. Foi incrível", respondi. Ele sorriu, me beijou suavemente nos lábios e disse: "Disso, nada pra ninguém, tá claro, né?" "Claro, claríssimo", foi minha resposta. "Quando puder, te aviso e a gente se vê de novo", disse. "Entendo, mas quando?", perguntei. Eu achava que a gente podia repetir sempre que quisesse. "Não se preocupa nem se desespera. Eu te aviso e a gente repete", foram as palavras dele. Na segunda, voltamos pra loja de ferragens. Não falamos sobre o que tinha rolado. Os dias passavam e ele não me dizia nada. Na sexta, me perguntou: "O que você vai fazer amanhã depois do almoço?" "Não tenho planos", falei, na esperança de que ele me convidasse pra casa dele de novo. "Vem pra cá que vou estar sozinho de novo", anunciou, piscando um olho num momento em que ficamos a sós na loja. Quando cheguei, ele me fez entrar, se acomodou no sofá com a cabeça encostada no encosto e pediu pra eu sentar de costas pra ele, entre as pernas dele. Começou a me acariciar, massageava meus ombros enquanto eu me apertava contra o peito dele e, sentindo o ar quente da respiração dele, virei a cabeça pra procurar a boca dele. Começou a lamber meus lábios, a morder meu lábio inferior e a procurar minha língua, que rapidamente se entrelaçou com a dele. A gente se beijou apaixonadamente. Nessa posição, ele começou a me acariciar, massageava meus ombros, apertava meus peitinhos por baixo da minha camisa. Eu tava terrivelmente excitado. Gemia com a língua dele dentro da minha boca. De repente, ele se afastou, se levantou e pediu: "Quero que você faça comigo o que eu fiz com você no outro dia." "Nunca fiz isso", foram minhas palavras, "não sei se vou conseguir." Colocando uma mão na minha cabeça, sorriu e disse: "Você vai ver como... Pode sim. Não se preocupa. Eu te ajudo." Com essas palavras ele me animou, e bem antes de eu me ajoelhar aos pés dele, completamente rendido e pronto pra fazer meu primeiro boquete, ele me beijou de novo com paixão, tirou minha camiseta e me empurrou suavemente pelo ombro pra baixo. Ele tirou a camisa e baixou a calça e a cueca até os tornozelos. Comecei a me abaixar enquanto beijava os mamilos dele, que lambi e mordisquei, até ficar de joelhos com o pau dele na altura do meu rosto, já duro e apontando pra cima. Respirei fundo, segurei firme a base do tronco dele com a mão direita e comecei a lamber de teste. Depois passei a chupar a cabeça dele meio sem jeito até ele falar: "Deixa eu te ajudar. Abre bem a boca." Obedeci na hora. Ele se afastou um pouco e, abrindo as pernas e segurando minha nuca pra eu não recuar, começou a enfiar o pau devagar na minha boca, enquanto mordia os lábios e suspirava sem tirar os olhos de mim. Enfiou só um pouco além da cabeça pra não me engasgar, e depois de ficar ali uns segundos, deixando eu sentir o gosto do líquido salgado que já começava a vazar, começou a fazer um vai e vem bem suave enquanto passava a mão no meu cabelo. Ele me guiava falando: "Tenta brincar um pouco com a língua." Então comecei a lamber o pau inteiro dele. Ele gemia e me incentivava a continuar: "Adoro sua boca no meu pau. Continua assim, não para." Depois de um tempo, soltou minha cabeça das mãos e completou: "Agora continua sozinho." Eu, que só queria fazer ele gozar, comecei a chupar com força, ajustando bem nos lábios, e me movendo pra enfiar mais fundo na boca, enquanto batia uma punheta acompanhando o movimento com uma mão e com a outra acariciava as bolas dele. Minha boca babava pra caralho, e uns fios de saliva escorriam pelos cantos e desciam pelo tronco até as bolas dele. Num momento, ele esticou o corpo pra trás e gritou abafado: "Ahhhhhh." Ele jorrou uns jatos quentes de Porra na minha boca, que saiu com força. Tentei que nem uma gota do meu prêmio caísse fora. Continuei chupando igual um sedento depois que o pau dele ficou totalmente limpo, sem tirar nem um segundo da minha boca. Senti a rigidez dele indo embora, as paredes amolecendo e ele se retraindo nos meus lábios. Me levantei, beijei ele agradecida e a gente se comeu de boca por um tempão.

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