2 "O que foi, tigrão?", quase ronronou a Sra. Muguerza com sua voz irritante de fumante. Gritando com o marido lá de cima. "Você vai ter que cuidar dessa mulher hoje à noite, mas só depois do meu banho". Anais ouviu a voz de Evangelina descendo as escadas. Então saiu de debaixo da mesa e olhou para o Sr. Muguerza. "Deus..." ele resmungou. "Eu..." disse ela, tímida. Eles se olharam em silêncio. "Eu queria fazer isso", disse ela, afirmando o óbvio, sem saber como se sentia e sem querer que o Sr. Muguerza dissesse nada. Ele a encarou de olhos arregalados, ainda em choque com a primeira mamada dele. "Você... você... tem uns..." ele gaguejou, apontando para o rosto dela. Anais passou o dedo no queixo, pegando o fio de porra perdido que tinha escapado. Lentamente, abriu a boca, enfiou o dedo nela e chupou até limpar. Estava envergonhada pelo que acabara de fazer, mas também incrivelmente excitada. O Sr. Muguerza tinha sido alvo de muitas das suas fantasias de colegial. Ela tinha chupado o pau do Sr. Muguerza tanto por luxúria quanto por vingança. "Delicioso", disse ela, séria. Anais se aproximou e beijou o Sr. Muguerza na boca. "É melhor você subir o zíper antes que sua esposa veja... ou..." Bruno tateou debaixo da mesa, subiu o zíper da calça e se levantou. "Ou... ou o quê?" gaguejou, nervoso. Anais se apertou contra ele, empurrando os peitões contra o corpo dele. "Talvez eu devesse contar pra sua esposa o que acabei de fazer... Melhor, o que acabamos de fazer." "Ah... não... por favor..." implorou o ansioso. Anais riu. "Hahaha Não vou contar. Então até a próxima... Sr. Muguerza..." — sussurrou e deu outro beijo rápido na boca dele. Depois se afastou tranquilamente e saiu pela porta da frente. "Ah, merda", suspirou Bruno. Por que ele tinha feito aquilo? Levou vários minutos para se acalmar e se sentir recuperado o suficiente para andar sem Cair. Quando conseguiu se mexer, Bruno apagou tudo, apagou todas as luzes e fechou todas as portas. Quando subiu as escadas, a esposa já estava na cama com a máscara de dormir. Ele tirou a máscara dela e se desculpou pelo sexo, mas prometeu que estaria disposto a fazer amanhã. Bruno suspirou aliviado. Não tinha certeza se conseguiria se quisesse, ele estava realmente moído. Esvaziou os bolsos e parou por um momento. Será que achou que a chave reserva da casa estava ali? 🤔 Não tinha pegado ela antes? Talvez não. Suspirou... Realmente não conseguia pensar claramente em nada naquele momento, exceto no boquete incrível da Anais. O dia seguinte foi difícil para Bruno Muguerza. Tinha dormido horrivelmente e não conseguia se concentrar em nada. Cometeu erros em várias contas e mandou a planilha errada pro chefe duas vezes. Ficou muito feliz quando o dia acabou. Pegou comida chinesa pra jantar e chegou em casa quase na mesma hora que a esposa. Viu Anais trabalhando no jardim da frente. Ela estava correndo pra podar os arbustos antes da chuva começar. Ficou nervoso de novo, só de ver ela. Pra seu alívio, ela nem olhou na direção dele. A esposa de Bruno Muguerza foi estranhamente agradável a noite toda. Quando chegou a hora de ir pra cama, ela disse pra ele trancar a porta e dar cinco minutos pra ela se arrumar antes dele subir. Bruno apagou todas as luzes, verificando se a porta da frente estava trancada enquanto passava pelos degraus. Viu que não estava. Será que tinha esquecido de trancar quando entrou? Trancou de novo, apagou a luz da entrada e subiu as escadas pra encontrar a esposa. Não notou as pequenas pegadas molhadas no chão. Bruno entrou no quarto e viu velas acesas perto da cama e os cobertores puxados pra baixo. A luz do banheiro estava acesa e a esposa gritou de lá. "Tira a roupa", ela gritou. Bruno obedeceu, deixando ela amontoada ao pé da cama. "Sobe na cama". Ela fez o que foi instruída. A esposa dele saiu com uma camisola azul sexy que tinha comprado no ano passado. Não fez nada para esconder os peitos inexistentes, mas realçou os