Preso sem saída XX

Preso sem saída XXAo virar o olhar pra onde veio o grito, o casal interracial deu de cara com a figura incômoda que era Marisa Céspedes. Na mesma faixa de idade da Melissa, a Marisa também tinha um corpo de dar inveja. De pele igualmente branca, suas curvas equilibradas enfeitavam a beleza do cabelo preto e dos olhos verde-esmeralda. Gerson até sentiu uma atração por aquela gostosa. Mas o olhar hostil dela fez ele ficar na defensiva. Melissa, sem reconhecer a antiga amiga, tentou puxar um papo num tom pacífico. — Oi, Marisa! Quanto tempo sem te ver... Mas ela virou o olhar hostil agora pra ela. Torceu os lábios num sinal de desaprovação. E falou: — Que cinismo o seu, Melissa! Nem a sua gravidez tira a sua vontade de fazer escândalo!! Logo agora que você resolveu voltar... Ao dizer isso, enfatizou de um jeito que chamou a atenção de mais gente que passava por perto. Melissa sentiu o desprezo nas palavras dela, e uma dor que machucava por dentro. Mas o que mais pesou foi ver o povo se juntando e cochichando atrás dela. Ela teria ficado chorando amargamente se o Gerson não tivesse pulado igual um leão furioso. Com um gesto frio que paralisou tudo ao redor, ele fez a Marisa entender que tinha que tomar cuidado com ele. Ela, vendo o homem negro imponente, decidiu não provocar. Gerson pegou Melissa pelo braço e, com toda a delicadeza, a levou pra frente pra sair daquele cenário. Enquanto andavam juntos, passou o braço na cintura dela e a envolveu suavemente até tê-la do lado dele. Marisa ficou surpresa e irritada ao olhar pra eles. Mesmo grávida, Melissa tava tão gostosa. Nunca entendeu como ela podia ter tanta sorte. Hoje, andava de mãos dadas com o amante jovem. Assim como antes andou de mãos dadas com o galã do Tomás. "Algumas mulheres têm tanta sorte na vida..." Pensou Marisa amargamente. Gerson caminhava firme e garboso, levando Melissa pra frente. Onde estava o carro. Fazendo a loira sentir uma segurança que emanava dele. Conseguindo deixar aquele momento pra trás e nem sequer virar pra olhar pra Marisa ou pras outras pessoas. Melissa já tem certeza. Do lado de Gerson, a vida é possível... E ela avança passo a passo junto com o pai do seu filho. O centro de Calvillo está lotado, naquela hora montes de gente andam por ali. Bares e restaurantes estão todos cheios. Assim que chegam no lugar, os olhares se concentram no casal peculiar. O que se destaca acima de tudo é o tamanho incrível daquela besta de pouco mais de 1,90m, que tornava muito difícil passar despercebido. Ele caminha devagar, acompanhado da sua mulherzinha grávida. Sussurrando coisas no ouvido dela enquanto ela sorri pra ele. As pessoas observam seus passos, intrigadas. Enquanto isso, o casal: o negão e a loira andam muito agarradinhos. Uma mulher, talvez uma conhecida, observa eles surpresa, e Melissa aproveita pra enfiar a barrigona entre ela e um espacinho, assim o casal segue em frente. Os outros presentes continuaram olhando espantados. — Olha, — disse Melissa se dirigindo a Gerson em voz alta e se acariciando a barriga — se eu não tivesse te dado bola uns meses atrás, hoje eu tava com a barriga lisa, e não teria virado essa baleia encalhada que você tá vendo! Falou isso e depois mordeu os lábios, mas não conseguiu evitar rir, se divertindo pra caralho. A mulher ficou vermelha que nem um pimentão, e sem dizer uma palavra, se mandou do lugar. Gerson olhou pra Meli com carinho. Ela tava linda demais, carregando aquela barriga. E ele se sentia um cara de muita sorte. — Você aproveitou essa gravidez muito mais do que eu! Que sou eu que há mais de 5 meses venho arrastando essa barriga e também muito mais do que você aproveitou no dia que se encarregou de fazer ela crescer ❤️ — reclama Melissa, brincando. Um Gerson sorridente só dá um sorriso. Então ela começa a lembrar de um jeito especial do dia que Gerson se encarregou de encher as entranhas dela. Ela lembra quando viu aquela porra de pica preta e esses... testículos enormes. "devia imaginar que ia acabar nesse estado..." ela pensa, enquanto seu rosto faz uma careta sensual... e ela acariciava bem devagar a barriga, enquanto ele, ao vê-la, ficava de pau duro...