quadris largos. Era a primeira vez que ela usava. Ela olhou pro pau dele enquanto ele saía do banheiro. "Coloca essa coisa dura, bebê. Preciso dele". Bruno sabia que ela não ia ajudá-lo a se preparar de qualquer jeito. Com certeza não ia dar um boquete nele. Ele agarrou o pênis mole e puxou e acariciou enquanto olhava pra esposa. Ela se virou pra ele, mostrando a bunda grande e redonda. Aquilo e o cabelo grosso e cacheado eram seus melhores atributos. Quando ela se virou pra olhar de novo, ele lamentou o fato de o peito dela ser tão chato. Por que ela não podia ser mais parecida com a Anais? Pensando nela e nos peitos enormes, ele deu vida ao pau. Começou a endurecer quase que instantaneamente. "Parece que o corpo da mamãe fez o truque", disse Evangelina e então subiu na cama. Bruno não teve coragem de dizer que não era o corpo dela que estava fazendo o truque. Evangelina se deitou e puxou a calcinha pra cima, abrindo as pernas e expondo a buceta pra ele. "Aiii me dá, bebê", disse ela puxando ele pra perto. Ele penetrou ela fácil; ela já estava molhada e pronta pra ele. Começou a foder ela. Ela estava com os olhos bem fechados e gemendo a cada estocada. Os olhos de Bruno também estavam quase fechados. Ele imaginou que era a vizinha que ele estava fodendo. Se perguntou como seria apertar aqueles peitos gigantes enquanto a comia. Se perguntou como a buceta dela se sentiria em volta do pau dele. Olhou pra esposa, mas de repente captou um movimento com o canto do olho. A porta do armário se abriu e a Anais estava parada ali olhando. Ela estava na porra do armário dele! "Ah... não para", gemeu a esposa, se mexendo debaixo dele, com os olhos ainda bem fechados. Bruno tinha congelado ao ver a Anais. Os olhos dele estavam fixos nos dela. Ela Articulou as palavras: "Continua fodendo ela". Bruno deslizou o pau dentro da esposa e começou a foder ela de novo. Os olhos dela ainda estavam fechados, e ela gemeu quando ele a penetrou novamente. "Sim... eh..." Ela não tinha notado o intruso no quarto. Bruno nunca perdeu o contato visual com Anais, que tinha levantado a camisa e deixado à mostra os peitos enormes e nus. Eram magnificamente grandes e firmes, sobressaindo orgulhosos do peito como enormes zepelins, coroados com mamilos grossos e escuros. Ela fez questão de beliscar um dos mamilos grandes e depois enfiou uma das mãos na frente do short. Ela se tocava enquanto Bruno fodía a esposa. "Isso... isso... quase... uh... não goza antes de mim..." ofegou a Sra. Muguerza. Bruno estava tão excitado por ser observado pela vizinha que sentia dor. Olhou para baixo e se concentrou no que estava fazendo, fodendo a esposa com mais força, desejando gozar. Ela gozou primeiro. "Ohhhh amorrrr... eh... isso... ahhh!" 💥 Soltou um gemido longo, e o corpo inteiro tremeu no orgasmo. As mãos dela se agitaram para os lados. "Oh... Oh..." gemeu, a cabeça rolando para frente e para trás no travesseiro. Bruno sentiu o próprio orgasmo se aproximando. Separou-se da esposa e disparou fios de sêmen pelo estômago rechonchudo dela. Evangelina não gostava que ele gozasse dentro dela. Ele nunca tinha feito isso. "Valeu, bebê", disse ela, relaxando na cama. "Rápido, me limpa antes que escorra pro lençol. Graças a Deus não sujou a camisola!" ela ordenou. Bruno foi obedientemente pegar papel higiênico e limpou o esperma da barriga da esposa, o tempo todo procurando Anais. A porta do armário agora estava fechada, e a pequena intrusa não estava à vista. Ele pensou nas opções, mas como você diz pra sua esposa que deixa sua... A vizinha adolescente te vê transando? Depois que a esposa guardou a camisola e dormiu, Bruno levantou e revistou a casa inteira. Tava vazia. A porta do térreo tava trancada. Nenhum sinal da Anais. Ele voltou pra cima e abriu a porta do armário em silêncio, olhando pra dentro. Lá, jogado no chão, tava o sutiã gigante da Anais. "Ah, merda", ele sussurrou, pegou e desceu correndo. Escondeu rápido na