🥒 O povo escandalizado só observa, incrédulo com a cena. Naquele dia e naquele exato momento, boa parte da cidade já sabe da traição de Melissa Heredia. Ao chegar no carro e com o casal já dentro, Gerson liga o motor e sai dali. Ao sair da cidade, o casal interracial segue para Aguascalientes. Ambos entendem que não é hora de se lamentar e evitam falar sobre o que aconteceu. O caminho fica agradável, cheio das piadas de Gerson. E a risada e cumplicidade de Melissa. Ao chegar no hotel onde vão ficar, o casal entra no quarto. Então Gerson recomeça as cantadas, a sedução, e Melissa cai nos encantos do namorado. Foi incrivelmente difícil para o casal interracial chegar até esse momento. Mas a cada palavra dita por Gerson, Melissa responde com a ilusão projetada nos olhos, que brilham intensamente. Nessa hora, se concentrar na conversa, no dia que passou e nos problemas que virão são pensamentos tão banais. Ao olhar os atributos físicos que ambos têm, eles não param mais pra pensar em nada. Gerson fica hipnotizado nas pernas e na bunda de Melissa. Ele sente a dureza do pau latejando enquanto aperta sem parar contra a calça. Dá pra ver o tesão que ele tá, com fome de um beijo. Melissa respira, com o ar preso. Gerson percebe e faz o primeiro movimento. Enquanto se afasta da boca dela, beija o queixo, a bochecha, e daí passa pro pescoço. Ela sente o hálito quente na pele e os dentes mordiscando um lado do pescoço. As mãos dele descem devagar e levantam a barra do vestido, até acima da cintura. Então ele guia ela, suave e lentamente em direção à parede do corredor pra ela poder se apoiar. Ela sentiu as mãos dele deslizando por baixo da parte de cima das coxas dela e encontrando a parte de trás da calcinha, aí ele seguiu a linha da corda pra baixo, entre as nádegas dela. Colocando as mãos dela pra trás, ele acariciou as costas dela e os globos duros da bunda dela, depois deslizou de novo sobre as bochechas, apertando levemente e puxando o quadril dela em direção a ele. Enquanto beijava ela, deslizou a calcinha dela até os joelhos. Gerson finalmente conhecia a glória, aquele sentimento único e maravilhoso. Enquanto deslizava a língua pelos lábios da Melissa e chupava de leve a língua dela. Ele tava feliz, e se sentia tão sortudo. Naquele instante, desabotoou o vestido dela devagar. Levantou ele por cima da cabeça dela e continuou beijando ela com paixão, pressionando ela contra a parede. Depois, virou ela de costas pra parede. Ele tava de pé atrás dela. Então acariciou o pescoço e os ombros dela, passando as mãos pelos braços dela até chegar nas mãos, enquanto pressionava a pica dele contra a bunda da Melissa. Passou as mãos pelos braços dela e depois levou até as costas macias dela, até chegar no fecho do sutiã. Aí desabotoou e viu o sutiã cair. Por trás, deu pra ver a curva suave dos peitos volumosos dela. Com certeza já cheios de tesão enquanto caíam livres e pesados. Quase na hora ele sentiu que ficava ainda mais duro. Passou os dedos tão suavemente quanto possível pela coluna dela até chegar na parte de baixo, e aí se ajoelhou atrás da Melissa. Colocou os dedos logo na parede e se inclinou pra beijar de leve a bunda dela. Enquanto beijava, foi tirando a calcinha dela devagar, até ela deslizar pra baixo. Melissa ardia de desejo, tantos dias de abstinência deixaram ela num estado de mulher no cio. Mexeu instintivamente o cabelo dela pro lado, pra permitir o jogo que Gerson trazia entre as nádegas dela. Ao perceber, o negro passou a língua desde a fenda do ânus até a abertura da sua gripa