pasta dele. Evangelina nunca ia olhar ali. Deu mais uma varrida na casa, finalmente tranquilo que a Anais não tinha deixado outras lembranças, e voltou pra cama. Ficou lá pensando no que fazer. Podia chamar a polícia. Podia falar com os pais dela. Podia contar pra esposa. Nenhuma parecia uma boa ideia. O que ele ia dizer? Tinha que pegar a vizinha fazendo merda ou invadindo a casa dele. Isso resolvia. Com o histórico dela, todo mundo ia acreditar. Horas depois, ele dormiu tentando bolar um plano pra pegar a Anais no flagra invadindo a casa dele. Era o único jeito. "Acorda!" A Evangelina gritou, irritada, do banheiro. Bruno acordou de repente, percebendo na hora que tava claro demais pras seis da manhã. "Que foi?" "Teve um apagão ontem à noite e o alarme não tocou", ela gritou. "Já são sete!!!" "Merda", ele sibilou enquanto pulava da cama. Deu tempo só de tomar banho, se vestir e sair porta afora... sem café! "Merda, merda, merda! 😠😠" Chegou no escritório com um minuto de folga, mas isso significava que não teve tempo de se preparar pra reunião semanal de segunda de manhã. Passou direto pelo escritório dele e foi pra sala de reunião. Todo mundo já tava sentando. "Bom dia, Bruno", o chefe olhou pra ele e depois pro relógio. "Bruno, você tem aqueles folhetos? Dá um pra cada um. Já volto." Aí o chefe saiu pra pegar os relatórios de vendas no escritório dele. Bruno, por sorte, tinha Todos os relatórios prontos. Eu tinha preparado tudo na sexta-feira à tarde. Ele abriu a maleta rápido demais, procurou os relatórios e tirou o colossal sutiã de renda, taça D, da Lisa! A sala de reuniões ficou em silêncio. Todos os olhos estavam em Bruno e na gloriosa peça íntima que ele segurava na mão. Ele gaguejou e tossiu. "Minha esposa... uh, desculpa... presente de aniversário dela..." Com cinquenta tons de vermelho, ele guardou de volta na maleta, pegou os arquivos que precisava e fechou com tudo. Suava pra caralho naquele ponto, enquanto espalhava os relatórios pela mesa. Olhou pra cima e viu o velho Gómez, do departamento dele, acenar com a cabeça e piscar um olho cúmplice. A Linda, do contas a pagar, que na verdade conhecia a esposa dele, parecia que ia ter um troço, franzindo a testa sem parar durante a reunião inteira. De alguma forma, ele conseguiu passar pela reunião e depois deu um jeito de evitar o velho Gómez, a Linda e o chefe pelo resto do dia; bom, quase. Ele tinha saído e estava abrindo a porta do carro, quando a Linda apareceu atrás dele. "Bruno." Ele se virou rápido. "Ah, Linda." "Bruno", ela começou. "Você e eu sabemos que os peitos da Evangelina não encheriam nem um par de band-aids, quem dirá aquela monstruosidade! Deus sabe que ela é uma mulher difícil, mas não desse jeito. Lembra que o salário do pecado é a morte e que a prostituta da Babilônia tem na mão um cálice de ouro cheio de abominações e imundícies..." Bruno entrou no carro, bateu a porta e deixou pra fora a ladainha religiosa da Linda. Ele tava preocupado que ela fosse falar com a esposa, mas elas não eram amigas e só tinham se visto no trabalho umas duas vezes. Achou que tava safe por enquanto. Mas não podia deixar essas duas se encontrarem pessoalmente. "Porra", ele disse, saindo do estacionamento. Odiava confrontos. Já imaginava o que o chefe ia falar amanhã sobre começar. a reunião daquele jeito. Tinha que acabar com os jogos da vizinha agora. Ia chamar a polícia quando chegasse em casa. Sabia disso como sabia a cor do céu. Estava puto pela primeira vez na vida. Quando Bruno chegou em casa, percebeu que o carro da esposa não estava lá. Será que ela tinha uma reunião? Aí imaginou se a Anais estivesse com aquele... "Não, não, não", murmurou, fechando esse pensamento rápido, abrindo a porta da frente e entrando. A primeira coisa que fez foi jogar o sutiã da Anais no lixo da cozinha. Depois pegou aquela sacola e levou pro latão grande de lixo da garagem, enterrando debaixo de um monte de porcaria. "Pô, ela