vaginal. Provocando os mais doces gemidos da grávida. Movendo a língua ao longo da bunda dela, até chegar na sua buceta ardente. Ela abriu suavemente as pernas. De onde estava ajoelhado, Gerson tinha a visão mais perfeita da buceta sedosa, macia e bem molhada. Saboreando a vista por um momento, Melissa estendeu a mão e tocou a cabeça de Gerson. Acariciando suavemente o cabelo do hondurenho. Ele beijou o quadril dela, olhando pra ela pressionada contra a parede, depois exagerou umedecendo os dedos antes de deslizar dois deles pra dentro. Ahhhhhjjj💥 Melissa reagiu extremamente satisfeita. Ele, sorrindo, olhava pra ela enquanto a sentia tensa por um momento e a ouvia ofegar. Só empurrou mais os dedos, um pouco antes de tirá-los de novo e os manteve flutuando ao redor da abertura dela, só pra que ela pudesse senti-los ali. Aquela sensação de deslizar pra dentro foi tão boa que ela quis experimentar de novo, então ele empurrou firmemente de novo e dobrou os dedos pra que se enchessem o máximo possível. Pra dentro e pra fora, devagar, depois ganhando velocidade, ele os empurrou pra dentro, enquanto adorava a visão dos lábios abertos dela e dos dedos brilhando com os sucos íntimos. Num momento, ele passou a língua desde os joelhos até a parte de trás das pernas dela. Isso encantou Melissa, que sentia as pernas cada vez mais bambas. Depois de um tempo, ele tirou os dedos e os lambeu pra limpar com um sorrisão. Nessa altura, ele a vê impaciente, esperando... Então ele se inclina pra frente e dá um beijo nela, que ela devolve com muita fome, gemendo e grunhindo na boca dele. Ele desliza uma mão ao longo do braço dela até que a mão dele repousa sobre a dela, os dedos entrelaçados, enquanto a outra mão desliza a calça dele pra baixo e os pés dela tiram a calça. Nessa hora, Melissa já tá morrendo de vontade Ele encheu ela com o pau duro. Gerson, já sem calças, se levanta. E mostra a ereção totalmente ereta, em seguida desliza a mão em volta da barriga inchada da Melissa e segura ela com força enquanto começa a empurrar pra dentro e pra fora, devagar e debochando. Pela barriga... Depois de empurrar por fora umas seis vezes, curte o encaixe natural da bunda da Melissa contra a virilha dele. "Ahh Gerson, preciso de você dentro..." O pedido da Melissa pela pica do Gerson só aumenta a vontade do negão. A pica dele deslizava por fora e ficava ereta, brilhando e molhada. Rapidamente o vestido da Melissa voa pelos ares e ela fica pelada, e então empurra ele com força contra a parede. Beijando ele fundo, pra começar a lamber e beijar o peitoral trabalhado do Gerson, parando nos mamilos dele, fazendo círculos em volta com a língua enquanto segurava as mãos dele ao lado. A fricção dos dentes e da língua endurecia eles e fazia ele empurrar contra ela, ofegante. O olhar safado que ela deu pra ele era o suficiente pra excitar qualquer homem. Depois, a língua desceu pelo abdômen definido dele, enquanto ela se dirigia pra lá até as bochechas dela roçarem a ponta do pau. Sabendo o quanto isso incomoda, ela ignorava e lambia a parte da frente da coxa, rindo enquanto Gerson gemia de protesto. Gerson se via numa situação apertada. Mordendo de brincadeira as bolas dele, fazendo ele gritar de prazer. As mãos dela subiam pela parte de trás das pernas dele, tensas. A pica dura e molhada estava bem na frente da Melissa, mas ela ignorava o máximo que podia, sabendo que isso deixava a sensação ainda mais intensa. Melissa continuava mordiscando as bolas enquanto de vez em quando parava pra beijar o abdômen e as pernas dele, Gerson choramingando de tesão e completamente sem saber o que ela faria a seguir. Ele continuava se segurando, angustiado. Em algum momento, as mãos dela... deslizaram por trás das pernas e os dedos longos agarraram as nádegas, cravando as unhas, enquanto afirmava de forma brincalhona sua autoridade sobre ele. Melissa viu o quanto ele estava excitado, quando a cabeça do pau dele apareceu completamente exposta da cobertura do prepúcio, e um fio de pré-gozo fresco se arrastando da cabeça roxa até o umbigo agora molhado. Enquanto beijava e lambia ele em todo lugar menos ali, se inclinava para quebrar aquele rastro com a língua e "acidentalmente" passava a língua na ponta da cabeça, só uma vez. De cima, Gerson notaria o olhar faminto e diabólico no rosto de Melissa. Nesse momento, ele teria uma mão no cabelo dela e outra apalpando o corpo dela de cima a baixo, beliscando os mamilos rosados, acariciando firme a barriga inchada e aproximando o pau até o rosto dela, tentando enfiar de uma vez o falo dentro da boca dela. Porém, toda vez que ele se aproximava, ela se afastava. - Owwwww🤪 Gerson sentiu divino no contato dela. Sentia a mão dela na base e depois a via rir enquanto apertava ele na mão. Ofegava e gemia quando sentia os dedos da mão esquerda descerem pela bunda dele, se abrirem e traçarem suavemente ao redor... ali. Fechando os olhos, curtia as sensações que estava experimentando. No entanto, não gostava muito de ficar subjugado. Queria tanto um boquete que aliviasse a ereção dele. Fechou os olhos desejando isso. Até que Melissa conseguiu entender e, limpando a garganta, olhou para ele safada de baixo. Por instinto, Gerson abriu os olhos e a encarou à mercê dela, soltando os instintos mais baixos dele. Relato de Gerson. - Ajoelhada na minha frente, sem uma costura, você estaria me olhando e deliberadamente pegaria uma das suas tetas e apertaria suavemente, massageando e balançando. Motivado pelo olhar nos meus olhos abertos, você passava a língua ao longo do meu eixo, das bolas até a ponta, depois virava a Ponta da sua língua em volta da cabeça sensível. Quando sentir que já me provocou o suficiente, coloca contra seus lábios e chupa de leve, levando pra dentro da sua boca quente. Mantendo só a cabeça na sua boca, consigo sentir sua língua girando em volta da ponta. Te ver aí segurando meu pau, chupando, puxando de leve seu mamilo inchado de grávida, me deixa louco e eu começaria a empurrar instintivamente. Você moveria a cabeça junto comigo e começaria a colocar mais na boca, pra cima e pra baixo, parando de vez em quando pra girar a língua. Depois de um tempo, você parava e tirava da boca com um estalo. Eu olhava pra baixo e via um fio de pré-gozo nos cantos da sua boca e cuspia entre seus lábios doces e a cabeça; isso sumiria rápido quando você lambesse meu tronco e levasse de volta pra sua boca. Consigo sentir seus dentes em mim enquanto você mexe a língua, me segurando entre seus dentes.sexo oralA partir daí, você se move mais para o sul e acolhe minhas bolas raspadas na sua mão. Você foca nisso por um momento antes de pegar uma delas na sua boca, enquanto sua outra mão agarra e trabalha no meu pau. Nunca senti isso antes, que sensação. Você aprendeu tão bem que a mulher tímida que peguei pela primeira vez desaparece a cada dia. Sua boca é incrível e sua mão é uma verdadeira expert em me trabalhar. Depois de um minuto ou dois chupando minhas bolas de leve, de repente e com avidez você leva meu pau de volta à sua boca e chupa com força, gemendo junto comigo. A diferença dessa vez é impressionante, com você me sugando com gana, se movendo rápido, pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, sua língua por toda parte, suas mãos bombando e apertando. Tô achando difícil manter o controle. Minhas mãos já estão no seu cabelo, na nuca, e eu começo a gemer alto, gritando seu nome. — Owwwww, Melissa!!!!! De repente, você tira as mãos e arranca minha camisa rapidinho, me deixando pelado, só eu e você. Do jeito que viemos ao mundo. Você olharia pra cima e sorriria, sentindo o quanto tá me levando ao limite, e tiraria meu pau da boca, mas não sem um último giro da sua língua pra me fazer gemer. 