deve estar segura", murmurou. Bruno então foi até a secretária eletrônica da cozinha e viu que tinha uma mensagem. Apertou o play. "Oi, amor. Aquela reunião da comunidade que eu tava te falando foi remarcada pras cinco. Sabia que você não teria tempo de vir comigo. Te conto como foi. Devo estar em casa às oito." "Perfeito", disse pra si mesmo. O que ele precisava era de um banho quente e um Martini! Depois organizaria uma batida policial e ligaria pra polícia. Já sabia como ia fazer. Deixou a maleta no armário da entrada e subiu as escadas pro quarto. "Oi, gostoso", Bruno congelou na hora. A vizinha estava deitada na cama, usando a mesma lingerie que a esposa tinha usado na noite anterior.
Ela parecia muito melhor no corpo jovem dela. Os peitos dela eram tão imensos que ameaçavam rasgar o tecido. Já tinha um rasgo visível no lado esquerdo. Os mamilos duros dela apareciam por baixo do pano, apontando na direção dele. Aquela lingerie era obscenamente pequena pra ela. O peito dela também tinha feito o vestido subir, mostrando a buceta depilada dela. Na verdade, dava pra ver tudo tão provocante. Brilhava de um jeito tentador. "Você tem que ir embora", ele conseguiu dizer com uma demonstração impressionante de autoridade. "Agora!" ele acrescentou com um grasnido nada impressionante. "Mas eu esperei por você a tarde toda, bebê", ela ronronou, passando a mão por um dos peitos montanhosos dela e apertando. "Você não me quer?" "Não... minha esposa..." "... não vai chegar em casa antes das oito. São cinco e meia agora. Eu ouvi o recado dela quando entrei. Quase peguei o telefone e falei pra ela nem voltar pra casa. Agora você é meu e não quero dividir você com ela." "Me dividir? Eu... você está destruindo minha vida... Não te quero..." "Não? Sua calça tá me contando uma história diferente", disse Anais, sentando e abaixando uma das alças. "Ops... acho que estiquei um pouco", ela riu. "Por favor..." Bruno murmurou fraco, vendo a garota puxar a alça fina por baixo do ombro dela, expondo um dos peitos incrivelmente cheios e pesados. "Deus..." Ele sabia que o pau dele tinha traído ele. Tava lutando contra os limites da cueca boxer e da calça social. "Não..." Ele pensou em ficar parado. "Vem cá." Bruno balançou a cabeça. O pau dele, tão duro e preso na cueca, queria ir até ela, mas ele prevaleceu e ficou firme. Ela fez biquinho enquanto abaixava a outra alça. Agora ela estava de peitos de fora, ele estava enfeitiçado. Ela tava se preparando pra levantar da cama e se aproximar dele, quando o telefone tocou. Quebrou o feitiço e os dois olharam pra mão apoiada na mesinha de cabeceira. Bruno ia deixar tocar, mas Anais o alcançou e pegou. Correu até ela e arrancou bruscamente da mão dela, mas não antes que ela apertasse o botão de falar. "Alô", disse, tentando se virar. Amor, que bom que você atendeu. Só queria ter certeza de que recebeu minha mensagem", disse Evangelina. Bem na hora que ele ia se virar, Anais agarrou ele pelo cinto e puxou com força para a cama. As canelas de Bruno bateram na cama e ele quase caiu. Ele rosnou e tentou escapar, mas ela segurava a calça e o cinto dele com uma pegada de ferro. Qualquer outra luta teria feito barulho demais, com a esposa dele ao telefone. "Vou gritar se você fizer isso de novo", sussurrou Anais. "Você está bem? Tá me prestando atenção pelo menos?" perguntou a esposa no telefone. "Desculpa, querida... uh... bati o dedão do pé". Juro, às vezes você é tão desastrado. Enfim, é sobre isso que vamos discutir hoje à noite..." a esposa começou a falar sobre um monte de assuntos que não interessavam ele. Anais abaixou o zíper de Bruno e enfiou a mão dentro da braguilha dele, segurando a ereção por cima da cueca. Ele fez uma careta de prazer, tentando não fazer barulho. Balançou a cabeça com urgência e murmurou "não" para a vizinha. Já era tarde. Ela desabotoou o cinto e a calça dele como uma profissional, e em questão de segundos ele estava nu da cintura pra baixo na frente dela. De novo ele tentou se afastar, mas ela tinha um aperto dolorosamente forte no pau dele. Ele estava preso... Tinha que terminar a ligação. "Preciso ir..." começou ele. "Não pode me dar cinco minutos do seu tempo? Espera até eu terminar. Pelo amor de Deus!" disse Evangelina, irritada. "Tá bom... querida..." ele respondeu, obediente. Quase gritou a palavra "porra" um segundo depois, quando Anais chupou o pau dele exposto na boca dela. De alguma forma, ele ficou em silêncio enquanto a esposa continuava com o ataque verbal. Anais movia a boca pra cima e pra baixo no pau, levando de volta à garganta dela. Ele precisou de todo o autocontrole para não gemer alto quando aquela gostosa jovem deu mais um boquete incrível. Ele começou a meter a pau na boca dela e Anais respondeu agarrando as nádegas dele por trás, forçando mais fundo. Logo, ele estava fodendo a boca dela e ela chupava ruidosamente ao redor da pau a cada estocada. "Que barulho é esse? O que você está fazendo?" Perguntou Evangelina. "Ah, uh nada, só estava me preparando para o... uh... hum... banho." "Eu sei quando você está se desconectando. Te vejo em algumas horas." O telefone desligou bruscamente. Anais rapidamente ajustou a posição e colocou Bruno na cama em cima dela. Com as calças nos tornozelos, ele não tinha alavanca e caiu contra ela. A cabeça da pau dele estava contra a buceta molhada dela. "Estou pronta para você."😈 Disse ela, toda sedutora. "Não podemos..." Respondeu Bruno, assustado. Anais se abaixou e agarrou a pau dele. "Você está sempre tão duro para mim." Apontou para a entrada da buceta dela. "Por favor..." Disse ela, olhando ansiosa. Que Deus o ajudasse, mas Bruno entrou nela. O jeito que ela olhava para ele, como um anjo; como se ele fosse o único homem no mundo, e tudo que ela queria era agradá-lo. Evangelina nunca tinha olhado para ele assim. "Ai, meu Deus!" Gritou ela enquanto ele enfiava o corpo todo dentro dela. Ela puxou a cabeça dele para baixo e o beijou. Estava tão molhada, apertada e quente. Evangelina nunca tinha se sentido assim. Isso era melhor do que qualquer coisa que ele tinha imaginado. Bruno fodeu a vizinha furiosamente, enfiando a pau fundo dentro dela uma e outra e outra vez. Ela envolveu as pernas na cintura dele, instigando-o a ir mais fundo. As mãos dela estavam sobre ele. "Você... já vou... Ai!" Ela gritou. "Uh, você é tão grande!"✨ Bruno realmente sentiu a buceta dela se contrair ao redor da pau enquanto ela gozava. Nunca tinha sentido algo assim na vida. Foi demais. Ele grunhiu e então inundou a buceta dela com o sêmen dele. "Uh… porra…. uh..." Ele continuou empurrando dentro dela, enchendo ela com a semente dele.
Ele desabou em cima dela depois do orgasmo, amando a sensação das pernas dela em volta do corpo e das mãos dela acariciando a nuca e as costas dele. "Nossa... bebê", ele ronronou no ouvido dela. "Acho que nunca gozei assim." Bruno rolou para fora dela e aí a realidade bateu. Ele sentou ereto. "Você tá tomando a pílula? Eu não... você não me deu tempo..." "Não seja idiota", ela disse, passando um braço e uma perna sobre ele, amoldando os peitos contra o lado do corpo dele. "Como é que a gente vai ter um bebê se eu tô tomando a pílula?" Bruno quase engasgou com a própria saliva e começou a gaguejar. Aí os dois ouviram a porta da frente se abrir e a voz da dona Muguerza chamando. "Cancelaram a reunião. Você ainda tá no chuveiro?" "Sai!" Bruno sussurrou. Ele pulou da cama e correu pro banheiro, ligando o chuveiro. Anais saiu da cama, puxou o lençol macio e pegou a roupa dela no chão. Dava pra ouvir a dona Muguerza subindo as escadas. Ela correu pro banheiro com o Bruno. "Aqui não", disse Bruno, pulando no chuveiro. Anais se virou duas vezes, quicando pelo cômodo todo. Aí se enfiou na banheira enorme e torceu pra dona Muguerza não entrar no banheiro. Ela se encolheu o máximo que pôde. "Quanto tempo de maldito banho você toma quando eu não tô aqui?" disse a dona Muguerza da porta. "Não é à toa que a conta de água vem tão alta, mas isso não te importa, né?" Da posição dela, na entrada, não dava pra ver dentro da banheira e, felizmente, ela não se atreveu a entrar mais. "Desce as escadas quando terminar, quer? Vou vestir uma calça de moletom e tomar um vinho.