🤪 Sabendo o quanto eu te desejo, você me agradaria e me atormentaria mais um pouco, esfregando meu pau entre seus peitos pra molhar e deslizar, e depois os envolveria em volta do meu pau. Instintivamente, eu empurrava, como se tivesse fodendo seus peitos. Você deslizava pra cima e pra baixo, passando a língua na minha cabeça quando ele se aproximava. Meus olhos estariam fechados nessa hora, enquanto eu lutava pra segurar o clímax, que seria uma pena, porque eu estaria perdendo a vista mais incrível. Não aguentei mais e te afastei de mim antes de gozar. Me ajoelhando, envolveria meus braços em você e te beijaria fundo, amando o gosto de mim mesmo na sua boca, minha língua lambendo seu queixo e bochechas, em qualquer lugar. lugar onde eu pudesse encontrar um rastro. Tô grunhindo na sua boca igual um bicho, enquanto você zoa, segurando minha língua entre seus dentes. Suas mãos iam arranhar minhas costas, meu cabelo, meu peito, em todo canto ao mesmo tempo. Eu voltaria pra onde comecei, beijando seu pescoço e sua orelha, mordiscando seu lóbulo, acariciando seu pescoço devagar, passando minha língua desde atrás da sua orelha pelo pescoço até sua clavícula linda e delicada, depois beijando o caminho todo por você, chupando de leve sua pele enquanto me movia pro seu ombro. Com uma mão na sua cintura e a outra segurando a sua, eu beijaria cada pedaço de você ao longo do seu braço, curtindo a sensação dos pelinhos do seu braço fazendo cócegas nos meus lábios e língua. Quando chegasse na sua mão, eu acariciava minha bochecha por um minuto enquanto sorria pra você, depois chupava cada um dos seus dedos bem fundo, aproveitando o gostinho de mim neles. Você passaria sua outra mão no meu cabelo e puxaria de leve. Da sua mão, eu passava minha língua de volta pelo seu braço, pela parte de baixo macia, segurando seu braço esticado, até o ombro, onde eu podia acariciar e beijar sua axila, fazendo você gritar e rir. Eu beijaria tudo e depois beijaria seu lado até sua cintura. Aí passava minha língua por toda sua barriga, chupando de leve seu umbigo e passando minhas mãos pela curva firme. Com sorte, eu até sentiria o bebê rolando por lá... Minhas mãos deslizavam pra cima enquanto eu beijava, sobre sua barriga até encontrar o calor macio das tetas mais perfeitas que já vi. Sem olhar, eu passava as palmas das minhas mãos pelos seus bicos duros, incentivando eles a endurecerem sob meu toque, enquanto continuava beijando. Como você ainda tá de joelhos, eu esfregava meu pau nas suas tetas, usando a cabeça larga e grossa como uma língua grande, esfregando e mexendo sobre seus bicos, deixando eles brilhando de umidade. Dava pra ver o quanto você tava excitada, pelo duro que tava. Ela voltou. Eu ouvi a profundidade da sua respiração mudar. Você me ouviu gemer enquanto a textura e a dureza dos seus mamilos roçavam minha cabeça roxa inchada. Eu estaria gemendo seu nome em voz alta, e fazia isso profundamente. Aí eu me ajoelhava de novo ao seu lado e, um por um, segurava suas tetas magníficas nas minhas duas mãos, com suavidade e carinho. Eu me inclinava para frente e passava a ponta da minha língua ao redor da sua auréola, lambendo o que eu tinha deixado para trás, antes de pegar o mamilo inteiro na minha boca e chupar, prendendo-o entre minha língua e o céu da boca. Primeiro uma teta, depois a outra. No meio do caminho, tenho certeza de que minha mão vai buscar a sua, e nossos dedos vão se entrelaçar. Quando ambos os seios estivessem limpos e seus mamilos enormes, eu sorria para você e me deitava no chão ao seu lado, com a mão na sua perna. "É sua vez, amor. Se ajoelha na minha cara?" "Ok", você simplesmente respondia, sem hesitar, e então levantava sua perna sobre mim, montada no meu pescoço, fora do meu alcance. A vista era de tirar o fôlego; sua buceta inchada e molhada bem na minha frente, sua barriga