Ela parecia muito melhor no corpo jovem dela. Os peitos dela eram tão imensos que ameaçavam rasgar o tecido. Já tinha um rasgo visível no lado esquerdo. Os mamilos duros dela apareciam por baixo do pano, apontando na direção dele. Aquela lingerie era obscenamente pequena pra ela. O peito dela também tinha feito o vestido subir, mostrando a buceta depilada dela. Na verdade, dava pra ver tudo tão provocante. Brilhava de um jeito tentador. "Você tem que ir embora", ele conseguiu dizer com uma demonstração impressionante de autoridade. "Agora!" ele acrescentou com um grasnido nada impressionante. "Mas eu esperei por você a tarde toda, bebê", ela ronronou, passando a mão por um dos peitos montanhosos dela e apertando. "Você não me quer?" "Não... minha esposa..." "... não vai chegar em casa antes das oito. São cinco e meia agora. Eu ouvi o recado dela quando entrei. Quase peguei o telefone e falei pra ela nem voltar pra casa. Agora você é meu e não quero dividir você com ela." "Me dividir? Eu... você está destruindo minha vida... Não te quero..." "Não? Sua calça tá me contando uma história diferente", disse Anais, sentando e abaixando uma das alças. "Ops... acho que estiquei um pouco", ela riu. "Por favor..." Bruno murmurou fraco, vendo a garota puxar a alça fina por baixo do ombro dela, expondo um dos peitos incrivelmente cheios e pesados. "Deus..." Ele sabia que o pau dele tinha traído ele. Tava lutando contra os limites da cueca boxer e da calça social. "Não..." Ele pensou em ficar parado. "Vem cá." Bruno balançou a cabeça. O pau dele, tão duro e preso na cueca, queria ir até ela, mas ele prevaleceu e ficou firme. Ela fez biquinho enquanto abaixava a outra alça. Agora ela estava de peitos de fora, ele estava enfeitiçado. Ela tava se preparando pra levantar da cama e se aproximar dele, quando o telefone tocou. Quebrou o feitiço e os dois olharam pra mão apoiada na mesinha de cabeceira. Bruno ia deixar tocar, mas Anais o alcançou e pegou. Correu até ela e arrancou bruscamente da mão dela, mas não antes que ela apertasse o botão de falar. "Alô", disse, tentando se virar. Amor, que bom que você atendeu. Só queria ter certeza de que recebeu minha mensagem", disse Evangelina. Bem na hora que ele ia se virar, Anais agarrou ele pelo cinto e puxou com força para a cama. As canelas de Bruno bateram na cama e ele quase caiu. Ele rosnou e tentou escapar, mas ela segurava a calça e o cinto dele com uma pegada de ferro. Qualquer outra luta teria feito barulho demais, com a esposa dele ao telefone. "Vou gritar se você fizer isso de novo", sussurrou Anais. "Você está bem? Tá me prestando atenção pelo menos?" perguntou a esposa no telefone. "Desculpa, querida... uh... bati o dedão do pé". Juro, às vezes você é tão desastrado. Enfim, é sobre isso que vamos discutir hoje à noite..." a esposa começou a falar sobre um monte de assuntos que não interessavam ele. Anais abaixou o zíper de Bruno e enfiou a mão dentro da braguilha dele, segurando a ereção por cima da cueca. Ele fez uma careta de prazer, tentando não fazer barulho. Balançou a cabeça com urgência e murmurou "não" para a vizinha. Já era tarde. Ela desabotoou o cinto e a calça dele como uma profissional, e em questão de segundos ele estava nu da cintura pra baixo na frente dela. De novo ele tentou se afastar, mas ela tinha um aperto dolorosamente forte no pau dele. Ele estava preso... Tinha que terminar a ligação. "Preciso ir..." começou ele. "Não pode me dar cinco minutos do seu tempo? Espera até eu terminar. Pelo amor de Deus!" disse Evangelina, irritada. "Tá bom... querida..." ele respondeu, obediente. Quase