e suas tetas, seu cabelo ainda limpo e aquele sorriso... "Tem uma coisa que eu quero fazer primeiro", você sussurra, suas mãos na sua barriga. Sabendo o que estava por vir, havia antecipação e desejo nos meus olhos, o que te incentivava. Sua mão esquerda deslizava para suas tetas e pegava uma, apertando e esticando o mamilo já duro. A outra mão deslizava para baixo, sobre sua barriga até entre suas pernas. Os dedos deslizavam para baixo entre seus lábios, abrindo-os na minha frente, deslizando para dentro, sondando, esfregando, provocando. Eu não sabia para onde olhar, para cima ou para baixo. Quando sua mão entrava, você dizia "uh uh!" 💞 Então eu ficava ali deitado, te vendo se masturbar bem na frente dos meus olhos, sem deixar eu te tocar. Cada parte do seu corpo lindo, que começa a ficar escorregadia de suor, está me excitando. A fome nos seus olhos... enquanto seus dedos esfregam e exploram, sua outra mão segurando sua teta perfeita, seus gemidos e choramingos. Sinto que vou explodir. Te imploro pra me deixar ter uma vez, então você cede e desce até ficar em cima da minha cara. Seu rosto ficaria escondido pela sua barriga, eu teria que adivinhar se tô fazendo certo. Minhas mãos deslizariam pelas suas coxas até sua bunda, te segurando perto. Eu começaria a lamber devagar por fora dos lábios da sua buceta. Beijaria seus lábios suavemente, pegaria cada dobra entre meus lábios, chupando e separando devagar, com cuidado. Minha língua se movia e deslizava pra cima e pra baixo nessas dobras, no começo mal te tocando. Enquanto lambia, de vez em quando enfiava minha língua fundo na sua buceta, pegando aquele gosto verdadeiro de você, mas depois voltava pra lambidas longas, lentas e leves, minha língua penetrando um pouco mais fundo a cada vez. Eu levantaria uma mão e massagearia bem embaixo do seu osso púbico, empurrando levemente pra baixo toda vez que minha língua deslizasse pra cima. Minha língua afundaria mais em você, mas não prestaria atenção no seu clitóris, ainda não. Deslizaria meus dedos pra fora, onde as dobras da sua buceta te escondem, e abriria seus lábios devagar, com a ponta da minha língua alcançando seu clitóris pela primeira vez. Minha língua deslizava rápido sobre a perfeição rosa e exposta, movendo pra cima por um momento ou mais, massageando a capuz. Minha língua de vez em quando perdia o toque suave quando mergulhava fundo em você, voltando toda vez pra deslizar pra cima de novo, pra com a língua acariciar devagar a pequena e macia extensão ainda escondida, protegida pela sua capuz minúsculo. Deslizaria minha língua pra cima e pra baixo, querendo que você sentisse o que eu sinto quando você desliza sua boca pra cima e pra baixo no meu pau, querendo que você sinta, Como eu, as primeiras ondas pulsantes que depois vão crescer até um orgasmo bem forte. Eu tirava meu tempo nessa etapa, quanto mais devagar, melhor. Eu me perdia em pensamentos bobos por um minuto, entre a necessidade da explosão do teu orgasmo e a vontade de que esse momento nunca acabasse. Mas não por muito tempo, e eu voltava a sentir o gosto e o cheiro da sua buceta. Em vez de ficar deslizando minha língua pra cima e pra baixo, eu suavizava e batia a ponta no seu clitóris rosado, enquanto suas pernas me apertavam cada vez mais forte. Minhas mãos percorriam todo o seu corpo, deslizando pelas suas coxas macias e segurando essa sua raba incrível, usando ela pra me enfiar na sua buceta, minha língua se movendo e meu queixo esfregando sem querer entre seus lábios enquanto minha língua continuava trabalhando. Eu provavelmente sentiria que você tá tão perto... seus gemidos eram tão altos, suas pernas tensas, suas investidas tão fortes e sem ritmo. Eu te levava o mais longe que podia, chupando e lambendo seu clitóris, ajustando de vez em quando o ângulo pra deixar minha língua entrar em você, até sentir que seu orgasmo tava chegando. Nessa hora, eu virava a cabeça. Você grunhia alto pra mim, dizendo: — Te amooooooo!!!!! ❤️ De bom humor e com tesão, antes de recuar o mais rápido que podia, alcançando atrás de você até sua mão se enrolar no meu pau grosso. Eu fazia força naquele momento e te levantava até ficar de joelhos, colocava a cabeça roxa na entrada inchada da sua buceta, e então você descia devagar nela, aproveitando a sensação de se encher, deslizando lentamente pra dentro, até sentar em cima de mim. Você estaria me olhando de cima, sorrindo enquanto via a expressão no meu rosto quando sentia você deslizando dentro de mim. Aquele momento em que eu deslizo dentro de você, sabe que é minha parte favorita, então você fica parada por um instante, os dois A gente curtiu a sensação. Mesmo sua barriga te impedindo de se inclinar totalmente pra frente, você se inclinava o máximo que podia e segurava minhas mãos nas suas, enquanto começava a deslizar pra cima e pra baixo no meu pau. Pra cima e pra baixo, devagar mas com confiança, você me acolhia e depois subia até só a cabeça ficar dentro de você, antes de fazer tudo de novo. Segurando minhas mãos com força, a gente dançava no ritmo daquele vai e vem eterno. Entrar no ritmo era natural, você acelerava e se inclinava um pouco pra trás. Eu subia e descia minha bunda no compasso do seu ritmo, até a gente se mover como um só, entrando e saindo em sincronia perfeita. Eu apertava os dentes e grunhia enquanto enfiava em você. Suas mãos iam pros meus joelhos atrás de você, você se inclinava pra trás e minhas mãos se estendiam e amoldavam suas tetas magníficas, segurando elas firmes enquanto você enfiava junto comigo, nossa pele deslizando uma na outra. Enquanto olho minhas mãos nos seus peitos, enquanto nossas vozes ficam mais altas, vejo sua mão direita descer e sinto seus dedos em volta do meu pau enquanto ele desliza dentro e fora de você, molhado pela sua buceta. Bem antes de a gente chegar no ponto sem volta, nossos corpos suados e nossas vozes gritando, você se levantou de mim. Confuso por um momento, entendi quando você, com esforço, se aproximou e me beijou. — Te amo tanto, Sr. Moncada... Você voltou pro seu lugar e reintroduziu meu pau na sua buceta perfeita, molhada e macia na minha frente, com as pernas já abertas. Deus, que convite! Deslizei fácil dentro de você e me agarrei nas suas cadeiras, começando a enfiar e tirar do seu calor. A gente amava isso! A cada enfiada em você, a gente gemia. "OH... OH... OH... DEUS." ✨✨ Eu tava enfiando com força, minha boca batendo na sua buceta, você balançava enquanto eu enfiava. Meus olhos estavam fixos nas Suas curvas brancas e lindas do seu corpo, uma mão se movia e descansava entre suas nádegas por um segundo enquanto eu ia mais e mais rápido. Logo eu não aguentaria mais e estaria perto do limite. Me senti tão tenso, mas só respondi com mais gemidos. De repente, senti um jato jorrar sobre mim enquanto continuava enfiando minha rola dura dentro de você. Nossos orgasmos explodiram e eu me esvaziei dentro de você, empurrando com força contra você. Você sentiria eu pulsar dentro de você e sentiria a enxurrada de porra enquanto ambos gozávamos juntos, sua buceta se apertando ao meu redor. Mais algumas estocadas e nós dois desabávamos no chão, rodeados de roupas. Depois de alguns momentos recuperando o fôlego, eu me afastava de você com um estalo e nós dois rolávamos de costas, com as risadinhas cúmplices de dois amantes, de um casal feliz. Pouco depois; Só pensei nisso e não te falei. — Mas quero mudar meu estilo de vida, me dedicar de corpo e alma a você e ao meu filho, e aos que virão depois. Hoje sou tão feliz, como nunca fui. Obrigado, querida. Te amo e disso já não tenho dúvida nenhuma...

1 comentários - Preso sem saída XX

Excelente Post muy bueno gracias por compartir
YalazJ +1
Gracias por leer...🖤