gritou a palavra "porra" um segundo depois, quando Anais chupou o pau dele exposto na boca dela. De alguma forma, ele ficou em silêncio enquanto a esposa continuava com o ataque verbal. Anais movia a boca pra cima e pra baixo no pau, levando de volta à garganta dela. Ele precisou de todo o autocontrole para não gemer alto quando aquela gostosa jovem deu mais um boquete incrível. Ele começou a meter a pau na boca dela e Anais respondeu agarrando as nádegas dele por trás, forçando mais fundo. Logo, ele estava fodendo a boca dela e ela chupava ruidosamente ao redor da pau a cada estocada. "Que barulho é esse? O que você está fazendo?" Perguntou Evangelina. "Ah, uh nada, só estava me preparando para o... uh... hum... banho." "Eu sei quando você está se desconectando. Te vejo em algumas horas." O telefone desligou bruscamente. Anais rapidamente ajustou a posição e colocou Bruno na cama em cima dela. Com as calças nos tornozelos, ele não tinha alavanca e caiu contra ela. A cabeça da pau dele estava contra a buceta molhada dela. "Estou pronta para você."😈 Disse ela, toda sedutora. "Não podemos..." Respondeu Bruno, assustado. Anais se abaixou e agarrou a pau dele. "Você está sempre tão duro para mim." Apontou para a entrada da buceta dela. "Por favor..." Disse ela, olhando ansiosa. Que Deus o ajudasse, mas Bruno entrou nela. O jeito que ela olhava para ele, como um anjo; como se ele fosse o único homem no mundo, e tudo que ela queria era agradá-lo. Evangelina nunca tinha olhado para ele assim. "Ai, meu Deus!" Gritou ela enquanto ele enfiava o corpo todo dentro dela. Ela puxou a cabeça dele para baixo e o beijou. Estava tão molhada, apertada e quente. Evangelina nunca tinha se sentido assim. Isso era melhor do que qualquer coisa que ele tinha imaginado. Bruno fodeu a vizinha furiosamente, enfiando a pau fundo dentro dela uma e outra e outra vez. Ela envolveu as pernas na cintura dele, instigando-o a ir mais fundo. As mãos dela estavam sobre ele. "Você... já vou... Ai!" Ela gritou. "Uh, você é tão grande!"✨ Bruno realmente sentiu a buceta dela se contrair ao redor da pau enquanto ela gozava. Nunca tinha sentido algo assim na vida. Foi demais. Ele grunhiu e então inundou a buceta dela com o sêmen dele. "Uh… porra…. uh..." Ele continuou empurrando dentro dela, enchendo ela com a semente dele.
Ele desabou em cima dela depois do orgasmo, amando a sensação das pernas dela em volta do corpo e das mãos dela acariciando a nuca e as costas dele. "Nossa... bebê", ele ronronou no ouvido dela. "Acho que nunca gozei assim." Bruno rolou para fora dela e aí a realidade bateu. Ele sentou ereto. "Você tá tomando a pílula? Eu não... você não me deu tempo..." "Não seja idiota", ela disse, passando um braço e uma perna sobre ele, amoldando os peitos contra o lado do corpo dele. "Como é que a gente vai ter um bebê se eu tô tomando a pílula?" Bruno quase engasgou com a própria saliva e começou a gaguejar. Aí os dois ouviram a porta da frente se abrir e a voz da dona Muguerza chamando. "Cancelaram a reunião. Você ainda tá no chuveiro?" "Sai!" Bruno sussurrou. Ele pulou da cama e correu pro banheiro, ligando o chuveiro. Anais saiu da cama, puxou o lençol macio e pegou a roupa dela no chão. Dava pra ouvir a dona Muguerza subindo as escadas. Ela correu pro banheiro com o Bruno. "Aqui não", disse Bruno, pulando no chuveiro. Anais se virou duas vezes, quicando pelo cômodo todo. Aí se enfiou na banheira enorme e torceu pra dona Muguerza não entrar no banheiro. Ela se encolheu o máximo que pôde. "Quanto tempo de maldito banho você toma quando eu não tô aqui?" disse a dona Muguerza da porta. "Não é à toa que a conta de água vem tão alta, mas isso não te importa, né?" Da posição dela, na entrada, não dava pra ver dentro da banheira e, felizmente, ela não se atreveu a entrar mais. "Desce as escadas quando terminar, quer? Vou vestir uma calça de moletom e tomar um vinho.
1 comentários - Vingança ou Sentimentos 2 🔥